Pesquisa feita pelo banco Morgan Stanley (aquele mesmo que foi um dos pivôs da crise mundial que estourou ano passado) divugada nesta quarta-feira mostra que o uso que os donos de iPhone usam seu aparelhos de maneira ligeiramente diferente do resto dos outros mortais.
Enquanto os usuários de celulares comuns perdem 40 minutos por dia com seus aparelhos, os donos do super-mega-ultra-ubber smartphone da Apple passam em média uma hora por dia brincando com o modelo, entretidos principalmente com e-mail, navegação pela web, música ou jogos. Por essas e outras justamente as chamadas de voz correspondem por apenas 45% do uso de um iPhone, contra 70% dos celulares normais. O envio de SMS pelo modelo também é sensivelmente menor: 14% contra 15%.
Os dados também mostram que a tendência da web móvel parece ser um caminho sem volta, e aponta que cerca de 20% dos acessos à rede em 2012 serão feitos a partir de telefones celulares, tablets, e-reader ou outros dispositivos de mão, mas joga a responsabilidade desse crescimento na dupla iPhone/iPod Touch: “o lançamento da plataforma móvel da Apple, há dois anos e meio, foi responsável por acender a faísca na web via celular da mesma maneira que o Windows 3.0 inaugurou a era da computação pessoal em 1990 e o Netscape popularizou a internet em 1995″, diz o relatório. Atualmente a dupla iPhone e iPod Touch geram 65% das visitas das páginas web feitas a partir de aparelhos de bolso.
O país em que os smartphones são mais populares é o Japão, com 52% do mercado, enquanto na América Latina eles têm apenas 5% da fatia do bolo.
A empresa russa Digital Sky Technologies (DST) estaria em negociações com a AOL pela compra do clássico serviço de mensagens instantâneas ICQ. Mas a DST não seria a única interessada. Segundo o Techcrunch o Skype também estaria interessado (ou pelo menos já esteve), assim como o Google.
A AOL comprou o ICQ em 1998 pelo valor de US$ 400 milhões e, segundo a Comscore, ele (ainda) possui 33 milhões de usuários por mês, no mundo todo. Na Rússia, porém, o ICQ é o serviço de mensagem instantânea número 1, com 8,3 milhões de usuários — o que explica o interesse da russa DST e do Google, que ainda não se consolidou plenamente naquele mercado.
Estima-se que o valor de venda do ICQ seja fechado entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões, mais provavelmente algo perto dos US$ 250 milhões (cerca de R$ 438 milhões). [TechCrunch]

Bill Gates já trocou a senha do Hotmail dele cinco vezes. Ou não.
Lembra-se que ontem tornou-se pública a informação de que milhares de contas do Windows Live haviam sido invadidas por cibercriminosos e informações sobre essas contas foram postada na internet? Pois bem, não foram só os usuários de Hotmail e outros serviços do MSN que tiveram o problema: o Google afirmou hoje que usuários do Gmail também foram afetados pelo esquema de phishing (tentativa de roubar dados de usuário).
Pelo menos não foram dezenas de contas afetadas. O Google afirmou que precisou reconfigurar as senhas de menos de 500 contas do Gmail, pois as senhas originais foram descobertas pelos crackers envolvidos na ação criminosa. Mas o porta-voz da companhia foi claro: esse quadro pode mudar.
A boataria não para por aí. Já há rumores de que contas de e-mail do Yahoo e da finada AOL também foram invadidas e as informações de usuário publicadas na web. O serviço de notícias BBC News já chegou a falar em 30 mil contas invadidas, cujos nomes de usuário e senha foram publicados em listas online. Além de Hotmail, Gmail, Yahoo e AOL, a BBC diz que outros provedores também foram alvo do ataque. [CNET]
O site de vídeos online Blip.tv anunciou hoje um acordo que envolve diversos outros sites da categoria, com o objetivo de chegar a ainda mais usuários. Mike Hudack, CEO da startup, disse que, com os acordos o Blip.tv chegaria a ter 80% da “internet em vídeo”.
Atualmente o Blip.tv permite apenas que seus usuários façam o upload de vídeo que é, então, exibido em diversos sites parceiros. Com o novo acordo, YouTube e Vimeo passam a reproduzir os programas em vídeo enviados para o Blip.tv com a possibilidade do próprio Blip.tv inserir anúncios no player. Os lucros desses anúncios são divididos em 50% para os criadores e 50% para a startup.

Estatísticas de vídeos publicados através do Blip.tv no YouTube. (Reprodução)
Além disso, a empresa criou novos acordos de distribuição de conteúdo que vai exibir vídeos criados por usuários do Blip.tv em emissoras de TV especializadas em conteúdo digital, como a New York Nonstop e a WNBC, e também na set-up box Roku, usada por assinantes da locadora digital de filmes Netflix para assistir séries e filmes em demanda.
O anúncio das parcerias veio junto com a atualização do dashboard, que agora dá mais controle aos usuários, permitindo editar episódios dos seus programas em conjunto e visualizar melhores e mais completas estatísticas para cada vídeo. [Techcrunch / Cnet]