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Ter extensos conhecimentos musicais e de programação garantiu a um sujeito a habilidade de poder construir algo único. Ele uniu um antigo console Atari 2600, três pedais de distorção normalmente usados com guitarras, um chip com os sons de vários jogos e um joystick para criar um instrumento musical que pode ser o mais geek instrumento já criado. Muito originalmente, ele o chama de gAtari. Leia mais

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As mecânicas de interação com os videogames mudaram muito ao longo do tempo. Os consoles primordiais usavam joysticks; estes eventualmente tornaram-se d-pads. No meio do caminho evolutivo, viraram uma espécie de maçaneta também:

Os Atari Paddle Controllers, um fruto da popularidade dos games estilo Pong

A era dos games em ambientes tridimensionais acabou aposentando o d-pad (cuja utilidade hoje praticamente se resume à navegação de menus) e trouxe uma evolução dos joysticks na forma do controle analógico que muitos conhecemos pela primeira vez quando a Sony lançou o primeiro DualShock pro PlayStation. Leia mais

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Você já deve ter notado que existe atualmente uma imensa onda de apreciação pela experiência retrô no mundo dos games. Analisando bem, foi um fenômeno inevitável: assim que aquela criançada que passava seu tempo livre jogando videogames cresceu e se tornou parte do mercado consumista, surgiu uma miríade de empresas vendendo para elas bonequinhos, camisetas, chicletes e até revistas direcionadas à turma que ainda defende a opinião de que o SNES é o melhor console de todos os tempos. Leia mais

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Em março escrevi um artigo narrando a breve vida de cinco consoles portáteis que ficaram apenas como breves notas de rodapé na história dos videogames. Entre eles estavam o Tapwave Zodiac, um misto de PDA com videogame que nasceu muito antes do tempo em que tal idéia seria sustentável, e o Gizmondo, um console produzido por uma empresa cujo manda-chuva acabou na prisão por envolvimento com a máfia.

Entretanto, o hall da infâmia dos videogames portáteis não se limita aos cinco exemplos mencionados no texto de março. Há mais alguns videogames de bolso a serem submetidos a autópsia. Leia mais

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Uma dos mais interessantes elementos que os videogames ganharam nos últimos anos (muito além dos gráficos fotorrealistas ou dos sensores que captam movimento) foi a habilidade de se conectar à internet. Redes online como a Xbox Live ou a Playstation Network trouxeram a nós a possibilidade de baixar jogos, trailers e demos, encontrar colegas para jogatinas, e atualizar nossos jogos favoritos — seja comprando material adicional, seja baixando patches que corrigem defeitos nos jogos.

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Air Raid: GTA IV deve ser mais legal

Um sujeito com muito dinheiro no bolso e quase nada que preste na cabeça desembolsou nada menos do que US$ 31,6 mil – coisa de R$ 55 mil – por uma cópia do obscuro jogo Air Raid, do console oitentista Atari 2600.

A fita foi vendida por um sortudo morador do Texas no site de leilões Ebay e seu preço pode ser parcialmente justificado por conta de sua raridade, já que apenas 13 unidades do jogo sobreviveram até os dias de hoje e o cartucho em questão é o único que ainda conta com sua embalagem original. O felizardo vendedor conta que comprou o jogo “entre 84 e 85” e que ele ficou guardado por 20 anos em sua garagem.

Considerado o Santo Graal dos colecionadores de Atari por ser o título mais raro feito para o console, o jogo normalmente é cotado por preços que variam de US$ 1 mil a US$ 3 mil (R$ 1,7 mil a R$4,5 mil).

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De qualquer maneira uma ironia: Air Raid é tão caro hoje em dia exatamente porque foi uma droga – e vendeu pouco – em seu tempo nas lojas.

Na noite da última segunda-feira o norte-americano John McAllister, de 41 anos, viu seu nome ser eternizado pela história ao superar um dos maiores desafios conhecidos pela humanidade e quebrar o recorde mundial do clássico jogo Asteroids, que já durava 28 anos.

A gloriosa jornada rumo ao infinito aconteceu na pequena cidade de Hillsboro, no estado do Oregon, e durou nada menos do que 58 horas, tempo em que nosso herói demorou para acumular nada menos do que 41.338.740 pontos, apenas 2.300 a mais que a marca de 41.336.440 tentos conquistada por Scott Safran em 1982. Ao perder sua última vida, o épico jogador registrou seu feito na máquina com as letras E L F.

Para quebrar o recorde McAllister usou um antigo arcade Atari fabricado em 1979 e seu resultado foi auditado pela Twin Galaxies, empresa fundada em 1981 que é especializada em registrar recordes de videogames e máquinas de fliperama. Anteriormente ele já havia tentado quebrar o recorde do jogo, mas desistiu depois de “apenas” 36 horas.

O recorde deverá ser oficializado dentro de dois meses, informa a rede de televisão local KGW, que fez um vídeo com o sujeito. Confira, em inglês:

Donkey Kong

26 anos: foi o tempo que as iniciais LMD levaram para finalmente serem exibidas na tela de abertura do jogo Donkey Kong, da Nintendo, para o console Atari 2600. O easter egg, que permaneceu inédito todo esse tempo, só pôde ser descoberto após o programador Landon M. Dyer, dono das iniciais que compõe a surpresa, ter admitido ano passado que inseriu uma surpresa no jogo, mas nem mesmo ele lembrava o que deveria ser feito para encontrá-la.

Tamanho suspense tão bem guardado por tantos anos atiçou a curiosidade do site Digital Press, que desafiou os fãs do game a descobrirem quais eram os passos para se conseguir tamanha façanha. Como recompensa ao primeiro que conseguisse, o site ofereceu a simbólica, e somente isso, quantia de US$ 75.

Não demorou muito para descobrirem que apesar da péssima memória, Landon era muito criativo na hora de desafiar os jogadores. Para sconseguir a singela exibição das três letras, o jogador precisaria conseguir uma pontuação entre 33.000 e 33.900 pontos, acabar com todas as suas vidas, sendo a última com uma queda, isso tudo na dificuldade nível 4 pressionando o botão “Option” três vezes. Isso explica todo o tempo em que o easter egg passou oculto entre as 25 mil linhas de código Assembly (comentário do redator: Arrrghh!) do jogo, mas não justificaria o esforço de Don Hodges para conseguir 75 dólares, se não soubéssemos como são os geeks e gamers quando se trata do que gostam. [geek]