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Às primeiras vistas, parece que alguém muito apaixonado pelo antigo Mac G3 sonhou que um dia circularia sentado sobre ele por aí. Mas na verdade, trata-se de um projeto de transporte pessoal interessante e que tem sido recebido com certa empatia por designers e engenheiros de transportes.

A Boxx é uma nova raça conceitual de scooters elétricas que, segundo os seus criadores, pode rodar aproximadamente 129 Km com apenas uma carga a máximos 57 km/h. Leia mais

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Na próxima vez que você receber a sua conta de luz, não adianta ficar nervoso. Tem gente em maior encrenca no que diz respeito ao consumo de energia. O Google, gigante das buscas na web, revelou nessa semana dados do seu próprio consumo de energia. Em resumo, a companhia utiliza sozinha a mesma quantidade de eletricidade utilizada por 200 mil habitantes em uma cidade considerada de tamanho médio. Leia mais

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Um levantamento realizado por Jonathan G. Koomey, professor de engenharia civil e ambiental da universidade de Standford, nos EUA, mostra que o consumo de eletricidade dos centros de dados ao redor do mundo foi contido por novas tecnologias de economia de eletricidade e “pela recessão de 2008″, fazendo com que eles gastassem menos eletricidade do que o esperado por analistas da indústria. Leia mais

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O início da noite no Centro de Exposições Imigrantes reservou surpresas não tão boas para os participantes da Campus Party. Pela segunda vez nessa terça-feira (18 de janeiro), houve uma queda na energia elétrica que abastece os pavilhões do evento. Em meio a um temporal em São Paulo, foi-se a luz da CParty. Naturalmente que o caos se estabeleceu entre os campuseiros, que ficaram revoltados com mais uma incidência desse tipo.

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Sustentabilidade não é um assunto muito rotineiro aqui no TB, mas é um tema com o qual nos preocupamos muito. É também o tema que embala o SWU, festival de música que acontece em outubro na cidade de Itu.

O festival vai reunir bandas e DJs consagradíssimos do cenário nacional e internacional, e agora você, nobre leitor tecnobloguiano, pode faturar um par de ingressos na faixa, totalmente di grátis, para comparecer ao SWU em um dia de sua escolha. Leia mais

Na Europa, a ordem é que celulares seja alimentados por meio de USB, com um adaptador que permita ligar o aparelho na rede elétrica convencional. No Brasil, ainda não chegamos nesse nível de padronização. Mas seria tão bom se a gente pudesse ligar os amados gadgets diretamente na tomada para carregar… Espere, agora pode!

A companhia americana FastMac está trabalhando no desenvolvimento de uma tomada, dessas de parede mesmo, que também vai ter saídas USB. Trata-se da U-Socket, uma tomada com preço estimado na casa de US$ 19,95 (cerca de R$ 37). Só falta receber autorização para começar a ser fabricado.

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A General Electric publicou um infográfico interativo que mostra o consumo de energia elétrica dos eletro-eletrônicos mais comuns em um lar. Ao todo são 53 aparelhos que têm seu consumo médio exibido em watts ou quilowatts hora, à escolha do visitante (o site mostra também quanto o aparelho gasta em dólares, mas isso não ajuda muito a nós brasileiros que pagamos outro preço pela energia consumida).

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A operadora de telefonia Intelig (lembram dela?) passou a oferecer essa semana um serviço até então pouco utilizado no Brasil: banda larga via rede elétrica. Ele utiliza a tecnologia BPL, que permite que os sinais de dados sejam transmitidos ao mesmo tempo que os elétrons da rede elétrica, sem interferência (eu simpliquei bastante a explicação, mas você pode ler aqui os detalhes).

De acordo com a companhia, o serviço é oferecido em parceria com a Eletropaulo e oferecerá velocidades de 5, 10 e até 15mbps, alem de uma linha de telefone fixo. Por enquanto, ele só esta disponível na cidade de São Paulo nos bairros Moema, Jardins e Pinheiros, mais especificamente em 350 prédios da região. A conexão será feita via cabo óptico até os prédios e daí ligado à rede de distribuição elétrica já presente.

Toda essa tecnologia, no entanto, não sai barato. No plano que fornece apenas Internet, os preços paras as velocidades de 5, 10 e 15 mpbs são, respectivamente, R$ 149,90, R$ 174,90 e R$ 199,00. Em cima disso, é cobrada uma taxa de instalação de R$ 420,26. Há uma promoção, no entanto, de plano de internet com velocidade de 10mpbs mais telefone fixo que custa R$ 74,90 por mês nos 12 primeiros meses e, nesse caso, não é cobrada uma taxa de instalação. Em ambos os casos o modem é oferecido gratuitamente em regime de comodato e não há limite de banda em nenhum dos planos (Net Virtua, aprenda!).

Se você for um dos moradores desses bairros e contratar o serviço, nós adoraríamos ler sobre a sua experiência. Mande um email para rafa@tecnoblog.net ou comente nesse post. ;)

[Com informações do Estadão]

A fabricante brasileira Multilaser anunciou hoje um novo produto que poderá ajudar principalmente aqueles nerds e geeks que precisam carregar fios e mais fios de cabos para carregar seus equipamentos enquanto estão na rua. A fonte de alimentação que a companhia vai começar a vender permitirá ligação fácil com notebooks de fabricantes como Dell, HP e Acer.

A fonte universal funciona tanto em 110V quanto 220V, mas o mais bacana é que ela pode ser ligada a tomadas de carros de 11V a 14V. Com isso, fica fácil carregar o notebook, netbook ou outro gadget que estiver carregando enquanto se dirige para um evento.

Oito plugs acompanham o acessório, para que não haja problema de compatibilidade com o gadget que precise receber uma nova carga. Só falta ser compatível com notebooks da Apple: o comunicado da Multilaser não fala nada sobre o carregador funcionar com os portáteis da Maçã.

Quem tiver um iPod Touch ou outro gadget cujo carregamento acontece através de porta USB também poderá aproveitar essa fonte universal, que conta com duas postas USB de 5V.

8 plugs variados e 2 entradas USB. (Divulgação)

8 plugs variados e 2 entradas USB. (Divulgação)

Segundo a Multilaser, o carregador pesa aproximadamente 290g 428g. O preço sugerido é de R$ 149.

Na última terça-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a comercialização da tecnologia conhecida com PLC (Power Line Communications), o serviço de internet banda larga distribuída através da rede elétrica.

Agora as companhias elétricas acusam a Aneel de ceder às pressões da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), visando favorecer o DSL e o cabo, em detrimento do PLC. As reclamações acontecem porque, de acordo com as regras da Aneel, as empresas elétricas serão obrigadas a abrir uma oferta pública caso haja algum interessado em utilizar a sua rede elétrica para vender banda larga através da tecnologia PLC. A Aneel determinou ainda que 90% da receita gerada com a cessão da rede para transmissão de dados seja usada para abater o valor das trarifas, somente 10% desse dinheiro.

Para não ter que dividir essa receita, diversas companhias elétricas já tinham aberto subsidiárias de telecomunicações para quando o PLC fosse implantado.

Segundo Wanderley Maia, gerente de rede de energia da subsidiária de telecomunicações da Cemig, o repasse de 90% poderá encarecer o PLC ao consumidor. O coordenador de PLC da Copel Telecom, Orlando Cesar de Oliveira, teme que essa limitações tornem a tecnologia menos competitiva que as demais, oferecidas pelas operadoras de telecom tradicionais. Além disso, Oliveira questiona o risco de compartilhar a rede elétrica: “Nenhum país do mundo adotou esse modelo por uma questão de segurança da rede”, diz. “Além disso, nem a Anatel conseguiu promover o compartilhamento de redes entre as teles, e vamos começar fazendo logo no setor elétrico?”

Apesar das burocracias e disputas de interesse, o PLC é bastante aguardado pelos consumidores, pois traria velocidades de pelo menos 10 Mbps a preços até 50% menores que o DSL ou cabo. Além disso, a tecnologia também permitiria a cobertura quase total dos municípios brasileiros (98% dos domicílios têm rede elétrica), o que não acontece hoje, visto que as telecoms apenas têm interesse comercial em levar sua infra-estrutura a 62% deles. [Folha Online]