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Antes de uma empresa abrir um novo datacenter ela precisa pensar em locais, infraestrutura, possíveis situações de emergência que podem acontecer e como contorná-las, dentre outros itens. O Facebook pensou em um item extra: economizar uns trocados em resfriamento de servidores. O novo datacenter da empresa na Europa conta com um sistema de resfriamento bem prático. Por lá, o máximo que eles vão precisar fazer para manter as máquinas em baixa temperatura é abrir as portas e janelas do prédio. Leia mais

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Um levantamento realizado por Jonathan G. Koomey, professor de engenharia civil e ambiental da universidade de Standford, nos EUA, mostra que o consumo de eletricidade dos centros de dados ao redor do mundo foi contido por novas tecnologias de economia de eletricidade e “pela recessão de 2008″, fazendo com que eles gastassem menos eletricidade do que o esperado por analistas da indústria. Leia mais

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A Apple é a maior vendedora de música do mundo. Já faz alguns anos que a empresa ultrapassou o Walmart, se bem me lembro das apresentações feitas por Steve Jobs. Na WWDC 2011, o executivo anunciou que mais de 15 bilhões de músicas haviam sido baixadas por meio da loja virtual. Tudo muito bonito, mas ninguém parou pensar quanto custa manter essa estrutura toda no ar. Leia mais

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Um ex-engenheiro do Google publicou ontem em seu blog pessoal os motivos que o fizeram pedir demissão do gigante da web, alegando, entre outras razões para sua saída, que a empresa tem “estrutura obsoleta”.

“A infra-estrutura de software escalável de que o Google tanto se gaba em ter é obsoleta”, escreveu o engenheiro Dhanji R. Prasanna, que até mês passado era membro da equipe responsável pela manutenção do finado Google Wave e criador da interface do Google Instant. Leia mais

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O Google mostou nesta quarta-feira o datacenter ecológico que montou na pacata cidade de Hamina, na Finlândia, que tem como grande novidade seu sistema que utiliza as geladas águas do mar local para resfriar seus servidores. Leia mais

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Você já viu aqui dois bons exemplos de data centers, um do UOLHost e outro da Locaweb. Uma semelhança que podemos ver nos dois é a sobriedade e consistência da decoração dos locais, muitas vezes cobertos de cinza. Afinal de contas, tratam-se de data centers, não precisam ter nenhum objeto de arte ou luzes coloridas decorando o seu interior já que a única coisa que fica instalada ali são servidores.
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HP expurga Cisco de todos os seus datacenters

A briga entre a Cisco e a HP está ficando cada vez mais gostosa de ver. As duas empresas disputam, quase um a um, clientes corporativos de grande importância. E numa demonstração de arrogância auto-suficiência, a HP decidiu remover os equipamentos produzidos pela Cisco de todos os seus datacenters. Foram cinco meses de trabalho intenso para que itens relacionados a rede corporativa, como roteadores e switches, fossem devidamente trocados. Mais legal é que nenhum dos datacenters ficou offline durante o processo. Aê, HP! | ZDNet

No final do último mês de janeiro o Facebook anunciou a construção de um datacenter “verde” em Prineville, localizada no estado norte-americano de Oregon, com previsão de começar a funcionar “no começo de 2011”. Entre seus diferenciais que supostamente o fariam amigo das árvores, das águas e dos animais estariam seus servidores de baixo consumo, sistema de refrigeração ecológico e um sistema de recuperação de calor e uma tal “fonte de energia limpa”, que entre outras tecnologias fizeram a rede social receber uma série de congratulações da imprensa e de navegantes preocupados com questões ambientais.

A festa desandou demais que se descobriu que a tal eletricidade supostamente verde que movimentaria o site de relacionamentos viria da companhia PacificPower, que apesar de contar com uma usina hidroelétrica no estado do Idaho gera a maior parte de sua energia em usinas que queimam carvão mineral – combustível apontado como um dos grandes vilões do meio ambiente. E, claro, não demorou para que a descoberta gerasse alguns protestos pela rede.

“Google e Microsoft têm centro de dados na mesma região, mas utilizam eletricidade de usinas hidroelétricas, enquanto o Facebook preferiu utilizar uma solução poluidora”, afirma a petição “Impeça o Facebook de usar carvão mineral” postada no site Change.org. Essa é a primeira vez que uma empresa de tecnologia é publicamente criticada pela fonte de eletricidade escolhida.

Em reposta às críticas, um representante do Facebook afirmou ao site DataCenterKnowledge que “a maior parte da eletricidade usada nos EUA vem de diversas fontes, e que até seu lançamento o novo datacenter poderá ser considerado o mais eficiente do mundo”.

Então o jeito é esperar pra ver. [Greenercomputing]

Apresentação da IBM

Apresentação da IBM

Em uma apresentação feita em uma conferência na Alemanha, Bruno Michael, do escritório de pesquisas da IBM alemã apresentou um projeto da empresa para a construção de um datacenter que pelo menos em tese não deverá ser responsável por emitir nenhum grama de CO2 na atmosfera.

Em sua apresentação (.pdf), Michael afirma aponta que grande parte do consumo de energia elétrica de uma central de dados é gasto não no processamento de informações, mas sim no resfriamento de todo equipamento, que sempre opera em plena capacidade e é capaz de atingir a altíssimas temperaturas. A solução para o caso seria desenvolver novos processadores termicamente mais eficientes e construir novos sistemas de refrigeração líquida que possam transferir o calor dos equipamentos para outro lugar.

A mágica da emissão zero acontece quando se lembra que muitas vezes os datacenters são instalados em áreas urbanas, o que abre a possibilidade de usar esse “calor tecnológico” no aquecimento da vizinhança. Assim a economia de eletricidade ou combustível que o sistema proporciona compensa a emissão de CO2 gerada na produção da eletricidade usada por seus computadores, e no final todo mundo é amigo da natureza.

O primeiro datacenter com a tecnologia será construído em Zurique, na Suíça, e ainda não tem data pra entrar em funcionamento. [The Register]