
Foto exclusiva do Pé Grande testando seu iTablet
A história do já lendário dispositivo menor que um computador e maior que um iPhone que há tempos povoa fértil imaginação dos fãs da Apple acaba de ganhar mais um novo capítulo. O analista de mercado Yar Reiner afirmou ao site Apple Insider que a empresa se Steve Jobs apresentou “propostas muito interessantes” a editoras norte-americanas a respeito de oferecerem seu conteúdo a uma futura plataforma de e-books, que deverá ser inaugurada com a chegada do tão falado tablet da marca.
“Os contatos feitos pela Apple mostram que a empresa pretende deixar 70% do valor do livro com a editora, enquanto com o Kindle a Amazon fica com metade do dinheiro”, diz Reiner.
Nesta nova versão do rumor o aparelho terá tela de 10,1 polegadas OLED multitouch, não terá teclado e se encaixará num nicho de mercado entre os leitores digitais e os netbooks, parecido com o JooJoo que será lançado na próxima sexta.
De acordo com o analista, sua produção deverá ser iniciada no próximo mês de fevereiro e serão necessárias entre seis e oito semanas para a produção de um estoque que dê conta da demanda inicial.
Mas em se tratando de Apple, claro, um pouco de desconfiança nunca faz mal pra ninguém.
A Amazon disponibilizou hoje a versão 1.0 beta do programa Kindle para PC, anunciado em outubro. Através dele, usuários do Kindle poderão ler livros e periódicos (em versões coloridas) comprados no dispositivo.

Porém, ao contrário do que diz a Amazon, ainda não é possível fazer compras direto do programa, o usuário deverá efetuá-las através do próprio aparelho ou pelo site da empresa. E quem ainda não tem um Kindle também não poderá comprar e-books ou jornais disponíveis no acervo digital da Amazon, é preciso ter e registrar alguma versão do leitor para poder ter acesso à biblioteca, que varia de país a país.
A empresa também lista algumas das melhorias que deverá trazer em futuras versões do programa, incluindo suporte a gestos no Windows 7, criação de notas e destaques, melhor busca integrada e opção de dar zoom e rotacionar imagens.
O programa é gratuito, só está disponível em inglês e é compatível com Windows XP SP2, Windows Vista e Windows 7. Segundo a Amazon, a versão para Mac OS X será liberada em breve.
Somente duas semanas depois de anunciar a versão internacional do Kindle, a Amazon descontinuou hoje a versão vendida exclusivamente para usuários nos EUA. De agora em diante, americanos somente poderão comprar a versão internacional do aparelho – agora vendida por 20 dólares a menos – para usar dentro do país. O novo Kindle conta com acesso à rede da operadora AT&T no lugar da rede da Sprint, usada na versão anterior e que passou a figurar apenas no ‘irmão maior’ do aparelho, o Kindle DX, que continua sem atualizações no hardware.
Além da mudança na venda do leitor, a Amazon anunciou hoje o Kindle para PC, um aplicativo gratuito que a empresa planeja lançar e que permitirá que qualquer pessoa (indiferente se tenha o Kindle ou não) compre e leia livros na loja online do Kindle. Quem já tiver o Kindle, poderá sincronizar o programa com o aparelho para poder ler no computador os e-books já comprados.

Screenshot do Kindle para PC
O aplicativo, no entanto, não será o primeiro liberado pela empresa com esse propósito. O Kindle App para iPhone já existe faz algum tempo e também é gratuito. Na versão para o celular da Apple, entretanto, não é possível comprar e-books direto do aplicativo. A empresa não revelou se pretende criar uma versão do programa para Mac OS X. [Engadget / CNET]
[Atualização, dia 23/10, às 19:23]: Os Mac users, invejosos, fizeram tanto barulho que a Amazon foi praticamente obrigada a anunciar que eles também terão uma versão do Kindle para PC. No caso deles, vai ser Kindle para Mac. Satisfeitos?
O leitor de livros digitais já era exibido em uma propaganda gigante na versão impressa do The New York Times, por isso ninguém mais tinha dúvidas sobre o lançamento. Hoje, porém, foi feito o anúncio oficial: o e-reader da livraria Barnes & Noble se chamará Nook. Ele será vendido por US$ 259,00.

Nook deve concorrer com o Kindle, da Amazon (Clique para ampliar)
Apesar do nome estranho, o Nook tem características já conhecidas. Duas telas: uma de e-ink de 6 polegadas, na qual são mostradas os livros, e outra colorida de 3,5 polegadas e sensível ao toque logo abaixo, que serve para selecionar, pela capa, o livro a ser lido. Outras características incluem o suporte a redes Wi-Fi nos padrões 802.11b/g e rede 3G da AT&T, 2 GB de memória interna e possibilidade de expansão da memória através de slot microSD. A bateria, segundo a empresa, dura até 10 dias sem conexão com a rede sem fio. Ele também vem com saída padrão para fones de ouvido e um speaker embutido.
O e-reader suporta formatos EPUB e eReader para livros, MP3 para áudio e arquivos JPEG, GIF, PNG e BMP para criar proteções de tela no dispositivo. Já no lançamento, será possível baixar mais de 1 milhão de livros digitais disponíveis no catálogo, metade deles são livros de domínio público escaneados pelo Google, empresa que também forneceu o sistema operacional Android que roda no aparelho. [Gizmodo]
A gigante de busca de Mountain View anunciou ontem (15) que pretende lançar um site para venda de e-books. Ao contrário do Google Books, que tem em sua maioria livros em domínio público e gratuitos, novo serviço, chamado Google Editions, terá um catálogo com versões digitais de livros mais recentes e permitirá a compra e leitura em qualquer dispositivo ligado à internet que tenha um navegador.
Os livros poderão ser comprados tanto através do próprio Google como também pelos sites da Amazon ou Barnes & Noble. No lançamento serão disponibilizados mais de 500 mil livros de várias editoras, que receberão parte dos lucros das vendas, dependendo por qual site o livro digital for vendido. Para livros vendidos pelo Google, as editoras receberiam 63% dos lucros, contra 45% caso ele seja vendido através dos sites concorrentes.
A porta-voz do Google não deu detalhes sobre a possibilidade de download dos livros ou se eles poderão ser lidos em dispositivos como o Kindle mas afirmou que a empresa não tem planos para criar um leitor de e-books próprio. O Google Editions deverá ser lançado até a metade do ano que vem. Não foi especificado em quais países o serviço será lançado primeiro. [ArsTechnica]