No começo desta semana a taiwanesa Asus mostrou seu mais novo competidor para o mercado de notebooks ultrafinos.

Atendendo pelo nome de U36, o modelo chega com tela de 13 polegadas e corpo construído em magnésio – material que fez história no mercado dos computadores portáteis dando forma à clássica família ThinkPad, ex-IBM e atual Lenovo – com apenas 19 mm de espessura, ou 0,02mm a menos que o MacBook Air de 13 polegadas em sua porção mais parruda. Leia mais

Pequenos, leves e baratos, os até hoje populares netbooks deverão apostar na força bruta para se armarem contra a feroz concorrência dos tablets de diversas marcas que deverão chegar às prateleiras até o final do ano para tentar seguir os passos do hypado iPad no mercado internacional.

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Quando eu penso na Lenovo, imediatamente duas coisas me vêm à mente: ThinkPad e Fórmula 1. A primeira por se tratar de um modelo clássico de notebook que resiste ao tempo como poucos e que hoje é fabricado pela empresa; a segunda porque… bem, eu gosto muito de Fórmula 1 e a empresa patrocina a categoria, portanto acabo sempre associando uma coisa à outra.

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A Apple atualizou ontem a linha de computadores MacBook Pro para incluir processador de melhor desempenho nos equipamentos. Em vez do Core 2 Duo, que ainda é padrão nesse mercado, a empresa passa a usar os processadores Core i5 e Core i7, também produzidos pela Intel. No entanto, pouco foi explicado sobre uma das características mais interessantes dos novos notebooks: a transição automática da GPU integrada para a GPU dedicada.

“Os novos MacBooks Pro de 15 polegadas e de 17 polegadas apresentam processadores Intel Core i5 e Core i7 e a nova tecnologia de transição automática de gráficos da Apple, que altera de modo suave entre a poderosa Nvidia GeForce GT 330m e a GPU eficiente em energia Intel HD Graphics”, dizia o comunicado.

O desafio da Apple na construção dos novos MacBooks foi criar uma forma de transição da placa de vídeo integrada da Intel, que é bastante fraca, para a da GeForce da Nvidia, sem que o usuário perceba isso. Anteriormente, essa transição era feita por meio do painel de controle do Mac OS e dependia do reinício da sessão do usuário. Agora, tudo é feito de forma automazidada.

Para chegar a esse resultado, os programadores da Apple desenvolveram uma tecnologia única no mercado, que ataca duas frentes. Em primeiro lugar, o sistema checa quais programas são mais agressivos no uso da GPU por meio de informações baseadas no OpenGL, Core Graphics e Quartz Composer, entre outros componentes do Mac OS, que gerenciam gráficos. Dessa forma, o Leopardo das Neves sempre sabe quando o usuário está usando um simples editor de e-mail (Intel HD é mais do que suficiente) e quando ele quer editar uma imagem mais pesada no Photoshop (nesse caso, o recomendado é usar a GeForce).

O pulo do gato da Apple está na economia de bateria. A Nvidia tem o sistema de gerenciamento Nvidia Optimus, que mantêm a GPU integrada ligada mesmo quando a GeForce está em funcionamento. Já o da o da Apple faz diferente: somente uma GPU funciona de cada vez. Dessa forma, há menos consumo de energia, o que leva a menos consumo de bateria.

Esse pessoal de Cupertino é bastante esperto, não?

Com informações do Ars Technica.

A Intel havia deixado escapar em e-mail a seus revendedores o que seria um forte indício de que MacBook Pros com a nova tecnologia Core i5 da Intel chegariam ainda em janeiro, possivelmente no evento da Apple esperado para o dia 27. Obviamente, a Intel logo veio a público corrigindo seu erro. Ela enviou um comunicado informando que houve um equívoco e os computadores com os quais seus revendedores serão premiados são, na realidade, um par de laptops HP ENVY.

Intel se desculpa pela confusão — clique para ver a imagem completa. (AppleInsider)

Comunicar que apenas tratou-se de um equívoco não é nada além do que se poderia esperar em um caso como esse, mas a dúvida ainda paira no ar: será que a Intel realmente divulgou cedo demais o MacBook Pro Core i5 ou ela apenas se confundiu mesmo? A verdade só será mesmo conhecida no evento da Apple dia 27. Se ele ocorrer, claro. [Imagem: AppleInsider]

Um e-mail enviado pela Intel a seus revendedores deixou escapar informações sigilosas sobre um provável anúncio da Apple. O comunicado promete sortear como prêmio de janeiro dois MacBook Pros com processador Intel Core i5.

Clique para ver a imagem completa. (AppleInsider)

O Material foi enviado a revendedores em diversos países — incluindo França, Espanha e Grã-Bretanha — o que sugere que não se trata apenas de um erro de digitação do funcionário que terá a cabeça servida a Steve Jobs numa bandeja.

A época de sorteio do prêmio casa perfeitamente com o evento da Apple que acredita-se que acontecerá dia 27 de janeiro. E de repente um MacBook Pro com a nova arquitetura Core i5 de 32nm parece se tornar uma forte aposta para o que deve compor a lista de lançamentos desse dia. [Imagem: AppleInsider]

[Atualização em 14/01 às 15h20]: A Intel emitiu comunicado afirmando que foi apenas um equívoco e que o computador em questão era um HP ENVY. Leia o texto completo.

Quad SLI: 4 GPUs simulâneas

Quad SLI: 4 GPUs simulâneas

A fabricante de placas de vídeo Nvidia anunciou hoje que a Intel, junto da Asus, GigaByte, MSI e EVGA, utilizará a tecnologia SLI nos futuros equipamentos com Core i5 e Core i7.

Com isso, o SLI passa a ser o principal concorrente do CrossFire, desenvolvido pela ATI. Ambas as tecnologias permitem que o usuário de computador utilize duas ou mais GPUs em conjunto, obtendo assim melhores resultados no processamento gráfico.

Uma vez que a ATI, com seu CrossFire, pertence à AMD, faz muito sentido que a Intel prefira usar tecnologia que não seja desenvolvida por uma empresa ligada à sua principal inimiga.

O chipset P55 da Intel suportará dois ou mais processadores gráficos GeForce. Atualmente a tecnologia SLI permite até 4 GPUs funcionando simultaneamente, o que a Nvidia chama de Quad Sli.

[Electronista]