App Store

A App Store é uma loja de aplicativos da Apple para dispositivos com sistema operacional iOS, como iPhone, iPod Touch e iPad. Foi lançada em julho de 2008 por meio de uma atualização no iTunes, o software responsável por sincronizar dados entre computadores e gadgets da Apple. Em fevereiro de 2012, a loja possuía mais de 700 mil aplicativos, somando 25 bilhões de downloads. Para que um aplicativo esteja disponível na loja, é necessário passar por um processo manual de aprovação.

Aproveite as promoções: é só até domingo!

Antes de mais nada, uma breve contextualização. Todo ano, na quarta quinta-feira do mês novembro, o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é comemorado nos Estados Unidos. E nessa época os americanos colocam em prática duas grandes tradições: comer peru e fazer compras por preços ridiculamente baratos. É a chamada Black Friday.

Considerada o início da temporada de vendas de Natal nos EUA, é nessa sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças que o comércio fatura rios de dinheiro com lojas abarrotadas por consumidores atraídos pelas promoções fora do comum que são feitas nesse dia. É uma loucura! (É sério, olha uma foto).

Nesse momento você deve estar se perguntando: “E eu com isso?”. Bem, se você tem um iPhone ou iPod Touch, parabéns, você acaba de pegar carona no feriado dos outros. E não precisa nem comer peru (a não ser que queira, claro), pode embarcar direto na melhor parte: compras com desconto.

Começaram hoje (25) na App Store os descontos de Thanksgiving/Black Friday. Duas grandes distribuidoras de games já anunciaram suas promoções, que ficarão em vigor até o próximo domingo, 29/11. Tratam-se das altamente respeitadas Eletronic Arts e Gameloft.

Enquanto a última fez um anúncio oficial em seu blog listando os 7 jogos em promoção por 99 centavos de dólar, a primeira resolveu apenas twittar a notícia de que havia colocado todos seus jogos com descontos de até 50%. Segue a lista completa, separada por distribuidora:

Eletronic Arts

A EA escolheu fazer promoções variadas para cada um de seus aplicativos. Abaixo, eles estarão listados pelos seus valores promocionais, com o valor original entre parênteses.

  • US$ 6,99: Command & Conquer Red Alert, FIFA 10, Madden NFL 10 e NBA Live (anteriormente US$ 9,99)
  • US$ 4,99: The Sims 3 (anteriormente US$ 6,99)
  • US$ 2,99: Monopoly, Monopoly Here & Now: The World Edition, Need For Speed Undercover, SimCity, Scrabble, Tetris, Tiger Woods PGS Tour e Trivial Pursuit (anteriormente US$ 4,99)
  • US$ 1,99: Anytime Pool, Auditorium, Clue, Mass Effect Galaxy, Snood, Surviving High School, Pandemonium, Wolfenstein RPG e Yahtzee Adeventures (anteriormente US$ 2,99)
  • US$ 0,99: American Idol: The Game, Boggle*, Mystery Mania, Spore Origins, Star Trek, Sudoku e Zombies & Me (anteriormente US$ 1,99 — exceto Boggle, que estava US$ 2,99)

Gameloft

A Gameloft, por sua vez, optou por colocar em promoção 7 de seus jogos, todos eles pelo valor mínimo de venda na App Store, US$ 0,99. O preço anterior era de US$ 4,99, exceto Castle of Magic e Hero of Sparta, que custavam US$ 1,99.

Eis a lista dos games em promoção: Blades of Fury, Brothers in Arms: Hour of Heroes, Castle of Magic, Hero of Sparta, Real Tennis 2009, Shrek Kart e Terminator Salvation.

Vale lembrar que jogos não são vendidos na App Store brasileira, por entraves impostos pela nossa legislação que a Apple achou que daria trabalho demais para contornar. Dessa maneira, não há uma categoria “jogos” em nossa loja. O que os brasileiros costumam fazer para “dar um jeitinho” nessa restrição é criar uma conta na loja argentina ou americana, dizendo que são moradores do local em questão.

Mi Lucha na App StoreDisclaimer: Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que a intenção desse post não é discutir o valor histórico do livro “Mein Kampf” de Adolf Hitler ou se ele deve ou não ser publicado na App Store. Na verdade, pessoalmente, não vejo nada de mais no fato em si: ele está nas livrarias, faz parte da história. Só o que acredito é isso aponta novamente as inconsistências no processo de avaliação da App Store.

Sabe-se que os processos de aprovação de aplicativos para a App Store da Apple são extremamente misteriosos e freqüentemente inconsistentes, e isso foi novamente comprovado. Depois de rejeitar aplicativos pelos mais diversos (e às vezes imcompreensíveis) motivos, a Apple aprovou o livro “Mein Kampf”, de Adolf Hitler em sua loja de aplicativos para iPhone e iPod Touch. E sim, o ícone do app tem uma suástica bem no centro.

Vale lembrar que a Apple já rejeitou aplicativos por terem a possibilidade de sugerir temáticas bem menos polêmicas que o nazismo e anti-semitismo. Até por ter a palavra “iPhone” no título e no ícone um app pode ser rejeitado. Já a suástica no ícone não tem problema algum.

Ok, essa é a versão em espanhol do famoso livro de Hitler, “Mi Lucha”, mas nem adianta dizer que o app passou despercebido por isso: a Apple conta com avaliadores que falam a língua em que cada app é publicado. Sem contar que, independente da língua, aquele símbolo no ícone chama a atenção em qualquer lugar do mundo. Podemos ter certeza que a Apple viu, entendeu do que se tratava e disse “tudo bem”. E ainda concordou com o a classificação etária: a partir de 9 anos. Ou seja, segundo a Apple seu filhinho de 9 anos está pronto para saber tudo sobre a filosofia nazista de Hitler.

Quero frisar mais uma vez: não me cabe julgar se é adequado ou não que o livro de Hitler seja vendido na App Store (embora eu ache a classificação etária de 9 anos bastante discutível), o que surpreende é inconsistência nos critérios de avaliação da App Store, que já rejeitou aplicativos por muito menos.

iphone-apps

A Apple anunciou hoje que passou da marca de 100 mil aplicativos para iPhone e iPod Touch disponíveis na iTunes AppStore americana, tornando-a a loja de aplicativos online de maior sucesso no mundo. A empresa também relata que já aconteceram mais de 2 bilhões de downloads dos aplicativos nas AppStores em mais de 77 países. No Brasil, o número de aplicativos é menor devido à restrição na legislação brasileira no que diz respeito à venda de jogos.

Segundo Philip Schiller, presidente de marketing da Apple, “a disponibilidade de mais de 100 mil aplicativos é um dos maiores diferenciais para milhões de usuários do iPhone e do iPod Touch”. Empresas como a Smule, criadora do aplicativo I Am T-Pain, relata que seus programas são baixados mais de dez mil vezes por dia.

Um dado curioso que eu gostaria de ter acesso é a quantos dos 100 mil são aplicativos de simulação de flatulência e quantos são lanternas. Aposto meu rim esquerdo que as duas categorias são responsáveis por, no mínimo, 1/3 dos programas.

No fim da tarde dessa terça-feira (3) começou mais uma história que retrata as inconsistências e arbitrariedades do processo de aprovação de aplicativos para a App Store, a loja online de aplicativos para iPhone/iPod Touc da Apple, controlada com mãos de ferro pela empresa.

Dessa vez a vítima foi a Macworld, revista especializada nos produtos da Apple. A versão para iPhone de seu livro iPhone Superguide foi rejeitada. Jason Snell, editor-chefe da publicação, explica em seu twitter a razão: o aplicativo continha a palavra “iPhone”.

Aparentemente a Apple não permite que se utilize o nome iPhone no título dos aplicativos ou em seus ícones. Isso é até compreensível, mas para um livro sobre o próprio iPhone seria de se esperar que houvesse uma exceção.

Só para piorar, notou-se que com o livro do colunista do New York Times, David Pogue, a Apple não pareceu se importar com o uso da palavra no título e no ícone. Vejam abaixo:

iPhone The Missing Manual

Na sequência, Jason Snell, carregado de ironia, sugeriu que poderia mudar o título para “Superguia da Macworld para o produto que você está segurando nesse exato momento”.

Cerca de quatro horas depois, Snell recebeu uma ligação de um representante da Apple insistindo que tudo não havia passado de um mal-entendido por parte da empresa. O aplicativo foi submetido novamente ao crivo da Apple e, em tempo recorde de 3 horas, Snell recebeu a notícia de que o aplicativo havia sido revisado e aprovado.

Post atualizado com a disponibilização do aplicativo na App Store brasileira.

Desde o lançamento do iPhone OS 3.0 é teoricamente possível ter navegação curva-a-curva através do GPS do aparelho. A única restrição é que isso não pode ser feito com os mapas embutidos do Google, e portanto é necessário comprar separadamente um aplicativo com mapas próprios para realizar a navegação.

Hoje, a proeminente fabricante de GPSs holandesa TomTom anunciou o que os brasileiros estão esperando faz tempo: um app de navegação da TomTom para iPhone. Ele utiliza o mapa da Tele Atlas, que foi pertence à TomTom desde o meio do ano passado. O app cobre 1299 municípios, incluindo mais de 5.000 cidades com diversos pontos de interesse, bem como as principais estradas interestaduais e intermunicipais.

O aplicativo conta com duas vozes em português brasileiro (uma masculina e uma feminina), menus em português e utiliza funcionalidades do iPhone como rotação de tela e  movimento de “beliscão” (para zoom) a seu favor.

O aplicativo TomTom Brazil custa US$ 80 (cerca de R$ 140). Seus concorrentes, que utilizam os mesmos mapas, são o Sygic Mobile Maps Brazil (que custa também US$ 80) e o mais recente NDrive Brasil, por US$ 65 (cerca de R$ 112).

Há algumas fails porém a serem destacadas. A primeira é que as imagens que aparecem na App Store encontram-se com menus em inglês e distância em jardas, mesmo que o aplicativo esteja disponível em português e no sistema métrico. (Sendo assim, nesse post optamos por  mostrar as imagens capturadas pelo Blog do iPhone, todas em bom português.)

A segunda (e maior) fail é o fato de que o aplicativo com os mapas do Brasil (pasmem!) não está disponível na App Store brasileira. Nem na loja argentina (que também é amplamente utilizada pelos brasileiros) o aplicativo pode ser encontrado. A única alternativa para comprar o aplicativo, por enquanto, é através da App Store americana, nesse link (que abre o iTunes).

[Atualizado no dia 28/10] A principal fail relatada no final do post foi corrigida. Agora o aplicativo TomTom Brazil está disponível na App Store brasileira (bem como os apps com os mapas internacionais). Para comprar (ou só dar uma olhadinha) siga esse link (abre o iTunes). Na loja argentina nenhuma das versões do app está disponível por hora.

Que o Adobe Photoshop é o aplicativo de tratamento de imagem mais usado no mundo, isso ninguém duvida. Mas a Adobe não está satisfeita e quer mais: quer os usuários de iPhone também passem a usar seus produtos para edição de imagens. Para tanto, a empresa lançou hoje uma versão específica do Photoshop.com para iPhone OS.

O novo aplicativo funciona com a riqueza de funcionalidades que a gente espera de um editor de imagens portátil. O usuário poderá cortar, corrigir cores e girar as fotos. Além disso, a Adobe já incluiu alguns filtros na web app que permitirão mudas as fotos com bastante rapidez.

Todos as ações são pré-visualizadas diretamente na tela do iPhone, com a possibilidade de voltar caso não goste do resultado. E parte do controle de alterações da foto é feito diretamente na tela do aparelho, sem barras de rolagem ou coisa semelhante. É passar o dedo pela tela e ver as modificações.

Photoshop para iPhone em funcionamento. (Reprodução/CNET)

Photoshop para iPhone em funcionamento. (Reprodução/CNET)

E o melhor de tudo: é grátis. Basta criar uma conta no Photoshop.com , que tem limite de 2GB, e depois baixar o aplicativo partir do iPhone ou iPod Touch (link para iTunes). Uma vez que a edição da foto for concluída, ela poderá ser enviada automaticamente para a galeria pessoal do usuário no serviço. [CNET]

Este post foi atualizado em 19 de outubro de 2009 com informações do lançamento do jogo.

O popular jogo Rock Band chegará ao iPhone e iPod Touch. E isso é basicamente tudo que se sabe até o momento.

O site IGN afirma que pouco pode ser dito até o anúncio oficial da Eletronic Arts que ocorrerá amanhã, mas que o jogo está confirmado para a plataforma e terá músicas licenciadas, como era de se esperar.

Já o TechCrunch afirma ter “provas” de que o jogo chegará à plataforma móvel da Apple. Na convenção da CTIA (Associação da Indústria de Telefones Celulares) hoje, teria sido avistada em um quiosque dedicado ao jogo Rock Band em plataformas móveis a imagem abaixo.

O site acrescenta que recebeu informações de que haverá conteúdo premium vendido dentro do próprio aplicativo e também um modo multiplayer de 4 jogadores via Bluetooth.

A empresa Tapulous lançou ontem o jogo Tap Tap Revenge 3, da série de sucessos que trouxeram ao iPhone a jogabilidade ao estilo Guitar Hero. A série Tap Tap Revenge tem bastante força na plataforma, e, de fato, já é um dos aplicativos mais vendidos da App Store em pouco mais de 24 horas desde seu lançamento. Será interessante ver como será essa briga entre duas franquias de peso na área de jogos rítmicos.

[Atualização às 17:25]

A EA Mobile postou no Twitter o anúncio de que o jogo Rock Band de fato chegaria à plataforma da Apple. Na seqüência colocou links para maiores informações e imagens das telas do jogo (abaixo) em sua página do Facebook.

Eis as informações disponíveis sobre o jogo:

  • Estarão disponíveis guitarra, baixo, bateria e canto em músicas com qualidade de MP3 em três níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil);
  • Você poderá jogar sozinho ou num modo multiplayer via Bluetooth com até 4 jogadores tocando na mesma banda, assim como o Rock Band em outras plataformas. Será a primeira experiência de banda multiplayer no iPhone/iPod Touch;
  • Se a banda não estiver toda presente será possível fazer a sincronia via Facebook. Push Notifications serão enviadas quando amigos quiserem te convidar para “fazer um som”;
  • Haverá uma loja de músicas dentro do próprio game, onde o jogador poderá comprar faixas adicionais de artistas como OK Go, Foo Fighters, Smashing Pumpkins, Lenny Kravitz, Social Distortion, Devo, entre outros.

Além das músicas que se poderá comprar depois, o jogo já virá com 20 músicas de artistas como Blink-182, Foo Fighters, Motörhead, entre outros. A lista completa pode ser visualizada na nota oficial da EA.

O Rock Band será vendido na App Store ainda nesse mês de outubro e será compatível com iPhones e iPods Touch com o sistema operacional versão 3.0 ou maior, mas a versão 3.0.1 é recomendada. O preço ainda não foi divulgado. Inicialmente o game terá 20 música, com opção de compra de outras.

[Atualização às 22:31, 16/10]:

Foi divulgado o primeiro teaser do jogo. Ele ressalta a possibilidade de jogar, literalmente, em qualquer lugar e o modo multiplayer via Bluetooth. Confira o vídeo:

[Atualização às 20:35, 19/10]: Foi lançado hoje o jogo na App Store americana, sendo vendido pelo valor de US$9.99 (aproximadamente R$17,05).

Na loja brasileira não são vendidos jogos, e na loja argentina, alternativa usada por muitos brasileiros que querem comprar jogos, o jogo não está disponível, pelo menos por enquanto. Portanto, se você tem uma conta na App Store americana, o Rock Band pode ser encontrado aqui (o link abre o iTunes).

Loja menos restritiva com distribuição via web é a estratégia da Palm

Loja menos restritiva com distribuição via web é a estratégia da Palm

A Palm finalmente revelou os detalhes de seu programa de desenvolvimento para WebOS, o sistema operacional do Palm Pre, apresentando um modelo diferente de todos os seus competidores (RIM, Nokia, Google e Apple principalmente).

Os desenvolvedores já conseguiam enviar aplicativos para a Palm para serem vendidos em um veículo de distribuição no próprio aparelho gerenciado pela própria fabricante, conhecido como App Catalog, similar à App Store da Apple. A partir de dezembro eles poderão distribuir seus aplicativos diretamente a seus consumidores, através da internet.

Cada aplicativo receberá uma URL única que usuários do WebOS usarão para fazer a instalação, tudo pela web. Segundo a Palm haverá um processo de “auto-certificação” que diminuirá o tempo de chegada de aplicativos ao mercado.

O programa de desenvolvedores da Palm terá uma taxa anual de US$99, que será preterida no caso de desenvolvedores interessados em distribuir aplicativos de código aberto. Aqueles que quiserem colocar um app à venda no App Catalog terão que pagar US$50 por aplicativo e se sujeitar à aprovação (ou não) da Palm. Os desenvolvedores receberão 70% da receita bruta recebida dos usuários finais, que poderão comprar os apps com os cartões Visa ou Mastercard.

A filosofia de distribuição de aplicativos para o WebOS difere substancialmente do controle com mãos de ferro exercido na App Store da Apple, que apesar das críticas e polêmicas vai muito bem, obrigado, com 85 mil programas e mais de 2 bilhões de downloads. [InformationWeek]

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

Hoje pela manhã noticiamos a chegada do Flash às principais plataformas móveis. O único dos principais smartphones que ficou de fora foi o iPhone.

O motivo da valorização do Flash é sua ampla adoção na web, sendo encontrado nos mais variados sites, quer seja para apresentar anúncios publicitários multimídia, quer seja para apresentar ao visitante conteúdo mais rico, com vídeo, sons e animações. É de se imaginar então por que o celular que se orgulha de ser o dito melhor dispositivo super-portátil para navegação do mercado ficaria de fora desse lançamento.

A razão teria sido uma opção da própria Apple em não ter seu sistema operacional móvel incluído na lista ao lado do WebOS, Blackberry OS, Windows Mobile, Android e Symbian. O Flash tem um histórico de consumir muita memória, monopolizar o processador e consumir muita energia. De fato, grande parte dos travamentos de navegadores (em desktops mesmo) ocorre por conta de alguma instância do plugin do Flash que sai de controle. A empresa de Steve Jobs mantém que a tecnologia da Adobe ainda consome recurso demais do dispositivo e se preocupa com o impacto que causaria na suave experiência de usuário pela qual prezam. Em outras palavras, a Apple não quis o Flash por temer que poderia causar lentidão, travamentos e drenar a bateria rapidamente. Ao invés de abraçar o Flash, a Apple recomenda aos desenvolvedores que utilizem outras tecnologias disponíveis na web para oferecer interatividade semelhante.

Ou pelo menos isso é o que a Apple diz. “Teorias conspiratórias” acreditam que ela poderia ter motivos ocultos para ter tomado tal decisão, tendo em vista que o Flash poderia prover meios de distribuir via web aplicativos robustos que não passariam pelo (não raramente controverso) crivo da App Store.

Pelo menos uma boa notícia há para os devotos do Flash que gostariam de ter seus aplicativos na telinha dos iPhone de iPods Touch. A próxima versão da plataforma, a CS5, trará a possibilidade de desenvolver aplicativos nativos para iPhone com a linguagem Action Script 3, usada para programar aplicativos em Flash. Os apps apresentarão resultado final idêntico aos desenvolvidos utilizando o iPhone SDK da Apple e estarão em conformidade com as diretrizes e exigências da empresa. Na verdade, já existem aplicativos desenvolvidos com a versão beta privada do Flash Professional CS5 aprovados pela Apple e disponíveis na App Store. Um beta público é esperado ainda esse ano.

Na página da Adobe Labs podem ser encontrados os links das aplicações para iPhone desenvolvidas pelo Flash que já estão à venda, bem como um vídeo (em inglês) demonstrando algumas delas em ação. [PCWorld]

2 bilhões!

2 bilhões!

Em comunicado enviado à imprensa hoje, a Apple anunciou que 2 bilhões de downloads já foram feitos na App Store. É uma marca que certamente causa inveja a Nokia, Palm, Google e também À Microsoft.

Faz pouco mais de dois meses desde que a Apple anunciou que a App Store havia chegado a 1,5 bilhão de downloads. O que significa que, nesse período de tempo, outros 500 milhões de aplicativos foram baixados pelos usuários da iTunes Store.

“O ritmo dos downloads da App Store continua acelerado com usuários baixando impressionantes dois bilhões de aplicativos em pouco mais de um ano, incluindo mais de meio bilhão somente neste trimestre”, disse Steve Jobs, CEO da Apple, no comunicado.

A Apple aproveitou para confirmar os rumores com relação ao número de aplicativos disponíveis para download na App Store: são 85 mil, distribuídos em 20 categorias que contemplam desde notícias e esporte até saúde ou viagens. Infelizmente a App Store brasileira ainda não conta com os jogos que fazem tanto sucesso na loja americana.

Eu já vi alguns analistas dizendo que o enorme volume de downloads na App Store era resultado de vários aplicativos que recebiam atualizações constantemente. De acordo com esses analistas, aplicativos atualizados inflacionariam o número total de apps baixados. No entanto, a Apple já esclareceu que a conta de downloads totais na App Store não considera as atualizações de aplicativos.