Sete homens detidos no leste europeu estão sendo processados nos EUA por conta de um esquema de sequestro de cliques (clickjacking) que infectou 4 milhões de máquinas em 100 países, em um golpe que pode ter lhes rendido ganhos de até 10 milhões de euros (R$ 24 milhões). Leia mais
A Microsoft, empresa de softwares mais poderosa do oeste (o Vale do Silício fica no oeste dos EUA, certo?), anunciou nesta segunda-feira que colocou uma recompensa no valor de US$ 250 mil (R$ 394 mil) pela cabeça pelos nomes dos líderes da botnet Rustock, derrubada da rede no último mês de março. Leia mais
Na semana passada os pesquisadores da empresa de segurança Kaspersky divulgaram dados que eles angariaram há algum tempo sobre a TDL-4, uma nova botnet que seria, teoricamente, invencível. Mas a Microsoft discorda. Por mais segura e protegida contra ataques que essa botnet seja, a gigante de Redmond acredita que ela possa ser desligada. Leia mais
Ontem comemoramos mais uma queda no volume de spam, embora as caixas de entradas de quase todos os usuários de e-mail ainda continuem sofrendo desse mal. Isso acontece porque nem todas as botnets que enviam spam foram tiradas do ar, embora uma das maiores tenha perecido em março desse ano. Sabendo disso, os criadores de botnets resolveram aumentar a segurança das suas redes e tentar criar uma indestrutível. E parece que conseguiram. Leia mais
Quando a Microsoft teve papel importante para desativar a maior botnet do mundo, conhecida como Rustock, a gente imaginava que a história terminaria por aí. No entanto, a empresa continua com as investigações acerca do assunto. Na segunda-feira, a empresa emitiu um documento no qual afirma ter encontrado centenas de milhares de endereços de e-mail usados para spam. Leia mais
As chamadas botnets são criadas quando computadores são infectados por um vírus que recebe ordens do hacker que o programou. Alguns desses hackers escolhem usá-las para mandar spam, enquanto que outros criam serviços de aluguel de máquinas, para que outras pessoas possam fazer o que bem quiserem. O pesquisador de segurança online Brian Krebs descobriu um desses serviços que alugam tais computadores-zumbi e explorou o que ele tem para oferecer aos seus clientes.
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A conhecida frase-chavão “era bom demais para ser verdade” encaixa como uma luva nesse post. Na semana passada publicamos um post sobre a descoberta da empresa de segurança Symantec que notou um aparente desligamento da botnet Rustok. A rede de computadores zumbi era responsável por mais da metade do volume de mensagens de spam enviadas mundialmente e com o seu desligamento, esse volume caiu vertiginosamente. Mas ontem foi descoberto que a rede estava apenas tirando férias.
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Se os computadores que se tornassem zumbis também ganhassem um jeito de locomover, o Brasil estaria coberto de PCs passeando soltos pelas ruas soltando “Processadooooores, processadoooores” das suas caixas de alto-falantes. Ao menos é o que garante um relatório liberado hoje pela Microsoft, que indica que o país é o segundo colocado em pcs infectados por alguma botnet.
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Dois pesquisadores de uma empresa de segurança chamada TippingPoint Digital conseguiram criar aquela que é considerada a primeira botnet feita unicamente a partir de smartphones. Usando um inocente programa de previsão do tempo com um código malicioso escondido entre suas linhas, os pesquisadores Daniel Tijerina e Derek Brown conseguiram obter dados de cerca de 8 mil proprietários de iPhones e de aparelhos que rodam o sistema operacional Android.
Apesar da dupla afirmar que “ninguém foi prejudicado” com o experimento, entre os dados coletados estavam os números dos aparelhos e a localização geográfica dos smartphones, obtida via GPS, o que mostra o potencial de estrago que uma simples brecha de segurança num dispositivo móvel pode provocar.
A app maliciosa, conhecida como WheaterFirst, não foi distribuída nas lojas oficiais de aplicativos do da Apple e Google, mas sim em sites alternativos feitos para donos de aparelhos que passaram por jailbreak, como Cydia, SlideMe ou Modmyi. [Sophos]

Eles estão por todos os lados e querem seu cachorro.
Atenção: o Rio de Janeiro é a cidade com mais zumbis em todo mundo. Mas calma, não é o caso para temer comedores de cérebro à beira mar na cidade maravilhosa.
De acordo com um post no blog da empresa de segurança McAffe, a sede dos jogos olímpicos de 2016 é medalha de ouro em números de computadores zumbis, enquanto a prata fica com Pequim. Istambul, na Turquia, conquistou o bronze nessa competição às avessas, seguida por Moscou. Numa curiosa semelhança com o filme “Eu sou a lenda”, a cidade americana com mais zumbis é Nova York.
Para quem não sabe, computadores zumbis são aqueles contaminados por vírus que permitem que sejam controlados remotamente por crackers para o envio de pragas online ou ataques DDoS, os mesmos que nos últimos tempos derrubaram o Twitter e o Facebook.
De acordo com a empresa de segurança, o alerta serve para reforçar aos habitantes de todas as cidades do mundo a importância em se manter seu sistema operacional e antivírus sempre atualizados.
Uau, que novidade.




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