thumb-sopa-protect-ip-bandeira

Internautas dos Estados Unidos montam um protesto virtual para disseminar palavras de ordem contra duas propostas de lei que, até agora, deram muito o que falar. Em debate está a capacidade de entidades estadunidenses protegerem a propriedade intelectual das companhias originadas naquele país de uma forma mais incisiva e facilitada. O receio, por parte dos internautas, é de que a censura tome vez.

Por trás da Stop Online Piracy Act (SOPA) e da PROTECT IP está o interesse dos legisladores do Senado em dar um tratamento mais pesado para evitar que continuem com a festa de filmes, músicas, software e conteúdos similares de forma indiscriminada na rede, com direito a milhões de pessoas conectadas em redes – você sabe do que estou falando – compartilhando esses bits de conteúdo. Leia mais

thumb-aol-logo-peixe

Pode te parecer um retrocesso, mas muitos americanos continuam utilizando a internet discada como forma primeira de acessar os conteúdos dessa grande rede. O número gira em torno de 3,5 milhões de assinantes somente da AOL, aquela gigantesca empresa que viu seu negócio de dial-up encolher significativamente nos anos seguintes ao boom da banda larga na terra de Barack Obama. Leia mais

thumb-yahoo-aol-logos

Para encerrar a semana com chave de ouro, o boato da vez é de que o CEO da AOL, Tim Armstrong, estaria em contato com o pessoal do Yahoo para que as duas empresas, dois dinossauros ainda gigantes da web, realizem uma fusão. A informação é da Bloomberg, agência de notícias financeiras que costuma merecer o nosso respeito pelo bom histórico de furos noticiosos. Leia mais

thumb-google-talk

O Google Talk fica mais completo a partir de agora. Depois de duas semanas desde que a AOL admitiu estar trabalhando com o Google num novo recurso, os comunicadores instantâneos das duas empresas podem conversar entre si. Menos um obstáculo rumo a um mundo digital de interoperabilidade, devo dizer.

Leia mais

thumb-aol-logo

Um dos melhores blogs de tecnologia do mundo — arrisco dizer, como profissional que acompanha muitos deles — anunciou nessa terça-feira que não vai mais publicar textos, dicas, nem nada do tipo. O DownloadSquad é mais uma vítima do reposicionamento estratégico da AOL, esse conglomerado de mídia que parece não saber em que direção vai.

Leia mais

thumb-aol-logo

Nem tudo são flores nesse bilionário mercado de internet. A AOL – nunca sei se devo escrever o nome todo em maiúsculas ou apenas com a primeira letra em maiúscula – anunciou na quinta-feira que vai demitir quase mil funcionários em suas bases nos Estados Unidos e na Índia. Tudo para conter despesas, segundo informou o presidente da companhia.

Leia mais

thumb-aol-logo-peixe

Longe de viver seus dias mais felizes, a AOL irá cortar 500 postos de trabalho ao longo dos próximos quatro meses, informa o site Business Insider. Até segunda ordem as demissões deverão acontecer apenas na filial indiana da ex-gigante da web, que reduzirá sua equipe instalada em Bangalore dos atuais 750 funcionários para apenas 250 até julho.
Leia mais

thumb-huffpost-aol

O que fazer quando sua fonte de receita começa a diminuir? No caso da AOL, atira para todos os lados. A empresa, que no ano passado adquiriu o TechCrunch – que vira e mexe nós usamos como fonte aqui no TB – fez mais um anúncio milionário. A empresa vai comprar o site Huffington Post por nada menos que US$ 315 milhões.

E o mais impressionante: US$ 300 milhões de dólares serão pagos em dinheiro vivo, para alegria geral dos acionistas do HuffPost (como o site é conhecido internamente). Os outros US$ 15 milhões serão em ações da própria AOL.

Leia mais

thumb-yahoo-alt

O Yahoo, que ainda é o maior portal (de conteúdo e serviços) da internet mundial, vem perdendo musculatura nos últimos tempos. Desistiu de ser buscador para adotar soluções da Microsoft, enquanto se foca em um reposicionamento empresarial. E como toda boa engenharia, lá vem demissões. Mais de 600 funcionários foram colocadas na rua nos últimos, e mais 140 estão a caminho.

Leia mais

Distribuição de CDs gratuitos da AOL chegou a custar 35 dólares cada

Quem mexe com internet há algum tempo provavelmente já esbarrou em um daqueles CDs da AOL oferecendo centenas de horas gratuitas de conexão. A grande maioria deles chegavam nas nossas caixas de correio gratuitamente ou de brinde em revistas. Mas a empresa gastou uma fortuna nessa distribuição. Em uma entrevista para o site TechCrunch, o CEO da AOL Steve Case declarou quanto: 35 dólares cada um. E isso apenas nos EUA durante os anos 90. Os CDs funcionaram: de 200 mil assinantes em 1992, eles pularam para 25 milhões dez anos depois.