Desesperada ao ver que as pessoas não estão usando tanto os seus famigerados CDs para se conectar à internet, a AOL busca uma nova maneira de se manter viva de alguma forma. E ela parece ter encontrado uma: se livrar de alguns itens no seu portfólio de patentes em troca de dinheiro. A empresa anunciou hoje que vendeu grande maioria das suas patentes para a Microsoft. Leia mais
AOL
AOL é uma empresa de internet norte-americana fundada em 1983 sob o nome Control Video Corporation. Posteriormente alterou sua marca para America Online e expandiu seus negócios. Ficou conhecida no Brasil devido as agressivas estratégias de marketing, com forte distribuição de CDs contendo instaladores do navegador e do discador da empresa. Chegou ao país em 1999, mas obteve prejuízos milionários e fechou suas portas em março de 2006, vendendo a base de aproximadamente 200 mil assinantes para o provedor Terra.
Internautas dos Estados Unidos montam um protesto virtual para disseminar palavras de ordem contra duas propostas de lei que, até agora, deram muito o que falar. Em debate está a capacidade de entidades estadunidenses protegerem a propriedade intelectual das companhias originadas naquele país de uma forma mais incisiva e facilitada. O receio, por parte dos internautas, é de que a censura tome vez.
Por trás da Stop Online Piracy Act (SOPA) e da PROTECT IP está o interesse dos legisladores do Senado em dar um tratamento mais pesado para evitar que continuem com a festa de filmes, músicas, software e conteúdos similares de forma indiscriminada na rede, com direito a milhões de pessoas conectadas em redes – você sabe do que estou falando – compartilhando esses bits de conteúdo. Leia mais
Pode te parecer um retrocesso, mas muitos americanos continuam utilizando a internet discada como forma primeira de acessar os conteúdos dessa grande rede. O número gira em torno de 3,5 milhões de assinantes somente da AOL, aquela gigantesca empresa que viu seu negócio de dial-up encolher significativamente nos anos seguintes ao boom da banda larga na terra de Barack Obama. Leia mais
Para encerrar a semana com chave de ouro, o boato da vez é de que o CEO da AOL, Tim Armstrong, estaria em contato com o pessoal do Yahoo para que as duas empresas, dois dinossauros ainda gigantes da web, realizem uma fusão. A informação é da Bloomberg, agência de notícias financeiras que costuma merecer o nosso respeito pelo bom histórico de furos noticiosos. Leia mais
AOL faz mais uma vítima
às porUm dos melhores blogs de tecnologia do mundo — arrisco dizer, como profissional que acompanha muitos deles — anunciou nessa terça-feira que não vai mais publicar textos, dicas, nem nada do tipo. O DownloadSquad é mais uma vítima do reposicionamento estratégico da AOL, esse conglomerado de mídia que parece não saber em que direção vai.
Nem tudo são flores nesse bilionário mercado de internet. A AOL – nunca sei se devo escrever o nome todo em maiúsculas ou apenas com a primeira letra em maiúscula – anunciou na quinta-feira que vai demitir quase mil funcionários em suas bases nos Estados Unidos e na Índia. Tudo para conter despesas, segundo informou o presidente da companhia.
Longe de viver seus dias mais felizes, a AOL irá cortar 500 postos de trabalho ao longo dos próximos quatro meses, informa o site Business Insider. Até segunda ordem as demissões deverão acontecer apenas na filial indiana da ex-gigante da web, que reduzirá sua equipe instalada em Bangalore dos atuais 750 funcionários para apenas 250 até julho.
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O que fazer quando sua fonte de receita começa a diminuir? No caso da AOL, atira para todos os lados. A empresa, que no ano passado adquiriu o TechCrunch – que vira e mexe nós usamos como fonte aqui no TB – fez mais um anúncio milionário. A empresa vai comprar o site Huffington Post por nada menos que US$ 315 milhões.
E o mais impressionante: US$ 300 milhões de dólares serão pagos em dinheiro vivo, para alegria geral dos acionistas do HuffPost (como o site é conhecido internamente). Os outros US$ 15 milhões serão em ações da própria AOL.
O Yahoo, que ainda é o maior portal (de conteúdo e serviços) da internet mundial, vem perdendo musculatura nos últimos tempos. Desistiu de ser buscador para adotar soluções da Microsoft, enquanto se foca em um reposicionamento empresarial. E como toda boa engenharia, lá vem demissões. Mais de 600 funcionários foram colocadas na rua nos últimos, e mais 140 estão a caminho.





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