Ainda a respeito da conferência Chirp, entre as diversas novidades apresentadas para o serviço de microblog está a criação de um encurtador de url próprio.
“Muita gente já resolveu o problema de diminuir os grandes endereços da web nos tweets, mas em nosso site nós não daremos opções de escolha a nossos usuários. Quem quiser usar um encurtador diferente terá que usar uma outra app”, afirmou Evan Willians, um dos fundadores do serviço, num legítimo momento à la Steve Jobs.
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Atualmente existem diversos serviços especializados em diminuir o tamanho de endereços da internet para que eles se ajustem aos mirrados 140 caracteres disponíveis, como o Bit.ly, Is.gd, Twurl e o clássico TinyURL. Os potenciais nomes para o novo serviço podem ser twt.tl ou twee.tt, sendo que o primeiro já está sendo usado para evitar que usuários do serviço caiam em armadilhas online.
A conferência também foi marcada pela revelação do número de usuários do site de microblog. Por muito tempo a audiência do serviço era estimada por analistas que calculavam que cerca de 70 milhões de navegantes postavam regularmente. Mas o próprio Williams quem tratou de apresentar os números oficiais, um tanto inflacionados: de acordo com o executivo, atualmente o Twitter conta com 105 milhões de usuários.
A galera responsável pelo encurtador Migre.me lançou hoje um recurso que poderá deixar o uso do site ainda mais divertido e interessante. As insígnias são condecorações que os usuários vão ganhar de acordo com objetivos que forem cumpridos, como, por exemplo, receber 30 RTs em apenas uma hora.
O ranking de insígnias já está no ar e você pode conferir abaixo:

Top de insígnias do Migre.me. (Clique para ampliar)
Modéstia à parte, o Tecnoblog é o sexto colocado, depois de alguns blogs e alguns usuários de Twitter famosos (tem até uma ex-BBB). No nosso caso, recebemos insígnias por ter aparecido na lista dos mais retuitados pelo menos uma vez; por ter realizado um sorteio com pelo menos 300 participantes; por ter figurado na coluna de tweets mais clicados; por ter conseguido 100 RTs em uma hora; e por ter angariado 30 RTs em uma hora.
Jonny Ken, fundador da Kingo Labs, disse em entrevista a mim que as insígnias surgiram depois de terem percebido que os usuários ainda não prestam muita atenção nos Bookmarks, um recurso que permite ter um histórico completo de todos os links publicados no Twitter com URLs geradas pelo Migre.me.
O nome insígnias é claramente inspirado nos Pokémons (lembra? #1; lembra? #2 #vergonhaalheia). De acordo com o mesmo Jonny, serão 136 insígnias no total, que serão liberadas aos poucos e os usuários poderão colecionar. De olho no dindin, o Migre.me já planeja até mesmo insígnias patrocinadas por empresas.
É ficar de olho para conferir as novidades.
Se zumbis fossem reais e existisse um vírus que infectasse apenas empresas web, a lista certamente começaria com a Tr.im. Eles já morreram e voltaram à vida mais vezes do que deveriam (uma vez) e hoje um ouvinte do podcast americano Buzz Out Loud apontou que eles se jogaram na cova novamente.
Em um aviso nada dramático publicado no site, eles dizem que decidiram novamente fechar o site por causa da constante batalha travada contra spammers, que resultava em ameaças de cancelamento do plano de hospedagem por parte dos servidores. Eles também informam que o redirecionamento vai continuar funcionando até 2011, mas que não é mais possível criar URLs curtas usando o serviço e ainda pedem que os desenvolvedores que integraram o serviço nos seus programas que o retirem.
Diferente da vez anterior, nenhuma empresa se prontificou a hospedá-lo ou arquivar as URLs antigas. Resta saber se dessa vez eles sofreram mesmo um headshot ou se o vírus zumbi vai fazê-los ressurgir das cinzas novamente em algum ponto no futuro.
Encurtadores de URL podem até deixar a internet mais lenta, mas de acordo com uma pesquisa liberada pela empresa de segurança Zscaler Inc. eles podem não ser tão perigosos quanto a Cisco imaginava que seriam.
A empresa analisou mais de 1,3 milhões de links postados no twitter nas duas primeiras semanas de março, pouco antes do serviço começar a utilizar seu encurtador twt.tl, e concluiu que apenas 0,06% deles (773 links) levavam o distraído usuário à sites maliciosos. Um dos encurtadores de URLs, Bit.ly, afirma que a estatística bate com a obtida nos links do próprio site.
Segundo Julien Sobrier, pesquisador da Zscaler, isso ocorre por que “grande parte dos usuários que usam e clicam nesses links prestam mais atenção”. Eles parecem ter maior consciência de que estão sendo redirecionados e que há chances de acabarem abrindo uma página que não é o que diz ser. “Como o link curto já gera suspeita”, diz Sobrier, “é menos provável que criminosos os usem”.
[via Physorg]
Se você chegou aqui pelo Twitter, a página do post pode ter sido carregada quase 2 segundos mais devagar do que se você tivesse acessado pera URL própria do Tecnoblog. Essa é uma das conclusões as quais chegou uma pesquisa iniciada pela empresa WatchMouse, que mediu a confiabilidade de serviços de encurtamento de URLs na web.

Facebook: bom como rede social, péssimo como encurtador de URLs
A empresa monitorou os 14 serviços encurtadores mais usados durante o decorrer do mês, medindo a cada cinco minutos em algum dos seus servidores no mundo quanto tempo cada serviço demora para redirecionar o usuário para uma página. Tenha em mente que eles não mediram quanto tempo a página demorava para abrir, apenas o redirecionamento.
A pesquisa concluiu que os redirecionadores mais rápidos são o Goo.gl e Youtu.be, ambos controlados pelo Google, que geram um atraso máximo de pouco mais de 320 milissegundos. O mais devagar foi o Fb.me, usado pelo Facebook, que pode garantir até mais de 2 segundos perdidos na navegação do usuário. Sobre o uptime dos servidores, apenas o goo.gl e twit.tl (esse último administrado pelo Twitter) mantiveram-se no ar durante 100% do tempo monitorado. O menos confiável foi o Snurl.com, que ficou fora do ar durante 2% do tempo em que foi testado.

Snurl.com: sai do ar com mais frequência
Em geral, a WatchMouse diz que encurtadores deixam a web mais devagar e podem expor o usuário a links maliciosos mais facilmente. Porém, eles trazem vantagens como a possibilidade de fazer tracking de estatísticas de clique. Fica a cargo do usuário decidir se a troca vale à pena. [Techcrunch]
É certo afirmar que a maioria dos ataques à contas do Twitter ocorre porque usuários desavisados clicam em links maliciosos (muitas vezes curtos devido à própria restrição de 140 caracteres) e, de uma maneira ou de outra, colocaram o controle dos seus perfis nas mãos de hackers. Del Harvey, diretora de segurança do Twitter, garante que a partir de agora esse tipo de problema com links curtos se tornará escasso.
Segundo Harvey, o serviço de microblog lançou ontem um sistema que detecta, intercepta e previne que ataques do tipo phishing se propagem através de links encurtados. Primariamente apenas os links enviados por mensagem direta (DM), principal fonte desse tipo de ataque, passarão por esse sistema, que não será visto pelo usuário.
Alguns desses links serão encurtados usando o próprio encurtador de URLs do Twitter, twt.tl, que também não está disponível para uso do público em geral. Caso o link seja detectado como malicioso, os usuários que clicarem serão redirecionados para uma página avisando da ameaça. As demais URLs publicadas no site, com exclusão de links curtos, já passam por um filtro anti-phishing (o mesmo usado pelo Google) que impede a publicação de endereços de sites que contenham vírus e outros programas maliciosos.
E não é que o Google gostou da brincadeira? Depois de lançar o goo.gl, agora chega mais um encurtador de URL por parte da gigante das buscas, o youtu.be.
A particularidade mais notável desse novo serviço é que ele é exclusivo para vídeos hospedados no YouTube, o que — em um caso raro quando se trata de encurtadores de URL — te dá a certeza de que o que você vai clicar é seguro.
O novo encurtador poderá ser usado tanto automaticamente quando manualmente. No primeiro caso, ao usar a funcionalidade AutoShare do YouTube, os vídeos que forem marcados como favoritos serão automaticamente enviados para as redes sociais configuradas em suas preferências (como Twitter e Google Reader), utilizando o formato curto youtu.be.
Já para aqueles que preferirem criar um link curto manualmente, o processo até que é relativamente simples (mas poderia ser mais amigável e menos trabalhoso). Sabe aquelas URLs imensas do YouTube? Basta pegar algo como http://www.youtube.com/watch?v=oHg5SJYRHA0&feature=related e copiar apenas a parte que se refere ao código identificador do vídeo em questão (que destaquei em negrito), e assim montar a URL encurtada, que no caso seria youtu.be/oHg5SJYRHA0.
No que parece ser uma guerra de encurtadores de URL, o Bit.ly lançou na segunda-feira (14), logo após o anúncio do Goo.gl, seu serviço Pro. O Bit.ly Pro gerencia URLs curtas para outros sites e dá as mesmas ferramentas que o Bit.ly oferece além de ser uma alternativa segura por indicar o destino da URL mais facilmente.
Explicando melhor. O New York Times, por exemplo, usa o serviço Pro do Bit.ly nas URLs curtas no nyti.ms, simples assim. O Bit.ly Pro por enquanto engloba poucos – mas grandes – publishers online como o Techcrunch, The Huffington Post, The Onion e outros.
A ideia toda baseia-se na segurança que um link curto pode representar. A Cisco soltou um relatório recentemente falando que as URLs curtas podem representar problemas de segurança por não indicar o destino do clique. Com o Bit.ly Pro essa parte fica resolvida.
Pra finalizar, não que alguém se importe, mas o Facebook também lançou ontem o seu encurtador de URL, o fb.me.
O Google, aquela empresa que quer dominar o mundo, acaba de lançar nesta segunda-feira (14) seu encurtador de URLs que atende pelo nome de Goo.gl. O serviço não é como os outros encurtadores que conhecemos como o Bit.ly ou Migre.me. O site do Goo.gl não permite o encurtamento de nada. O encurtamento está disponível através da barra de ferramentas do Google e do Feedburner.
Essa forma diferente de lidar com as URLs tem potencial de acabar por dominar o mercado pois boa parte dos blogs usa o Feedburner como fornecedor de seus feeds RSS e muita gente usa a barra de ferramentas do Google em seu navegador web.
Como todos sabem as URLs curtas ganharam importância gigantesca com o Twitter pois lá quanto menos caracteres melhor. E o Goo.gl pelo menos não é menor e nem maior em comprimento do que o atual líder do mercado.
Por enquanto o Google diz que não vai liberar a funcionalidade de encurtar URLs através do site goo.gl mas vai esperar a reação dos usuários à sua ferramenta para ver que rumos tomar. [Cnet]
A Cisco divulgou seu “Annual Security Report 2009” e entre várias informações a mais divulgada delas foi que o Brasil ultrapassou os EUA na quantidade de spam enviado. Mas o que me chamou a atenção foi na verdade a parte que diz que as URLs curtas podem representar um grande problema de segurança.
A Cisco aponta a forma “telegráfica” de comunicação nas mídias sociais com seus 140 caracteres (Twitter e outros microblogs) como fonte de preocupação. As URLs curtas fazem parte desta forma de expressão e não dão pista do que está por trás daquele link do migre.me ou bit.ly.
Aproveitando para falar de redes sociais a Cisco diz que o Facebook foi usado em 2009 para propagar 419 tipos de scam diferentes.
Todos esses problemas acontecem pois em tese nas redes sociais você segue ou está ligado a pessoas que você conhece e confia. Clicar em links é apenas um passo. No início deste ano a Bullet, agência com sede em São Paulo, divulgou que 97% das pessoas clicam em links do Twitter de perfis que seguem.
Claro que não dá pra não usar encurtadores de URLs ou redes sociais como um todo. A questão é ficar atento a possíveis tentativas de fraude que certamente o atacarão.