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Dependendo da qualidade do material e da maneira como ele é fabricado, um DVD ou CD pode durar de trinta a cem anos intacto antes de começar a se deteriorar. E enquanto a existência de leitores de mídia óptica daqui a cem anos é incerta, isso não impede que certas empresas foquem seus esforços na criação de DVDs com potencial para ultrapassar esse limite. É isso uma start-up chamada Millenniata conseguiu fazer. Leia mais

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Prestes a chegar ao Brasil, o Netflix anunciou novos planos para as regiões nas quais oferece seus serviços. É o fim do pacotão com filmes via streaming e um DVD (físico, dos antigos mesmo) pelo valor módico de US$ 9,99 (cerca de R$ 15,70). Para quem usava apenas uma das modalidades de distribuição de conteúdo, a conta vai ficar mais barata. Já quem usa as duas deverá pagar mais. Leia mais

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Ao comprar um Xbox 360, você tem a vantagem de não ter só um console como também um tocador de DVDs. Com o PlayStation 3 isso se repete: o console não só toca DVDs como também discos de Blu-ray. Mas com o a Nintendo a história é diferente. O primeiro Wii, apesar de ler discos de games com a mesma capacidade de discos de DVD, não conseguia tocar DVDs de filmes ou séries. E parece que a história vai se repetir com o Wii U. Leia mais

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A cada novo lançamento de Macs a Apple aponta para um futuro sem leitores e gravadores de mídias ópticas como o DVD. Enquanto uns apostam num fim próximo, outros ainda reconhecem sua utilidade para backups e gravação de DVDs com vídeos pessoais para ver na sala de casa, por exemplo.

Cada Mac, por padrão, vem com duas soluções de software para gravação de DVDs, uma no programa Utilitário de Disco e outra no próprio Finder. Ainda temos a opção de criar DVDs no abandonado iDVD do pacote iLife e para backups de músicas e CDs de áudio no iTunes.

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O uso de discos de Blu-ray pode não estar tão difundido aqui no Brasil, mas lá fora ele já virou febre entre os aficionados por filmes em alta definição. Por poder armazenar mais dados, esses discos contém vídeos em altíssima resolução, além da possibilidade de poder ter conteúdos diferenciados em relação ao disco de DVD.

Pelo fato de armazenarem vídeos de grandes dimensões, discos de Blu-ray comercializados atualmente têm 25 ou 50 GB, dependendo da quantidade de camadas. Mas a Blu-ray Disc Association, que define a especificação usada, anunciou hoje dois novos formatos que poderão dar capacidade de até 128 GB aos discos, além de permitir que duas camadas com propriedades diferentes sejam usadas no mesmo disco.

O primeiro deles, BDXL, vai ter entre 100 e 128 GB e poderá ter discos regraváveis. Ele deverá servir para uso médico no arquivamento de imagens em alta resolução como ressonâncias ou para armazenamento de transmissões de TV em alta definição. Já o segundo formato, IH-BD, será híbrido, tendo tanto uma camada fixa, com dados que não podem ser mudados, e uma camada regravável, que pode ser alterada. Os discos não tem data para lançamento ou previsão de preço.

[via Slashgear]

DVD

Numa bizarra tentativa de protestar contra as leis antipiratarias de seu país, um norueguês chamado Henrik Anderson se denunciou às autoridades locais por ter feito backups de DVDs originais que comprou legalmente.

Apesar da legislação do país permitir que um cidadão faça cópias de discos de sua propriedade para uso pessoal, também proíbe a quebra de proteções DRM, então para ripar sua coleção de filmes e seriados Anderson foi “obrigado” (entre aspas, mesmo) a cometer um crime. “Comecei com isso porque eu não queria ser taxado como criminoso”, afirmou o rapaz para o site TorrentFreak.

Na ocasião em que a denúncia foi feita, no final no último mês de outubro, o órgão antipirataria do país avisou a Anderson que a decisão se ele seria processado ou não seria dada “até dia 1º de dezembro”, o que não aconteceu.

Apesar da tática arriscada, o norueguês não parecia estar muito preocupado com represálias: “Eles não pareciam muito interessados em dar continuidade ao caso. Obviamente temiam o que poderia acontecer se me denunciassem a policia”, completou. E pondera: “Ou foi isso ou eles não entenderam minha ação como ilegal”.

Gravador de DVD de pedra: 5 mil dólares

Gravador de DVD de pedra: 5 mil dólares

Um disco de DVD comum, se for bem acondicionado livre de umidade e outros fatores climáticos externos pode durar, no máximo, até 30 anos de acordo com a OSTA (Associação de Tecnologia de Armazenamento Óptico). Alguns fabricantes alegam que a qualidade dos seus discos podem fazê-los durar entre 100 e 300 anos.

Mas uma empresa americana foi mais longe. A Cranberry promete que o seu modelo exclusivo de DVD, chamado de DiamondDisc, vai durar até 1000 anos sem se decompor. Segundo a empresa, o disco é feito de uma ‘pedra sintética’ que continua transparente depois de pronta, daí o nome diamond (diamante em inglês). A gravação de dados é feita diretamente na placa do disco, que é ultra-resistente e pode aguentar temperaturas de até 80ºC.

Cada unidade do disco custa US$ 35,00, mas é no gravador que está a verdadeira facada: ele custa US$ 4.995 e inclui 150 DiamondDiscs no pacote. Mas para quem não quer gastar com o equipamento, pode enviar até 4,7 GB de dados para a empresa que eles se encarregam de gravá-los em um dos discos de pedra e enviá-los para a casa do cliente.

Cliente esse que não estará vivo para saber se o seu disco realmente sobreviveu ao tempo que a Cranberry diz. [Wired]

bicho-bro-580x375Minha sala de estar tem uma daquelas enormes estantes com rack que, além de abrigar TV, som, DVD player, etc, tem aqueles espaços para guardar coleção de CDs e DVDs. Esses espaços já estavam lotados faz tempo, mas não é por isso que os deixei de usar. É que comprar CD e DVD tem se tornado coisa cada vez mais rara, salvo um ou outro box de seriado ou sequências de filmes – a maioria, ganhos de presente.

Mas olhar aquele amontoado de coisas estava me incomodando mais a cada dia. Além de juntar poeira, já que eles nunca saíam dos seus nichos, estavam interferindo na decoração da sala. Por mais arrumadinhos que estivessem, iam contra meu senso de “clean”. Um belo dia, numa tarde de domingo, tirei tudo de lá (com direito a máscara, por causa da asma) e no lugar coloquei uns poucos objetos de decoração, porta-retratos, etc. Numa casa onde não há tapetes nem cortinas (apenas persianas), tive a sensação que desalojei de vez os últimos ácaros que coabitavam meu lar.

Olhei o aparelho de som. Ele tem uns 20 anos de uso, mas continua em excelentes condições. Na época em que foi comprado, era um arroubo de ousadia não vir com toca-discos. No lugar, ele orgulhosamente trazia uma enorme gaveta com capacidade para 5 CDs, para ouvir “horas de música ininterrupta sem repetição”. O supra-sumo da modernidade! Intimamente, dei risada. Estava com medo de apertar o botão do carrossel de CDs e uma aranha pular de lá de dentro. Hoje, praticamente só uso a saída auxiliar, devidamente ligada no computador-mediacenter.

Enchi um armário com os DVDs e CDs. Achei algumas coisas que nem lembrava mais que tinha. Filmes velhíssimos da Bette Davis e um do Rodolfo Valentino. (alguém conhece?) Discos do Legião Urbana. Trabalhos audiovisuais da época da faculdade de rádio e TV. Edição de colecionador de “Cantando na Chuva”, com pôster e tudo – presente do marido ainda quando nos conhecíamos. Uma coletânea “10 anos (!) sem Vinícius de Moraes”. DVDs de Cidadão Kane, O Iluminado e Um Estranho no Ninho, que já separei para rever na primeira oportunidade. Um CD do Netinho. (desculpem… é que ô-milaaaaaaa era música tema da minha turma nos tempos da faculdade de odonto).

Aquela faxina se transformou numa viagem no tempo. Boa parte do que eu mais ouvia em MP3 hoje eram coisas que já havia ripado desses CDs há muito tempo. Conversei com o marido, que já pretendia comprar um Time Capsule de 2 TB. Ele também tem uma biblioteca de mídia ótica respeitável. Agora reforçamos os planos e já o colocamos no orçamento para daqui uns meses. Aos poucos, converteremos tudo para digital e, excetuando-se as peças de valor sentimental (tipo o CD do Netinho :) ), vamos nos desfazer de tudo. Talvez doando para alguma instituição ou biblioteca pública…

A idéia do Time Capsule é ter um super-roteador com armazenamento de sobra e, a partir de qualquer computador da casa, acessar todo o conteúdo que estiver lá. Além de servir de backup para nossas máquinas. Mas, muito mais do que isso, poderemos também viajar e acessar nossas coisas de qualquer lugar, via MobileMe.

Olho para o aparelho de som ligado ao mediacenter na sala e reflito o quanto as coisas mudaram em tão pouco tempo. Como tudo ficou mais fácil, instantâneo e também – por que não – descartável. Há 20 anos consumíamos bem menos mídia que hoje, mas selecionávamos melhor.

Atualmente, na minha sala, a única reminiscência visível do passado é o duplo-deck de fitas cassete do aparelho de som. Até isso se transformou num paradigma: esses tudo-em-um vendiam horrores, todo mundo copiava vinis ou duplicava fitas cassete, mas nenhuma gravadora reclamava disso, lembram?

É. Como o mundo mudou…

A LG anunciou hoje que pretende lançar no primeiro trimestre de 2007 um drive compatível com as quatro principais mídias digitais do mercado: CD, DVD, HD-DVD e Blu-ray.

O drive poderá ler HD-DVDs, gravar e regravar CDs, DVDs e Blu-rays. No caso do Blu-ray, será possível fazer gravações multi-camadas a uma velocidade de 4x, o que ainda é novidade. Nessa velocidade, um disco Blu-ray de 25GB (apenas uma camada) poderá ser queimado por completo em “apenas” 24 minutos (menos de 1GB por minuto!), ou um disco multicamada que tem 50GB (25GB por camada) será gravado em 50 minutos. 4x pode não parecer rápido (e não é) mas já é uma evolução para uma mídia que nem sequer atingiu o mundo todo.

Ainda me lembro quando meu pai comprou um drive gravador de DVD da Pioneer com essa velocidade, era super lançamento na época e não é à toa que me levou 3500 reais! O drive da LG também não será diferente, deverá ser lançado pelo valor de 1200 dólares.

Mais informações: LG Press Release

As fabricantes Toshiba e Memory-Tech desenvolveram uma mídia capaz de ser reproduzida tanto em aparelhos de HD-DVD quanto em leitores de DVD convencionais.

Todos sabemos que é impossível para o laser do DVD ler uma mídia de HD-DVD, seria a mesma coisa que tentar rodar um DVD em um leitor de CDs. O segredo desta integração está obviamente na tecnologia implementada na produção dessas mídias. Elas são feitas em duas camadas, uma dessas camadas armazena 4.7 GB de dados que é o padrão do DVD, enquanto que a segunda consegue armazenar 15GB de dados em alta resolução, justamente o padrão HD-DVD.

A idéia, embora simples, poderá somar muitos pontos para o padrão na briga pelo favoritismo contra o Blu-Ray. Isso poderá se tornar ainda mais forte se as produtoras aderirem a idéia e começarem a lançar todos os novos vídeos utilizando essa mídia.

Para nós consumidores o benefício seria termos em um só disco dois formatos de vídeo em altíssima resolução, poderíamos optar por assistir o mesmo no DVD ou no HD-DVD. A vantagem seria ainda maior para os que decidissem deixar para adquirir o leitor de HD-DVD mais tarde, os mesmos não seriam obrigados a investir mais para seguir os padrões impostos pelo mercado.

via – Neowin