Apple

A Apple Inc. projeta computadores pessoais e dispositivos móveis. Tornou-se famosa por revolucionar a telefonia móvel com o iPhone e lançar o primeiro tablet mundialmente desejado, o iPad. Também produz a linha de computadores Mac, composta de desktops iMac e notebooks MacBook. Desenvolve o sistema operacional OS X. Entre os softwares mais conhecidos da companhia estão o iTunes, iWorks (Pages, Kenynote e Numbers), iLife (iPhoto e iMovie) e o aplicativo profissional de edição de vídeo Final Cut. A empresa foi fundada em 1976 por Steve Jobs (falecido em 2011) e Steve Wozniak.

O Windows 7 começou a ser vendido há pouco mais de um mês e já ultrapassou em market share o seu maior concorrente, o Mac OS X da Apple, ao mesmo tempo que este alcançou a simbólica marca de 5% do mercado. Os dados são da Net Applications, empresa de métricas para a web, que monitora constantemente qual porcentagem dos computadores conectados na internet usa cada sistema.

No último final de semana o Windows 7 atingiu a média de 5,07% dos computadores online. Esse percentual de dois dias foi superior à média de 5% do sistema da Apple, em todas suas versões, na semana de 15 a 21 de novembro.

Os números, porém, podem ser enganosos. Qualquer um com conhecimentos básicos de estatística sabe que não é adequado comparar médias em um período longo com médias em um período curto em resultados que variam tão dinamicamente como estes (ver gráfico). Sem contar que períodos pequenos podem ser tendenciosos se a amostragem for tomada em um pico, como foi o caso desse final de semana. De fato, se comparados no mesmo período, de 15 a 21 de novembro, o market share de 4,15% do Windows 7 fica atrás do 5% do OS X no período.

Participação de mercado do Windows 7 segundo a Net Applications (clique para ampliar).

Toda essa discussão porém, não faz tanto sentido assim, se pensarmos bem. Segundo dados da mesma semana, os computadores com Windows correspondem a 92,64% dos internautas. Não é surpresa alguma que o Windows 7 supere o Mac OS X, e daqui pra frente a vantagem só ficará cada vez mais larga, até que o mercado atinja algo próximo de um ponto de equilíbrio.

A comparação mais interessante, na verdade, é da briga da Microsoft com seu passado negro (cof cof, Vista, cof cof). E o presente está ganhando de lavada! O Windows 7 levou cerca de 6 semanas para atingir a marca de 4%, que o Vista levou 7 meses para atingir (5 meses, se considerarmos apenas sua data de lançamento ao público consumidor). Realmente, o Windows 7 chegou mostrando a que veio. [Computerworld]

Aproveite as promoções: é só até domingo!

Antes de mais nada, uma breve contextualização. Todo ano, na quarta quinta-feira do mês novembro, o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é comemorado nos Estados Unidos. E nessa época os americanos colocam em prática duas grandes tradições: comer peru e fazer compras por preços ridiculamente baratos. É a chamada Black Friday.

Considerada o início da temporada de vendas de Natal nos EUA, é nessa sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças que o comércio fatura rios de dinheiro com lojas abarrotadas por consumidores atraídos pelas promoções fora do comum que são feitas nesse dia. É uma loucura! (É sério, olha uma foto).

Nesse momento você deve estar se perguntando: “E eu com isso?”. Bem, se você tem um iPhone ou iPod Touch, parabéns, você acaba de pegar carona no feriado dos outros. E não precisa nem comer peru (a não ser que queira, claro), pode embarcar direto na melhor parte: compras com desconto.

Começaram hoje (25) na App Store os descontos de Thanksgiving/Black Friday. Duas grandes distribuidoras de games já anunciaram suas promoções, que ficarão em vigor até o próximo domingo, 29/11. Tratam-se das altamente respeitadas Eletronic Arts e Gameloft.

Enquanto a última fez um anúncio oficial em seu blog listando os 7 jogos em promoção por 99 centavos de dólar, a primeira resolveu apenas twittar a notícia de que havia colocado todos seus jogos com descontos de até 50%. Segue a lista completa, separada por distribuidora:

Eletronic Arts

A EA escolheu fazer promoções variadas para cada um de seus aplicativos. Abaixo, eles estarão listados pelos seus valores promocionais, com o valor original entre parênteses.

  • US$ 6,99: Command & Conquer Red Alert, FIFA 10, Madden NFL 10 e NBA Live (anteriormente US$ 9,99)
  • US$ 4,99: The Sims 3 (anteriormente US$ 6,99)
  • US$ 2,99: Monopoly, Monopoly Here & Now: The World Edition, Need For Speed Undercover, SimCity, Scrabble, Tetris, Tiger Woods PGS Tour e Trivial Pursuit (anteriormente US$ 4,99)
  • US$ 1,99: Anytime Pool, Auditorium, Clue, Mass Effect Galaxy, Snood, Surviving High School, Pandemonium, Wolfenstein RPG e Yahtzee Adeventures (anteriormente US$ 2,99)
  • US$ 0,99: American Idol: The Game, Boggle*, Mystery Mania, Spore Origins, Star Trek, Sudoku e Zombies & Me (anteriormente US$ 1,99 — exceto Boggle, que estava US$ 2,99)

Gameloft

A Gameloft, por sua vez, optou por colocar em promoção 7 de seus jogos, todos eles pelo valor mínimo de venda na App Store, US$ 0,99. O preço anterior era de US$ 4,99, exceto Castle of Magic e Hero of Sparta, que custavam US$ 1,99.

Eis a lista dos games em promoção: Blades of Fury, Brothers in Arms: Hour of Heroes, Castle of Magic, Hero of Sparta, Real Tennis 2009, Shrek Kart e Terminator Salvation.

Vale lembrar que jogos não são vendidos na App Store brasileira, por entraves impostos pela nossa legislação que a Apple achou que daria trabalho demais para contornar. Dessa maneira, não há uma categoria “jogos” em nossa loja. O que os brasileiros costumam fazer para “dar um jeitinho” nessa restrição é criar uma conta na loja argentina ou americana, dizendo que são moradores do local em questão.

Get a Mac: estranha realidade

Get a Mac: estranha realidade

Essa é mais uma daquelas pesquisas que irão mudar o mundo: o Hunch, site que se apresenta como “um auxiliador de tomada de decisões” (mas hein?) divulgou uma pesquisa que aponta as inimagináveis diferenças entre usuários de computadores Apple e máquinas que rodam qualquer Windows.

Feita com mais de 70 mil usuários dos dois sistemas operacionais, os dados mostram que os usuários de Macs tendem a viver nas grandes cidades, gostam de serem percebidos como pessoas únicas e têm uma queda por arte moderna, design clássico, assistirem filmes de arte do cinema e programas de “faça você mesmo” na TV. Enquanto isso, “os PC” no geral vivem nos subúrbios, preferem design “moderno-genérico”, comédias românticas e assistir esportes na televisão, além de terem maior predileção por trabalharem com números.

Uau, quanta novidade </ironia>.

As propagandas Get a Mac e Laptop Hunters já vêm apontado essas diferenças há um tempo, mas é sempre bom ver uma opinião externa sobre o caso: enquanto a Apple mirou todos seus esforços mercadológicos num nicho de mercado freqüentado por consumidores exigentes (e quiçá esnobes), a Microsoft pouco se importa com esse tipo de segmentação e continua vendendo seu sistema operacional aos montes, o que contribui para os gostos meio genéricos de seus usuários.

philschillerDesde que a iTunes AppStore foi lançada, o processo pelo qual os aplicativos precisam passar para serem disponibilizados na loja foi sempre bastante criticado. Seja por inconsistências no motivo de rejeição de aplicativos ou na demora na aprovação dos programas, a loja online é alvo constante de desenvolvedores insatisfeitos e da mídia em geral, que aponta casos absurdos como a rejeição de uma app que tinha iPhone no nome.

Apesar disso, Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, defende o método usado para aprovar as apps. Em entrevista à BusinessWeek, Schiller declarou que “os desenvolvedores ficam, geralmente, gratos pela existência do processo de aprovação”, pois os funcionários da empresa responsáveis por testar os aplicativos encontram falhas que os criadores muitas vezes deixam escapar.

Schiller ainda diz que são enviados mais de 10 mil aplicativos por semana e, ainda segundo os dados internos da empresa, 10% deles são inapropriados pois “roubam informações pessoais ou auxiliariam o usuário a quebrar a lei ou contém conteúdo inapropriado” e por isso são rejeitadas. Já nesse campo, ele diz que 9 em cada 10 rejeições acontecem por problemas técnicos, como bugs, uso de APIs não aprovadas e comportamento não esperado.

Obviamente, Schiller é vice-presidente de marketing da Apple, então essa é a posição esperada de alguém no cargo dele. Ainda assim, ele deve saber que é apenas através das críticas que a iTunes AppStore deverá melhorar. Ou ao menos se tornar mais transparente, algo que, creio eu, vai demorar bastante para acontecer. [ArsTechnica]

Já é tradição nos Estados Unidos que grandes redes de varejo – e outras nem tanto – ofereçam produtos por preços diferenciados na sexta-feira após o Dia de Ação de Graças, que cairá justamente no próximo dia 27/novembro. A Apple americana é uma dessas empresas, até aí tudo bem. O detalhe é que a Apple Store Online brasileira decidiu aderir às promoções.

Confira abaixo o anúncio da promoção mundial.

Evento especial "Um dia de compras da Apple" 27 de novembro. (Reprodução)

Evento especial "Um dia de compras da Apple" 27 de novembro. (Reprodução)

Ainda não há informações sobre o quão interessantes essas promoções serão, nem com relação aos produtos que serão afetados por ela. O que importa é que na próxima sexta-feira os brasileiros ávidos por ter um MacBook ou iPod provavelmente terão essa oportunidade, e os que já têm poderão aumentar ainda mais a família de gadgets produzidos pela companhia de Steve Jobs. [MacWorld]

Ballmer, um amor de pessoa

Ballmer, um amor de pessoa

Steve Ballmer anda feliz da vida. Durante o encontro anual dos acionistas da Microsoft, que aconteceu nesta quinta-feira, ele teve o prazer de anunciar que o Windows 7 “está saindo das lojas duas vezes mais rápido que qualquer outro sistema operacional”.  Se isso não bastasse, o executivo, conhecido por ser falastrão, aproveitou o momento para jogar lenha na velha rivalidade que existe entre sua empresa e a Apple.

Quando indagado por um presente a respeito da grande aceitação dos computadores da maçã entre os consumidores mais jovens, Ballmer afirmou que máquinas com Windows são populares entre todas as idades e que a participação da Apple no mercado mundial se resume a alguns “décimos de ponto percentual”, enquanto “96 em cada 100 pessoas que compram computadores no mundo escolhem o Windows”. Ainda assim, afirmou que “ainda há muito a ser aprimorado” e que “as melhores cabeças da empresa já estão trabalhando em inovações”.

Provavelmente a declaração do executivo não passará impune lá para os lados de Cupertino. Estamos na espera dos próximos capítulos dessa novelinha. [Sillicon Alley Insider]

hp-laptop-failUm estudo publicado pela SquareTrade revelou que a Hewlett-Packard, conhecida fabricante de impressoras e laptops, é a marca menos confiável quando o assunto são computadores móveis. Segundo a pesquisa, laptops da HP com tempo de vida de 2 anos tem taxa de falha de mais de 15%, enquanto que a taxa considerada normal é 10%.

As fabricantes Asus e Toshiba foram as únicas que conseguiram porcentagens abaixo da considerada aceitável. Já as fabricantes Sony, Apple, Lenovo, Dell, Gateway e Acer ultrapassaram a marca, mas nenhuma delas chegou tão perto da média da HP.

Os dados coletados também mostraram que 1 em cada 3 laptops tiveram problemas técnicos durante o primeiro ano de uso, sendo um terço dessas falhas causadas por dano acidental e o restante por mal funcionamento do hardware. Além disso, o estudo mostrou que a taxa de falha de netbooks é maior do que a de laptops.

A pesquisa foi realizada com mais de 30 mil computadores portáteis dos clientes da própria SquareTrade, que vende garantias extendidas para produtos eletrônicos. O relatório completo da pesquisa está disponível nesse link. [Electronista]

android-market
Ao planejar a compra de um novo dispostivo móvel, como um celular ou smartphone, o que você considera? Características técnicas? Design? Reputação da marca no mercado? Planos de serviços vinculados com operadoras? Feedback de outros usuários? Ou um pouco de tudo?

Pois é, são os itens acima que 99% das pessoas levam em conta na aquisição de um aparelho. Contudo, se você está nessa situação, trate de colocar mais um item na sua lista: loja de aplicativos.

Quando alguém decide comprar um celular pensando na personalização, pelas ferramentas de trabalho e lazer, antes de avaliar operadoras, design, características técnicas e promoções, deve pesquisar se os aplicativos para o sistema operacional escolhido suprirão as necessidades. E as políticas das lojas onde eles são vendidos.

O sucesso do modelo da Apple abriu os olhos da indústria, que enxergou novo filão. Hoje, especialistas já chamam os aparelhos que permitem a instalação de aplicativos ou widgets de “app-phones”.

As principais lojas de aplicativos que funcionam no próprio aparelho são…

AppStore - A quantidade de aplicativos na loja da Apple já alcançou a casa das centenas de milhares. É verdade que há muita coisa inútil, mesmo assim não há nada que não se encontre atualmente. Há ferramentas de escritório e produtividade, entretenimento, utilitários, jogos e redes sociais. Boa parte é gratuita. Chama a atenção também a quantidade e variedade de aplicativos médicos, atraindo a simpatia dos profissionais de saúde. A preocupação do consumidor deve ser com a forma desses programas funcionarem. Se você não se preocupar com a falta de multitarefa, a ausência de alarmes, o push não convencional e as restrições com VoIP e streaming, é uma ótima opção para iniciantes em tecnologia móvel. Vale lembrar que, de forma legal, não é possível adquirir programas fora da própria loja da Apple. No Brasil não é possível a compra de música.

Ovi Store – É a loja de aplicativos para os donos de Nokia / Symbian S60. No início a variedade de aplicativos era bem pequena, mas aos poucos o catálogo está aumentando. Todavia, a loja não é a única fonte para turbinar seu aparelho com programas. O Symbian é uma plataforma que está no mercado há um bom tempo, portanto, a quantidade de soluções disponíveis é, na verdade, imensa. Pode-se baixá-los de sites de desenvolvedores, de outras lojas, de fórums de usuários, e muito mais. A impossibilidade de se fazer “redownloads” foi recentemente abolida, um alívio para quem comprou aplicativos na loja e teve que resetar o celular. Para quem gosta de música, é possível baixá-las no próprio aparelho, nos moldes na iTunes, pelo Comes With Music – única iniciativa comercial do gênero no Brasil hoje. Porém só funciona em alguns aparelhos pré-selecionados.

Blackberry App World – Até pouco tempo atrás, o ponto fraco do sistema da RIM era a fraca variedade de aplicativos para instalar no aparelho. A grande maioria era de ferramentas de trabalho e corporativas. As opções aumentaram bastante de uns tempos pra cá, mas o foco maior ainda é corporativo. Também era motivo de queixas o alto preço desses programas: às vezes, programas com o mesmo nome e mesmo desenvolvedor custavam até 3x mais que as versões para outros sistemas operacionais. Com a loja online no aparelho, a RIM pretende trazer soluções financeiramente mais acessíveis e promover a inserção de soluções para o usuário final comum, público que a empresa também quer conquistar. Assim, estão surgindo muitos apps de multimídia, como rádios online, e redes sociais. A opção de se comprar fora da loja continua presente.

Windows Marketplace – A loja de aplicativos para Windows Mobile, que ainda está engatinhando, é uma boa opção para desmistificar a idéia de que o sistema operacional é complicado para leigos. Não posso culpar os usuários queixantes: há várias e confusas maneiras de se instalar os programas em Windows Mobile: através de instaladores .exe pelo PC; através de .cab baixados da web (pelo PC ou no próprio aparelho), que, no fundo, também são apenas instaladores: é preciso abrir o .cab dentro do aparelho para proceder à instalação. Não é incomum ver gente confusa tentando rodar .exe dentro dos aparelhos. Para piorar, os aplicativos para touchscreen não funcionam nos não-touchscreen, embora tenham as mesma extensões e nomes. Todavia, quem não tem medo de correr atrás vai achar muita coisa de graça na internet – Windows Mobile é hoje uma plataforma madura, com uma quantidade imensa de aplicativos que fazem de tudo, pois não há restrições técnicas para os desenvolvedores, nem nas funcionalidades dos aparelhos.

Android Market – Em termos de quantidade e qualidade de alicativos, o “caçula” dos sistemas de smartphones é o único que está em ritmo de crescimento comparável ao do iPhone no início. Curiosamente, a essência dos aplicativos é a mesma – utilitários, web e redes sociais. Não é à toa que apps bem sucedidos no iPhone já ganharam versões para Android. A franca expansão deve-se em boa parte à tecnologia e respeitabilidade do Google, criador do sistema, que logo deve lançar um sistema operacional para computadores também. Ainda não há uma versão da loja para o Brasil, podendo-se baixar apenas programas gratuitos e com autorização para funcionar em todo o mundo. Mas pode-se comprá-los direto dos sites dos desenvolvedores, baixando e instalando no dispositivo via PC. Uma coisa que gosto muito: antes de baixar o aplicativo, é mostrado quais funções do aparelho ele acessa – como internet, serviços de localização e telefone. (veja foto no início do post)

O que vem por aí…

Lojas de fabricantes de celular – A Samsung já avisou que vai criar um sistema de compras de aplicativos para suas linhas de celulares. Até já anunciou um novo sistema operacional open-source para embarcar exclusivamente em seus aparelhos. Assim, estende-se a moda dos “app-phones” para além dos smartphones de sistemas operacionais tradicionais. Motorola e outras fabricantes também estudam fazer o mesmo.

Lojas de operadoras de telefonia móvel – As telecoms também já enxergaram o filão. O modelo de compra de ringtones, papel de parede, jogos, músicas e vídeos direto do celular é extremamente lucrativo no país. Por que não trazê-lo também para aplicativos, widgets e redes sociais, em qualquer celular? Os chamados “featurephones” são os celulares comuns com funções de câmera ou MP3, hoje a maioria em uso no Brasil. Além de aproveitar a febre das redes sociais, a compra direta através de créditos dos pré-pagos (80% das linhas ativas) pode se revelar uma mina de ouro, seja na aquisição de programas quanto no uso de internet móvel.

A Palm atualizou ontem (15) WebOS, sistema operacional móvel que roda no seu smartphone Pre. Incluídos na versão estão várias correções de falhas de segurança diversas e melhor sincronia de contatos e agenda Yahoo, além de algumas novidades como a possibilidade de encaminhar, deletar e copiar mensagens instantâneas e de email através de um menu único e a habilidade de assistir vídeos do YouTube no aplicativo específico.

A atualização, no entanto, não traz de volta a habilidade de sincronizar o Palm Pre com o iTunes, algo que em versões anteriores do sistema operacional era permitido. A Palm parece ter sido vencida pelo cansaço na disputa contra a Apple, que, além de quebrar a sincronia a cada nova versão do iTunes, também tem o fórum de implementadores do USB do seu lado.

O tamanho da atualização é de 126 MB e pode ser baixada de graça através do próprio dispositivo. A empresa também incentiva seus usuários a indicarem falhas de segurança dos aparelhos através de um email disponível nessa página.[PCWorld]

Psystar: A Apple não te quer.

Psystar: A Apple não te quer nesse mundo.

E o caso de amor a batalha judicial entre a Apple e a Psytar continua rendendo novos capítulos. O mais novo encontro nos tribunais da turma da marca da maçã com a mais famosa fabricante de hackintoshes do mundo aconteceu, como sempre, por conta de quebras de direitos autorais.

Enquanto a turma de Steve Jobs afirma que a instalação do Mac OSX é ilegal em hardware não-Apple, a pequena empresa da Flórida afirma que não há qualquer problema na prática, já que eles compram o software de maneira lícita. Em sua defesa, a Psystar alegou concorrência desleal e instalou uma cópia do Mac OSX num Mac Mini depois de remover seu sistema de inicialização e substituir certas partes de seu Kernel que não permitem que o programa rode em hardware não-Mac. Ou seja, fizeram um hackintosh num legítimo Mac.

Em todo caso, a apresentação não sensibilizou o juiz William Alsup, da corte da Califórnia, e mais uma vez a Psystar foi proibida de vender seus macs genéricos. Batalha perdida, mas não a guerra: apesar da audiência final sobre o caso estar marcada para o próximo dia 14 de dezembro, em seu estado natal, Flórida, a Psystar também move uma ação contra a Apple. [Groklaw]