Google Images: ausência de fotos do acidente da última sexta provoca suspeita de internautas

Google Images: ausência de fotos do acidente da última sexta provoca suspeita de internautas

Desde o começo da noite da última terça-feira alguns blogs brasileiros estão acusando o Google de não exibir fotos do acidente do Rodoanel ocorrido no último dia 13 em São Paulo.

De fato, até o momento em que este post está sendo escrito uma procura pelos termos “Rodoanel” e “acidente” no buscador não retornam qualquer imagem do ocorrido da última sexta-feira pelo menos em suas 10 primeiras páginas, enquanto o Bing exibe diversas imagens do ocorrido logo no começo de sua busca.

Por diversas vezes o Tecnoblog tentou entrar em contato com o Google para esclarecimentos sobre o caso, sem sucesso até o momento.

Volte em instantes.

Os leitores do Tecnoblog já sabiam desde agosto que isso iria acontecer, mas só hoje veio a confirmação oficial: os resultados do Bing serão turbinados pelo “conhecimento computável” do Wolfram|Alpha.

Hoje, em um dia cheio de novidades para o Bing, a Microsoft anunciou no blog do Bing também que sua ferramenta de busca irá incorporar em seus resultados aqueles provenientes dos algoritmos e bancos de dados do Wolfram|Alpha, ou seja, mais do que apresentar apenas “listas sem fim de links” o Bing poderá trazer a seus usuários “o verdadeiro conhecimento e aproximá-los da resposta que procuravam ou da decisão que tentavam tomar.”

O recurso começará a ser ativado ao longo dos próximos dias nos Estados Unidos e as primeiras áreas que se beneficiarão da parceria serão a de nutrição e a de matemática. No primeiro caso, seria possível, por exemplo, buscar por “calcular IMC” (Índice de Massa Corporal) e obter como resultado um painel onde se digitaria peso e altura para obter como resultado um gráfico mostrando se a pessoa em questão encontra-se acima ou abaixo do peso considerado adequado para sua altura. Ou então, ao decidir qual suco tomar, com uma breve consulta por “laranja vs limão”, seria fácil descobrir que a laranja tem quantidade de vitamina C quase 50% maior que o limão, mas tem também 3,5 vezes mais calorias.

Já os usuários mais interessados em matemática do que em nutrição poderão se beneficiar dos novos recursos da ferramenta de buscas. Com a ajuda do que aprenderá com o Wolfram|Alpha, o Bing será capaz de plotar gráficos e resolver equações matemáticas complexas como se fossem 2+2.

A equipe do Bing (que conta com um gerente de produto chamado Pedro Silva — será que é brasileiro?) termina seu anúncio dizendo:

“Esperamos que vocês usem [as novas funcionalidades] para continuarem felizes e sadios (e bons na matemática)!”

Que assim seja.

Está com sorte? O Google certamente está.

Está com sorte? O Google certamente está.

Segundo aponta pesquisa realizada pela consultoria Serasa Experian Hitwise, 95,37% das buscas na web originadas de IPs brasileiros foram realizadas no Google, de acordo com as análises realizadas entre os meses de setembro e outubro. Isso demonstra a hegemonia que a líder mundial de buscas possui no país, onde mantém uma participação no mercado de buscas significativamente maior que no mercado internacional, onde já possui a liderança isolada. Para se colocar essa proporção em perspectiva, no mundo as buscas no Google representam, em média, cerca de 60% das buscas realizadas.

O forte domínio do Google no país fica mais claro ainda ao analisarmos os dados da concorrência: o segundo site de busca mais utilizado no país, o Yahoo, representa apenas 1,86% das buscas. A ferramenta da Microsoft fica em terceiro lugar, não muito atrás:  o Bing realiza 1,69% das buscas do país. [Info Online]

Certamente, quando Evan Williams, Jack Dorsey e Biz Stone idealizaram o Twitter, não imaginavam que a plataforma de microblogging um dia viesse a se tornar um catálogo em constante atualização dos temas mais comentados a cada instante ou um banco de dados das opiniões de pessoas do mundo todo sobre os mais variados temas. Mas acabou virando.

De fato, uma das diversas funcionalidades do twitter tem sido essa, a de saber o que as pessoas pensam, o que estão comentando e discutindo. É isso que o Twitter quer vender ao Google e à Microsoft: a possibilidade de integrar às suas ferramentas de busca esses resultados de o que “o mundo” está dizendo sobre o tema que você procura, no instante em que você faz a consulta — a chamada busca em tempo real.

O Google é o campeão em número de consultas, e o Bing (da Microsoft) é o terceiro. Como o segundo colocado Yahoo terá como motor de busca o Bing, supondo que acordos com das duas empresas fossem fechados, poderíamos dizer que o mundo inteiro veria tweets em seus resultados de busca.

Para o Twitter isso significaria, além de maior visibilidade, mais dinheiro na conta. Considerando que a empresa ainda não possui um modelo de geração de receita e, até hoje, tem vivido unicamente de dinheiro de capital de risco, um acordo como esse viria a calhar.

As negociações estão sendo levadas com cada uma das duas gigantes da tecnologia de maneira independente, portanto pode ser que seja fechado com ambas, com uma exclusivamente, ou mesmo que não haja, no fim, acordo algum. [AllThingsDigital]

Correndo atrás do prejuízo, a Microsoft apresentou hoje uma nova forma de fazer busca no Bing: através da voz. Mas não pense que eu estou falando de ligar o microfone do computador para dizer o que quer pesquisar. É no smartphone que essa nova funcionalidade estará presente.

Conforme você pode ver no vídeo abaixo (em inglês), o Samsung Intrepid, novo celular vendido pela operadora Sprint, tem um botão específico para comando de voz. Utilizando os recursos de voz da Tellme, empresa comprada pela Microsoft há dois anos, o usuário pode dizer comandos ao aparelho e também fazer buscas no Bing.

Até o presente momento, o Tellme está disponível somente nesse aparelho da Samsung e somente para a operadora Sprint. Mas é altamente provável que a MS comece a inserir a ferramenta em novos smartphones, principalmente os que estiverem rodando o novo Windows Mobile 6.5 (como é o caso do Intrepid).

Eu achei que o tempo de resposta para os comandos de voz é muito longo. A MS ainda precisa trabalhar nesse recurso para torná-lo mais ágil. [TechCrunch]

Quer fazer uma busca no Google e receber sugestões de posts em fóruns? Desde ontem, quando a companhia anunciou a nova funcionalidade, isso é possível.

Funciona da seguinte maneira: como muitos sites têm fóruns além das páginas ou posts convencionais, o Google faz a busca nas conversações postadas em fórum e apresenta os resultados logo abaixo da página principal.

No exemplo dado por eles, a busca por getting from romo to florence apresenta como segundo resultado uma página do site Destination 360. Abaixo dessa entrada, no entanto, estão resultados encontrados no fórum que o site mantém.

Busca em fóruns funcionando. (Reprodução)

Busca em fóruns funcionando. (Reprodução)

Johanna Wright, diretora de gerenciamento de produto, espera que a nova funcionalidade dê uma visão mais aprofundada sobre conteúdo relevante disponível em sites, “mesmo quando esse conteúdo se espalha por várias páginas e discussões”.

Documentos do Google Docs passarão a ser indexados nas buscas

Documentos do Google Docs passarão a ser indexados nas buscas (Imagem: Info Online)

Nas próximas duas semanas os documentos públicos do Google Docs passarão a ser indexados por ferramentas de busca, tanto do Google como de terceiros.

O anúncio foi feito por uma funcionária da empresa, Marie F., no fórum de suporte do Google Docs. Ela adianta que a mudança deve acontecer em aproximadamente duas semanas. Mas você leitor que possui documentos na nuvem do Google, pode ficar tranqüilo: apenas os documentos que forem explicitamente publicados como “Publicar como Página da Web” serão pesquisados. Esses documentos então passarão a ficar disponíveis para a indexação e acesso público. Os demais documentos não serão afetados pela mudança.

Na última segunda-feira (14), baseando-me num artigo publicado pelo New York Times, eu noticiei que o Google tinha ampla participação nos mercados de internet do Brasil e da Índia. Cheguei a dizer que a empresa dominava a internet tupiniquim. No entanto, faltou deixar claro que a Microsoft, franca concorrente do Google, também tem enorme participação por aqui.

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De acordo com pesquisa feita pela comScore, os brasileiros passaram 46,35 milhões de minutos navegando na internet em julho desse ano. Na apuração, o Google conseguiu concentrar em seus sites 13,80 milhões de minutos dessa navegação, o equivalente a 29,8% do total. Enquanto isso, internautas brasileiros ficaram nos sites mantidos pela Microsoft por 13,97 milhões de minutos, ou 30,1%.

Em resumo, os brasileiros passaram (um pouquinho) mais tempo nos sites da Microsoft do que nos do Google.

Você deve estar se perguntando como a Microsoft consegue ter mais tempo de navegação que o Google. Fui até a Microsoft questioná-los sobre isso, e a Carol Aranha, porta-voz da Microsoft Brasil, me disse que a pesquisa da comScore engloba sites como portal MSN, o site da Microsoft Brasil, o Hotmail e o Bing, entre outros. Fica complicado traçar um comparativo entre os números de cada produto oferecido pela MS com os números do Google, uma vez que não são em todos os segmentos que as duas empresas disputam. Por exemplo, a Microsoft tem um site corporativo, enquanto que o Google não tem.

[Atualização] O Live Messenger também entra na conta em favor da Microsoft, como bem lembrou o Rodrigo em um comentário nesse post.

Falando especificamente de busca, o Google ganha de lavada de qualquer outro concorrente: tem 89,5% do tempo gasto na web, enquanto que o Bing da Microsoft não chega a 2% do tempo (tem 1,6%).

O que fazer quando você quer encontrar alguma coisa na internet mas não sabe o nome específico pelo qual buscar? Esse é o problema que o Bing, sistema de buscas da Microsoft, planeja solucionar com a nova função Visual Search (busca visual, em tradução literal).

Exemplo de busca visual na categoria "Popular TV Shows"

Exemplo de busca visual na categoria "Popular TV Shows"

A página do Visual Search mostra inicialmente uma grade com tópicos e imagens relacionadas a eles. O usuário então decide qual tópico ou imagem mais tem a ver com o que ele está buscando e seleciona. A partir daí, várias imagens são mostradas numa grade de 4 x 7 organizadas por ordem alfabética ou qualquer outra ordem que estiver disponível. Em filmes, por exemplo, pode-se escolher a data de lançamento como ordem para organização. Cada uma das imagens leva para uma busca textual usando, é claro, o próprio Bing.

O recurso ainda está em fase beta. Para usá-lo é necessário instalar o Silverlight 3 e mudar para Estados Unidos nas configurações de país. Felizmente, não há verificação de IP.

[Mashable]

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Em setembro?

Mal o Bing foi lançado, e parece que a Microsoft já planeja colocar no ar versão 2.0 do serviço. A blogueira Mary-Jo Foley, da ZDNet, avistou twits que relatam um pouco do que poderia vir a ser a próxima versão do Bing.

Os twits foram publicados ontem, quando a Microsoft sediou a conferência anual na qual novos produtos são anunciados para funcionários, inclusive com alguns deles disponíveis para testes. Um twitteiro disse que o Bing 2.0 será lançado ainda no mês de setembro, com mapas com fotos. No exemplo dado, as fotos de um restaurante poderiam ser visualizadas através do buscador.

Em outra mensagem, um usuário também confirmou o lançamento do Bing 2.0 nesse mês e disse que o visualizador de mapas do serviço contará com integração com o Silverlight.

Foley falou com um porta-voz da Microsoft, que adotou a política maçazística de responder a esse tipo de questionamento: “Não temos nada para anunciar hoje”. Melhor esperar. [Electronista]