Ao implementar a função de geolocalização no Twitter, a rede social provavelmente só tinha como objetivo agregar mais valor ao serviço. De fato, chuto que essas foram as exatas palavras que o departamento de marketing deve ter usado para convencer os programadores de que era uma boa ideia. Por ele ser uma função opcional, os cuidadosos com a privacidade ficaram despreocupados e quem não liga de transmitir sua localização tratou de ativá-lo. Esse último grupo talvez se sinta compelido a desmarcar essa opção.
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O controle que o Google tem no Android é pouco no cenário atual. Ele permite que fabricantes e operadoras personalizem o sistema como bem quiserem, inserindo desde as lojas próprias de aplicativos a até interfaces customizadas para exibição de mídias no celular. Mas de acordo com fontes do site BusinessWeek esse tipo de regalia pode estar fadada a acabar. Ou ao menos diminuir bastante. Fontes do site dizem que o Google está apertando o cerco em fabricantes de celulares Android.
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Dê uma espiadinha no código-fonte do Android 2.3
Quer dar uma olhada no código-fonte do Android 2.3 e saber como as entranhas do Gingerbread funcionam? Fique à vontade então, essa é a beleza do código aberto. As linhas do sistema operacional acabaram de ser adicionadas ao repositório do Android Open Source Project. Se o servidor não estiver instável com os downloads do mundo todo, basta ir até lá, baixar, e começar a fazer sua ROM customizada.
| Android Open Source Project
É claro que Steve Jobs não iria sair impune com suas declarações de ontem, hoje vieram respostas de empresas citadas durante a prestação de contas do quarto trimestre fiscal da empresa. Aliás, é muito provável que ele já soubesse que isso iria acontecer. Mas ei, ele vai estar nas manchetes de tecnologia por pelo menos três dias consecutivos na semana, não deve estar muito incomodado com essa publicidade espontânea.
Um dos primeiros a se manifestar foi o vice-presidente do Google (e “pai” do Android) Andy Rubin, que resolveu xingar muito no Twitter — ou algo assim. Leia mais
Mal desligamos os torrents do Linux, e já temos duas atualizações para distros populares: Fedora, a versão do Red Hat mantida por usuários, e o Slackware chegam à versão 13 e 13.1, respectivamente.
Voltado para o usuário final – e uma ótima opção se você quer uma distro que seja apoiada por uma empresa mas não pretende usar o Ubuntu – o Fedora lembra em muitos aspectos a distro da Canonical, mas possui várias diferenças de arquitetura, a começar pelo gerenciamento de pacotes, o RPM Package Manager, além de várias ferramentas próprias de configuração. Entre as principais novidades, podemos citar:
Apesar de o Linux não ser um sistema operacional extremamente popular (e sejamos francos, além do Windows, nenhum é), a fatia de mercado que detém entre os netbooks é digna de nota: 32% dos 35 milhões de netbooks comercializados esse ano vieram/virão com o sistema de código aberto, segundo Jeff Orr, analista da ABI.
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Ainda segundo Orr, o Ubuntu é a distribuição preferida nos netbooks, e o Linux deve superar o Windows nessa categoria até o ano de 2013. A Microsoft, por outro lado, sustenta que “mais de 93% dos pequenos notebooks do mundo rodam Windows atualmente.” [ComputerWorld]
Rumores de que a Canonical estaria criando uma loja online de músicas para seu sistema operacional Ubuntu caíram na rede hoje, depois que uma página na sessão de diagramas do site Launchpad.net foi descoberta. O site é usado como plataforma de discussão e rastreamento de bugs, dentre outras coisas, mantida por desenvolvedores e pela própria Canonical.
Na página, há um link para uma entrada na wiki do Ubuntu que data como criada ontem (16) e especifica detalhes da chamada Ubuntu One Music Store. Segundo o ‘conceito’ disponível na página wiki, a idéia principal seria integrar um navegador em um programa de gerenciamento de músicas para Linux que já exista, como o Rhythmbox ou Banshee.
A especulação é de que a loja seria integrada à Amazon MP3 Store, já que no dia do lançamento da versão atual do Ubuntu, Karmic Koala, o CEO da Canonical, Mark Shuttleworth, mencionou o nome da Amazon algumas vezes durante uma conferência com a imprensa. A loja serviria para preencher um vazio criado pela ausência de versões para Linux da iTunes Store, da Apple, que nunca se preocupou muito com usuários do sistema. Já a Amazon, disponibiliza versões para Linux do gerenciador de downloads da sua loje online de músicas.
O programa viria integrado à versão 10.04 do Ubuntu, de codenome Lucid Lynx, que deverá ser lançado em Abril de 2010. [DownloadSquad]
O Google, em busca de uma linguagem que reduzisse a complexidade da programação de aplicativos, desenvolveu a linguagem Go, que, segundo a empresa, atinge esse objetivo sem comprometer a performance.
Essa é uma linguagem que tem sido desenvolvida e testada internamente na empresa ao longo dos últimos 2 anos e apresenta raízes de suas bases sintáticas na linguagem C, embora tenha bastante influência de diversas outras linguagens menos mainstream, a saber: Pascal, Modula, Oberon, Newsqueak e Limbo.
“Desenvolvemos a Go porque ficamos um pouco frustrados com o quão difícil o desenvolvimento de software tem se tornado nos últimos 10 anos,” disse Rob Pike, engenheiro de software do Google e um dos pais do projeto
A linguagem, segundo os desenvolvedores do Google, é bastante rápida (inclusive na compilação), segura (conta com “coleta de lixo”, ou seja, programas desenvolvidos com ela não ficam roubando cada vez mais memória só porque continuaram abertos) e especialmente hábil em lidar com cenários multiprocessador, graças a seu modelo de programação concorrente.
A linguagem, no entanto, não está madura ainda, e é aí que entram os desenvolvedores do mundo todo que o Google convida a se engajarem no projeto. Com a abertura do código da linguagem, a empresa espera contar com o apoio da comunidade open-source e levar a linguagem Go rapidamente a um nível de maturidade que levaria muito tempo para atingir caso se mantivesse fechada.
“Precisamos de melhores bibliotecas e ferramentas, e a comunidade open-source é ótima em ajudar com coisas assim,” disse Pike.
Maiores informações, documentação e tutoriais podem ser encontrados no site oficial. [PCWorld]
A conhecida fabricante do Firefox anunciou ontem (22) a criação de uma nova ferramenta no Mozilla Labs: o Raindrop (gota de chuva em tradução livre). O programa está disponível para qualquer pessoa que estiver disposta a compilar o código-fonte e a Mozilla afirma que a missão dele é “tornar agradável participar de conversas com pessoas com quem você se importa, sejam elas conversas por email, twitter, blog ou redes sociais”. Ele está sendo desenvolvido pela mesma equipe responsável pelo Thunderbird.
Segundo Bryan Clark, líder do setor de experiência do usuário na Mozilla, o Raindrop usa um mini servidor web para buscar as conversas de diversas fontes, separa as partes importantes e permite que o usuário interaja com elas usando qualquer navegador moderno. Segundo a Mozilla, esses navegadores são apenas o Firefox, o Safari ou o Chrome, os únicos a usarem os padrões web modernos.
O projeto, por enquanto, só passou por duas iterações. A Mozilla também pede que os usuários interessados em envolver-se no Raindrop publiquem mock-ups de interfaces no flickr do grupo, fucem o código-fonte e façam as próprias adaptações e até converse com os desenvolvedores na área de bate-papo do projeto. [PCWorld]
A empresa de pesquisas Gartner publicou nessa semana projeções interessantes para o mercado de plataformas para dispositivos móveis. De acordo com a empresa, até 2012 nós veremos a franca ascensão do Google Android e o declínio de Windows Mobile, iPhone OS e BlackBerry OS.

HTC Magic roda Android.
Em 2012, prevê a Gartner, Symbian e Google Android serão as duas plataformas mais usadas no planeta. O Android deverá subir de atuais 2% para 14% daqui a quatro anos, enquanto que a presença do Symbian deverá diminuir de aproximadamente 50% para 39% de participação nesse mercado.
A Gartner listou cinco motivos que levarão o Android a ser um sucesso. Vamos a eles:
- O Android é mantido pelo Google, que poderá oferecer seus serviços de computação na nuvem com mais facilidade.
- A plataforma vem sendo melhorada com rapidez. A versão 1.5 foi muito bem recebida pelos usuários.
- É um sistema de código aberto, o que permite que mais desenvolvedores criem aplicativos para ele.
- Funciona em diversos aparelhos de diversos fabricantes, como Samsung, Motorola e HTC. A última anunciou recentemente que vai trazer o HTC Magic para o Brasil, com Android como sistema operacional.
- O Android combina boas características de outras plataformas: menus e aplicativos como os do iPhone, ícones parecidos com os do Windows Mobile, e multi-tarefa como a do Palm Pre.
É uma pena que atualmente somente dois fabricantes (HTC e Samsung) ofereçam o Android no país, e por um preço tão elevando. [ZDNet/ComputerWorld]






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