O chamado “Conselho Supremo das Forças Armadas”, no comando do Egito desde a queda do ditador Hosni Mubarak em fevereiro de 2011, está executando um plano de bloquear completamente o acesso à pornografia online aos navegantes do país. Mohamed Salem, ministro das telecomunicações e informações tecnológicas (hein?) do país, anunciou seu plano na semana passada. De acordo com o governante, em breve irá se reunir com a Autoridade Nacional de Regulamentação das Telecomunicações para “expor os métodos eletrônicos necessários para controlar o acesso a sites adultos”. Ou seja, censura.
Começa hoje em Nova Délhi, na Índia, um importante julgamento que tem Google e Facebook como réus. As autoridades reguladoras de comunicações no país questionam a capacidade dos dois gigantes da internet de promover com eficácia a censura determinada em lei pelos legisladores. Executivos de Google e Facebook podem ser condenados a cumprir pena na prisão, na pior das hipóteses. Leia mais
Sem qualquer alarde, o Google iniciou uma mudança estrutural na forma como lida com os acessos ao Blogger faz três semanas. Em resumo, a empresa agora admite realizar a censura prévia de conteúdos específicos seguindo critérios adotados em alguns países. A medida visa a atender legislações específicas para posts publicados na plataforma de blogs. Leia mais
Muito se falou desde a criação das propostas de lei SOPA e PIPA, que poderiam censurar provedores e usuários americanos da internet de uma maneira jamais vista. Os congressistas americanos responsáveis por votar essas propostas perceberam o quanto ela é odiada essa semana, depois que grandes empresas da web se mobilizaram para protestar contra elas. Esse mobilização parece ter dado resultado agora que tanto a SOPA quanto a PIPA foram arquivadas indefinidamente. Leia mais
A internet virou um lugar mais escuro nessa quarta-feira quando diversas empresas ligadas à web decidiram protestar contra as propostas de lei SOPA e PIPA, que transitam no congresso americano há algum tempo. A ideia geral era de fazer um blackout, desativando qualquer funcionalidade nos seus sites. Mas alguns dos serviços não podem se dar ao luxo de sair do ar por muito tempo, então as formas de protesto variaram bastante. Veja abaixo alguns dos principais. Leia mais
Desde o último domingo as operadoras de telefonia do Paquistão estão obrigadas a censurar termos “obscenos” das mensagens de textos enviadas pelos habitantes do país, informa a rede de notícias AFP.
De acordo com informações recebidas pela rede de notícias, no último dia 14, as autoridades de telecomunicações do país enviaram às operadoras uma lista com exatos 1.695 termos que deveriam ser banidos das conversações locais em 7 dias. Leia mais
Sem dar muitas explicações, a Apple retirou de sua App Store o jogo Phone Story, uma coleção de mini games que mostram o lado sombrio da produção de smartphones.
Phone Story: a carapuça serviu certinho na Apple
O jogo foi desenvolvido por uma empresa italiana chamada Molleindustria, conhecida de outros carnavais por conta de games como Oligarchy, em que o player encarna um magnata com a missão de esgotar os recursos do planeta. Ela também produziu Operation Pedopriest, sobre a igreja católica e seus escândalos sexuais. Leia mais
Foram 17 longos anos de espera, mas finalmente os pobres cidadãos de (quase) todas as idades na Alemanha estão autorizados pelo governo local a viverem momentos de rara delicadeza e poesia enquanto tentam usar uma metralhadora giratória para derrotar um demônio cibernético que tem uma bazuca implantada no lugar de uma das mãos. Eles agora podem comprar o conhecido jogo Doom. Leia mais
Em 2010 o Google criou o chamado Relatório de Transparência, para divulgar em números exatos quantos pedidos judiciais a empresa recebe dos governos de diversos países relacionado a dados dos seus usuários, seja para remoção deles ou pedindo mais informações. Hoje essa ferramenta recebeu uma atualização e pela primeira vez o Google passou a mostrar qual a porcentagem dos pedidos recebidos foram cumpridos. Leia mais
O CSA, órgão responsável pela regulamentação das comunicações audiovisuais na França, lançou uma determinação nesta semana que proíbe que os termos “Twitter” e “Facebook” sejam ditos na programação das televisões ou rádios do país, salvo nas ocasiões em que as empresas estiverem sendo alvo de alguma matéria. Leia mais




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