Há quase 12 anos um mod de Half-Life surgia na rede desencadeando uma nova mania. Lan houses ficavam entupidas de jogadores que passavam horas jogando Counter-Strike. Quem nunca aqui virou a noite nos chamados corujões? Mais de uma década depois, CS está de volta na versão Global Offensive. E o game, por mais que seja uma cara nova pra um velho conhecido, já me deixou com vontade de chamar os amigos pra virar a noite jogando mais uma vez.
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Counter-Strike: Global Offensive foi anunciado no começo do mês como a nova versão do jogo de ação tática mais adorado de todos os tempos. Junto com o anúncio veio um trailer que dizia pouca coisa sobre como seria o jogo e a expectativa ficou no ar até hoje. Pois bem, trago para vocês um novo trailer e um vídeo de gameplay para responder algumas perguntas e aumentar essa expectativa. Leia mais

A favor do Counter-Strike.
“O parlamento alemão deveria ser contra a decisão da conferência interministerial de 5 de junho de 2009, que é de proibir a produção e distribuição de jogos violentos”. Assim começa uma petição online (em alemão) que pede que os parlamentares alemães se posicionem contra o plano do governo de proibir jogos violentos, como “Counter-Strike”.
Mais de 67 mil assinaturas podem ser contadas na petição. O detalhe é que ela está disponível no site do Bundestag, o parlamento alemão. É um documento oficial, que após chegar às 50 mil assinaturas, força o governo alemão a rever a decisão.
Uma reunião com 16 ministros pediu, no mês passado, que o parlamento proibisse a produção e distribuição de jogos violentos. Em pouco mais de um mês, parte dos internautas do país conseguiram se mobilizar para atingir o mínimo de assinaturas necessário para que a decisão fosse revista.
Dentre as reinvindicações apoiadas pela petição estão o reforço nas leis já existentes para que crianças e jovens só possam comprar games autorizados para sua faixa etária e a promoção de indústria de jogos de videogame e computador na Alemanha, incluindo a formação de profissionais nessa carreira “promissora”.
Qualquer cidadão alemão pode criar uma petição nos fóruns do Bundestag. Uma vez que ela atinja 50 mil assinaturas em até seis semanas, deverá ser lida e discutida pelos parlamentares.
No Brasil, uma das petições que mais conseguiram juntar assinaturas é aquela que vai contra a Lei de Cibercrimes, um projeto de lei que pode criminalizar o uso de redes P2P, proibir a disseminação de redes Wi-Fi abertas, entre outras questões. A petição, que tem mais de 149 mil assinaturas, ainda está no ar.
[Guardian/Foto: StrangeInterlude]
De acordo com o Pocket Gamer, site de noticias sobre games voltados para portáteis, um grupo independente de programadores decidiu pôr em prova a capacidade para execução de jogos do iPhone. Eles utilizaram uma versão de “Portal”, game desenvolvido pela Valve que se tornou um símbolo da cultura pop da internet graças ao seu inédito sistema de portais (como o próprio nome diz).
Aparentemente o game faz uso da Unity Engine, ferramenta de desenvolvimento multi-plataforma para Windows, Mac, Wii e, claro, iPhone. Apesar de ainda conter alguns pequenos problemas no jogo, a equipe de desenvolvimento de nome não mencionado conseguiu fazer um ótimo trabalho, trazendo para o aparelho o bom e velho sistema de portais, e por último (mas não menos importante) o amado, idolatrado, querido e reverenciado Companion Cube. (Ele é seu amigo, cuide bem dele ;D). Como você pode conferir no vídeo abaixo:
Até o momento, tudo que se sabe é que a versão para iPhone de “Portal” não é oficial. Entretanto, a Valve é conhecida por oficializar conteúdo produzido por fãs, o que aconteceu com o mundialmente famoso jogo Counter-Strike, que nasceu como um mod para o jogo “Half-Life”, da empresa. O mesmo aconteceu recentemente com a mini-série “Escape from City 17”, criada por fãs e massivamente divulgada no sistema de distribuição de jogos Steam. Portanto não se surpreendam se em breve a empresa divulgar seu novo produto para iPhone. [OS X Reality]



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