A promoção VexWeek anunciada pela Vex ontem (30) chegou com timing perfeito. Eu tinha um compromisso marcado perto do aeroporto de Vitória hoje de manhã e não tinha muita coisa para fazer em casa. Como sabia que havia um ponto de acesso no aeroporto, decidi ir mais cedo para testar a conexão disponível no local. Ela funcionou bem melhor do que esperava.

TecnoblogSensus fez os testes no aeroporto de Vitória.
Primeiramente, realizei um teste do link pelo speedtest.net. O resultado não foi o mais exato possível, visto que provavelmente haviam mais pessoas conectadas no mesmo ponto de acesso. Mas dá para se ter uma idéia. Foi pouco menos de 1 Mbps de download e o mesmo valor para upload. O segundo teste que fiz foi de vídeo. Streaming de vídeo do YouTube, para ser mais exato. Ocorreu a lentidão habitual do site, mas assim que alguns segundos do vídeo carregaram, o vídeo tocou sem problemas.
Os dois últimos testes tiveram resultados que, confesso, me deixaram espantado. Imaginei que uma operadora de pontos de acesso tão grande como a Vex gerenciaria melhor os protocolos de rede, mas para a alegria dos clientes, isso não acontece. O primeiro teste foi uma chamada via Skype. Achei que sofreria traffic shaping nos pacotes com protocolo VoIP, o que não aconteceu. Também não houve nenhum problema com o protocolo BitTorrent. Selecionei uma porta aleatória no uTorrent e baixei 1% de uma imagem ISO do Ubuntu como quarto e último teste. A velocidade se manteve constante o tempo todo.
Não estou necessariamente dizendo que você deve procurar o ponto de acesso Vex mais próximo e abusar da conexão para baixar tudo quanto é arquivo. Até porque no cadastro obrigatório para acessar a rede, é preciso inserir um CPF ou número de passaporte, endereço completo e também telefone, entre outras informações pessoais. Mas se a sua internet sair do ar por algum motivo e, por acaso, há um aeroporto perto de onde você mora, a VexWeek pode quebrar um galho. Pena que é só até o dia 8. [Foto: michael.newman]
A gigante japonesa de eletrônicos Sharp, em conjunto com o Instituto Nacional de Informática do Japão, desenvolveu uma tecnologia que tem potencial para diminuir e até mesmo extinguir a pirataria de filmes recém-lançados, conhecidos nas comunidades de BitTorrent como arquivos “CAM”. O prejuízo causado por esse tipo específico de pirataria é estimada em 3 bilhões de dólares por ano pelo American Film Institute.

À esquerda, sem infravermelho. À direta, com a proteção anti-pirataria.
A tecnologia criada pelo grupo consiste em colocar lâmpadas emitindo pulsos de luz infravermelha em velocidades constantes por trás das telas de cinema. Essa luz é imperceptível ao olho humano, entretanto, ela é capturada pelos sensores de câmeras de vídeo. O arquivo gravado pelo ‘pirata’ dentro do cinema apareceria com barras brancas luminosas e editá-lo para embaçar essas barras tornaria o vídeo impossível de ser assistido.
A equipe responsável pelo desenvolvimento da tecnologia explica que os pulsos de luz infravermelha passam através de pequenos buracos na tela, também usados para o som do filme, e que os melhores resultados foram atingidos usando 10 pulsos de luz por segundo.
Ainda não há informações sobre qual o plano de ação o grupo planeja elaborar para combater a pirataria de arquivos de vídeo do tipo DVDRip, BDRip, DVDSCR, Xvid, DivX, SCR, Telesync, Workprint, HDRiP e R5. [Fareastgizmos / Gizmodo]
Depois de muita controvérsia, demissões e especulações, a venda dos domínios, base de dados e arquivos do Pirate Bay foi concretizada hoje pelo valor acordado de 7,8 milhões de dólares. Todos os acionistas da Global Gaming Factory concordaram com a compra do site e deverão financiar a transação.
Como dissemos anteriormente, o plano que a empresa tem para o novo Pirate Bay consiste de instalar um sistema que vai pagar o dono dos direitos autorais toda vez que um conteúdo pertencente à ele for baixado. Ainda não há previsão de quando esse sistema passará a ser usado. Ainda assim, o grupo anti-pirataria alemão BREIN já disse que não é o bastante.
Além da compra do tracker de torrents, o CEO da GFF confirmou que também irá adiquirir a empresa Peerialism por 14 milhões de dólares, que deverá criar o novo sistema de compartilhamento que será usado no site. [TorrentFreak / CNET]
O tracker de torrents Pirate Bay foi tirado do ar nessa segunda-feira (24) depois que o host Black Internet, que hospeda o site, foi intimado a fazê-lo sob pena de pagar 500 mil coroas norueguesas (mais ou menos 152 mil reais) como multa. O CEO da empresa, Victor Moller, disse que a Black Internet é o principal servidor do Pirate Bay, mas não é o único. O tráfego poderá ser redirecionado para os demais servidores.
Aliado à essa noticia, foi divulgado também que Magnus Bergman, chairman da Global Gaming Factory, empresa que deve comprar o Pirate Bay ainda nessa semana, renunciou ao cargo. O CEO Hans Pandeya, entretanto, permanece na empresa e continua afirmando que a compra seguirá como planejado na próxima quinta-feira.
No twitter, o ex-porta voz do Pirate Bay Peter Sunde pergunta aos seus seguidores se a juíza Caroline Hindmarsh, que supostamente foi quem ordenou à Black Internet que tirasse o site do ar, está envolvida com os lobistas dos estúdios de Hollywood. Três horas depois de ter percebido que o site estava fora do ar, Peter avisa que já consegue fazer downloads como normalmente, embora alguns usuários continuem recebendo mensagens de erro. [DN.se / TorrentFreak]

Em breve numa internets perto de você!
Ao anunciar que compraria o Pirate Bay, a empresa suíça Global Gaming Factory não mostrou de imediato o quê exatamente teria planejando para o site de torrents. Aliado à isso, a companhia perdeu a ajuda de Wayne Rosso, que tem experiência na área de re-estruturação de sites de compartilhamento de arquivos, além de seu CEO ter sido acusado de não conseguir juntar dinheiro o suficiente para realizar a compra.
Contrariando as expectativas, os executivos da empresa anunciaram hoje para seus acionistas pela primeira vez os planos para o futuro do famoso tracker de torrents, além de afirmar que todo o dinheiro necessário para a compra do site foi angariado com sucesso.
Segundo seu quadro de diretores, a Global Gaming Factory planeja instalar um sistema de gerenciamento que permitirá que o dono dos direitos autorais de um torrent escolha entre retirar os arquivos do ar ou ser pago toda vez que o arquivo for baixado. Eles não planejam fazer acordos de licença com os grandes estúdios de Hollywood ou gravadoras, mas sim criar uma parceria com eles.
Com esse sistema, há o risco de, assim que ele for instalado, os donos dos direitos autorais retirarem todos os arquivos hospedados no site do ar, mas os diretores da GGF afirmam que o risco de isso acontecer é “inexistente”. A partir de hoje, os acionistas da empresa tem até a semana que vem para decidir se deverão seguir com o plano ou não. Caso prossigam, a venda será fechada no dia 27 deste mês. [TorrentFreak]
De acordo com o Torrent Freak, site dedicado exclusivamente a noticias relativas ao protocolo BitTorrent, John Fanning teria tentado comprar o indexador de torrents The Pirate Bay por dez milhões de dólares nas ultimas semanas.
As negociações de Fanning, que é ex-CEO do Napster, programa pioneiro em distribuição de musica via P2P, com a Global Gaming Factory que detem os direitos do site, aconteceram em Londres sem sucesso. Ainda de acordo com o Torrent Freak, a empresa rejeitou também uma proposta de dezesseis milhões de dólares vinda de um grupo russo.
Ainda não se sabe o que irá acontecer com o The Pirate Bay após sua remodelagem que está prevista para acontecer no começo de agosto. A GGF afirma que irá respeitar direitos autorais cobrando dos usuários uma taxa ainda indefinida, o que vai contra o conceito do BitTorrent e que pode gerar o êxodo dos usuários para outros indexadores gratuitos. [Info]
O tracker de torrents Pirate Bay teve sua inesperada venda anunciada na semana passada. A Global Gaming Factory comprou o site por aproximadamente 15 milhões de reais, mas não deixou claro o que de fato estava comprando. Peter Sunde, fundador do PTB, falou ontem com o TorrentFreak sobre o negócio.
Sunde explicou que a GGF comprou todos os domínios thepiratebay, o código-fonte do site e também o banco de dados. Nesse banco de dados não estão incluídos dados pessoais de usuários nem registros (logs) de acessos e atividades, que, segundo o fundador do TPB, nunca existiram.
Perguntado se os fundadores do Pirate Bay estariam envolvidos no Pirate Bay após a venda ser concretizada, Peter Sunde disse que aparentemente isso não aconteceria. Ele afirmou que a equipe está mais preocupada em causas políticas do que técnicas, e que por enquanto não planejam lançar projetos relacionados com BitTorrent.
Ao fim da entrevista, Peter Sunde disse que comunidade envolvida no BitTorrent precisa “de mais trackers, menos sistemas centralizados e mais pessoas defendendo a comunidade”. [TorrentFreak]