A Claro anunciou hoje uma nova forma de personalizar o aparelho celular: o Hit Chamada. Com ele, o usuário vai poder escolher uma música, que será ouvida por quem está ligando enquanto a chamada não é atendida.

Por exemplo, o Rafa – editor do TB – poderia colocar a música “Gives You Hell”, da trilha sonora da série Glee, no celular dele. A partir daí, sempre que alguém ligasse para o sujeito teria que aturar resistir escutar a belíssima canção enquanto ele não atende o celular.

De acordo com a Claro, cada número de origem poderá ter uma música distinta. Dessa forma, ficará a cargo do assinante escolher uma música para a mãe escolher enquanto espera a ligação ser atendida, e outra para a irmã. A empresa não informou se há limite de números de origens configuráveis para esse tipo de personalização.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) conduziu um estudo sobre telefones celulares e câncer de cérebro durante a última década. Os resultados, no entanto, podem desanimar um pouco: foram considerados “inconclusivos” pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU). Isso significa, em outras palavras, que não podemos afirmar se o celular potencializa ou não o surgimento de câncer no cérebro.

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Números de celular em São Paulo poderão ter 10 dígitos

Segundo uma proposta criada pela Anatel a pedido das operadoras, que temem que a escassez de números no estado de São Paulo, essa pode ser a única saída para o crescimento da telefonia celular no estado. A proposta é de adicionar os dígitos 1 e 0 na frente antes dos novos números, como um novo DDD. As ligações entre os celulares de DDD 11 e os demais, no entanto, ainda seriam consideradas locais e não interurbanas. O projeto ainda está sujeito a debate envolvendo o governo, as telecoms e associações de defesa do consumidor e não tem data para entrar em vigor. [Info]

A Sony Ericsson apresentou ontem ao mercado brasileiro seus novos aparelhos: o Vivaz e o Xperia X10. Enquanto que o primeiro roda o já famigerado Symbian, o segundo estreia o uso do Google Android pela fabricante, uma joint venture da Sony e da Ericsson.

Entre as novidades do Xperia X10 estão os aplicativos Timescape e Mediascape. Eles são desenvolvidos em cima do Android 1.6, para que o sistema operacional ganhe funcionalidades que originalmente não tem. Eu estive presente ao evento de apresentação do produto. Mais do que isso, pude testá-lo.

Abaixo você confere um pequeno vídeo mostrando o funcionamento do Timescape (que é voltado para Twitter e Facebook) e do Mediascape (com foco em vídeo e imagem).

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Pode até parecer que a Apple abandonou o desenvolvimento dos iPods convencionais (Classic e Nano), mas a verdade é que a empresa inova mais uma vez ao produzir o iPhone Pod Classic. Confira:

iPhone Pod Classic. (Foto: Engadget)

Mentira. Essa coisinha esquisita não foi produzida pela Apple. Mas isso não quer dizer que não exista: o gadget foi visto pela sucursal chinesa do Engadget durante a China Sourcing Fair, que acontece em Hong Kong. Repare na interface da plataforma (só deus sabe qual é), que lembra e muito a do iPod Classic. Também tem a Clickwheel, aquela roda sensível a toque que deixa a vida de donos de iPods Nano e Classic muito mais fácil. Leia mais

Três celulares de uma vez só. A Nokia tirou o dia para apresentar ao mercado brasileiro nada menos que três novos aparelhos, que começam a ser vendidos daqui a alguns meses. Você vê na imagem abaixo o Nokia C3, o Nokia C6 e o Nokia E5, próximas ofertas da empresa finlandesa no Brasil.

Em comunicado, a Nokia afirma que os três celulares são focados em troca de mensagens. Afinal de contas, é cada vez mais comum ver adolescentes trocando um monte de mensagens de texto diariamente e a empresa não quer perder esse nicho de mercado que pode ser bastante lucrativo (as operadoras de telefonia que o digam).

As redes sociais são o segundo foco dos aparelhos. Rodando Symbian S40, a versão mais básica da plataforma, os Cs e o E vão acessar Twitter e Facebook com facilidade. Nada sobre o Orkut foi falado pela Nokia, o que é curioso, uma vez que o site do Google continua sendo a rede social mais acessada do país. Completam a lista de aplicativos mais importantes dos celulares: comunicador instantâneo (MSN Messenger?) e cliente de e-mail.

Nokia C3. Aparentemente é o mais simples dos aparelhos. A câmera é pobre, de apenas 2 megapixels (bem que podiam ser 5 MPs, pelo menos). O Wi-Fi está garantido, o que é bom para não depender da rede de dados celular. Não sei por que, mas ele lembra bastante a carcaça do meu Nokia E71…

Nokia C6. Um pouco mais chique, tem visor sensível ao toque de 3,2 polegadas e teclado QWERTY deslizante (na foto ele está escondido). A câmera é de 5 megapixels com flash. Motoristas se beneficiam do Ovi Mapas, que pode ser baixado gratuitamente em alguns aparelhos Nokia – inclusive o Nokia E71 e o E66.

Nokia E5. O mais completo dos celulares apresentados hoje, é uma espécie de sucessor do Nokia E72 e do Nokia E63. É mais voltado para negócios, por isso tem suporte a Microsoft Exchange e ao IBM Lotus Traveler.

A Nokia só diz que os modelos “vão chegar ao Brasil no segundo semestre”, sem dar informações sobre preços ou por quais operadoras eles vão ser vendidos. Será que só eu acho que a Nokia não quis ficar quieta depois que a Microsoft introduziu ontem os aparelhos Kin One e Kin Two, que parecem ter público-alvo similar ao dos celulares Nokia mostrados hoje?

Imagine que você comprou um novo aparelho de celular e assinou um plano maravilhoso, cheio de minutos e mensagens de texto, junto a uma operadora brasileira. Com o tempo, percebe que não é tão maravilhoso e que, inclusive, o sinal de celular é fraco justamente na região onde você mora. O que fazer? Absolutamente nada.

Já nos Estados Unidos a coisa é um pouquinho diferente. E ficou ainda melhor hoje. A Sprint – proprietária da Nextel americana – aproveitou a quarta-feira para anunciar que terá uma agressiva política de devolução de dinheiro para os clientes que não estiverem satisfeitos com os serviços de telecomunicações.

Seu dinheiro de volta.

Seu dinheiro de volta.

Vai funcionar da seguinte maneira: você compra um aparelho e assina um plano pós-pago da Sprint. No entanto, se desistir de fazer uso desse serviço durante o período de até 30 dias, poderá receber integralmente o que pagou para vincular-se à Sprint.

Ou seja, esse cliente vai ter devolução do valor pago pela ativação do serviço; devolução do valor pago pela assinatura mensal; devolução do valor do aparelho; isenção de qualquer taxa para cancelamento do plano; isenção da taxa de recolocação do aparelho. Claro que o cliente vai ter que devolver o celular para a operadora.

A diferença da nova política da Sprint frente às concorrentes é que a empresa também não vai cobrar por aquilo que o cliente consumiu (previsto no plano) e não gostou. Também é novidade a devolução da taxa de ativação da linha e o custo de retorno de aparelhos. Somente os serviços que não estão previstos no plano contratado deverão ser pagos à parte.

Bom, não é? Por enquanto nenhuma operadora brasileira se propôs a fazer algo igual, infelizmente.

[via Triangle Business Journal, Electronista, Sprint Connection, flickr Refracted Moments]

Hoje a Opera Software lançou para Android a versão beta do Opera Mini 5, assim trazendo à plataforma móvel a mais recente versão de um dos mais populares navegadores do mercado móvel.

Um dos motivos para a popularidade do browser nesse nicho é o fato de os dado serem comprimidos pela Opera Software em até 90% antes de serem enviados ao Opera Mini no celular, segundo a empresa. O benefício é sentido na velocidade de carregamento das páginas e no bolso, caso seu plano tenha o tráfego limitado em menos Megabytes do que você gostaria.

Outros destaques do beta são a navegação por abas e o (já tradicional recurso do Opera) Speed Dial, que mostra uma grade de nove miniaturas com seus sites preferidos logo que o browser é iniciado. Para baixar o aplicativo é preciso visitar o link m.opera.com/next a partir de seus dispositivo com Android ou procurar pelo Opera Mini 5 no Android Market.

Uma garota saudita de 13 anos de idade foi condenada pela corte do Golfo de Jubail a levar 90 chibatadas na frente de suas colegas de classe por ter sido flagrada carregando um telefone celular equipado com câmera na escola. E, como se esse castigo não fosse o suficiente, ela ainda passará dois meses numa prisão por conta de sua abominável infração.

De acordo com o jornal The Daily Mail, por alguma razão as avançadíssimas leis locais proíbem a presença do gadget em suas escolas para meninas, e tamanha punição está longe de ser das mais pesadas aplicadas por lá, onde não raro infratores são condenados a afogamentos, decapitações ou crucificações públicas. E o caso está longe de ser uma raridade: só nos últimos três anos, outras 16 meninas foram condenadas a levarem entre 300 e 500 chibatadas por desrespeitarem seus professores.

No poder desde 2005, o rei Abdullah não vem medindo esforços para promover um “resgate moral” dos habitantes de seu feudo país, o que incluiu, entre outras coisas, a proibição de cinemas e teatros.

Se eu pudesse escolher um objeto, qualquer um, que representasse o povo brasileiro na sua essência, este seria o aparelho de televisão. Embora TV seja praticamente um commodity mundial, no Brasil ela tem particularidades tão próprias que acabou se tornando objeto de estudo de diversos pesquisadores de tudo quanto é país.

O brasileiro ama TV. Muitas vezes ele não tem nem geladeira, mas a TV está presente. E quase sempre ligada. O IBGE atesta que 98% dos domicílios deste país tropical e ensolarado possuem TV, mas geladeira, são 92%. Eu já vi moradores de rua que montam barracos de lona e papelão sob viadutos, equipando-os com colchão, fogareiro e… TV. Devidamente ligada através de um gato ao poste de luz mais próximo. Ah, o gato. Outro símbolo nacional – mas este fica para outro post.

Nos anos 70 os militares empreenderam uma bem-sucedidada campanha para que a TV estivesse em todos os nossos lares, a fim de “levar o conhecimento e promover a integração nacional”. Intenções escusas à parte, deu certo.

Semana passada completamos 2 anos de TV digital no Brasil. Depois de um grande estardalhaço na estréia, a empolgação foi esfriando, como bem sabemos, devido à demora dos aclamados recursos de interatividade, do equipamento, dos preços, da cobertura tímida. E o povão continua confuso, sem entender do que realmente se trata. Muitos acham que é o mesmo que TV a cabo. Os preços assustadores dos aparelhos contribuem para elitizá-la ainda mais. Talvez o governo não tenha explicado o suficiente que bicho é esse. Ou explicou mal: quantos dos nossos milhões de brasileiros classe C, D e E poderiam assistir sua novela, seu jogo de futebol ou programa de auditório numa TV com resolução full HD, com menus interativos e acesso à internet? Ah, sim, tem a caixinha conversora (onde?) a preços módicos, mas quem a usaria para ligá-la na sua TV de tubo de 20 polegadas?

Menciono a TV de tubo porque, enquanto estava na fila do caixa de um grande varejista há 2 semanas, vi um casal de idosos com a caixa de uma TV dessas, de 20 polegadas, no carrinho. Foi aí que parei para pensar se TV digital faz mesmo falta para o grosso do povão. Puxando papo para aplacar a longa espera, soube que a nova aquisição confortaria a simpática dona de casa, que poderia agora ver sua novela em paz enquanto os membros jovens da família não mais brigariam por esportes ou filmes.

É isso. Reclama-se que o brasileiro não lê, não vai a teatro, museus, cinemas e parques. Falta dinheiro para livros, teatro e cinema, e falta disposição para o lazer barato de qualidade, às vezes longe demais das periferias. Que pai levaria seus filhos a uma biblioteca, parque ou museu do outro lado da cidade, exausto que está de trabalhar incansavelmente e ainda passar horas dentro da condução, todos os dias? A TV, contudo, está sempre ali, dentro de casa. É conforto, companhia, fantasia, diversão, válvula de escape. De graça e sempre presente.

Você vai assistir a Copa do Mundo de 2010 em seu dispositivo móvel?

Na tela grande a TV digital vai devagar por todos os motivos que esboçamos acima. Mas nos dispositivos móveis, tudo deveria ser mais fácil e barato, não? Quem se habilita a ver TV numa diminuta telinha de celular ao invés de um confortável aparelho convencional tem razões bem claras. São os trabalhadores que passam 3 horas por dia no transporte coletivo; guardas, vigilantes, porteiros, plantonistas. Temos uma legião de brasileiros que se enquadram nessas categorias.

Samsung e LG apresentaram seus celulares com TV digital que estão há um tempinho à venda. Há poucas semanas, a Nokia anunciou um módulo bluetooth para conectar vários de seus modelos à TV digital. Não há muitos detalhes do funcionamento desse acessório ainda. A impressão que eu tenho é que ele está tão incompleto quanto a própria TV digital brasileira. Vai dar para gravar programas ou trechos deles? E interatividade, vai rolar? Sim, sabe-se que ele será compatível com o Ginga, o sistema que vai comandar nossa nova TV. Mas cadê o Ginga?

E para o povão, que diferença vai fazer esse Ginga, afinal?

Nesse ínterim, os celulares xing-ling com TV analógica continuam fazendo o maior sucesso nos camelôs e centros comerciais populares. E é aí que TV convencional e TV móvel se cruzam no universo C-D-E. Não importa a qualidade, não importa esse negócio de interatividade. O aparelho só tem que ser barato e funcionar. No Brasil, convergência não tem nada a ver com integração de ferramentas. É, pura e simplesmente, a comodidade de ter um sinal de televisão num aparelho que todo mundo já leva no bolso todo dia: o celular. Pré-pago, lógico.