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Uma pesquisa do instituto Nielsen para o segundo trimestre deste ano revela que cerca de 61% dos donos de e-readers  são mulheres e cerca de 57% dos donos de tablets são homens. Já os smartphones são utilizados tanto por homens quanto por mulheres igualmente.

Apesar desse estudo criar uma divisão do mercado, ajuda as empresas a criarem seus produtos para públicos específicos — homens para lançamentos de tablets e mulheres para lançamentos de e-readers. Leia mais

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A Amazon apresentou uma nova modalidade de utilização dos livros presentes em sua loja virtual. Em vez de comprar uma publicação e ficar com ela para sempre (a menos que o livro seja apagado sem explicação, como já aconteceu antes), os consumidores têm a opção de apenas alugar as publicações por um determinado período de tempo. Leia mais

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Para ler livros digitais, as opções usuais são de produtos da Amazon ou da Barnes & Noble. Ou o Google, que anunciou recentemente um produto, fabricado por outra companhia, que conta com a tecnologia de exibição dos Google eBooks. O iriver Story HD está confirmado para o mercado americano por somente US$ 140 a partir da semana que vem. Leia mais

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Na obra A Reforma da Natureza, de Monteiro Lobato, a boneca Emília decidiu “consertar” coisas na natureza que lhe parecessem sem cabimento. Junto com sua amiga Rãzinha, começou ajeitando imperfeições. Mas como sua personalidade é um tanto peculiar, logo resolveu reinventar qualquer coisa que lhe desse na telha. Assim, os livros entraram na lista: Leia mais

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Papel eletrônico. É mais ou menos esse o objetivo das telas de e-ink, que mostram imagens e textos apenas refletindo a luz do ambiente. Por isso, assim como o papel, essas telas não submetem a visão à luz constante que uma tela retro-iluminada emite. Como benefício adicional, o consumo de bateria também é mínimo, visto que nenhum miliampère é gasto para manter uma imagem na tela, só se gasta um pouquinho para colocar a imagem na tela.

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A Sony tirou uma página do manual de criação do – agora falecido – QUE da Plastic Logic e resolveu que todas as próximas versões dos seus leitores de e-books também contarão com uma tela de e-ink sensível ao toque, não só os modelos mais caros. Ao menos é isso que está escrito nos slides que vazaram de alguma apresentação da companhia através do blog Engadget.
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Gadgets vaporware são aqueles que mesmo depois de anunciados acabam morrendo na praia sem finalmente serem lançados no mercado. Nessa lista constam desde roteadores que prometiam muito (como o D-Link N450) até monitores de grande resolução (como o Alienware Curved Display). E hoje a Plastic Logic, criadora do e-reader QUE, anunciou que seu leitor será o mais novo nome a integrar a lista de vaporware da CES desse ano.
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A made in Taiwan Acer, que fez fama e fortuna com sua popular linha de netbooks One, não deverá ficar de fora da festa dos tablets. De acordo com o site especializado em mercado DigiTimes, a companhia se prepara para iniciar as vendas de dois modelos para concorrer com o hypado iPad já no quarto semestre trimestre deste ano.
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Durante o D8 – evento no qual Steve Jobs respondeu a um monte de perguntas e inclusive comentou sua vida sexual -, um novo e-reader foi apresentado ao mercado. O Kno merece destaque nesse feriado por ser um dispositivos com duas telas absolutamente gigantescas para aquilo que ele se propõe a fazer.

Kno em ação. (Engadget)

O Know tem dois visores capacitivos IPS de 14,1 polegadas, cada um deles com 1440×900 pixels de resolução (ou 900×1440, já que vão ficar em modo retrato. Na parte interna, temos um processador Tegra 2, desenvolvido pela Nvidia, e armazenamento de 16 GB. Para completar as especificações técnicas, a bateria. São de seis a oito horas de autonomia, de acordo com o fabricante. O peso é de aproximadamente 2,5 quilos. Leia mais

Ao lançar o Kindle, a Amazon incluiu no gadget um navegador web. Poucos usuários do aparelho sabem disso, já que ele está escondido na sessão ‘Experimental’ do menu. Quem o descobriu sabe que a experiência de navegação é idêntica à dos celulares em 1998 no Brasil: vários links, páginas enormes e raras imagens. Mas isso poderá mudar nas próximas versões do Kindle.

Segundo um anúncio de vaga de emprego, a Lab126 (empresa subsidiária da Amazon responsável por desenvolver o Kindle) está procurando por um engenheiro de desenvolvimento de software, especificamente para ajudar a criar um ‘navegador web inovador’. Dentre as qualificações necessárias estão ter diploma da área de ciência da computação ou similar, conhecimento dos padrões web atuais e ter 3 anos de experiência na web.

O novo navegador pode tanto ser liberado nas próximas atualizações do Kindle ou pode estar presente apenas nas novas gerações do leitor de e-books da Amazon. Eu aposto na segunda opção, já que os Kindles vendidos até agora não tem uma tela específica para navegação web e também estão atados à um plano de dados que só permite download de livros. Isso pode ser facilmente resolvido com a adição de WiFi e uma tela de LED na terceira geração do gadget. Get on it, Amazon. [CNET]