thumb-tutorial-ipad-carregar

Uma das polêmicas envolvendo o iPad após o seu lançamento envolveu o método de carregamento. Como as portas USB de computadores PCs não liberavam energia o bastante, o único uso do cabo USB para o tablet da Apple seria para sincronizar música, vídeos, fotos e outros arquivos, deixando o carregamento restrito ao adaptador para tomadas. Usuários de Mac, no entanto, não tinham esse problema, já que as portas USB de tais computadores liberam a quantidade certa de energia.

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A cena é típica. Família volta das férias de final de ano cheia de fotos do natal e ano novo. A tia menos tecnologicamente capaz pede “posso ver as fotos?”, um membro da família passa a câmera e depois de apertar duas dezenas de botões na tentativa frustrada de ver as imagens, a véia acaba deletando tudo que estava no cartão de memória.

Muito desespero, puxões de cabelo, choro e pedidos de desculpas depois, o parente que entende mais de informática (a.k.a. você) é chamado para averiguar o tamanho do estrago. E é nesse ponto que entra esse tutorial.

É possível sim recuperar os dados apagados em um cartão de memória. Enquanto que muitos dos programas disponíveis na web com esse fim são pagos, nesse passo-a-passo usamos um programinha que é gratuito. O programa se chama FreeUndelete, é criado pelo OfficeRecovery e está disponível para download nesse link.

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14pendriveComo já foi noticiado aqui no Tecnoblog, problemas envolvendo a licença GPL de outro aplicativo fizeram com que a Microsoft tirasse do ar sua ferramenta que permitia instalar o Windows 7 a partir de um pen drive USB.

Mas antes de entrar em pânico, calma: ainda é possível resolver esse problema  sem instalar nada em seu computador (desde que ele já rode algum Windows). A dica é da própria Microsoft e tudo o que você vai precisar é de um DVD do Windows 7  e de um pen drive com no mínimo 4GB de capacidade. Acessórios como chapéu de Indiana Jones e trilha sonora são opcionais.

Siga os passos:

-Antes de conectar o pen drive no PC, clique no menu Iniciar, então em Executar. Digite CMD.

-Digite o comando Diskpart. No Windows Vista, o alerta de controle do usuário vai piscar. Confirme. Kepp walking.

-Coloque o pen drive no computador.

-Digite o comando List disk. Todos seus drives aparecerão listados e identificados por números como Disk 1, Disk 2 ou Disk 3 e não por seus nomes, mas é possível reconhecê-los pela coluna size. O Disk 0 costuma ser seu próprio HD.

-Disco devidamente identificado, digite o comando Select disk X (substituindo o X por seu número correspondente).

-Agora digite Clean.

-Digite Create partition primary, então Active.

-Agora é só digitar format fs=fat32 quick. Pronto, a parte complicada está terminada. O pen drive aparecerá em sua lista de discos como Removable Disk. Não o renomeie.

Agora é só colocar o DVD do Windows 7 em seu computador e copiar diretamente todos seus arquivos para a raiz do pen drive, que funcionará como um disco de boot. Com o mesmo processo também é possível instalar o Windows Vista e o XP em computadores, com a diferença que para esse último a capacidade do dispositivo USB é de no mínimo 1GB.

Depois que instalar o sistema em seu netbook com o pen drive, você pode voltar a usá-lo normalmente. É só selecioná-lo, clicar com o botão direito e selecionar Formatar, Restaurar Padrões e Ok.

papai-amigo-betão
Sei que o título desse post parece engraçado e até meio absurdo, mas hoje em dia, além de ser bom profissional, estudar e atualizar-se sempre, ser um pai ou mãe exemplar, manter a casa um brinco, ser magro, elegante e saudável, ainda temos que domar com maestria nosso correio eletrônico. É muita pressão, não é mesmo?

Mas falando sério: segundo pesquisas, o tempo que os profissionais têm gasto gerenciando email tem chegado a absurdas 3 horas diárias. Minha observação, através de método empírico, não difere muito disso. É enorme o número de pessoas que passam o dia penduradas nos emails, estressadas, lutando para serem produtivas enquanto mensagens não param de chegar. E pior, quando vão pra casa, depois de se matar o dia todo na rua ou no escritório, o que é que elas vão fazer? É, acertou. Vida própria, cadê?

No último post falei do cara que eliminou o email de sua vida e enumerei inúmeras pragas modernas que alimentam nosso ódio ao correio eletrônico. Se você não pode se dar ao luxo de dar adeus à essa forma de comunicação, não adianta sentar, chorar e colecionar cabelos brancos. Basta um pouco de atitude e a criação de novos hábitos. Alguns um tanto doloridos. Mas se sua situação se tornou desesperadora, não tem jeito: ou você vence os emails ou você será vencido e escravizado! O que você prefere?

Selecionei algumas dicas para domar os emails e ter tempo para ser livre e fazer o que quiser, baseadas em minhas palestras dadas a empreendedores e executivos. A seguir:

1. Desligue a porcaria do notificador. Você trabalha com o programa de emails aberto o dia todo? É hora de mudar isso. A adrenalina que você descarrega ao longo do dia, ansioso, acompanhando as mensagens que chegam, mais o som do notificador que interrompe suas atividades e tiram sua concentração enlouquecem qualquer um. Lógico que o dia acaba e você vai para casa frustrado porque todas suas tarefas estão pendentes ou incompletas.

2. Determine períodos para checagem de emails. Não importa se serão 1, 2 ou 5 vezes ao dia. Devem ser pré-determinados.

3. Crie uma rotina de trabalho com emails. Seguindo a filosofia do inbox zero, tudo deve chegar diretamente na sua caixa de entrada. Primeiro, apague o spam e as bobagens. Segundo, responda imediatamente emails que demandam até 2 minutos. Terceiro, coloque numa pasta chamada “ação” coisas que demorarão mais tempo para ser resolvidas. Quarto, guarde em pastas específicas itens que você pode precisar no futuro. Limpou o inbox, feche tudo e vá fazer outra coisa.

4. Use um timer. Marque 15 minutos para se dedicar à checagem de emails nos períodos do dia que você escolheu. Você aprenderá a se disciplinar e evitará se dispersar com bobagens. Em pouco tempo você verá que 15 minutos é muito, e poderá usar 10 ou até 5 minutos para essa tarefa.

5. Dedique um período de até meia hora, no máximo, para cuidar da pasta “ação”. Nessas ocasiões, desligue a internet para que a entrada de itens novos não o distraia.

6. Apague o que for resolvido ou inútil. Sempre. Só guarde, nas devidas pastas, itens que podem ser necessários para referência futura. Sei que aplicativos como Gmail incentivam que não se apague nada, pois eles dão espaço de sobra. Houve um tempo em que nem o botão “delete” existia. Mas não é para facilitar sua vida. É para vasculhar os assuntos que permeiam sua vida e mandar propaganda com alta chance de ser clicada nos links patrocinados. Se você acha irrelevante ficar deletando coisas, pense comigo: você deixaria uma pilha enorme de papéis e lixo num canto da sua mesa, só porque seu escritório tem espaço sobrando?

7. Use um smartphone. Gerenciar emails num dispositivo móvel é bem diferente de um computador. Você não se sentirá tentado a abrir links bobos ou anexos inúteis – ou porque tela e interface são limitadores ou porque você não quer gastar seu valioso pacote de dados. Limpe seu inbox: apague as bobagens, responda imediatamente as urgências, arquive itens que achar necessários e guarde na pasta “ação” o que você tiver que resolver mais tarde, no seu computador. O bom do smartphone é que, ao invés dos 15 minutos do timer, você só gastará 5.

8. Não verifique emails antes das 10h da manhã. Primeiro, resolva a lista de tarefas que você preparou no dia anterior, depois faça a primeira checagem do dia. Quando a primeira coisa que se faz de manhã é ver emails, surgirão coisas novas que o dispersarão da lista de pendências importantes.

9. Tenha 3 contas de email: uma pessoal, uma de trabalho e uma terceira para usar em cadastros online e sites diversos. A maior parte do spam chegará nessa conta, que você só checará eventualmente.

10. Evite levar laptop nas viagens para descanso ou passeios com sua família. Mas se for realmente indispensável que você leve seu computador para algum trabalho, eis uma dica que aprendi com um grande empreendedor: deixe a fonte em casa. Com apenas a carga da bateria disponível, você aprenderá a trabalhar de forma racional e focada.

Meu computador está na assistência técnica (fonte real com baixa rotação, não tem nada a ver com o Vista). Devido a isso, comecei a usar o MacBook com mais intensidade, sempre em busca de aplicativos similares ao que eu usava no Windows para ambiente Mac. Já tenho os 10 aplicativos que todo Mac Geek deveria usar, mas queria mais.

Uma das minhas descobertas na busca por aplicativos para Mac foi uma alternativa para fazer screenshots. É bem verdade que o Mac OS X já tem, de fábrica, um software que faz isso a partir de atalhos no teclado. Bem fácil. No entanto, para quem utiliza muito screenshots, a melhor opção é o Skitch (download).

Skitch em ação. (Clique para ampliar)

Skitch em ação. (Clique para ampliar)

Assim que ele é instalado, o usuário já percebe o quanto é fácil usá-lo. Dentre os modos de captura de tela, um dos mais interessantes é aquele em que a moldura do aplicativo demarca a área que será captura. Uma vez que essa área esta demarcada, o simples apertar do botão “snap” resolve o problema.

A captura da tela está feita, ok. Agora começa a mágica. O Skitch dá ao usuário a possibilidade de editar aquela imagem recém capturada, o que vem a ser muito útil. Eu posso, por exemplo, inserir uma seta que chame a atenção para algum aspecto do screenshot. Ou então posso fazer uma linha que encubra determinada informação, que eu não quero que ninguém veja. Não chega a ser um Photoshop, mas para uso cotidiano é mais que suficiente.

Nossa captura de tela está pronta, só falta publicá-la na internet para mostrar a alguém. É nessa hora que o Skitch é imbatível, uma vez que as funcionalidades do aplicativo são estendidas ao site Skitch.com. Criar uma conta gratuita no site é bastante simples – além de grátis. Uma vez que essa conta foi criada, o botão “webpost” enviará a imagem diretamente para o diretório de imagens do usuário no Skitch.com.

É importante observar que o usuário tem a possibilidade de deixar a imagem pública, com uma URL secreta (quem tiver a URL poderá visualizá-la) ou protegida com senha (só com a senha é que a visualização é possível).

Como bônus, pessoas que têm sua própria empresa de hospedagem e querem enviar as capturas de tela para o próprio domínio podem fazê-lo, uma vez que o Skitch tem suporte ao protocolo FTP. O usuário não fica restrito ao envio de capturas de tela para o Skitch.com.

Tenho usado esse aplicativo diariamente, até mesmo porque eu trabalho com tecnologia. Não sei como conseguiria viver sem ele. Aliás, não sei como você conseguiu viver até hoje sem ele também…

Para que os usuários de Windows não fiquem com inveja, deixo a indicação de um aplicativo semelhante ao Skitch para esse sistema operacional (mas que também pode ser baixado para Mac OS): o Jing.

Se tem uma coisa que é escassa para Windows Mobile, é app de Twitter. Na verdade existem algumas, mas nenhuma que preste. E por se tratar de um sistema tão antigo bem disseminado, é de se surpreender que ninguém criou vergonha na cara para botar a mão na massa, e lançar alguma app que proporcione uma experiência melhor do que tuitar via Opera Mini.

Foi aí que fiquei sabendo do Twikini, através do twitcast. Trata-se de uma app desenvolvida em C++, especialmente para o Windows Mobile. Ele promete rodar de forma leve, e com todos os recursos que você pode querer em um cliente mobile de twitter. Mas como ele ainda está em fase beta, a gente precisa meio que dar um descontinho às vezes.

Anyway, alguns dos recursos prometidos pelo pessoal do Twikini, incluem integração com o Twitpic, completa customização de cores, possibilidade de seguir novos usuários pela janela do aplicativo, integração com o Windows Media Player (ele pode tuitar a música que você está ouvindo), entre outras ainda não divulgadas.

twikini-screens

Eu instalei ele no meu HTC Touch (WinMo 6.0) e no Sony Ericsson Xperia X1 (WinMo 6.1) que está comigo para testes (review aqui em breve). Em ambos os aparelhos não consegui visualizar minha timeline ou @mentions (imagem). Por outro lado, consegui tuitar sem nenhuma complicação, inclusive enviando imagens para o Twitpic.

Essa integração com o Twitpic é um dos principais atrativos para mim, já que subir fotos via interface web não deve ser nada agradável. O Twikini faz o trabalho muito bem. Ele abre a sua pasta de imagens, e lhe permite inclusive tirar uma foto e já anexar on-the-go na tuitada. Simples e eficaz.

Só é uma pena que a versão beta ainda não funcione muito bem. Mas pra quem já esperou até agora, o que custa esperar mais um pouco, não é mesmo?

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Já participou da pesquisa sobre o uso de Internet Banda Larga no Brasil? Então participa aí! ;)

Está cansado de entrar no LimeWire ou no famigerado Kazzaa para baixar filmes do YouTube? Não agüenta mais ficar atualizando softwares gratuitos que prometem baixar vídeos do site sem pagar um centavo sequer por isso? Seus problemas se acabaram-se!

No fim de semana, a galera do blog Lifehacker (a partir de informações do MakeUseOf) deixou a dica de um site que transforma o download de vídeos do YouTube tão simples quanto digitar a palavra kick no seu navegador.

Vou explicar como funciona. Para entender melhor o raciocínio, acompanhe na imagem abaixo. Se você clicar nela, a captura de tela fica bem maior.

kickyoutube2

Digamos que eu entrei no YouTube e tenha achado interessante ou curioso o vídeo do presidente americano George Bush desviando de sapatos voadores numa visita internacional. Tradicionalmente, seria preciso abrir algum software para baixar o filme. Não mais.

O endereço do vídeo é http://youtube.com/watch/?v=ovoTgUCf7_E. O que nós precisamos fazer é inserir a palavra kick antes de youtube. Vai ficar da seguinte forma: http://kickyoutube.com/watch/?v=ovoTgUCf7_E. Uma nova página vai ser carregada, com a barra do KickYouTube no topo e o YouTube na parte de baixo.

kickyoutube5

Uma série de botões com formatos de arquivos de mídia, como AVI, MP4, WMV e MP3 ficam no topo. Para baixar o vídeo no formato que você preferir, basta clicar no botão referente a ele e depois em “Go”. Como diria aquela operadora de telefonia: simples assim. Depois de alguns segundos, um download normal será iniciado.

Antes de inserir a palavra kick, é preciso se certificar de que não há no endereço nenhum indicador do país de origem do acesso. Por exemplo, se você notar que há br no endereço, remova esse sufixo imediatamente. No caso do vídeo das sapatadas do Bush, o endereço que apareceu para mim foi http://br.youtube.com/watch?v=ovoTgUCf7_E. Eu removi o br. e coloquei, no lugar dele, o kick.

Aprendeu?

Uma das coisas que mais me irritava quando comecei a usar o OS X, é o gerenciamento de janelas. Depois de usar Windows desde sempre, eu não conseguia me conformar com o fato de que o botão de fechar janela não encerrava o programa. Mas principalmente, eu não me conformei até hoje que o botão maximizar (ou zoom, como é chamado no Mac), não ajusta a janela à tela.

Com o passar do tempo, comecei a ver utilidade em fechar a janela sem encerrar o programa, mas reparei também, que por não poder maximizar as janelas do sistema, minha produtividade estava muito abaixo do habitual.

Várias janelas disputando a atenção do usuário.

Reza a lenda que o sistema todo foi baseado em leis de três filósofos. Segundo o que eles acreditam, este é o melhor modelo. Arte pura.

Me desculpem os filósofos -e a Apple-, mas a minha produtividade discorda. Este monte de janelas boiando na tela, chega a ser até bonitinho, mas a sensação é a mesma de ter um monte de pimpolhos implorando sua atenção, enquanto você está tentando programar PHP.

Maximizador de janelas tabajara

Depois de pesquisar um pouquinho no Google, encontrei um hack que prometia ser a solução ideal para o meu problema. Fiquei feliz em saber que eu não sou o único Mac OS chato do mundo, a desejar que a Apple adicione um botão Maximizar nas janelas.

Uma vez que você já possua um backup atual do seu sistema, basta seguir o processo abaixo.

O que você vai precisar:

Como fazer:

  1. Instale o pacote SIMBL;
  2. Deszipe o Stoplight, e mova o arquivo StoplightHack.bundle para [home]/Biblioteca/Application Support/SIMBL/plugins;
  3. Dê um duplo-clique no arquivo Stoplight.prefPane para instalá-lo;
  4. Em Preferências do Sistema/Stoplight, configure a opção Default Behaviors->Zoom para Fill Screen;
  5. Copie o arquivo Maximize.scpt para [home]/Biblioteca/Scripts;
  6. Em Preferências do Sistema/Acesso Universal, habilite a opção Ativar o acesso para dispositivos assistivos.

Reinicie o sistema, e as configurações devem estar funcionando perfeitamente. Se você é um usuário assíduo do QuickSilver, pode ainda configurar uma tecla de atalho para esta função.

Vale ressaltar que mesmo com o hack, nem todas as janelas podem ser maximizadas. Isto acontece pois alguns programas possuem um comportamento padrão para o botão de Zoom. No iTunes por exemplo, este botão faz com que ele se alterne entre o modo minimalístico, e o full.

O Finder é outro que não se ajustará à tela automaticamente, mas a boa notícia é que, agora que o script está instalado, uma vez que você o redimensione manualmente pela primeira vez, ele recordará a posição e tamanho da janela para sempre.

A dica de maximização foi retirada deste post, que é iniciado com a seguinte chamada: Maximize on Macs sucks.

Quem discorda?

Na última semana eu falei um pouco sobre como deixar a conexão mais rápida usando o serviço de DNS OpenDNS, do qual já faço uso há mais de um ano e recomendo fortemente – tanto que é meu segundo post sobre o serviço.

No entanto, velocidade na web não é tudo. Nós, usuários, também precisamos de segurança e confiabilidade. Para sanar essas duas necessidades, lá vem a OpenDNS novamente. Porém, para utilizar alguns dos recursos que eu apresentarei nesse post será preciso fazer o registro gratuito.

A partir do momento que você está logado, é bastante simples criar configurações para sua rede. Acredito que esse uso é particularmente interessante para quem compartilha internet em casa e precisa criar algumas limitações.

Categorias de sites da OpenDNS (clique para ampliar)

Categorias de sites da OpenDNS (clique para ampliar)

Aqui em casa, por exemplo, algumas categorias de sites, como os de compartilhamento de arquivos e as páginas de proxy são bloqueados. Na lista de categorias da OpenDNS há vários outros tipos de site, como de armas, sexo, ou drogas, que podem ser bloqueados sem grandes problemas. Pais de crianças pequenas e jovens/adolescentes podem usar e abusar dessa funcionalidade.

Também dá para fazer o bloqueio por endereço, de modo que um determinado domínio fique completamente inacessível. Mais uma vez dando como exemplo aqui em casa, eu utilizo essa ferramenta para bloquear servidores de anúncios (adservers) que considero desnecessários. A minha lista começa da seguinte forma:

Todas essas configurações estão disponíveis na aba “Settings” da OpenDNS. Na sub-opção “Advanced Settings”, é interessante que alguns outros recursos sejam habilitados, dependendo do seu uso. Ativar a correção de erros de digitação (“typo corrections”) é uma boa. Se você tentar acessar www.gogle.com, a OpenDNS redireciona automaticamente para a página correta do Google, em www.google.com.

Os atalhos, na aba “Shortcuts”, fazem com que palavras mais simples substituam uma URL. Você poderá, por exemplo, configurar para que, ao digitar apenas “uol” na barra de endereços do navegador, a OpenDNS redirecionará sua requisição diretamente para o UOL, em www.uol.com.br. Palavras como “enciclopédia” e “dicionário” podem facilitar pesquisas escolares.

Para que tudo isso funcione, é preciso que você esteja ligado na rede da OpenDNS e com seu número de IP atualizado. A forma mais simples de fazer isso é abrir a aba “Networks” e checar se a sua rede mostra um ícone verde com duas setinhas. Se mostrar, apenas clique naquele ícone para atualizar o IP e todas as configurações fazerem efeito.

Recomendo colocar a página “Networks” (https://www.opendns.com/dashboard/networks/) nos seus favoritos. Como aqui no Brasil é muito comum termos IPs dinâmicos (e não IPs fixos), você vai acabar se acostumando a, ao ligar o computador, entrar na página e atualizar seu IP manualmente.

Quem nunca reclamou da velocidade de sua conexão com a internet é um afortunado. E pode parar de ler esse post neste ponto, já que a dica do dia é para os usuários que querem tentar uma forma de fazer com que o carregamento das páginas ocorra mais rapidamente.

Para isso, primeiro é preciso entender como o DNS (ou Domain Name Servers) funciona. Se você tem um site, certamente já teve que esperar o DNS propagar, mas para a maioria das pessoas esse elemento da internet fica completamente despercebido.

Basicamente, quando você acessa um site através do endereço dele (como http://tecnoblog.net) ou endereço de e-mail (como noreply@tecnoblog.net), na verdade esses nomes são apenas para facilitar a memorização. Ao pressionar o botão “Ir” do seu navegador, ele faz a requisição de acessar o site e começa a procurar o endereço real, que é um conjunto de números: o IP (o IP do servidor do Tecnoblog, no momento em que esse post foi escrito, era 70.32.75.243).

Como eu disse, isso é invisível para a maioria de nós. A grande possibilidade de acelerar a conexão a partir do uso de um provedor de DNS decente é que ele faz com mais facilidade o caminho entre o endereço do site, em palavras, e a localização do servidor do site, em números.

Sempre que o usuário faz sua conexão com a internet, utiliza como padrão o provedor de DNS do prestador de serviço de internet. Quem se conecta pela internet discada do Ig, por exemplo, acaba utilizando o provedor de DNS do próprio Ig; quem se conecta via Speedy, a banda larga da Telefônica, utiliza o provedor de DNS da própria Telefônica. O problema é que os serviços de DNS desses provedores geralmente são lentos e não se mantêm atualizados, de modo que demora demais para que o acesso a um site seja feito.

Pensando nisso, foi fundada em 2006 a OpenDNS. É uma empresa de internet que presta somente o serviço de resolução de DNS. Eles possuem um enorme banco de dados, que armazenam as requisições e as tornam muito mais rápidas. Sem falar que possuem seis servidores centrais nos Estados Unidos e no Reino Unido (quando os provedores de internet brasileiros costumam ter apenas um servidor desse tipo).

Entendendo toda essa parte sobre como DNS funciona e qual é o objetivo da OpenDNS, vamos à parte prática: trocar o provedor de serviço DNS padrão da sua conexão pelo oferecido pela OpenDNS é simplíssimo. Pode ser feito de duas maneiras: no firmware do modem, ou nas configurações do computador. Leia mais