App Store

A App Store é uma loja de aplicativos da Apple para dispositivos com sistema operacional iOS, como iPhone, iPod Touch e iPad. Foi lançada em julho de 2008 por meio de uma atualização no iTunes, o software responsável por sincronizar dados entre computadores e gadgets da Apple. Em fevereiro de 2012, a loja possuía mais de 700 mil aplicativos, somando 25 bilhões de downloads. Para que um aplicativo esteja disponível na loja, é necessário passar por um processo manual de aprovação.

Este post foi atualizado em 19 de outubro de 2009 com informações do lançamento do jogo.

O popular jogo Rock Band chegará ao iPhone e iPod Touch. E isso é basicamente tudo que se sabe até o momento.

O site IGN afirma que pouco pode ser dito até o anúncio oficial da Eletronic Arts que ocorrerá amanhã, mas que o jogo está confirmado para a plataforma e terá músicas licenciadas, como era de se esperar.

Já o TechCrunch afirma ter “provas” de que o jogo chegará à plataforma móvel da Apple. Na convenção da CTIA (Associação da Indústria de Telefones Celulares) hoje, teria sido avistada em um quiosque dedicado ao jogo Rock Band em plataformas móveis a imagem abaixo.

O site acrescenta que recebeu informações de que haverá conteúdo premium vendido dentro do próprio aplicativo e também um modo multiplayer de 4 jogadores via Bluetooth.

A empresa Tapulous lançou ontem o jogo Tap Tap Revenge 3, da série de sucessos que trouxeram ao iPhone a jogabilidade ao estilo Guitar Hero. A série Tap Tap Revenge tem bastante força na plataforma, e, de fato, já é um dos aplicativos mais vendidos da App Store em pouco mais de 24 horas desde seu lançamento. Será interessante ver como será essa briga entre duas franquias de peso na área de jogos rítmicos.

[Atualização às 17:25]

A EA Mobile postou no Twitter o anúncio de que o jogo Rock Band de fato chegaria à plataforma da Apple. Na seqüência colocou links para maiores informações e imagens das telas do jogo (abaixo) em sua página do Facebook.

Eis as informações disponíveis sobre o jogo:

  • Estarão disponíveis guitarra, baixo, bateria e canto em músicas com qualidade de MP3 em três níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil);
  • Você poderá jogar sozinho ou num modo multiplayer via Bluetooth com até 4 jogadores tocando na mesma banda, assim como o Rock Band em outras plataformas. Será a primeira experiência de banda multiplayer no iPhone/iPod Touch;
  • Se a banda não estiver toda presente será possível fazer a sincronia via Facebook. Push Notifications serão enviadas quando amigos quiserem te convidar para “fazer um som”;
  • Haverá uma loja de músicas dentro do próprio game, onde o jogador poderá comprar faixas adicionais de artistas como OK Go, Foo Fighters, Smashing Pumpkins, Lenny Kravitz, Social Distortion, Devo, entre outros.

Além das músicas que se poderá comprar depois, o jogo já virá com 20 músicas de artistas como Blink-182, Foo Fighters, Motörhead, entre outros. A lista completa pode ser visualizada na nota oficial da EA.

O Rock Band será vendido na App Store ainda nesse mês de outubro e será compatível com iPhones e iPods Touch com o sistema operacional versão 3.0 ou maior, mas a versão 3.0.1 é recomendada. O preço ainda não foi divulgado. Inicialmente o game terá 20 música, com opção de compra de outras.

[Atualização às 22:31, 16/10]:

Foi divulgado o primeiro teaser do jogo. Ele ressalta a possibilidade de jogar, literalmente, em qualquer lugar e o modo multiplayer via Bluetooth. Confira o vídeo:

[Atualização às 20:35, 19/10]: Foi lançado hoje o jogo na App Store americana, sendo vendido pelo valor de US$9.99 (aproximadamente R$17,05).

Na loja brasileira não são vendidos jogos, e na loja argentina, alternativa usada por muitos brasileiros que querem comprar jogos, o jogo não está disponível, pelo menos por enquanto. Portanto, se você tem uma conta na App Store americana, o Rock Band pode ser encontrado aqui (o link abre o iTunes).

Loja menos restritiva com distribuição via web é a estratégia da Palm

Loja menos restritiva com distribuição via web é a estratégia da Palm

A Palm finalmente revelou os detalhes de seu programa de desenvolvimento para WebOS, o sistema operacional do Palm Pre, apresentando um modelo diferente de todos os seus competidores (RIM, Nokia, Google e Apple principalmente).

Os desenvolvedores já conseguiam enviar aplicativos para a Palm para serem vendidos em um veículo de distribuição no próprio aparelho gerenciado pela própria fabricante, conhecido como App Catalog, similar à App Store da Apple. A partir de dezembro eles poderão distribuir seus aplicativos diretamente a seus consumidores, através da internet.

Cada aplicativo receberá uma URL única que usuários do WebOS usarão para fazer a instalação, tudo pela web. Segundo a Palm haverá um processo de “auto-certificação” que diminuirá o tempo de chegada de aplicativos ao mercado.

O programa de desenvolvedores da Palm terá uma taxa anual de US$99, que será preterida no caso de desenvolvedores interessados em distribuir aplicativos de código aberto. Aqueles que quiserem colocar um app à venda no App Catalog terão que pagar US$50 por aplicativo e se sujeitar à aprovação (ou não) da Palm. Os desenvolvedores receberão 70% da receita bruta recebida dos usuários finais, que poderão comprar os apps com os cartões Visa ou Mastercard.

A filosofia de distribuição de aplicativos para o WebOS difere substancialmente do controle com mãos de ferro exercido na App Store da Apple, que apesar das críticas e polêmicas vai muito bem, obrigado, com 85 mil programas e mais de 2 bilhões de downloads. [InformationWeek]

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

Hoje pela manhã noticiamos a chegada do Flash às principais plataformas móveis. O único dos principais smartphones que ficou de fora foi o iPhone.

O motivo da valorização do Flash é sua ampla adoção na web, sendo encontrado nos mais variados sites, quer seja para apresentar anúncios publicitários multimídia, quer seja para apresentar ao visitante conteúdo mais rico, com vídeo, sons e animações. É de se imaginar então por que o celular que se orgulha de ser o dito melhor dispositivo super-portátil para navegação do mercado ficaria de fora desse lançamento.

A razão teria sido uma opção da própria Apple em não ter seu sistema operacional móvel incluído na lista ao lado do WebOS, Blackberry OS, Windows Mobile, Android e Symbian. O Flash tem um histórico de consumir muita memória, monopolizar o processador e consumir muita energia. De fato, grande parte dos travamentos de navegadores (em desktops mesmo) ocorre por conta de alguma instância do plugin do Flash que sai de controle. A empresa de Steve Jobs mantém que a tecnologia da Adobe ainda consome recurso demais do dispositivo e se preocupa com o impacto que causaria na suave experiência de usuário pela qual prezam. Em outras palavras, a Apple não quis o Flash por temer que poderia causar lentidão, travamentos e drenar a bateria rapidamente. Ao invés de abraçar o Flash, a Apple recomenda aos desenvolvedores que utilizem outras tecnologias disponíveis na web para oferecer interatividade semelhante.

Ou pelo menos isso é o que a Apple diz. “Teorias conspiratórias” acreditam que ela poderia ter motivos ocultos para ter tomado tal decisão, tendo em vista que o Flash poderia prover meios de distribuir via web aplicativos robustos que não passariam pelo (não raramente controverso) crivo da App Store.

Pelo menos uma boa notícia há para os devotos do Flash que gostariam de ter seus aplicativos na telinha dos iPhone de iPods Touch. A próxima versão da plataforma, a CS5, trará a possibilidade de desenvolver aplicativos nativos para iPhone com a linguagem Action Script 3, usada para programar aplicativos em Flash. Os apps apresentarão resultado final idêntico aos desenvolvidos utilizando o iPhone SDK da Apple e estarão em conformidade com as diretrizes e exigências da empresa. Na verdade, já existem aplicativos desenvolvidos com a versão beta privada do Flash Professional CS5 aprovados pela Apple e disponíveis na App Store. Um beta público é esperado ainda esse ano.

Na página da Adobe Labs podem ser encontrados os links das aplicações para iPhone desenvolvidas pelo Flash que já estão à venda, bem como um vídeo (em inglês) demonstrando algumas delas em ação. [PCWorld]

2 bilhões!

2 bilhões!

Em comunicado enviado à imprensa hoje, a Apple anunciou que 2 bilhões de downloads já foram feitos na App Store. É uma marca que certamente causa inveja a Nokia, Palm, Google e também À Microsoft.

Faz pouco mais de dois meses desde que a Apple anunciou que a App Store havia chegado a 1,5 bilhão de downloads. O que significa que, nesse período de tempo, outros 500 milhões de aplicativos foram baixados pelos usuários da iTunes Store.

“O ritmo dos downloads da App Store continua acelerado com usuários baixando impressionantes dois bilhões de aplicativos em pouco mais de um ano, incluindo mais de meio bilhão somente neste trimestre”, disse Steve Jobs, CEO da Apple, no comunicado.

A Apple aproveitou para confirmar os rumores com relação ao número de aplicativos disponíveis para download na App Store: são 85 mil, distribuídos em 20 categorias que contemplam desde notícias e esporte até saúde ou viagens. Infelizmente a App Store brasileira ainda não conta com os jogos que fazem tanto sucesso na loja americana.

Eu já vi alguns analistas dizendo que o enorme volume de downloads na App Store era resultado de vários aplicativos que recebiam atualizações constantemente. De acordo com esses analistas, aplicativos atualizados inflacionariam o número total de apps baixados. No entanto, a Apple já esclareceu que a conta de downloads totais na App Store não considera as atualizações de aplicativos.

appstore-google-nao-entraPrimeiro a Apple proibiu a entrada do aplicativo do Google Voices na App Store, alegando que ele reproduzia funcionalidades nativas do iPhone. Quando o Google veio a público para anunciar a proibição, a FCC (equivalente à Anatel) logo iniciou uma investigação sobre o caso. A operadora AT&T, que comercializa o iPhone de forma exclusiva nos Estados Unidos, negou que tivesse algo a ver com a história, enquanto que a Apple deu a desculpa de que o aplicativo ainda aguardava avaliação dos revisores da App Store.

Hoje o Google colocou mais lenha nessa fogueira. Há algumas semanas atrás, também respondendo à FCC, a companhia negou a história contada pela Apple. Na carta o Google afirma que o aplicativo do Google Voice foi sim rejeitado pela App Store. Teria sido o próprio Phil Schiller, vice-presidente global de marketing da Apple, quem informou o Google da decisão.

“Representantes da Apple informaram ao Google que o aplicativo do Google Voice foi rejeitado porque a Apple acreditava que o aplicativo duplicava a função principal de discagem do iPhone”, escreveu Google em carta à FCC.

A investigação da FCC vai continuar em andamento. Logo, são grandes as chances de sabermos em breve quem conta a verdade. [CNET]

[Atualização às 16:00] Respondendo ao Ars Technica, a Apple disse que “não rejeitou o aplicativo do Google Voice e continua a discutir isso com o Google”.

ChyngleImagine a seguinte situação: você está no estádio assistindo um emocionante jogo do seu time do coração quando, subitamente, lhe vem uma vontade incontrolável de ir ao banheiro. Ou uma repentina e inadiável fome… Agora vá além e imagine que, para resolver os seus problemas basta usar o seu iPhone. É isso que propõe a Chyngle, uma das empresas vencedoras do Demopit do TechCrunch50.

O aplicativo, desenvolvido para a Universidade de Michigan, apresentaria para o usuário a lista de todos os banheiros mais próximos, lanchonetes (com menu e a possibilidade de fazer o pedido sem sair de seu lugar), um botão para chamar ajuda médica e a possibilidade de encontrar ainda uma carona para a volta!

O app se beneficia das capacidades de localização do iPhone  para encontrar serviços e pessoas por perto, mostradas como um ponto vermelho no mapa de assentos do estádio. Se quisesse comprar um lanche, bastaria mandar um SMS ao vendedor mais próximo que ele viria ao seu assento te entregar. É o que o diretor-executivo  da Chyngle, Todd Sullivan, chama de “comércio dentro do bolso”.

É tudo muito bonito no projeto e a aplicação certamente tornaria mais prática a vida de quem freqüenta estádios. Mas vai pra um estádio de futebol e fica com seu iPhone pra lá e pra cá a todo momento… Depois nos conte o que aconteceu… [TechCrunch]

Depois que Steve Jobs mostrou as novas funcionalidades do iTunes 9, foi a vez de Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, assumir o keynote. Schiller já começou sua apresentação com números incríveis do iPhone sem phone: as vendas cumulativas já chegam a 20 milhões de unidades vendidas. Fica atrás do iPhone, com 30 milhões de unidades vendidas, mas não deixa de ser um número interessante.

Talvez em resposta a quem diga que a Apple está planejando lançar um tablet, Phil Schiller afirmou categoricamente: “Consumidores descobriram uma outra coisa: [o iPod Touch] é um excelente computador de bolso”. De acordo com o executivo, o iPod Touch pode ser chamado de computador porque permite acesso à internet através de Wi-Fi e também conta com uma experiência de uso semelhante à de um computador convencional (semelhante a Macs, alguns Apple fanfoys vão dizer).

Apple alfineta Dell Mini, que definitivamente não cabe no bolso. (Engadget)

Apple alfineta Dell Mini, que definitivamente não cabe no bolso. (Engadget)

Phil Schiller ressaltou o caráter gamer do iPod Touch. Atualmente, o “console” possui mais de 21 mil títulos, enquanto que os possíveis concorrentes Sony PSP e Nintendo DS, juntos, não têm mais que 4 mil títulos à venda. Alguns representantes de empresas que desenvolvem jogos para iPhone OS se apresentaram para os convidados do evento e demonstraram jogos que estão para ser lançados (ou já foram lançados, há pouco tempo).

A grande surpresa ficou por conta de novos preços para os iPods Touch (e um novo armazenamento!). O iPod Touch de 8GB  será vendido por US$ 199, o de 32GB será vendido por US$ 299 e o novíssimo iPod Touch de 64GB custará US$ 399. Aparentemente a Apple vai parar de vender o iPod Touch com 16GB de armazenamento.

Novos preços e capacidades de armazenamento do iPod Touch. (Gizmodo)

Novos preços e capacidades de armazenamento do iPod Touch. (Gizmodo)

As novidades não param por aí. Phil Schiller disse que as edições de 32GB e de 64GB do aparelho portátil serão 50% mais rápidos e contarão com OpenGL ES 2.0, tecnologia de processamento de gráficos semelhante à presente no iPhone 3GS.

A empresa manterá os anúncios de televisão que chamam o iPod Touch de “o iPod mais divertido de todos os tempos”.

[Atualização às 22:00] Duas características interessantes do iPhone OS 3.1 acabaram não entrando na primeira vez que esse post foi publicado. Ambas são relacionadas ao Genius.

Na área de música do iPhone/iPod Touch, donos do aparelho poderão acessar Genius Mixes sem necessidade de estar no iTunes. O iPhone OS funcionará como um DJ, que colocará músicas que combinam de forma infinita. A outra característica interessante é o Genius para apps. É isso mesmo: a App Store fará recomendações de aplicativos, baseando-se naqueles já instalados no iPhone OS.

Não foi dessa vez que os donos de aparelhos com iPhone OS puderam desfrutar um aplicativo nativo para gerenciamento remoto dos downloads que estejam sendo feitos no computador. Depois de uma peregrinação durante quatro meses pela revisão da App Store, o desenvolvedor do aplicativo finalmente teve uma resposta: o uMonitor não foi autorizado porque o torrent “comumente é usado para o propósito de infringir direitos de terceiros”.

O aplicativo serviria para funcionamento em conjunto com o uTorrent instalado no computador (não temos informações sobre com quais sistemas operacionais o uMonitor seria compatível).

uMonitor em funcionamento (só testes). (Reprodução/Pocket-Lint)

uMonitor em funcionamento (só testes). (Reprodução/Pocket-Lint)

Em sua resposta, a equipe de revisão de apps da Apple escreveu:

Nós revisamos uMonitor e determinamos que não podemos publicar essa versão do seu aplicativo na App Store nesse momento porque essa categoria de aplicativos é comumente usada para o propósito de infringir direitos de terceiros. Nós optamos por não publicar esse tipo de aplicativo na App Store”.

Claro que a Apple não vai dizer que, além de muitos deles serem ilegais na maioria dos países, os downloads em torrent poderiam concorrer com a iTunes Store nos segmentos de música, séries e filmes.

Enquanto isso, já existe aplicativo para Android, o sistema de código aberto do Google, que não só baixa arquivos a partir de sites de compartilhamento (o que o iPhone OS não permite), como também usa a câmera do aparelho para ler o código de barras de embalagens para descobrir o nome do filme, CD ou DVD em questão e iniciar o download automagicamente. [Pocket-Lint]

A Microsoft planeja lançar uma loja de aplicativos para o Zune HD. E isso foi descoberto da pior maneira possível: durante uma demonstração do aparelho nesse fim de semana em uma loja da Best Buy, nos Estados Unidos.

Uma funcionária da loja demonstrava as novas funcionalidades do Zune HD, com tudo aquilo que a gente já conhece. Em dado momento, ela entregou o mp3 player para que o próprio consumidor, que filmava tudo, fizesse uma experimentação mais “intimista”. Assim que ele colocou os dedos na tela touchscreen do Zune HD, acessou direto o Marketplace e pôde conferir que apps estariam disponíveis.

App no Marketplace do Zune HD.

App no Marketplace do Zune HD.

Ao perguntar para a funcionária sobre a venda de aplicativos, ela confirma dizendo que realmente serão vendidos através do Marketplace. Essa funcionalidade já era esperada mas até então não havia sido confirmada pela Microsoft. Agora sim, com certeza, sabemos que a empresa está tramando uma concorrente da App Store, da Apple (ou quase isso). [Electronista]

Tanto a Apple quanto a operadora AT&T fizeram declarações hoje acerca da investigação da FCC, agência norte-americana que regula e fiscaliza o setor de telecomunicações, sobre a proibição da entrada do Google Voice na App Store. A AT&T, vendedora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos, negou ter qualquer envolvimento com a proibição do aplicativo.

Um dos vice-presidentes da empresa afirmou, em carta à FCC, que a AT&T não foi consultada pela Apple em nenhum momento nem tomou posição com relação ao Google Voice.

“Qualquer consumidor da AT&T pode acessar e usar o Google Voice em qualquer aparelho com acesso à web conectado à rede da AT&T, inclusive o iPhone, ao iniciar a aplicação através do navegador, sem necessidade de usar a App Store da Apple.” – Disse o vice-presidente.

Enquanto isso, a Apple negou que tivesse proibido o Google Voice de entrar na App Store. Segundo a empresa, o aplicativo ainda estaria sob revisão, pois altera a “distinta” experiência de usuário ao modificar a função de telefonia do aparelho e também a interface desenvolvida pela Apple para exibição de chamadas, mensagens de texto e caixa postal.

A empresa aproveitou para confirmar que a AT&T não teve nada a ver com a decisão de proibir (ou de estender o tempo de revisão, segundo eles) do Google Voice na App Store. [Gizmodo]