Teria Jobs alguma relação com as mortes? #MEDO

Uma funcionária do Foxconn Technology Group — também conhecido como Hon Hai Group — foi encontrada morta ontem. Acredita-se que ela tenha cometido suicídio saltando de seu apartamento em Shenzhen, na China. A polícia local está investigando o caso.

A funcionária de 24 anos, identificada apenas pelo sobrenome Zhu, trabalhava na fábrica que monta os iPhone para a Apple desde agosto. Ela não foi o primeiro caso de suicídio na empresa; houve mais cinco neste ano. Um caso, porém, é bastante curioso.

Em julho do ano passado, um dos funcionários da fábrica cometeu suicídio após o desaparecimento de um protótipo do iPhone. Coincidentemente, o suicídio de Zhu acontece também na mesma época que mais um protótipo do iPhone 4G vem a público através de um vazamento.

Agora fiquem à vontade para começar as teorias de conspiração. Seria o suicídio uma retaliação cuidadosamente planejada para parecer um mero acidente? Seria ele fruto da culpa por ter deixado vazar um precioso e (não mais tão) secreto iPhone 4G? Teria ele alguma similaridade com o suicídio ocorrido no último ano? Ou seria apenas mais um caso como os outros, sem qualquer relação com Cupertino? Talvez nunca saibamos a resposta para esse mistério… :P

Com informações: Bloomberg Businessweek.

Ninguém precisa ser um especialista para saber que a segurança de redes Wi-Fi não é nada exatamente inquebrável, mas não é qualquer um que de fato tem os meios para fazê-lo. É por isso que na China um novo “gadget” está fazendo sucesso: um dispositivo USB que descobre a senha das conexões Wi-Fi das redondezas.

Esses adaptador Wi-Fi USB são conhecidos como ceng wang ka, que, como todos sabemos, significa algo como “cartão de desvio de rede” em chinês. Eles vêm com um sistema Linux e um software que quebra a segurança da rede. Os kits têm chamado tanta atenção que até mesmo o site de leilões Taobao.com (uma espécie de Mercado Livre chinês) precisou banir as vendas do produto, afinal o ato de quebrar senhas não é visto como a coisa mais legal do mundo.
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Pelo visto, o atraso no lançamento internacional do iPad não impediu que algumas empresas chinesas desenvolvessem suas próprias leituras do tão falado tablet da Apple.

A agência de notícias Reuters reporta que versões genéricas do mais novo gadget da Apple já podem ser encontradas na região de Shenzhen, local tradicionalmente conhecido por sua vocação em comercializar cópias de produtos famosos como iPhone, Nintendo Wii e outros produtos “de marca”. Um modelo de tablet com tela sensível ao toque, com três portas USB e rodando o sistema operacional Windows 7 pode ser encontrado na área por módicos US$ 410 (R$ 720), mais em conta seu sua fonte inspiradora da empresa da maçã, que lá fora tem preços a partir de US$ 499 (R$ 875). Leia mais

Pode até parecer que a Apple abandonou o desenvolvimento dos iPods convencionais (Classic e Nano), mas a verdade é que a empresa inova mais uma vez ao produzir o iPhone Pod Classic. Confira:

iPhone Pod Classic. (Foto: Engadget)

Mentira. Essa coisinha esquisita não foi produzida pela Apple. Mas isso não quer dizer que não exista: o gadget foi visto pela sucursal chinesa do Engadget durante a China Sourcing Fair, que acontece em Hong Kong. Repare na interface da plataforma (só deus sabe qual é), que lembra e muito a do iPod Classic. Também tem a Clickwheel, aquela roda sensível a toque que deixa a vida de donos de iPods Nano e Classic muito mais fácil. Leia mais

"La garantia soy yo!"

A chinesa Meizu fez fama (e quiçá, fortuna) no distante ano de 2007 com o smartphone M8, primeira cópia relativamente decente do iPhone a desembarcar nos camelôs de todo o mundo. E depois de algum tempo esquecida dos holofotes em um mundo repleto de HiPhones, a companhia anunciou em seu fórum oficial (mas hein?) que dará a volta por cima com seu novo tablet, que não por um acaso deixa aquela impressão de “eu já te vi em algum lugar”.

Atendendo pelo nome de Mbook, o aparelho bebe da fonte do iPad e tem tela fullscreen de 8.4 polegadas sensível ao toque com resolução de 1024 por 768 pixels, processador de 1.5 Ghz bateria com 12 horas de duração e opcionalmente pode vir de fábrica com luxos como GPS, conexão 3G e saída HDMI. Para explorar todas as capacidades do hardware o modelo viria equipado com o Android OS.

Aos mais animados, por hora o modelo ainda não tem preço ou data de lançamentos definidos e a única imagem divulgada até o momento parece ser uma projeção 3D. Como todas suas especificações divulgadas são boas demais para ser verdade, também é bom não se surpreender caso uma ou outra coisinha fique de fora de seu modelo de produção, mas uma coisa é fato: é questão de tempo para que iPads genéricos cheguem ao mercado.

E a censura chinesa volta a se movimentar. Até então focando-se nos serviços do Google, Pequim parou um pouco de pressionar a empresa de Mountain View. O próximo alvo é o Yahoo, que viu contas de e-mail de diversos usuários serem hackeadas nos últimos dias.

Curiosamente, a maioria das contas do Yahoo Mail que foram invadida são de pessoas que têm alguma ligação com assuntos desinteressantes para o governo chinês (como o massacre na Praça da Paz Celestial ou os abusos que Pequim comete na tentativa de manter o regime ditatorial em funcionamento).

A jornalista Kathleen McLaughlin, por exemplo, teve o acesso ao e-mail restringido entre 25 de março (quinta-feira passada) e hoje (quarta-feira). Kathleen trabalha como freelancer em Pequim, o que já dá pistas dos motivos pelos quais seu Yahoo Mail foi subitamente bloqueado.

Andrew Jacobs, jornalista do prestigiado New York Times que mora em Pequim, também percebeu uma movimentação estranha na sua conta do Yahoo Plus, serviço de e-mail pago do Yahoo. O e-mail do repórter foi reconfigurado para que todas as mensagens fossem encaminhadas para um outro endereço de e-mail, que não é dele. Bastante suspeito, não?

Resta saber qual vai ser o próximo grande serviço a sofrer nas mãos do comando chinês. Não custa lembrar que o Google está, aos poucos, saindo da China, mas Yahoo e Microsoft/Bing continuam a compactuar com a censura que Pequim impõe aos serviços de busca.

O Google afirmou nesta terça-feira que alguns de seus serviços estão parcialmente bloqueados na China por conta de um “problema técnico”.

De acordo com a gigante da web, desde o último domingo seu serviço de telefonia móvel não pode mais ser acessado pelos usuários do país e algumas agências de notícias afirmam que em algumas regiões os navegantes dão de cara com uma mensagem de erro ao tentar acessar os endereços Google.cn ou Google.com.hk. Apesar da empresa norte-americana afirmar que problema é causado por conta da atuação do Grande Firewall da China (que, vá lá, tem o nome oficial de “Escudo Dourado”, bem menos engraçado), não foi dessa vez que o país bloqueou o grande senhor das buscas na rede em retaliação à sua decisão de parar de censurar o conteúdo exibido aos sensíveis cidadãos chineses.

Na realidade o problema aconteceu por causa da inclusão, aparentemente aleatória, das letras “RFA” nos parâmetros das urls do sistema de busca do Google, o que confundiu o Grande Firewall por fazer referência ao site de notícias Radio Free Asia, bloqueadíssimo por lá, que pode ser encontrado no endereço RFA.org.

Em uma declaração oficial, o Google afirma que seus técnicos estão “trabalhando para resolver o problema”. A página que mostra a disponibilidade de seus serviços na China continua a mostrar que tudo anda normal – ou seja, com o YoutTube, Sites e Blogger bloqueados e Docs, Picasa, Groups e Mobile funcionando parcialmente. [ReadWriteWeb]

A GoDaddy, uma das maiores empresas de registros de domínios do mundo, anunciou hoje que tem planos de encerrar o registro de domínios em território chinês. Um dos motivos que levam a empresa a cogitar essa possibilidade é a forma como o governo chinês vem tratando o Google.

Christine Jones, conselheira-geral da empresa, disse à agência de notícias Reuters que acredita que “muitos dos abusos de internet originados na China são devidos à falta de reforço contra atividades criminosas por parte do governo chinês”. Segundo ela, a GoDaddy já teria bloqueado dezenas de ataques provenientes da China apenas nos três primeiros meses de 2010.

A intenção da GoDaddy é parar de oferecer registro de domínios para pessoas que residam no território chinês. A empresa, no entanto, manteria o acesso aos domínios .cn que já foram comprados por meio de seu sistema de registros.

Caso os planos da empresa de internet sigam em frente, ela se juntará ao Google no protesto para que Pequim permita maior abertura no uso da internet e também contra os ciberataques provenientes da China, que são cada vez mais comuns. “A China tem focado em usar a internet para monitorar e controlar atividades legítimas de cidadãos, em vez de penalizar aqueles que cometem crimes ligados à internet”, declarou Christine.

[via Reuters]

O Google esperava que o governo chinês não respondesse à decisão da empresa de desviar todo e qualquer acesso feito por chineses ao site de buscas local para o Google de Hong Kong (Google.com.hk). No entanto, Pequim – como toda boa ditadura – já está a postos para defender a ideologia que há décadas domina o país de 1,5 bilhão de habitantes.

De acordo com o jornal New York Times, dirigentes da China ficaram furiosos ao tomar conhecimento da posição do Google, que claramente desafia as ordens de Pequim. O governo chinês foi obrigado a pensar no que fazer com os milhões de usuários que eram direcionados do Google chinês para o de Hong Kong, onde a censura a sites de consulta populares como a própria busca do Google, o Google Notícias e o Google Imagens não sofre qualquer tipo de restrição. Leia mais

O Google acaba de anunciar em seu blog corporativo que desativou, na manhã de hoje, o dominio google.cn. A versão do buscador para o gigantesco mercado chinês de internet passa a redirecionar para o google.com.hk, que normalmente atenderia somente os usuários do Google que fazem acesso a partir de Hong Kong.

“Hoje mais cedo nós paramos de censurar os nossos serviços de busca – Google Busca, Google Notícias e Google Imagens – no google.cn.”

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