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Até hoje conhecido como o menor computador comercial desenvolvido para usuários finais, as primeiras unidades do micro-mini-nano-piquitico computador Raspberry Pi foram colocadas às venda no eBay.

Até o momento uma série limitada a 10 unidades, o chamado “Model B” ainda é um protótipo que chegou ao site de leilões para tentar arrecadar fundos para o desenvolvimento da versão final do computadorzinho, que ainda este ano deverá chegar às lojas pelo equivalente a R$ 43. Leia mais

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Você se lembra do Raspberry Pi, computador do tamanho de um pen drive que se tornou notícia na época em que foi apresentado, no último mês de maio? Se naquela época o – literalmente – micro computador conquistou espaço na mídia por conta de seu camarada preço de US$ 25 (R$ 40), agora, quem diria, ele volta às notícias por causa de sua modesta capacidade de processamento. Leia mais

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Dados levantados pelo IDC Brasil apontam que 3,86 milhões de computadores pessoais foram vendidos no mercado nacional entre os meses de abril e junho deste ano, fazendo com que o país batesse seu recorde trimestral e de quebra ultrapassasse o Japão. Assumimos a terceira colocação no ranking global no ranking global de PCs, atrás de China e EUA, respectivamente. Leia mais

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Foi a junção de quatro empresas diferentes. A Bundy Manufacturing Company, a Computing Scale Corporation, a International Time Recording Company e a Tabulating Machine Company se uniram para formar uma das maiores empresas de tecnologia, que você certamente conhece: a IBM. A sigla, para International Business Machines, completa 100 anos nessa quinta-feira. Leia mais

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Ao menos, é o que promete a empresa que desenvolve o programa BlueStacks, um sistema que tornará possível rodar aplicativos do Android diretamente em computadores com Windows, e ao que tudo indica de forma nativa.

O programa, que ainda está em uma versão alpha, tornará possível que qualquer dono de um computador ou outros dispositivos com arquitetura x86 com Windows instalado possam baixar e executar programas do Android, de forma quase que transparente para o usuário. Leia mais

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A Canonical anunciou ontem mais uma grande parceria na área de computadores e notebooks: A partir de agora, a empresa irá colaborar com a Lenovo, visando certificar o Ubuntu em seus equipamentos. A Lenovo é a quarta maior produtora de computadores no mundo, e essa parceria com a Canonical visa aumentar seu alcance no mercado.

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O mais popular dos gadgets está assoprando velhinhas hoje. Há exatos 65 anos os pesquisadores norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company, revelavam ao mundo o primeiro computador eletrônico digital de larga escala, o Electronic Numerical Integrator And Computer (que em bom português quer dizer Computador e Integrador Numérico Eletrônico), ou ENIAC para os íntimos.
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Como deixei bem claro na última vez que abordei este assunto, sou um console gamer assumido. O motivo predominante é a conveniência, já que o console oferece uma experiência mais direta: coloque o disco na bandeja do aparelho, ligue a TV e pronto.

Entretanto, tenho um longo passado de PC gaming. Como todo moleque cujo pai trabalha com informática, fui apresentado ao meu primeiro computador bem cedo, quando tinha meus 7 ou 8 anos. E não demorou muito até conhecer os jogos de computador. Meus primos também eram fascinados por computadores – e pelos joguinhos -, e nosso interesse mútuo se retroalimentava sempre que íamos um à casa do outro jogar Prince of Persia ou Burger Time.

Por causa desse histórico, volta e meia eu dou uma chance aos jogos de computador. Tenho uma conta meio esquecida na Steam; comprei um jogo no Direct2Drive uma vez também. Aquelas coletâneas especiais com 3 ou 4 jogos antigos a preços módicos (a última que comprei incluia três títulos da série Command and Conquer) nunca me escapam. Meu netbook foi comprado primariamente com o intuito de jogar abandonwares no trabalho. Como meu gênero favorito de jogos (os de estratégia) só se desenvolve bem no PC, meu retorno esporádico ao teclado e mouse com a intenção de jogar é inevitável.

Outro dia eu estava numa loja de eletrônicos e avistei a seguinte pechincha:

Supreme Commander

Aos que  desconhecem, Supreme Commander é um “sucessor espiritual” (ou seja, não é uma sequência direta mas compartilha muitos elementos) de Total Annihilation – possivelmente um dos melhores RTSs já lançados. TA é um jogo que eu comprei em 1999 e celebro até hoje; por 10 pratas seria impossível eu não levar aquele jogo pra casa.

Comprei feliz.  No caminho pra casa, nostalgiei com minha noiva a respeito do fato de que quando eu era mais novo, era muito difícil ter jogos originais pois o preço deles no Brasil era abusivo; minha geração viveu com os demos das Revistas do CD-ROM. Eu mesmo só tinha uns três ou quatro jogos originais pra PC – os que vieram com minha SoundBlaster. Era outra época.

A decepção começou assim que eu abri a “caixa”.  As aspas são pelo fato de que não havia uma caixa, e sim uma embalagem de cartolina ao redor de uma simples caixa de DVD. Não havia manual, nem arte na parte posterior da caixa. Era só a caixa e um folhetinho com os comandos do teclado.

Se eu tentasse argumentar que esse é o motivo pelo qual estou criticando jogos de PC, obviamente seria um exagero. E o preço reduzido que paguei pelo jogo de certa forma justifica a embalagem mais simples. Mas é decepcionante abrir a caixa de um jogo e não ver nada além do disco.

O problema real começou após instalar o jogo (o que demorou quase vinte minutos e comeu oito gigabytes do meu HD). Tentei rodar e recebi isso na cara:

Pensei “ah, deve ser algum bug estranho no drive de DVD”.  Removi o disco e tentei novamente. E recebi a mesma mensagem.

Fiquei completamente sem reação. Após alguns minutos no Google, descobri que este é um problema aparentemente comum, mas ainda assim inexplicável. Entre as várias soluções propostas estava a idéia de fazer um update no jogo que talvez resolvesse o problema.

Acontece que a página de suporte do jogo estava fora do ar. Compreensível – já que o jogo é relativamente antigo -, mas deixar um consumidor sem aquilo que ele pagou é injustificável.

Volto ao Google. Chego a um fórum obscuro em que alguém sugere um patch que promete, entre outras coisas, resolver o problema do DVD. Instalo o troço e finalmente consigo rodar o jogo.

Os PC gamers hardcore devem estar rindo da minha “noobice”. “Como assim, ele desistiu de jogos de PC simplesmente porque teve que procurar um patch pro jogo?”. E é uma opinião válida. Usuários avançados vêem tais problemas de software não como uma chateação, mas um obstáculo cuja superação causa orgulho.

Entretanto, temos que ver isso pelo ponto de vista do público em geral. Não fosse eu alguém acostumado a resolver problemas de computador pesquisando soluções – e na real, o povão não é -, eu estaria com um disco inútil, 10 dólares mais pobre, e com o gosto ruim na boca de que teria sido mais sensato comprar a versão do Xbox 360 do mesmo jogo. Se eu tivesse feito isso, aqueles 40 minutos que demorou pra instalar o jogo, pesquisar o problema, baixar o patch e fazer update na instalação teriam sido gastos JOGANDO o jogo.

Eu tenho a impressão que o gamer atual, vindo do contexto de downloads de um clique e updates automáticos da PSN/Xbox Live/AppStore, se tornou mal acostumado. Esse tipo de experiência ruim como a que eu tive, quando existem alternativas em que você pode evita-la completamente, poderá se tornar um forte motivo pra que muitos tentem jogar no computador apenas uma vez.

A experiência mais user-friendly dos consoles teria o potencial de matar o PC gaming?

Surfando na onda retro que tomou conta de alguns produtos de alguns anos para cá, o designer David Shultzer desenvolveu o Philco PC, legítimo representante do que há de mais moderno na arte de parecer antigo.

Tomando como referência um antigo televisor Philco Predicta de 1954, uma máquina de escrever e umas pitadas steampunk, o estudo não teve dados como configuração, preço ou data de lançamento revelados porque eles simplesmente não existem, mas vale dar uma olhada na apresentação – que no mínimo vai fazer um aficcionado se perguntar onde ele pode arrumar um monitor LCD com as bordas arredondadas.

Seria um excelente concorrente para qualquer iMac. Confira:

Via YankoDesign e Retro to Go

O IDC Brasil divulgou que no terceiro trimestre deste ano o Brasil vendeu 2 milhões de computadores para o consumidor final, uma alta de 8,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A alta se deve principalmente ao mercado de notebooks que representou cerca de 41% das vendas totais.

A previsão é que o ano feche com 11,4 milhões de PCs vendidos, queda de 4% em relação a 2008, puxadas para baixo pela queda de 19% nas compras do mercado corporativo. O varejo deve apresentar este ano um aumento de 8% nas vendas. O mercado corporativo sofreu essa queda justamente por causa da crise do final do ano passado que é quando boa parte das empresas faz o planejamento do ano seguinte.

Para 2010 o IDC prevê um aumento de 12% no mercado de computadores o que equivale a 12,7 milhões de unidades, número que inclui o mercado corporativo. Hoje o Brasil é o sexto maior mercado mundial de PCs. Concretizadas as previsões passaremos para quinto em 2010. [BlueBus e G1]