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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) julgou procedente uma denúncia de formação de cartel contra o Ecad. Nosso velho conhecido escritório de arrecadação de direitos autorais para músicas terá de desembolsar uma quantia milionária como multa por tabelar os preços cobrados e repassados para seis associações participantes do grupo. Leia mais

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Chegou a vez do ECAD  se manifestar. Depois do comunicado emitido pelo Google na sexta-feira (09/03), ficaria feio para o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição se não respondesse alguns pontos levantados pelo proprietário do YouTube. Em resumo, o ECAD diz que não vai mais cobrar dos donos de sites que adicionam vídeos hospedados pelo YouTube em suas páginas. Leia mais

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No começo da semana passada o ECAD, Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, enviou mensagens a alguns blogueiros brasileiros avisando que eles deveriam pagar uma taxa de direitos autorais pela publicação de vídeos no YouTube nos seus blogs ou sites. Parece ser uma ideia meio absurda mas a que vem a seguir é um pouco pior: de acordo com a lei de direito autoral no Brasil, o escritório está certo. Leia mais

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O Grooveshark, um dos sites mais acessados para escutar músicas na rede, teve que interromper suas atividades na Alemanha depois que um grupo de defesa dos direitos autorais começou a fazer pressão para que o serviço pague “custos operacionais” mais elevados. No mundo são mais de 30 milhões de usuários ativos; resta saber quantos deles serão afetados na Bundesrepublik Deutschland. Leia mais

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Sem fazer muito alarde, o Google começou a excluir aplicativos considerados irregulares de seu Android Market, ambiente que até hoje era conhecido por ter regras bem menos rígidas que a App Store, que sua rival Apple disponibilida para o iOS.

De acordo com o blog Engadget, os programas estão sendo deletados sem prévio aviso pela gigante da web, que de quebra também está cancelando as contas dos desenvolvedores. Leia mais

Assim como a brasileira, a polícia americana usa mandatos de busca e apreensão para tomar vários objetos todos os dias. Mas o que eles fazem com aqueles bens que não são palpáveis mas que devem ser apreendidos assim mesmo? Mais especificamente no caso de domínios da internet. As autoridades não podem chegar na residência do dono e obrigá-lo a transferir o domínio para a conta da polícia. O que fazer?
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Uma semana depois de ter sido condenado por uma corte norte-americana a excluir todos os torrents que permitiam o download de arquivos protegidos por direitos autorais (ou seja, todos) de seus servidores, o Isohunt anunciou a criação de uma nova página inicial, conhecida como Lite.

Com visual propositalmente parecido com o do Google, a nova versão pretende ser um sistema de buscas especializado em arquivos de torrent e assim, quem sabe, conseguir de livrar de dores de cabeça judiciais ao mesmo tempo que permite que seus usuários livremente baixem conteúdo da web.

“Esperamos que todos compreendam os motivos que nos fizeram promover essas mudanças. Trata-se de uma maneira de respondermos às preocupações do juiz Wilson de que induzimos à violações de Direitos Autorais nos EUA. Essa nunca foi nossa intenção e nós temos evidências para apoiá-la. Com o Isohunt Lite, nós queremos reafirmar publicamente que nossa função é nada mais do que permitir que buscas sejam feitas pela web com toda a neutralidade que ela proporciona”, escreveu Gary Fung, criador do site, em um comunicado que pode ser lido na nova página inicial.

Uma das maiores diferenças do “novo” serviço em relação a outros serviços de busca é que ele é capaz de fazer um ranking com os arquivos com a maior quantidade de seeders, além de não agrupar torrents idênticos espalhados por diversos sites.

Windows 7: crackeado

Windows 7: crackeado

Demorou quase um mês, mas alguns crackers descobriram uma maneira de ativar o Windows 7 e o Windows Server 2008 R2 sem utilizar um serial, aproveitando uma brecha conhecida no sistema desde os tempos do Vista.

No caso, a operação envolve a remoção de ferramentas do sistema como o Windows Activation Technologies (WAT) e a desativação do Software Protection Platform (SPP) e Software Licensing Client (SLC), além da criação de um mirror fraudulento de ativação que permite que qualquer cópia do sistema operacional possa ser usada mesmo depois dos 30 dias de teste que a Microsoft oferece aos seus clientes.

Como um bom soldado que não se entrega sem luta, o programa ainda exibe diversos alertas e marcas d’água na tela avisando que a cópia não é original (que podem ser removidos com ferramentas específicas, ainda mais fraudulentas), mas não realiza os desligamentos automáticos a cada duas horas que a empresa de Redmond reservou às cópias sem ativação.

Segundo o blog My Digital Life, que descobriu a falha, o problema provavelmente aconteceu “por conta do excesso de tolerância da Microsoft em seu mecanismo de ativação para evitar falsos-positivos ou contornar eventuais problemas no momento do registro”.

Como era de se esperar a empresa de Redmond afirmou ao jornal britânico The Register que está trabalhando numa correção para o problema, além de alertar que as cópias crackeadas estão contaminadas por malware.

Não foi dessa vez que os donos de aparelhos com iPhone OS puderam desfrutar um aplicativo nativo para gerenciamento remoto dos downloads que estejam sendo feitos no computador. Depois de uma peregrinação durante quatro meses pela revisão da App Store, o desenvolvedor do aplicativo finalmente teve uma resposta: o uMonitor não foi autorizado porque o torrent “comumente é usado para o propósito de infringir direitos de terceiros”.

O aplicativo serviria para funcionamento em conjunto com o uTorrent instalado no computador (não temos informações sobre com quais sistemas operacionais o uMonitor seria compatível).

uMonitor em funcionamento (só testes). (Reprodução/Pocket-Lint)

uMonitor em funcionamento (só testes). (Reprodução/Pocket-Lint)

Em sua resposta, a equipe de revisão de apps da Apple escreveu:

Nós revisamos uMonitor e determinamos que não podemos publicar essa versão do seu aplicativo na App Store nesse momento porque essa categoria de aplicativos é comumente usada para o propósito de infringir direitos de terceiros. Nós optamos por não publicar esse tipo de aplicativo na App Store”.

Claro que a Apple não vai dizer que, além de muitos deles serem ilegais na maioria dos países, os downloads em torrent poderiam concorrer com a iTunes Store nos segmentos de música, séries e filmes.

Enquanto isso, já existe aplicativo para Android, o sistema de código aberto do Google, que não só baixa arquivos a partir de sites de compartilhamento (o que o iPhone OS não permite), como também usa a câmera do aparelho para ler o código de barras de embalagens para descobrir o nome do filme, CD ou DVD em questão e iniciar o download automagicamente. [Pocket-Lint]

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Pirate Buy?

A nota final da morte do Pirate Bay chegou ontem, quarta-feira, e foi anunciada por Wayne Rosso que está trabalhando com a Global Gaming Factory (empresa que adiquiriu o Pirate Bay no mês passado) para descobrir qual o melhor modelo de negócios para o famoso tracker de torrents. Segundo ele, os mais de 3 milhões de usuários do site terão que pagar uma taxa mensal para poder acessá-lo.

O dinheiro das assinaturas unido com os rendimentos com propaganda no site servirão para pagar as pessoas e empresas que tiverem seus direitos autorais infringidos. Rosso não revelou quanto cobrará pela assinatura ou quando ela comecará a ser cobrada, porém garantiu que quanto mais arquivos forem compartilhados pelo usuário, menor será a taxa cobrada à ele.

Nessa nova era do Pirate Bay, não são só os usuários que sofrerão as mudanças. Ainda segundo Rosso, a GFF também está tentando criar acordos com provedores de internet para otimizar o tráfego de dados P2P nas suas redes. Resta saber quantos usuários continuarão gerando esse tráfego e quantos irão, quase que literalmente, abandonar o navio. [TorrentFreak]