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O Google apresentou novidades bem interessantes para o seu encurtador de URLs. Talvez você não saiba, mas o Goo.gl deixou de ser apenas uma API para ter uma interface completa e várias funcionalidades que qualquer encurtador, como o Bit.ly, oferecem faz algum tempo.

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O Migre.me liberou nessa semana uma nova ferramenta que vai ser a menina dos olhos de analistas de mídias sociais e profissionais afins. Se você sempre se perguntou quantos usuários viram aquele seu tweet, o serviço brasileiro vai solucionar essa dúvida com uma forma inédita de calcular o alcance dos tweets e retweets dentro do Twitter.

Para visualizar a nova funcionalidade basta acessar a consulta de URLs encurtadas, nessa página. Lá você coloca o finalzinho do endereço criado a partir do Migre.me cujos dados você está curioso para descobrir. Inicialmente essa ferramenta servia para contar cliques em um link, mas agora tem estatísticas bem mais completas.

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Ainda a respeito da conferência Chirp, entre as diversas novidades apresentadas para o serviço de microblog está a criação de um encurtador de url próprio.

“Muita gente já resolveu o problema de diminuir os grandes endereços da web nos tweets, mas em nosso site nós não daremos opções de escolha a nossos usuários. Quem quiser usar um encurtador diferente terá que usar uma outra app”, afirmou Evan Willians, um dos fundadores do serviço, num legítimo momento à la Steve Jobs.

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Atualmente existem diversos serviços especializados em diminuir o tamanho de endereços da internet para que eles se ajustem aos mirrados 140 caracteres disponíveis, como o Bit.ly, Is.gd, Twurl e o clássico TinyURL. Os potenciais nomes para o novo serviço podem ser twt.tl ou twee.tt, sendo que o primeiro já está sendo usado para evitar que usuários do serviço caiam em armadilhas online.

A conferência também foi marcada pela revelação do número de usuários do site de microblog. Por muito tempo a audiência do serviço era estimada por analistas que calculavam que cerca de 70 milhões de navegantes postavam regularmente. Mas o próprio Williams quem tratou de apresentar os números oficiais, um tanto inflacionados: de acordo com o executivo, atualmente o Twitter conta com 105 milhões de usuários.

Encurtadores de URL podem até deixar a internet mais lenta, mas de acordo com uma pesquisa liberada pela empresa de segurança Zscaler Inc. eles podem não ser tão perigosos quanto a Cisco imaginava que seriam.

A empresa analisou mais de 1,3 milhões de links postados no twitter nas duas primeiras semanas de março, pouco antes do serviço começar a utilizar seu encurtador twt.tl, e concluiu que apenas 0,06% deles (773 links) levavam o distraído usuário à sites maliciosos. Um dos encurtadores de URLs, Bit.ly, afirma que a estatística bate com a obtida nos links do próprio site.

Segundo Julien Sobrier, pesquisador da Zscaler, isso ocorre por que “grande parte dos usuários que usam e clicam nesses links prestam mais atenção”. Eles parecem ter maior consciência de que estão sendo redirecionados e que há chances de acabarem abrindo uma página que não é o que diz ser. “Como o link curto já gera suspeita”, diz Sobrier, “é menos provável que criminosos os usem”.

[via Physorg]

bitly-postNo que parece ser uma guerra de encurtadores de URL, o Bit.ly lançou na segunda-feira (14), logo após o anúncio do Goo.gl, seu serviço Pro. O Bit.ly Pro gerencia URLs curtas para outros sites e dá as mesmas ferramentas que o Bit.ly oferece além de ser uma alternativa segura por indicar o destino da URL mais facilmente.

Explicando melhor. O New York Times, por exemplo, usa o serviço Pro do Bit.ly nas URLs curtas no nyti.ms, simples assim. O Bit.ly Pro por enquanto engloba poucos – mas grandes – publishers online como o Techcrunch, The Huffington Post, The Onion e outros.

A ideia toda baseia-se na segurança que um link curto pode representar. A Cisco soltou um relatório recentemente falando que as URLs curtas podem representar problemas de segurança por não indicar o destino do clique. Com o Bit.ly Pro essa parte fica resolvida.

Pra finalizar, não que alguém se importe, mas o Facebook também lançou ontem o seu encurtador de URL, o fb.me.

Tamanho é documento, ao menos no recente mercado de encurtadores de URLs. Já temos os brasileiros Migre.me, da Kingo Labs, e o Uiop.me, que fazem muito bem o serviço de encurtar URL. Mas são os encurtadores gringos que travam uma verdadeira batalha para ver quem vai ter menos caracteres no endereço encurtado.

J.mp: domínio com apenas 3 caracteres e tecnologia do Bit.ly.

J.mp: domínio com apenas 3 caracteres e tecnologia do Bit.ly.

O Bit.ly foi o que mais recentemente se movimentou, na busca por URLs ainda mais curtas. O serviço lançou o site J.mp, que utiliza o mesmo motor do Bit.ly. A diferença é apenas na URL: o domínio perde dois caracteres, passando de cinco para apenas três. Parece pouco, mas para quem costuma ter apenas 140 caracteres para publicar twits pode fazer toda a diferença.

Assim como o pai Bit.ly, o J.mp também oferece encurtamento de URLs facilitado através de atalhos (baseados em JavaScript) no navegador. Outra característica interessante do serviço são as estatísticas de retwits com a URL em questão e de cliques no link em tempo real. [Mashable]

Um dos mais populares encurtadores de URL, o bit.ly, anunciou ontem (25) a parceria com o Yfrog, do conhecido site de hospedagem de imagens Imageshack.

O anúncio foi feito em um post do blog do bit.ly, onde foram apresentados também os mais relevantes serviços que passaram a utilizar a API do encurtador recentemente (a saber: Google Reader, Typepad e CBS.)

Embora tenha sido apenas uma rápida nota no final do post, provavelmente a mais importante notícia tenha sido a da parceria entre bit.ly e Yfrog. De acordo com o site Mashable, funcionaria assim:

  • O bit.ly usaria os serviços do Yfrog para permitir usuários enviassem imagens da própria página do encurtador;
  • O Yfrog, por sua vez, ofereceria o possibilidade de twittar imagens usando links do bit.ly, o que faria proveito das ferramentas de métrica que o encurtador apresenta.

O bit.ly já é o “encurtador-padrão” do Twitter. Com essa parceria o Yfrog tem a possibilidade de crescer significativamente em número de usuários e talvez até se aproximar do líder do segmento, TwitPic (ou mesmo superá-lo… será?). [bit.ly blog]

trimlogoEsse pessoal do Tr.im está mesmo indeciso. Primeiro decidiram encerrar o serviço, colocando toda a culpa no Twitter, que adotou o Bit.ly como encurtador oficial de URLs. Um dia depois, voltaram atrás e avisaram que iriam manter o serviço sim. Dessa vez, a notícia é que o Tr.im se tornará um serviço com código aberto.

O criador do site, Eric Woodward, disse ontem que é perigoso deixar o valioso tráfego de dados proveniente de URLs “encurtadas” na mão de apenas uma empresa (em referência à Bil.ly). Ele pretende abrir o código-fonte do Tr.im para que qualquer pessoa possa usá-lo, e espera ver na comunidade open source apoio ao novo Tr.im.

Se tudo der certo, Woodward pretende ganhar entre 5% e 10% do mercado de encurtadores de URL com um Tr.im descentralizado. Atualmente o Bit.ly é responsável por incríveis 80% de market share. O criador disse que poderá bancar o novo Tr.im do próprio bolso se for necessário.

Enquanto isso, no Brasil nós temos o Migre.me, da Kingo Labs. [CNET]

trimlogoLembra do serviço encurtador de URLs que anunciou o encerramento de suas atividades ontem por falta de banda? Então. As mesmas pessoas que se importaram com o fechamento dele ficarão felizes em saber que o Tr.im encontra-se em estado de zumbi: voltou dos mortos. Já é possível criar novamente mini-URLs através do site, e todas as outras criadas até agora não vão mais parar de funcionar a partir do dia 31 de dezembro deste ano.

No anúncio da reativação no blog oficial, a Nambu (empresa criadora do Tr.im) avisa que vai continuar com o serviço devido “à resposta esmagadora do público e o imenso apoio recebido, tanto em aberto quanto em mensagens privadas”. Ela rejeitou o oferecimento da Betaworks de hospedar os links criados até o dia do fechamento, para evitar que eles parassem de funcionar e não levassem a lugar nenhum. Até apareceram rumores de que a Nambu planejava vender o serviço por 100 mil dólares para quem quisesse pagar.

Eles ainda afirmam que o Twitter criou um monopólio por terem adotado o Bit.ly como encurtador de URLs padrão do serviço de microblogging. E que isso tudo não foi só um golpe de publicidade para atrair a atenção da mídia para o Tr.im, não. A preocupação com banda e impossibilidade de monetização eram genuínas, eles garantem. [Mashable]

trimlogoCom a popularização do Twitter, serviços de encurtamentos de URL começaram a pipocar por toda a internet. O objetivo da maioria deles é diminuir a quantidade de caracteres na mensagem e deixar espaço para mais informação. São sites como o Bit.ly ou Tinyurl. O Tr.im (domínio que faz alusão à palavra inglesa trim, que quer dizer ‘aparar’) era um deles. Na noite de ontem (9), o serviço anunciou que irá encerrar suas atividades na web.

Em um post no blog do Tr.im, as razões para o fechamento são expostas: altos custos com hospedagem e banda e o fato de ser impossível monetizar um serviço de encurtamento de URLs. Obviamente, quem escreveu o post não conhece o genial Jonny Ken, CEO do Kingolabs e criador do Migre.Me, que deixou seu emprego ‘normal’ para se dedicar somente aos projetos na web.

Segundo um aviso na página inicial do Tr.im, todas as URLs criadas até agora através dele continuarão funcionando normalmente até o dia 31 de dezembro deste ano. A Nambu Networks, empresa criadora do serviço, deverá focar agora suas energias no desenvolvimento e atualização dos aplicativos lançados por ela para o Mac OS X e o iPhone. [Cnet]

[Atualização às 7:50]: De acordo com um email enviado ao blog de mídias sociais Mashable, uma das empresas investidoras do Bit.ly, a Betaworks, entrou em contato com o fundador do Tr.im e ofereceu hospedagem de todo o serviço a partir de amanhã. Não se sabe ainda se a oferta foi aceita.