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Quando você escreve um post e cria links para vários artigos que podem interessar ao seu leitor, não espera que esses links possam mudar de direção algum dia, ou pior, serem retirados do ar. Mas acredite, eles vão.

E um link quebrado pode ser bastante frustrante para o leitor que precisava daquelas informações. Ruim para o leitor e igualmente ruim para o Google: Você sabia que links quebrados podem influenciar negativamente no rankeamento de uma página? Leia mais

O Tumblr caiu, e isso foi na noite deste domingo, no horário de Brasília. Até o momento da redação deste post, cerca de 20 horas depois, o serviço ainda não voltou a funcionar.

Atualmente o que todo usuário de qualquer serviço online espera é que ele funcione perfeitamente 24 horas por dia, 7 dias por semana. Nem sempre isso acontece, e já estamos até meio acostumados a esses imprevistos (Fail Whale, alguém?), mas quando um serviço tão popular quanto o Tumblr fica fora do ar por mais de 20 horas, as pessoas já começam a querer pegar em armas e marchar em direção ao servidor (ir)responsável. Leia mais

“Olha esse post no Tecnoblog! É sobre a gente!”

Uma pesquisa da Harris Interactive aponta que, ao menos nos Estados Unidos, gays e lésbicas adultos estão entre os mais freqüentes leitores de blogs e usuários de redes sociais.

De acordo com o estudo, mais da metade (54%) dos homossexuais masculinos e femininos lêem algum blog, comparado com 40% dos heterossexuais. Em março de 2008, 51% dos homossexuais diziam ler blogs, e em novembro de 2006 eram apenas 32%.

Quanto aos tipos de blogs lidos, 36% dos gays e lésbicas lêem blogs de notícias e atualidades, contra 25% dos heterossexuais. Um em cada quatro (25%) homossexuais também lêem blogs de entretenimento e cultura pop, contra 16% dos heterossexuais.

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Um estudo conduzido pela empresa Pew Research Center e divulgado nesta segunda-feira mostra que a internet se tornou oficialmente a terceira maior fonte de informações para o norte-americano médio, ficando atrás apenas da televisão.

Depois de entrevistar 2.259 adultos entre os últimos dias 28 de dezembro e 19 de janeiro, concluíram que:

  • 92% dos entrevistados costumam se informar diariamente em mais de um tipo de mídia.
  • 78% se informam diariamente com pelo menos uma notícia de telejornais de canais regionais.
  • 73% assistem pelo menos uma vez por dia uma grande rede de notícias como a CNN ou Fox News
  • 61% leem notícias na web, entre blogs, sites ou versões digitais de jornais impressos
  • 54% se informam no rádio
  • 50% com pequenos jornais de circulação regional
  • 17% com grandes jornais de circulação nacional, como o New York Times ou o USA Today

Apesar dos dados mostrarem que os velhos meios impressos têm uma participação relativamente tímida na tarefa de informar, outros dados mostram que sua situação talvez seja menos grave do que parece inicialmente. Enquanto apenas 2% dos ouvidos se informa apenas por meios online e 38% obtêm notícias de maneira completamente offline,a maioria prefere evitar radicalismos: 59% usam meios online e offline para se manterem devidamente antenados.

Entre os assuntos mais procurados pelo público na rede estão – pasme – previsão do tempo (acompanhada por 81% dos navegantes), eventos nacionais (73%), saúde e medicina (66%), negócios e economia (64%), eventos internacionais (62%) e ciência e tecnologia (60%).

A preocupação com o clima do dia parece também dominar a pauta dos 37% que usam dispositivos móveis para acessarem a web, com 26% de audiência e à frente de assuntos como notícias (25%).

A agenda para a terceira edição do evento mais geek do país foi divulgada pela organização. A Campus Party 2010 acontecerá entre os dias 25 e 31 de janeiro no mesmo local em que foi realizada a edição de 2009, no Centro de Exposições Imigrantes na cidade de São Paulo. A agenda completa já pode ser conferida aqui.

A Campus Party tem como objetivo promover a discussão, debate e interação entre milhares de pessoas ligadas à internet, tecnologia, entre outras áreas. Neste ano, quatro áreas temáticas foram definidas: Ciência (modding e robótica), Criatividade (blog, design, fotografia, música e vídeo), Entretenimento Digital (game e simulação) e Inovação (desenvolvimento, segurança de rede e software livre).

As inscrições podem ser feitas pelo site do evento. A entrada custa R$ 140 e o camping (opcional) custa R$ 15. Um pacote de alimentação opcional também é oferecido. O valor do pacote é R$ 165 e inclui os serviços de alimentação durante os sete dias do evento (com comida, bebida e sobremesa).

logocpInscrições para a terceira edição do evento mais geek do Brasil foram abertas hoje. Por enquanto, segundo a organização, a prioridade das 6 mil vagas disponíveis será para participantes veteranos do evento, tanto da edição de 2009 quanto da de 2008, e na quarta-feira da semana que vem as inscrições serão abertas para o público em geral. No site do evento, porém, há um link que envia o usuário para a página de cadastro e que não exige muita confirmação.

O Campus Party tem como objetivo promover a discussão, debate e interação entre milhares de pessoas ligadas à internet, tecnologia e outras áreas, como blogs, fotografia, música e games. Na edição desse ano, passaram por lá mais de 100 mil pessoas e outras 6 mil acamparam no local e usaram (e abusaram) do link de 10Gbps instalado pela Telefonica. Eu fui nos dois anos e posso garantir: a internet (quando funciona) é assustadoramente rápida.

O evento acontecerá entre os dias 25 e 31 de janeiro no mesmo local em que foi realizada a edição de 2009, no Centro de Exposições Imigrantes na cidade de São Paulo. O valor da inscrição é de R$ 140, mas os veteranos que pagarem até o dia 20 terá um desconto de R$ 40. Também será cobrada uma taxa de R$ 15 para quem for acampar no evento. Infelizmente, o sistema do site ainda não mostra o link para impressão do boleto, então espera-se que a organização prorrogue a data.

Outro dia o “chefe” Mobilon tirou um monte de palavras da minha boca ao pedir para “elevar o nível do jogo” na blogosfera. Acho, pessoalmente, um saco ficar discutindo isso, mas tem momentos que é preciso falar algumas coisas para tirar o nó da garganta. Se o tema básico do Mobilon foi pela profissionalização da coisa, quero falar da criação da coisa em si.

Todo mundo sabe que existe o fenômeno nada isolado das cornucópias de blogs, e o meio tecnológico (por acaso, o meu e o do Mobilon) está cheio de exemplos. Acontece com o Zumo, aposto que acontece com o Tecnoblog, com o MeioBit e com quem tem qualquer tipo de visibilidade (incluindo grandões da velha guarda como IDGNow e Info, por exemplo).

O carinha vai, cria seu blog achando que vai faturar todas com o Adsense (coitado, não tem ideia…) e, bem, começa copiando tudo de todos, fazendo uma salada mista e indigesta de posts vindos de todos os lados, misturando ciência, política, tecnologia, sacanagem num balaio só. Sei que o link é a mãe de todas as referências neste mundinho movido a Google, mas, poxa vida, precisa copiar tudo, linha por linha, sem acrescentar nada? Nem ao menos o que acha, pensa, imagina, gosta ou não gosta naquele gadget/PC/software/hardware/sacanagem? Não. Vamos copiar que é mais legal. Como diz o meu chapa Nagano, “shame on you”.

Por um lado, dá para perdoar. Tem gente começando, não sabe (ou finge que não sabe) como as coisas funcionam, pode ser só um exercício de texto, um aprendizado, sei lá.

Aí vem a segunda (e feia) fase do processo: o velho e bom hotlink (sim, sei que dá pra bloquear esse tipo de coisa direto no servidor). Acho que passa na cabeça do cara o seguinte: “Pra que vou me dar ao trabalho de copiar um post todo (cansa…) e ainda ter que baixar a imagem e subir no meu servidor? Deixa lá mesmo e beleza”. Aí parto pro radicalismo quando estou com tempo/paciência.

Minha solução? Google + foto de bombeiro seminu + imagem trocada no meu servidor = copião P** da vida. Funciona. Já tentei dialogar, avisar nos comentários, tem gente que entende (e se esforça em aprender), muitos outros acham que a vida é assim mesmo, me xingam e querem, do fundo do coração, que eu vá me danar, que o problema é meu e pronto. Uma pena. Hotlink sempre vai me lembrar desse post do E-Mails from Crazy People (leia e se divirta)

Fato é que tecnologia não é a única coisa que dá para escrever na vida. É legal pra burro, mas não é a única. Quantos blogs legais, digamos, de sorvete (como lembrou a @flaviadurante no Twitter) têm por aí, só para ficar em um exemplo? Sobre Linux focado em usuário final? De dicas sobre Mac/iPhone sem chupar e amplificar rumores/notícias de qualquer site gringo? Então, tem espaço e ideias pra todo mundo, mas ficaria mais legal se a cultura da cópia sumir um tanto para dar lugar à cultura da opinião. Você já achou a sua?

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Tenho que dizer que às vezes tenho medo de usar a expressão “blogueiro profissional”. Essa label tem sido tão vulgarizada aqui no Brasil nos últimos dois ou três anos, que já nem transmite mais o significado que deveria. E a culpa é de nós mesmos.

Estamos fazendo história aqui, e não no bom sentido. Ainda não entenderam que quando algum gringo metido falar de “blogosfera brasileira” lá fora, ele estará se referindo a nós. Tupiniquins que acham que cheques de programas de afiliados fazem dele um profissional de alguma coisa.

Ser profissional é um estado de espírito. É uma postura ética, crítica, auto-evolução.

Seu adsense rende isso?

Você blogueiro maroto pode cair na modinha e soltar críticas ferozes em cima de líderes políticos. Mas aqui o responsável é você.

Em uma comunidade, cada membro acrescenta (ou subtrai) algo ao grupo. Cada agência espertalhona, cada blogueiro malandrinho, cada brasileiro e o seu já famoso JEITINHO de ser.

Quer ser respeitado como um profissional? Earn it.

Esse termo, aliás, só vai ganhar um significado não-pejorativo na blogosfera brasileira, quando agirmos com postura compatível. E não é rebaixando a velha mídia (que acumula uma quantidade enorme de conhecimentos valiosos) que vamos ganhar alguma coisa. Muito pelo contrário.

Blogs são como sites de conteúdo independentes, mas contam com ferramentas mais robustas. E sites independentes já dão certo no Brasil há vários anos, por que vejo tão poucos blogs se transformando em empresas por aí?

Falta foco? Cultura? Apoio financeiro?

Que tal encarar seu blog como se ele fosse uma loja? Não no sentido de transformá-lo em um brechó virtual, mas de levá-lo a sério da mesma forma que levaria um negócio físico. Se esforce para deixar seu negócio impecável em todos os aspectos. Não é assim que profissionais fazem?

E quem disse que blogueiro bom tem que ser guru de alguma coisa, ou um sujeito intelectual? Eu mesmo nem sou fã de leitura (poisé!).

A expressão “formadores de opinião” faz com que pessoas normais se esforcem demais para parecerem mais inteligentes e visionárias do que realmente são. E o resultado? Excesso de auto-achismo, ego inflado e textos quase sempre vazios e agressivos.

Este post parece genérico e é justamente para apontar um pouco esse amadorismo que domina a comunidade bloguística nacional. Outros blogs já estão fazendo a parte deles por aí, procurando formas de melhorar a cada dia.

A pergunta que fica é: Você. Está fazendo a sua parte?

[Tirinha via Nadaver]