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Num país de poucas preocupações e com a melhor internet banda larga do mundo, legisladores decidiram que é hora de instaurar o toque de recolher para jogos eletrônicos. É isso mesmo, a Coreia do Sul determinou nessa semana que os adolescentes menores de 16 anos sejam impedidos de jogar games a partir da meia-noite. A restrição vai até as 6 horas da manhã. Leia mais

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A LG parece ter se inspirado nas brigas judiciais de sua conterrânea Samsung e protocolou um processo na justiça coreana que poderá fazer com que veículos das marcas BMW e Audi tenham suas vendas impedidas no país.

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Indignado com a denúncia de que a Apple se utilizava de diversos recursos do iPhone para rastrear a movimentação de seus usuários, um advogado coreano chamado Kim Hyung-suk resolveu acionar a justiça local para fazer valer seus direitos como cidadão e consumidor do telefone da maçã. Depois de uma longa batalha nos tribunais iniciada no último mês de maio, Hyung-suk saiu vitorioso com uma indenização no valor de 1 milhão de wons (moeda local), fortuna que o permitirá ter uma vida de exageros comprar um outro iPhone. E talvez um iPad. Leia mais

O diretor de cinema sul-coreano Park Chan-Wook anunciou nesta semana que usou apenas singelos iPhones 4 para fazer as captações de vídeo de sua mais nova obra, um curta metragem de horror chamado Paranmanjang – ou “a vida com altos e baixos”, em bom português. O cineasta é mais conhecido principalmente por conta do filme Oldboy, que foi liberado em 2004.
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Já sabemos (quase) tudo que se precisa saber sobre o Galaxy Player, o reprodutor de mídia portátil da Samsung rodando Android (já podemos chamar de iPod Touch killer?:)). Basicamente nos falta saber aqueles que normalmente são os últimos dados que as fabricantes divulgam: preço e data em que estará à venda.

Pelo preço ainda aguardamos, mas pelo menos já sabemos mais ou menos quando ele começará a ser vendido. Ênfase no “mais ou menos”.
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Polícia invade escritório do Google na Coréia do Sul

Como parte da investigação evolvendo os dados de redes WiFi coletados inadvertidamente pelos carros do Google Street View, a polícia sul-coreana invadiu hoje o escritório do Google na capital do país, a cidade de Seoul. 19 agentes da polícia apreenderam computadores e HDs da empresa, mas nenhum funcionário foi preso. Em declaração, um porta-voz do Google disse que “eles vão cooperar completamente com a investigação e responder qualquer pergunta que tiverem”. | Guardian

Twitter serve para publicar coisas boas, mas também para publicar coisas tristes. Um coreano fez uso da ferramenta para um anúncio um tanto quanto desagradável: o próprio suicídio. O homem foi encontrado morto em um rio de Seoul na terça-feira, embora já fosse dado como desaparecido pela polícia desde domingo. Leia mais

"Leave my game alone!"

Não pense que é só no Brasil que existem projetos que tentam limitar o uso da internet. Na Coreia do Sul, o Ministério da Cultura agora quer determinar os horários nos quais os jovens poderão acessar jogos online, como Second Life World of Warcraft. O ministro da pasta naquele país já deu ordem: não pode haver jogatina entre meia-noite e oito horas da manhã. Pelo menos por enquanto, a restrição será válida para jovens em idade escolar.

Mas não para por aí: o mesmo Ministério da Cultura também quer limitar a velocidade da conexão de internet dos jogadores mais assíduos. Imagine só, você mora na Coreia, um dos países mais ricos da Ásia, e tem uma conexão de 100 Megas em casa. Naturalmente que você aproveita essa conexão de primeira para jogar Maple Story, Mabinogi ou o popular jogo Barameui Nara. Acha que vai ser simples assim? Não mais.

A intenção do governo é fazer com que os provedores de acesso à internet diminuam a velocidade da conexão depois de algum tempo. De acordo com eles, “após longo período” jogando. Ainda não está claro, porém, o quanto é “longo” para os coreanos.

As empresas distribuidoras de jogos da Coreia ainda funcionarão como delatoras. Elas serão obrigadas a monitorar a identificação dos jogadores online, incluindo a idade dos rebentos. Pais interessados ainda poderão ser avisados caso suas identidades sejam usadas para ter acesso a algum jogo online.

Recentemente, um bebê morreu faminto depois que um casal coreano passou até 12 horas por dia criando um filho virtual em um jogo online.

E aí, você concorda com a decisão do Ministério da Cultura da Coreia do Sul? Esse é o caminho para que jovens não passem tempo demais jogando?

[BBC de Londres, Engadget, freshelectrons]

O iPhone e iPod touch já se consolidaram como uma plataforma para jogos. Sejam casuais ou graficamente intensivos, a diversidade de games para ambos os dispositivos móveis da Apple é imensa. Na iTunes AppStore brasileira por exemplo, é possível ver centenas e centenas deles certo? Nope. Eles existiriam se a nossa legislação arcaica e medieval não impedisse a Apple de vender games sem passar pelo DJCTQ, órgão do Ministério da Justiça que classifica, entre outras coisas, a faixa etária de jogos no Brasil.

Alguns desenvolvedores de jogos até driblam essa restrição ao se classificarem na categoria Entretenimento ou Esportes ao invés de Games (eu espero que ninguém do DJCTQ leia o Tecnoblog), mas nem todos tem conhecimento desse atalho. E por causa de leis igualmente ápodes e acéfalas o Google foi obrigado pelo governo da Coreia do Sul a retirar todos os jogos do Android Marketplace, a sua loja de aplicativos para celulares.

Felizmente os usuários sul-coreanos de celulares Android ainda podem usar o mesmo recurso usado por brasileiros: criar contas no Marketplace de outro país para baixar os jogos da plataforma. Outro bom aspecto que pode ajudar é o fato de, diferente da Apple, os aplicativos do Android não precisarem de passar pela aprovação de funcionários do Google para serem incluídos na loja online.

[via Gizmodo]

Estudantes coreanos poderão ter aulas com robôs-professores daqui a dois anos, é o que revela o site Etnews.co.kr. O país asiático anunciou um programa de educação no qual planeja ter o R-Learning (aprendizado com robôs) em funcionamento em 400 pré-escolas já em 2012. Uma vez que essa fase do programa esteja implementada, a expansão do R-Learning acontecerá até que todas as 8 mil creches e pré-escolas do país contem com robôs-educadores.

Mas ainda não é do jeito que você imagina. Os robôs não vão assumir totalmente a função de professores responsáveis pela classe. Em vez disso, auxiliarão professores em tarefas mais simples, como recitar histórias para os pequenos (enquanto o professor titular descansa, naturalmente).

Crianças brincam com robô responsável por R-learning. (Etnews)

Crianças brincam com robô responsável por R-learning. (Etnews)

O Korea Institute of Sciente & Technology (Instituto da Coreia do Sul de Ciência e Tecnologia) é o responsável pelos robôs. Dirigentes do instituto esperam que o programa dê certo e seja expandido também para as escolas primárias.

Resta-nos torcer para que os robôs adotados nas creches e pré-escolas não sejam tão feios como o da foto que ilustra esse post.

[Com informações: Etnews.co.kr, Engadget]