Você acha que passar tempo demais na frente do computador faz mal à vista? Até um tempo atrás, eu não acreditava nisso, mas depois de pesquisar um pouco o assunto posso afirmar: há um pingo de verdade nessa história.

Reza a lenda, que a claridade do monitor emite ondas alfas radioativas que corroem a retina alguma coisa que não faz bem para os nossos olhos. A verdade é que a própria claridade não faz bem para o olho. Esta radiação não causa danos físicos ao olho, mas a exposição prolongada pode provocar alguns sintomas temporários, como olhos vermelhos e lacrimejantes, sensibilidade à luz, e dificuldade para atingir o foco.

Você certamente já passou madrugadas no computador, e a sensação é que alguém jogou areia nos seus olhos, certo? O globo fica todo ressecado, e a vista começa a embaçar. Este ressecamento talvez seja o único e pior mal que o computador nos causa.

Isto acontece, pois ao ficarmos na frente do monitor, piscamos até cinco vezes menos! Como consequência, este ressecamento pode sim causar males à córnea.

Eu que trabalho o dia todo no computador, me pego nas situações citadas acima com freqüência, principalmente com relação a dificuldade para atingir o foco. É normal para mim abrir o meu leitor de feeds, e não conseguir passar do primeiro artigo. As letras parecem ensaiar um esquema de pirotecnia.

E tem mais, este cansaço visual não ataca apenas quem tem algum problema de visão. Eu sou prova viva disso, nunca precisei de óculos na minha vida.

Fique atento! Há algumas medidas que você pode tomar para melhorar a sua experiência na frente do computador. A mais clássica (e efetiva) é fazer intervalos regulares. Eu sei que é difícil (acredite!), mas tente se afastar do computador por alguns minutos, algumas vezes por dia. Trabalhar em ambientes escuros força a vista, mantenha a luz acesa sempre.

No que diz respeito a configuração da máquina, sempre deixe o monitor com o contraste no máximo, e o brilho (quase) no mínimo. Isso é uma lição que todo profissional de design e fotografia digital deve conhecer.

Mantenha a taxa de atualização do monitor na mais alta possível, o ideal é a partir dos 85hz. Monitores de LCD também são menos prejudiciais, pois não emitem elétrons, e deixam a imagem menos tremida.

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A cada dia que passa, novas fontes geradoras de energia limpa são descobertas. Desta vez, Thaddeus Jusczyk e James Graham, dois estudantes graduados do MIT, desenvolveram uma tecnologia chamada de Crowd Farm (“fazenda da multidão” em português), que capta o movimento sobre o chão, e o transforma em energia elétrica.

O Crowd Farm é como um segundo assoalho, que se comprime ligeiramente com a força que lhe é imposta. Ele poderia ser colocado em lugares bastante movimentados, tais como edifícios públicos, estações de metrô e até em apresentações musicais.

Um passo humano, gera eletricidade suficiente apenas para acender duas lampadas de 60w e por um único segundo. É pouco, mas se multiplicarmos este pequeno passo em escalas gigantescas, já teríamos uma quantia interessante de energia limpa e o melhor: inesgotável.

O único empecilho no momento, é que apesar de ser fácil de replicar o Crowd Farm, seus componentes são caros demais para serem implantados em grande escala.

Mais informações: MIT News

matrix.jpgPesquisas estão sendo desenvolvidas nas áreas de biotecnologia, nanotecnologia, neurologia, engenharia computacional, ciência computacional e química. Tais pesquisas apontam a lendária Matrix como uma possibilidade.

A teoria tem como fonte principal o estudo do cérebro, focando na sua capacidade de regeneração e quais as frequências dos impulsos elétricos que ela trabalha e na produção de micro-chips capazes de imitar a frequência ultilizada.

As questões éticas estão de lado no momento, pois a desculpa é muito convincente: “Recuperação de cérebros acidentados”, porém se de fato a pesquisa for um sucesso esses chips serão capazes de modificar os impulsos da parte motora e principalmente da memória podendo ser usado para lavagem cerebral e controle físico via rádio.

[matéria enviada por Marcelo Becker]

Tempo atrás era a polêmica dos celulares em causar constrangimentos ao corpo humano e o fato da radiação. Agora chegou a vez do Wi-Fi.

A Lakehead University, uma universidade canadense em Ontário, revelou estudos que as doenças como leucemia e tumores no cérebro estão ligadas a transmissões de sinal por rádio. Mas nada ainda comprovado, a universidade mesma fala que não foi provado que o Wi-Fi não traz riscos à saúde.

Não existe nenhuma pesquisa conclusiva ainda sobre esse assunto.

Há uma pesquisa sim, do Instituto americano In-Stay que prevê que o número de etiquetas inteligentes usadas nas aplicações de localização e rastreamento com Wi-Fi, deve alcançar dois milhões em 2010. É o Wi-Fi entrando na briga pela localização. E nesse assunto, os analistas de mercado estão otimistas com o desempenho do Wi-Fi.