Em mais um daqueles clássicos momentos de arte que ninguém entende de verdade, o artista plástico alemão Garvin Nolte desenvolveu uma instalação pós-modernista a respeito da interferência da tecnologia no cerne da alma do homem moderno chamada de Crossroads, que na realidade é nada menos do que um vídeo em que dirige com nada menos do que 25 aparelhos de GPS pendurados no para-brisas de seu carro indicando as mesmas direções para os mesmos lugares ao mesmo tempo.
Ao assistir à gravação, que dura longos nove minutos, o que mais surpreende é o fato do motorista não ter ficado de saco cheio e jogado seu automóvel dentro de um rio no meio do caminho. Confira:
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Três meses depois de adquirir o serviço de música online iLike, o Myspace, rede social com dezenas de usuários em todo mundo </ironia> está acertando os últimos detalhes para finalizar a compra do iMeem, outro serviço que permite que seus usuários ouçam canções gratuitamente pela internet, afirma o site TechCrunch.
Os valores da negociação ainda não são conhecidos mas dados levantados pelo site afirmam que o iMeem recebeu US$ 25 milhões de investidores dos últimos três anos, que agora eles esperam um retorno “substancioso”.
Se do lado empresarial tudo parece ir bem, para os internautas a situação muda um pouco de figura. O iMeem era um dos últimos grandes serviços online que permitiam ouvir música de graça, assim como o Myspace Music, que na semana passada anunciou que “em breve” deverá começar a cobrar mensalidade. Outros serviços famosos da internet, como o Last.fm, cobram mensalidades desde o começo do ano.
Fundado em 2003, o Myspace foi a última grande moda entre as redes sociais até o boom do Facebook, e em seus últimos dias de glória encontrou espaço como ferramenta de divulgação para artistas. Em 2005 foi adquirido pela News Corporation, conglomerado de comunicação que entre outras empresas comanda a Fox. Aberto no mesmo ano, por Dalton Caldwell, o iMeem começou como mais um serviço de troca de mensagens instantâneas que não deu certo, e seu formato atual foi adotado em 2006 depois que a empresa foi “re-inventada”.