Na última semana eu falei um pouco sobre como deixar a conexão mais rápida usando o serviço de DNS OpenDNS, do qual já faço uso há mais de um ano e recomendo fortemente – tanto que é meu segundo post sobre o serviço.

No entanto, velocidade na web não é tudo. Nós, usuários, também precisamos de segurança e confiabilidade. Para sanar essas duas necessidades, lá vem a OpenDNS novamente. Porém, para utilizar alguns dos recursos que eu apresentarei nesse post será preciso fazer o registro gratuito.

A partir do momento que você está logado, é bastante simples criar configurações para sua rede. Acredito que esse uso é particularmente interessante para quem compartilha internet em casa e precisa criar algumas limitações.

Categorias de sites da OpenDNS (clique para ampliar)

Categorias de sites da OpenDNS (clique para ampliar)

Aqui em casa, por exemplo, algumas categorias de sites, como os de compartilhamento de arquivos e as páginas de proxy são bloqueados. Na lista de categorias da OpenDNS há vários outros tipos de site, como de armas, sexo, ou drogas, que podem ser bloqueados sem grandes problemas. Pais de crianças pequenas e jovens/adolescentes podem usar e abusar dessa funcionalidade.

Também dá para fazer o bloqueio por endereço, de modo que um determinado domínio fique completamente inacessível. Mais uma vez dando como exemplo aqui em casa, eu utilizo essa ferramenta para bloquear servidores de anúncios (adservers) que considero desnecessários. A minha lista começa da seguinte forma:

Todas essas configurações estão disponíveis na aba “Settings” da OpenDNS. Na sub-opção “Advanced Settings”, é interessante que alguns outros recursos sejam habilitados, dependendo do seu uso. Ativar a correção de erros de digitação (“typo corrections”) é uma boa. Se você tentar acessar www.gogle.com, a OpenDNS redireciona automaticamente para a página correta do Google, em www.google.com.

Os atalhos, na aba “Shortcuts”, fazem com que palavras mais simples substituam uma URL. Você poderá, por exemplo, configurar para que, ao digitar apenas “uol” na barra de endereços do navegador, a OpenDNS redirecionará sua requisição diretamente para o UOL, em www.uol.com.br. Palavras como “enciclopédia” e “dicionário” podem facilitar pesquisas escolares.

Para que tudo isso funcione, é preciso que você esteja ligado na rede da OpenDNS e com seu número de IP atualizado. A forma mais simples de fazer isso é abrir a aba “Networks” e checar se a sua rede mostra um ícone verde com duas setinhas. Se mostrar, apenas clique naquele ícone para atualizar o IP e todas as configurações fazerem efeito.

Recomendo colocar a página “Networks” (https://www.opendns.com/dashboard/networks/) nos seus favoritos. Como aqui no Brasil é muito comum termos IPs dinâmicos (e não IPs fixos), você vai acabar se acostumando a, ao ligar o computador, entrar na página e atualizar seu IP manualmente.

Quem nunca reclamou da velocidade de sua conexão com a internet é um afortunado. E pode parar de ler esse post neste ponto, já que a dica do dia é para os usuários que querem tentar uma forma de fazer com que o carregamento das páginas ocorra mais rapidamente.

Para isso, primeiro é preciso entender como o DNS (ou Domain Name Servers) funciona. Se você tem um site, certamente já teve que esperar o DNS propagar, mas para a maioria das pessoas esse elemento da internet fica completamente despercebido.

Basicamente, quando você acessa um site através do endereço dele (como http://tecnoblog.net) ou endereço de e-mail (como noreply@tecnoblog.net), na verdade esses nomes são apenas para facilitar a memorização. Ao pressionar o botão “Ir” do seu navegador, ele faz a requisição de acessar o site e começa a procurar o endereço real, que é um conjunto de números: o IP (o IP do servidor do Tecnoblog, no momento em que esse post foi escrito, era 70.32.75.243).

Como eu disse, isso é invisível para a maioria de nós. A grande possibilidade de acelerar a conexão a partir do uso de um provedor de DNS decente é que ele faz com mais facilidade o caminho entre o endereço do site, em palavras, e a localização do servidor do site, em números.

Sempre que o usuário faz sua conexão com a internet, utiliza como padrão o provedor de DNS do prestador de serviço de internet. Quem se conecta pela internet discada do Ig, por exemplo, acaba utilizando o provedor de DNS do próprio Ig; quem se conecta via Speedy, a banda larga da Telefônica, utiliza o provedor de DNS da própria Telefônica. O problema é que os serviços de DNS desses provedores geralmente são lentos e não se mantêm atualizados, de modo que demora demais para que o acesso a um site seja feito.

Pensando nisso, foi fundada em 2006 a OpenDNS. É uma empresa de internet que presta somente o serviço de resolução de DNS. Eles possuem um enorme banco de dados, que armazenam as requisições e as tornam muito mais rápidas. Sem falar que possuem seis servidores centrais nos Estados Unidos e no Reino Unido (quando os provedores de internet brasileiros costumam ter apenas um servidor desse tipo).

Entendendo toda essa parte sobre como DNS funciona e qual é o objetivo da OpenDNS, vamos à parte prática: trocar o provedor de serviço DNS padrão da sua conexão pelo oferecido pela OpenDNS é simplíssimo. Pode ser feito de duas maneiras: no firmware do modem, ou nas configurações do computador. Leia mais

Ter uma internet móvel pré-paga, apesar de soar como algo moderno, não é nenhuma novidade. Muita gente não sabe, mas já era possível acessar a internet GPRS/EDGE através de qualquer celular pré-pago, basta ter saldo. Mas por algum motivo divino desconhecido (que trataremos aqui por desinteresse das operadoras), o preço cobrado por megabyte transferido é um exagero.

Pedro Ripper, presidente da Cisco no Brasil, diz que é só uma questão de tempo até que a internet 3G comece a ser vendida no modelo pré-pago. Definir um modelo de tarifação é uma das poucas pendências para que isto se concretize. Ele diz que não é possível cobrar por tráfego (também não vejo o porquê), então a saída pode ser tarifar por horas de acesso.

Desta forma, a banda larga móvel se transformaria na internet discada moderna, apesar de eu não acreditar que as tarifas serão tão agradáveis quanto as da rede fixa.

Ainda me lembro quando comprei meu Motorola A1200i, e acessei a homepage do TecnoBlog. Foram transferidos apenas 200 kbytes, e isto me custou mais de dois reais e cinquenta centavos!

Enfim, a idéia com esta internet discada moderna, é atingir as classes C e D. Apesar de internet ser um serviço básico para muitos (eu incluso), há mais de 10 milhões de pcs desconectados no Brasil, e a tendência é que eles contratem algum plano facilitado.

A vantagem no modelo pré-pago, é que caso o usuário esteja sem dinheiro, não é obrigado a pagar nenhum aluguel de linha ou modem.

Mesmo hoje com o 3G funcionando em uma minoria de cidades, e com tantas reclamações sobre a baixa qualidade do serviço, o seu número de usuários já representa 13% do total de assinantes de internet banda larga do Brasil inteiro. São 1,3 milhões de pessoas se conectando através de um modem 3G (celulares não são contabilizados), e mais de 10 milhões de assinantes de banda larga.

Ripper explica que as operadoras não se prepararam para atender tantos clientes em tão pouco tempo, e o que aconteceu foi que as redes ficaram super congestionadas. Algumas ERBs (Estações Rádio Base) estão atendendo cinco vezes mais usuários do que o esperado.

Por causa disso, as operadoras estão segurando as vendas de novos pacotes, enquanto ampliam sua capacidade de atendimento. A expectativa é que tudo esteja resolvido no último trimestre do ano, quando as vendas serão aquecidas novamente.

Extra: Outra alternativa bem econômica será a internet móvel da Embratel de 144kbps, ao custo de R$ 39,90 por mês. Mais informações aqui.

Imagem via: Wicho.

O Brasil vem batendo uma sequência de recordes nacionais e internacionais, graças a casas bahia queda de preço dos computadores, por sua vez, impulsionada pelos programas de inclusão digital do governo, e a concorrência dos fabricantes.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBOPE//NetRatings, 41.565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais, declararam ter acesso à web de alguma forma -seja de casa, do trabalho, da escola, cyber-café, etc- no primeiro trimestre de 2008.

Declarar ‘ter acesso à rede’, talvez seja um pouco amplo, já que isto inclui por exemplo, pessoas que acessam a internet exporadicamente da casa de amigos/familiares. De qualquer forma, o número de pessoas que acessam a internet da própria casa também aumentou, chegando pela primeira vez aos 35,5 milhões de usuários.

O número de usuários ativos também bateu um recorde, chegando a 23,1 milhões de pessoas no mês de maio. No mesmo mês, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites de redes sociais. Bastante gente não?

Se adicionarmos fotologs, videologs e mensageiros instantâneos na conta, o número pode chegar a 20,6 milhões de brasileiros, o que é 90% do número de usuários ativos na internet mensalmente.

Já que a primeira conta não incluía MSN e Fotolog, podemos dizer que a maior parte desses 18,5 milhões de interneteiros, provavelmente acessaram o Orkut. Mas isto não deve ser surpresa para ninguém, não é mesmo?

O Brasil continua a ser o país onde se gasta mais tempo conectado, em todo o mundo. Aliás, ele se mantêm nesta posição desde 2005, quando a alcançamos pela primeira vez.

A média de tempo online de cada brasileiro no mês de Maio, foi de 23 horas e 48 minutos, 1 hora e 1 minuto a mais do que a média de Abril. Em dois dias, eu passo mais tempo conectado do que isso, o que indica que eu sou um heavy user de internet – pois é, outra coisa que ninguém sabia.

Japão (21h34min), França (20h23min), Estados Unidos (19h46min) e Austrália (18h00min), completam respectivamente a lista dos 5 países com a maior média de tempo online por usuário.

Só me entristece saber, que enquanto a maioria dos japorongas (ou grande parte deles) usam este tempo fazendo algo de útil, aqui no Brasil a coisa é bem diferente. Da mesma forma que muita gente comprou smartphone por causa do Twitter, o principal estímulo da grande massa nacional na hora de adquirir um computador, ainda é poder acessar o Orkut, ou bater papo do MSN.

Mais do que nunca, a prova de que a ferramenta não é nada nas mãos de quem não sabe usar.

Falou no capeta ele aparece, não é mesmo? Não faz nem uma semana que me deu um brilho divino misterioso, e eu comecei a pensar que fazia tempo que a NET não fazia um upgrade em seus pacotes de internet. Não é que foi só pensar que aconteceu? Pelo menos esta conexão (a mental) parece estar funcionando bem melhor do que a da NET.

Enfim, no mês de Julho, 3 novos pacotes do NET Vírtua serão vendidos, nas velocidades de 3, 6 e 12 megabits por segundo. Além do aumento da velocidade de download, os novos pacotes terão também aumento na taxa de upload, e na franquia mensal de tráfego.

O novo pacote de 3mbps, irá custar R$84,90 por mês, com o limite de transferência de 30GB e taxa de upload de 500kbps. Depois dele, o pacote de 6mbps, terá um custo mensal de R$119,90, com taxa de upload de 600kbps, e limite de tráfego de 60GB. Last but not least, o pacote de 12mbps, custando a bagatela de 219,90 reais mensais, com upload de 800kbps e franquia mensal de 90GB.

Se tudo funcionasse às mil maravilhas -como deveria- eu diria que estes pacotes estão de bom tamanho para qualquer usuário comum. Claro que se você olhar para o cenário internacional, onde -por exemplo no Japão- internet de 100mbps já é normal, vai ficar com invejinha, mas são meros detalhes.

Ao que parece, os novos pacotes deverão entrar no lugar dos atuais de 2, 4 e 8mbps, e esses preços são apenas para quem assina(r) algum combo – Internet+Tv ou Internet+NetFone. Como este não é o meu caso, me contento em continuar pagando os mesmos R$99,90 mensais, e ter -teoricamente- 1mbps a mais de download e 200kbps a mais de upload. Quanto a franquia mensal, eu nunca estourei mesmo.

Aliás, os downloadmaníacos que se cuidem. A partir de agora, ao estourar a taxa de transferência mensal antes do término do mês, o usuário será penalizado com uma queda na velocidade de download, tendo que usar uma conexão de 200kbps até o mês acabar. Preferível isso do que pagar -não sei quantos- reais por mega adicional, não é mesmo?

Tudo lindo maravilhoso, só fico esperando para saber quando a NET vai parar de regular a banda (bloqueio de P2P) fazendo traffic shapping. O pior de tudo é que nós concordamos -contratualmente- com esta sacanagem, já que em a operadora garante apenas 50% da velocidade da conexão. Ou seja, ela pode me dar uma internet de até 1,5mbps que eu não vou poder falar nada.

Aliás, não adiantaria nada reclamar mesmo, afinal, não temos muita opção. Vi uma matéria uma vez, que dizia que todas as operadoras fazer uso deste recurso. Tudo bem que a NET sempre foi pior, mas o que fazer, se não temos para onde correr?

Fonte: IDG Now. Imagem: Flickr.

Você já ouviu falar do PLC?

PLC (ou Power Line Communication) é a internet transmitida através dos fios de energia elétrica, conhecida também como BPL - Broadband over Power Lines. Esta tecnologia já existe há mais de 4 anos na Europa, sendo recentemente comercializada na Alemanha e na Suécia. Não é uma tecnologia que compete com os atuais provedores, mas sim uma alternativa para usuários que moram em locais onde o sinal das outras operadoras não chega.

modem_panasonic_plc_bpl.jpgSabia que ele já está em funcionamento no Brasil, com cerca de 3 mil usuários? Pois é, e em 2008 este número deve dobrar!

Atualmente a velocidade do PLC brasileiro é muito baixa, atingindo apenas 4,5Mbps no transformador da rua. Mas a tecnologia pode transportar dados a uma velocidade de até 40Mbps. O transformador se encarrega de distribuir o sinal entre as residências, totalizando no máximo 50 casas

Se formos levar em conta que 50 casas estejam conectadas ao mesmo tempo, a velocidade compartilhada será de 90kbps. Uma velocidade baixa se comparada às atuais conexões de banda-larga, mas ainda melhor do que a de internet discada, e rede GPRS, e com a vantagem de que não é necessário discar para se conectar, pois a rede fica conectada constantemente.

Uma vez instalada, todas as tomadas da casa viram pontos de conexão, bastando ligar o modem externo para que ele se alimente de energia elétrica, e separe o sinal de internet para uma saída Ethernet. Aí é só plugar o fio na placa de rede do computador, ou a um roteador Wi-Fi, para que ele distribua o sinal pela casa.

plc_bpl_modem.jpgEsta modalidade de internet tende a ser mais barata do que as demais, pelo simples fato de que todo cabeamento necessário para a distribuição do sinal já está instalado, conectado e funcionando. A rede elétrica é a única que chega a 98% das unidades habitacionais do país. Isto inclui comércio, residências, indústrias e zonas rurais. Esta soma de fatores, fazem do PLC uma ótima opção para projetos de inclusão digital.

A energia elétrica é transmitida na freqüência dos 50 a 60 Hz, enquanto que o sinal do PLC fica entre 1,7 a 30 Mhz. Por isso, os dois sinais podem passar pelo mesmo fio, sem que um interfira no funcionamento do outro. Eles também são independentes, e continuam funcionando mesmo que o outro pare de ser transmitido.

Pode ser necessário também, a instalação de um amplificador de sinal, e/ou filtros de linha, a fim de minimizar a interferência causada por certos eletrodomésticos como o secador de cabelo, chuveiro e a furadeira. Vale observar que o sinal do PLC não pode passar por filtros de linha, estabilizadores e no-breaks, já que os mesmos bloqueiam sinais de alta freqüência.

Veja mais sobre o assunto:

Quero dizer, teoricamente. O ponto é que finalmente poderemos contratar uma internet móvel com excelente relação custo X benefício: 69,90 por uma conexão de 500Kbps, e 99,90 por 1Mbps. Diga-se de passagem, que pago 20 reais a mais pela mesma conexão de 500Kbps, e sem ter o privilégio de usar a internet no meu Notebook estando fora da minha casa.

A implementação da rede 3G da Claro foi iniciada essa semana (mais especificamente na Quarta-feira) em Brasília, Recife e Fortaleza. No dia 20 será a vez de Porto Alegre, e logo na primeira semana de Dezembro em São Paulo e Rio de Janeiro. A rede irá operar na freqüência de 850Mhz, que antigamente era usada com a tecnologia TDMA.

O que mais me anima nessa notícia (além da mobilidade), é a competitividade que isso irá gerar. Com as operadoras de telefonia móvel entrando na jogada da internet banda larga, os atuais provedores seriam obrigados a revisar seus planos, e a se adaptar a essa novidade.

Teoricamente, uma conexão de internet fixa deveria custar menos do que uma conexão de internet móvel, e só com este primeiro pacote oferecido pela Claro já vemos que a situação começa invertida. Bom para nós consumidores que poderemos em breve ter um desconto interessante nos gastos com conexão, e ainda usá-la até onde o celular tiver sinal.

Atualmente já existem vários celulares aqui no Brasil, preparados para esta tecnologia de terceira geração. Alguns inclusive possuem uma câmera frontal, com a qual será possível fazer chamadas com áudio e vídeo. Caso você não queira trocar seu aparelho atual, só por causa da internet, há também placas PCMCIA (mais usadas em Notebooks) e modems USB.

Neste caso, a grande vantagem em se ter um celular 3G, é a possibilidade de acessar a internet através dele mesmo. Com uma conexão de banda larga no celular, eu iria abusar de serviços de VoIP, mensageiros instantâneos, e-mail, etc. Afinal, se eu posso me comunicar de graça por outros meios, pra que vou ficar pagando R$1,40 por minuto de ligação? Claro que isso tudo só será realmente possível, se a Claro não der uma de comunista bloqueando tais protocolos.

42 A NET, maior operadora de tv paga do Brasil, pretende fechar 2006 com mais de 600 mil usuários de banda larga. O diretor de Relações com Investidores, Leonardo Pereira, afirmou que pretende chegar ao final deste ano com 350 mil clientes, uma expansão de 85% em 12 meses!

A NET vem se fortificando no mercado de banda larga nas últimas semanas, com o lançamento da conexão de 2mbps mais barata do mercado, somente R$ 79,90 por mês para quem já é cliente da tv por assinatura e R$ 99,90 para quem quer assinar só a internet. Mesmo assim já é bem mais barato que qualquer outra operadora. O Speedy 500kbps custa cerca de R$ 119,00 incluindo o provedor mais barato.

É revoltante ver como a banda larga caminha tão lentamente no Brasil, apesar de ser o país que tem a maior média de tempo online do mundo!

É ótimo que empresas como a NET comecem a lançar pacotes como este para começar a estimular a concorrência. Como prova disso, logo após ficar sabendo desses novos planos da NET, a Brasil telecom e a Telefônica lançaram alguns pacotes novos, mas nada tão radical quanto a NET. Infelizmente, o Virtua (nome da internet banda larga da NET) não cobre muitas cidades (só as maiores), talvez por isso as outras operadoras ainda não se preocuparam tanto em lançar algo a altura.