App Store
A App Store é uma loja de aplicativos da Apple para dispositivos com sistema operacional iOS, como iPhone, iPod Touch e iPad. Foi lançada em julho de 2008 por meio de uma atualização no iTunes, o software responsável por sincronizar dados entre computadores e gadgets da Apple. Em fevereiro de 2012, a loja possuía mais de 700 mil aplicativos, somando 25 bilhões de downloads. Para que um aplicativo esteja disponível na loja, é necessário passar por um processo manual de aprovação.
Na noite dessa quarta-feira (19) a equipe de revisores da Apple liberou o aplicativo do Descolagem para download. Quem quiser poderá baixá-lo gratuitamente através da iTunes Store.
O aplicativo está recheado de informações sobre o evento. Na tela inicial é possível descobrir qual é a proposta do Descolagem e como os encontros acontecem, além de encontrar um resumo do que já aconteceu nos três primeiros Descolagem. Um repositório de fotos oficiais do evento também está disponível.

App do Descolagem para iPhone OS.
A força do aplicativo, no entanto, está no rastreamento que ele faz na internet em busca da tag #descolagem. Qualquer foto, vídeo ou post com essa tag aparecerá nos índices do aplicativo.

Últimos twits com a tag #descolagem.
Para os twitteiros de plantão, o índice do Twitter vai ser uma mão na roda. O próprio aplicativo vai indexar o que é falado no site de microblogging sobre o evento. Se a organização do evento estimula os participantes a tuitar, oferecendo internet sem fio no local, não há porquê não aceitar o convite. O único ponto negativo da funcionalidade de Twitter do aplicativo é que não tem como tuitar a partir dele, então será preciso alternar entre a app do Descolagem e o Tweetie, TweetDeck ou outro cliente do Twitter de preferência do usuário. Uma pena, mas a falta de multitarefa do iPhone OS obriga seus donos a isso.

Flickr, YouTube e blogs com tag #descolagem. (Clique para ampliar)
Os outros índices do aplicativo do Descolagem são de fotos que estejam no Flickr e de vídeos que estejam no YouTube. Como de costume, as fotos e vídeos deverão ter a tag #descolagem para serem localizados. Por último, uma área só com posts publicados em blogs sobre o Descolagem: o usuário clica no título e já é levado diretamente para o post, sem precisar sair do aplicativo e ir para o Safari Mobile.
O Descolagem acontece em 22 de agosto, próximo sábado, no Rio de Janeiro. Pessoas de outras cidades poderão acompanhá-lo através de streaming ao vivo via web e participar principalmente através do Twitter. [via @largman]
Desenvolvedores de aplicativos para WebOS podem começar a enviar seus programas para a Palm. A empresa, através de seu blog, convocou na última terça-feira (18) os desenvolvedores para que enviassem seus apps para o assim chamado “programa beta de e-commerce da Palm App Catalog” (os critérios para seleção constam no blog da empresa). A loja online começará a funcionar como beta em meados de setembro para os desenvolvedores selecionados e será aberta a todos desenvolvedores ainda esse ano, afirma a Palm. Inicialmente o uso da loja estará restrita aos consumidores residentes nos Estados Unidos apenas.
Os desenvolvedores poderão enviar aplicativos gratuitos ou pagos, sendo que no caso do último será permitida uma única cobrança por app, a ser paga pelo usuário via cartão de crédito, sendo que 70% da renda será encaminhada ao desenvolvedor e os 30% restantes ficarão com a Palm (de maneira idêntica à App Store da Apple). Para o caso dos aplicativos pagos, a Palm estipulou um preço mínimo de US$0,99. [Palm Developer Network Blog]
É isso mesmo, prezado leitor, cem dólares! Para quem está acostumado a ver aplicativos para iPhone serem taxados de “abusivamente caros” por custar dez ou vinte dólares, esse app da TomTom é praticamente um I Am Rich. Mas deixemos o preço de lado por hora e observemos o produto em si.
Esse aplicativo para iPhone foi lançado na última segunda-feira (17) após uma longa espera. Ele não é o primeiro app a oferecer navegação “curva-a-curva” para iPhone, mas a relevância da empresa no mercado de navegação por GPS fez com que a chegada desse app fosse muito esperada desde seu anúncio em junho, na última WWDC (avance para 1h22min para ver a apresentação do app).

O novo app da TomTom: nada de Brasil ainda...
Em termos de funcionalidades, o aplicativo se assemelha bastante a qualquer outro aparelho de navegação automotiva por GPS. Uma das funcionalidades mais interessantes, porém, é a chamada IQ Route, que consiste em estimativas de tempo de chegada baseada em dados coletados anonimamente dos próprios usuários do TomTom, para um resultado mais próximo da realidade.
A empresa pretende lançar um kit que incluiria uma base para anexar o iPhone ao pára-brisa (com alto falante, GPS próprio e carregador para o iPhone embutidos) bem como o próprio aplicativo. O rumor é de que o kit custará cerca de US$200.
O aplicativo pode ser encontrado na iTunes App Store por valores que vão de US$80 (mapas da Austrália) até US$140 (mapas da Europa Ocidental), sendo US$100 o valor dos mapas para EUA mais Canadá. Apesar do português ser um dos idiomas disponíveis para esses apps, ainda não houve menção a qualquer versão do app feita para as ruas brasileiras. [PCWorld]

As quatro versões disponíveis do aplicativo
Na última segunda-feira (17) foi anunciado pela Research In Motion o lançamento de sua loja de aplicativos para BlackBerry, a BlackBerry App World, no Brasil. A loja também foi lançada na Argentina, Chile, México e Venezuela.

A loja de aplicativos da RIM é inaugurada no Brasil
A nova loja funciona em moldes similares à bem sucedida iTunes App Store (para iPhone e iPod Touch). Está organizada em categorias (negócios, entretenimento, jogos, notícias, etc); apps em destaque; apps mais populares gratuitos; apps mais populares pagos; e as novidades da loja. Os aplicativos baixados ficam armazenados tanto na memória interna do aparelho quanto em cartões removíveis, sendo facilmente encontrados através da pasta dedicada “My World“.
A loja iniciará com programas gratuitos apenas, mas futuramente deve passar a vender aplicativos pagos. “Estamos lançando a BlackBerry App World com uma sólida seleção e esperamos trabalhar com nossos parceiros para oferecer aplicativos que se adaptem às necessidades dos nossos clientes”, disse Jim Balsillie, co-CEO da RIM.
A loja pode ser utilizada por BlackBerrys com trackball, touchpad ou touchscreen, observando-se o uso da versão 4.2 ou mais recente do sistema. Acesse a partir dos endereços www.blackberry.com/appworld ou mobile.blackberry.com. Por enquanto, a loja está disponível apenas em inglês e espanhol, mas até o final do ano a versão em português deve ficar pronta. É importante verificar também a disponibilidade de idiomas de cada aplicativo individualmente. [IDG Now!]
O Qik é uma dessas startups que oferecem transmissão de vídeo ao vivo, a partir da webcam do computador ou de dispositivos móveis. Até pouco tempo atrás, a lista de dispositivos suportados pelo Qik não incluía o iPhone 3GS, mas isso mudou.
Donos do smartphone da Apple já podem baixar o aplicativo, que é de graça, na App Store (link para iTunes Store aqui). A app faz uso da câmera do iPhone 3GS e da API que permite que aplicativos externos utilizem o modo de filmagem do celular.
No entanto… Não há transmissão de vídeos ao vivo! O aplicativo do Qik grava o vídeo e inicia o upload imediatamente assim que a gravação é encerrada. Segundo a empresa, sem precisar apertar qualquer outro botão, pois o processo é completamente automatizado.

Qik no iPhone 3GS: biblioteca de vídeos.
O aplicativo também usa o GPS do iPhone 3GS para informar a localização exata dos vídeos publicados, que podem ser em modo paisagem ou modo retrato (graças ao acelerômetro).
Infelizmente a falta de transmissão ao vivo não é a única limitação do software. Por enquanto, não tem como transmitir os vídeos através da rede 3G da AT&T nos Estados Unidos. O usuário do Qik que seja dono de iPhone 3GS fica limitado à transmissão via Wi-Fi. Mas o Qik garante que já enviou uma atualização da app com upload através de 3G para a equipe de revisores da App Store. [Download Squad]

Android: o próximo alvo.
Por que o Windows é o principal alvo de aplicativos maliciosos? A maioria dos analistas concorda que isso acontece porque o sistema operacional da Microsoft ainda é o mais usado no mundo. Mas as previsões do chefe de segurança do Android não são nada boas com relação à segurança dos dispositivos móveis.
Rich Cannings, que gerencia a equipe de segurança da plataforma móvel, disse que sistemas operacionais de smartphones se tornarão objetivos dos cibercriminosos no futuro. Com a popularização desses aparelhos, que custam cada vez mais barato (o iPhone sai nos Estados Unidos por US$ 99, com contrato de dois anos), crackers passarão a desenvolver com mais frequência códigos maliciosos que explorem falhas nesses sistemas.
O próprio Android, do Google, pode ser um dos alvos. Uma vez que utiliza componentes de código aberto, poderia se tornar uma “epifania para autores de malware”, nas palavras de Cannings. A equipe gerenciada por ele criou “potes de mel” (honeyspots; computadores propositalmente desprotegidos) para detectar aplicativos problemáticos que tentem ser aceitos no Android Maket, a central de aplicativos do sistema.
Também foi preciso modificar a forma como o Linux por trás do Android funciona. Cada aplicativo roda de forma independente, no que desenvolvedores chamam de “caixas de areia” (sandboxes). São como máquinas virtuais, que isolam o aplicativo caso ele dê problema, de modo a não comprometer o sistema por completo.
A Apple seria uma das menos afetadas por aplicativos maliciosos. Uma vez que controle cada app que entra na App Store de forma espartana, consegue impedir que malwares desenvolvidos por crackers entrem na loja. [ComputerWorld]

GPush para iPhone OS
Antes de iniciar essa nota, não se anime: o aplicativo ainda não está disponível para download.
A equipe de revisores da App Store enviou para os desenvolvedores do GPush um e-mail avisando que sim, finalmente o aplicativo poderia ser disponibilizado através da loja da Apple.
Tirar proveito das Push Notifications tem sido tentado por diversos desenvolvedores. O GPush, quando estiver disponível para download, fará o mesmo: manterá contato permanente com os servidores da Apple, a fim de avisar no exato momento em que uma nova mensagem chegar à conta de e-mail do Google.
O GPush praticamente não tem interface. A única função é alertar quando o e-mail chegar. Uma mensagem será exibida na tela do iPhone OS, semelhante ao aviso de SMS de quem tem o iPhone. O atraso entre uma mensagem ser enviada por um remetente e chegar à tela do aparelho pode variar de 10 a 30 segundos, o que é muito pouco. O aplicativo de e-mail nativo do iPhone OS, por exemplo, faz essa checagem apenas a cada 15 ou 30 minutos.
No entanto, os desenvolvedores do aplicativo tiveram problemas com os servidores da Amazon, que devem cuidar de algumas das funções de o programa fornece. [TechCrunch]
O vice-presidente sênior de marketing da Apple, Phil Schiller, veio a público responder as acusações de que a Apple havia censurado o aplicativo Ninjawords. Schiller respondeu ao post de John Gruber, do site Daring Fireball, o primeiro a noticiar o caso de censura do Ninjawords na App Store.
Na mensagem enviada a Gruber, Schiller diz que imediatamente após saber da censura ao aplicativos Ninjawords, entrou em contato com a equipe de revisores da App Store para saber o que realmente havia acontecido. Segundo o executivo, a Ninjawords não foi rejeitada pela App Store por conter palavrões, mas sim porque contém palavras tão abjetas que outros dicionários não incluiriam em seus verbetes. Com isso, foi necessário classificar o dicionário como recomendado para maiores de 17 anos.
“O desenvolvedor da Ninjawords então decidiu filtrar alguns termos ofensivos e e reenviar para ser aprovado para distribuição na App Store antes que o controle de pais tivesse sido implementado. A Apple não pediu ao desenvolvedor que censurasse nenhum conteúdo; o desenvolvedor decidiu fazer isso para chegar ao mercado mais rapidamente”. – Phil Schiller
Phil Schiller argumenta que a decisão de censurar o aplicativo foi inteiramente do desenvolvedor, e não da Apple. Ele diz que, mesmo que alguns verbetes fossem removidos, outros ainda fariam da Ninjawords uma aplicação considerada para maiores de 17 anos.
A Apple ainda não se pronunciou sobre a proibição do aplicativo Google Voice, do Google, na App Store. A FCC, órgão equivalente à Anatel, continua com investigação sobre o caso.
[Daring Fireball/CNET]
A Netflix já oferece aluguel de filmes baseado em assinaturas mensais, nas quais o assinante recebe o DVD em casa e pode ficar com ele o tempo que quiser (no Brasil, a Netmovies é a principal empresa a oferecer serviço similar). Através da web, a empresa também proporciona aluguel de filmes que são reproduzidos no próprio computador, de preferência um media center. O próximo passo? Levar filmes ao iPhone OS e aos videogames.

Uma vez que a versão mais recente do iPhone OS tem suporte a streaming de vídeo em HTTP, fica muito mais fácil para a Netflix desenvolver um aplicativo para a plataforma. Sempre há o risco da Apple bloquear o aplicativo por concorrer com a onipresente iTunes Store, mas isso é facilmente remediável com uma web app. Já a AT&T poderia sentir as complicações do alto consumo de dados, mas nesse caso restringir o streaming ao Wi-Fi não deixa de ser uma opção.
Na falta de um streaming de vídeo, a Netflix poderia optar por armazenar os filmes localmente na memória do iPhone ou iPod Touch. Com 8GB, 16GB ou 32GB é possível armazenar vários filmese séries (considerando-se que a memória não esteja lotada). Assim, os filmes ficariam disponíveis para os assinantes mesmo quando estivessem longe de uma conexão (como no avião, por exemplo).
Outro desejo da Netflix é entregar filmes também em consoles de videogame, a começar pelo Wii. O aparelho superbadalado da Nintento tem um público fiel, que poderia muito bem tirar proveito da conexão com a internet. Enquanto isso, os donos de Playstation 3 (aquele que pode ter uma versão Slim, como o Tecnoblog noticiou hoje) já desfrutam o leitor de Blu-ray embutido no console.
[Multichannel/Epicenter]
Quem pensou que a proibição do Google Voice na App Store havia sido o cúmulo não vai gostar dessa notícia. Um aplicativo de dicionário chamado Ninjawords teve parte de seu conteúdo censurado pelos revisores de aplicativos da Apple.
Mais de três meses foram necessários para que o Ninjawords fosse finalmente liberado pela Apple, mas a consulta por palavras do dicionário não é mais a mesma. Além de ser classificado como para maiores de 17 anos, o dicionário teve que remover alguns verbetes.
O curioso é que o Ninjawords não tem o recurso de autocompletar, que costuma ser bastante útil. Ou o usuário digita o verbete inteiro que quer consultar, ou fica sem poder fazer a pesquisa. Ainda assim, com esse esforço a mais para fazer a consulta, os revisores da App Store encontraram falavras como “fuck” (f*da) e “shit” (m*rda) na listagem e decidiu que esses termos eram passíveis de abjeção.

Ninjawords para maiores de 17 anos. (Reprodução)
Depois de reenviar o aplicativo algumas vezes, removendo palavras e sendo reclassificado para faixas etárias mais altas, finalmente o Ninjawords está disponível na App Store por US$ 1,99 (aproximadamente R$ 3,60; link para a iTunes). [Gizmodo/Daring Fireball]