Pode parecer estranho, mas o sistema operacional do Google baseado em nuvem não possuía suporte a papel de parede, nem ícones na área de trabalho e muito menos na barra de tarefas. Como o Chrome OS foi desenvolvido especialmente para utilizar aplicativos e sites disponíveis na internet, o sistema era basicamente o navegador Google Chrome com um relógio num dos cantos da tela. Até agora.
Faz mais ou menos dez dias que notebooks, netbooks e computadores da Positivo Informática saem de fábrica com um recurso novo que, de acordo com a empresa brasileira, vai fazer a festa do mercado publicitário nacional. Falo do Positivo DeskMedia, plataforma de propaganda da Positivo que inclui widgets patrocinados na Área de Trabalho das máquinas rodando o Windows 7. Leia mais
Maior fabricante de computadores do mundo, a HP agora também detém a coroa de marca mais vendida no Brasil, desbancando a Positivo do posto que ocupou por 25 trimestres, informa o jornal O Estado de São Paulo. A revelação aconteceu na manhã desta quinta-feira em um encontro promovido pela empresa com jornalistas.
Fãs do GNOME, tremei! Foi revelado recentemente que a partir da versão 11.10 (Oneiric Ocelot), o Ubuntu já não virá com o visual clássico do GNOME, tendo somente o Unity como opção de shell. O anúncio veio de Mark Shuttleworth de uma forma um tanto quanto inusitada: em um comentário de um bug report no Launchpad do Ubuntu, sobre um bug com o Unity. Nas palavras de Mark (tradução livre):
Com a notícia de que o Ubuntu 11.04 usaria o Unity como gerenciador de janelas padrão, uma dúvida permeava o coração de todos os usuários da distribuição: o que seria do Ubuntu Netbook Edition, cujo principal diferencial era justamente o Unity? Bem, a Canonical respondeu a dúvida de todos: não haverá mais uma versão específica do Ubuntu para netbooks!
Todo ano a conhecida revista de tecnologia PC World pergunta aos seus leitores quais as marcas de produtos são as melhores em termos de confiança. Eles pesquisam vários aspectos do pós-venda como como a qualidade do suporte prestado por telefone, qual a taxa de equipamentos com defeito, quantos dias levou para resolverem o problema, esse tipo de coisa. E a pesquisa desse ano acabou de ser publicada.
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Vamos, fabricantes de desktop! Corram para inventar aparelhos all-in-one com design no mínimo decentes. É o que a Lenovo tenta fazer com a linha IdeaCentre, que ocupa menos espaço ao proporcionar que o gabinete e o monitor estejam juntos, sobre a superfície na qual o aparelho será usado (normalmente uma mesa, mas nunca se sabe).
Seja em Windows, Mac OS X e até algumas versões do Linux com interface gráfica, o desktop (ou área de trabalho em bom português) é um paradigma da área de computação que está longe de ser quebrado. Esse item é tão presente na computação atual que uma empresa chamada Meltmedia criou um vídeo em que seus funcionários demonstram como itens digitais disponíveis no desktop, como ícones, navegadores, programas e caixas de diálogo, seriam usados em um ambiente completamente analógico. O divertido resultado está logo abaixo.
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Ainda na onda da CES, o estúdio japonês Design Hara apresentou sua visão de um computador ecológico, batizado convenientemente de “Green PC”.
Com desenho compacto, o modelo tem gabinete e teclado feitos à mão em cipreste italiano ou raiz de roseira canadense, e apesar de não ter uma das configurações mais parrudas, também está longe de passar vexame. De acordo com seus criadores, debaixo de sua carinha bonita há uma placa mãe mini ITX Zotac 9300 (quem?) com um processador Intel Core2Duo que consome razoáveis 60W por hora, 4 GB de RAM, blu-ray e mais do que suficientes 1 TB de disco rígido.
Aos que se animaram para ter essa belezoca em suas mesas, uma má notícia: por hora, o Green PC é apenas um produto conceito, sem previsão de preço ou data de lançamento. [Design Hara]
Foi-se o tempo em que videogames eram aquela caixinha estranha que seus pais viviam alertando que um dia seriam responsáveis pela destruição da TV da família (lembram desses mitos que videogame estragava a TV?).
Entretanto nas últimas décadas a indústria de videogames perdeu a roupagem infanto-juvenil, se tornou maior -e bilionária, aliás- e começou a atrair outros segmentos de público. Como resultado os consoles deixaram de ser vistos exclusivamente como um passatempo pra crianças e se tornaram mais próximos de computadores/centros de entretenimento pra toda a família.

Xbox 360, Wii e PS3 Vs. Alienware Desktop
Mas mesmo que a linha que divide consoles e PCs esteja cada vez mais borrada, o debate a respeito de preferência entre um ou outro jamais esvanesceu. Aliás, alguns diriam que na realidade o contrário aconteceu – agora que figuras icônicos da cena dos PCs penetraram o mundo dos videogames (nVidia e Microsoft apostando no mercado de consoles, por exemplo), as comparações deixaram apenas de ser exercício de fanboys e se tornaram mais apropriadas.
Antes de começar, quero deixar bastante explícito que eu sou um console gamer. Não quero que vocês pensem que tenho pretensões de imparcialidade, pois realmente não tenho – como você, tenho minha preferência pessoal. Não se preocupem – o texto não puxará sardinha pra nenhum lado e exporei os lados positivos e negativos de cada plataforma, sem tietagem nem flamewar.
Entretanto, é provável que minha predileção se faça transparente e, pra que não acusem de falta de objetividade, prefiro deixar isso claro logo de cara. Não quero te convencer que sua preferência pessoal é inferior ou nada parecido. Como já fui PC gamer, tenho uma boa perspectiva do outro lado, também. Vamos lá:
A principal vantagem do console sobre o PC é a simplicidade. O console exige apenas que você coloque o disco do jogo no drive e espere o jogo começar. Já no PC, antes mesmo de chegar em casa você precisa examinar sua máquina pra decidir se o jogo rodará com performance satisfatória – ou se rodará de qualquer forma. Eu e muitos outros gamers apreciamos a praticidade de entrar na loja e precisar checar apenas o nome do console na caixa do jogo pra saber se poderemos joga-lo.
Por outro lado, o PC tem flexibilidade. A comunidade de fãs oferece suporte e versões não-oficial de muitos jogos (mods são o MAIOR trunfo da cena PC gaming), e qualquer um pode lançar um jogo pra PC. Kits de desenvolvimento e custos de licenciamento/publicação pra consoles são proibitivos e apenas grandes empresas podem lançar jogos – o que limita um pouco as coisas.
Ou melhor, esse era o paradigma antigo. Estamos vivenciando uma segunda renascença dos desenvolvedores indie, e praticamente todo console atualmente dispõe de um modelo em que programadores sem um currículo com a EA ou Activision possa lançar seus joguinhos pra Xbox 360 ou PS3. Recentemente este modelo se estendeu até pro PSP e pro DS.
Outro ponto positivo pra PC gamers é o esquema de controle mouse/teclado. Embora eu pessoalmente ache que a noção de que não dá pra jogar FPS num console é extremamente 1994, e que tenha me acostumado muito mais a interface do controle, concordo que muitos ainda preferem o dinamismo e a precisão que o mouse oferece. Certos estilos se tornam um tanto quanto impraticáveis nos modelos de controle oferecidos por consoles, como RTSs por exemplo.
A maior vantagem dos consoles, a meu ver, é a autonomia do hardware. Comprei meu Xbox 360 por 500 dólares em 2006. Na época eu já podia jogar todos os grandes lançamentos do mercado, algo impossível atualmente se você comprar um PC na mesma faixa de preço. E quase 4 anos depois, continuo jogando todos os jogos recém-lançados, com notável melhoria gráfica porém sem a necessidade de um upgrade.
Uma vantagem inegável de PCs é que eles fazem mais do que apenas rodar jogos. Computadores são uma multi-ferramenta que nem o canivente do MacGyver poderia desafiar, enquanto o seu Xbox 360 roda jogos, vídeos, e essencialmente só isso. É por isso que PC gamers acreditam que o investimento num PC parrudo pode ser justificado, enquanto a mesma grana se aplicada num console será dinheiro gasto APENAS com uma forma de entretenimento.
Manutenção simples é uma vantagem exclusiva dos consoles. Tudo bem, o Xbox 360 começou essa geração com um currículo meio feio com suas temíveis -e aparentemente inevitáveis- 3RL. Entretanto, isso é essencialmente o único problema que dava dor de cabeça em seus donos. Já o operador de um PC precisa se preocupar com a degradação de performance por inúmeros motivos, vírus, spyware, falha de hardware, upgrade de sistema operacional (e sua natural erosão com o passar do tempo de uso), HD morrendo subitamente…
Trabalhar pra manter o PC trabalhando em condições otimizadas, mesmo pro usuário experiente, é um negócio chato quando se considera a alternativa – compre um PS3 hoje, continue usando-o diariamente e jogandos todos os lançamentos pelos próximos 5 anos sem as mesmas preocupações com seu funcionamento.
Há também o fator “experiência social”. Jogos de computador foram feito pra serem jogados individualmente, ou online. Já videogames são jogados no sofá da sala, numa tela maior, com múltiplos jogadores do seu lado. Pra muitas pessoas, isso é uma grande vantagem.
E há a questão de preço. Um PS3 ou um Xbox 360 custam bem menos que um PC que rode jogos equivalentes. Entretanto, fãs do PC podem argumentar que como praticamente todo mundo tem um computador, o investimento pra tornar este computador potente o bastante pra fins de jogabilidade (ou seja, comprar a placa de vídeo, RAM ou processador que faltam na máquina) tende a ser mais baixo que o custo de um console. Ambos argumentos têm validade, portanto considerarei este um empate técnico.
Estes não são todos os motivos, obviamente. Certamente você deve ter em mente algum que eu não mencionei – sinta-se à vontade pra discutir o assunto nos comentários abaixo.




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