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Perder um gadget em algum lugar seco é algo bastante preocupante, embora nesses casos ainda exista uma chance de recuperação. As chances sobem quando trata-se de um Android ou iPhone, que têm aplicativos que ajudam a localizá-los. Mas quando o distraído dono de um gadget deixa que ele mergulhe nas profundezas do oceano, não resta outra opção senão sentar e chorar. E em casos raros, esperar mais de um ano para que o gadget apareça numa praia qualquer, como aconteceu com uma câmera no Canadá. Leia mais

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Alguns projetos baseados na web são tão bem feitos que merecem que nós passemos alguns minutos contemplando. Nesse artigo, a minha recomendação é que você clique nesse link e vá diretamente para o site 360Cities, conhecer uma biblioteca na República Checa. Leia mais

No final de outubro a Canon máquinas fotográficas convidou o TB para acompanhar a gravação de seu mais novo comercial televisivo lá em Recife. Óbvio que eu topei.

O comercial foi gravado em três dias. Dois que acompanhei lá em Recife e um em São Paulo. O mais engraçado é que ele foi capturado inteiramente de trás para frente. O primeiro dia foi na semi-remota praia dos carneiros, e (como vocês podem conferir na galeria abaixo) foi o mais trabalhoso de todos. Não quero spoilear o negócio, mas avancem para o final do post depois para ver o que foi aproveitado de cada dia no comercial. Leia mais

Você já viu aqui o que acontece quando uma Canon 5D Mark II (ou qualquer DSLR, na verdade) encontra com feixes de lasers usados em raves e boates quando está no modo de gravação de vídeo. Pra quem ainda não viu o post passado, um spoiler: o sensor CMOS é frito, pois uma linha aparece no meio dele, inutilizando-o. Mas e o que acontece quando se ateia fogo em uma Canon 5D Mark II? Vamos descobrir assistindo ao vídeo abaixo.
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Canon abre loja online no Brasil

Sinônimo de fotografia digital, a Canon iniciou nessa semana uma nova operação no país. Dessa vez, trata-se de uma loja online na qual os clientes brasileiros poderão encomendar todos os modelos de câmeras compactas e profissionais da empresa. Acessórios e suprimentos também poderão ser comprados diretamente a partir do site. Mas fique de olho: já tem gente reclamando dos preços praticados no Brasil. Pois é… Acessar loja.

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Lasers são perigosos. Dependendo da potência dele, um laser pode causar desde pequenas queimaduras superficiais a até cegueira permanente se for direcionado para os olhos, como no caso do já conhecido Spyder III Pro Arctic Series. Mas que tipo de dano eles podem fazer com sensores CMOS de câmeras DSLR? Um usuário descuidado de uma dessas câmeras descobriu o que acontece, da pior maneira possível, ao filmar um evento com um show de lasers.
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Uma questão com qual todo fotógrafo está sempre lidando, é a iluminação. Quando se está em um estúdio fotográfico, você conta com vários refletores para distribuir a luz pelo ambiente, porém, nem sempre dá pra carregar toda esta parafernalha para o local do evento.

O grande problema com o flash portátil, é que ele direciona demais a luz, dando muito contraste para o assunto principal. Isto além de escurecer o fundo, e destacar consideravelmente a oleosidade da pele, prejudica a coloração da foto, e acaba com a sua vividez.

A solução mais utilizada pelos profissionais são aquelas capinhas brancas que se acoplam no flash, chamadas de omni-bounce. Porém, elas não são tão eficientes em ambientes com teto alto, onde a luz se perde por não ter onde rebater. Um bom rebatedor às vezes é uma alternativa nestes casos. Mas só às vezes, afinal, conseguir resultados excelentes com apenas um flash portátil em teto alto, é quase sempre pedir demais.

Para fazer um bom rebatedor, você não precisa de mais do que cartolina, e sulfite branca. Basta tirar as medidas do flash, e moldar a cartolina de acordo com o que você julgar melhor.

Neste site, Chuck Gardner mostra o modelo que ele desenhou para o flash Canon Speedlight 580EX. Baseando-se nele, Matt Swan fez uma adaptação para o flash Nikon SB-600.

A diferença da imagem capturada com flash direto, para uma feita com o rebatedor de Gardner, é absurda. O tamanho do rebatedor parece um pouco exagerado a julgar pelas fotografias, mas para quem já viu pessoas usando tampinha de embalagem de margarina, isto não é nada.

Para montar este rebatedor, basta seguir o molde original. A única adaptação necessária, será na parte que encaixa no flash, já que cada um possui um tamanho próprio.

O único problema na utilização destes refletores, é que a pilha do flash dura bem menos. Isto acontece pois o flash não identifica a presença do rebatedor, e assim não consegue calcular com precisão a potência necessária para o disparo. Mesmo assim, acredito que vale a pena usar um destes. Afinal, se estávamos acostumados a trocar o rolo de filme várias vezes durante um evento, qual o problema em efetuar uma troca de pilhas?

Para mais informações, acesse os links abaixo: