Eric Schmidt

Eric Schmidt é um engenheiro de software norte-americano. Entre 2001 e 2011 trabalhou como CEO do Google, com um salário anual de US$ 250 mil e bônus de gratificação. Em 2012 teve patrimônio estimado em US$ 6,9 bilhões. Possui doutorado pela Universidade da Califórnia, Berkeley em Ciência da Computação, além de ser bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade de Princeton. Também trabalhou em grandes empresas de tecnologia, como a Novell, Xerox e Bell Laboratories.

Museu do Iraque. Foto de Petros Giannakouris da AP

Museu do Iraque. Foto de Petros Giannakouris da AP

Eric Smidt, CEO do Google, se reuniu essa semana com representantes do Museu Nacional do Iraque para anunciar que seu acervo, incluindo fotografias da invasão norte-americana no país, chegarão à web no ano que vem.

“A história da civilização literalmente começou a ser escrita nesta região e foi preservada neste museu”, afirmou o executivo, completando que acredita que “não exista melhor uso do tempo e recursos do que fazer com que esse valioso material esteja disponível para milhões de pessoas em todo mundo”.

De acordo com o jornal USA Today, o Google já tirou 14 mil fotografias do museu e de suas peças, que datam desde a idade da pedra até as eras babilônicas, assírias e islâmicas. Para quem não sabe, a região onde hoje é o Iraque antigamente era a Mesopotâmia, considerada pelos historiadores como o berço da civilização.

ballmer

Steve Ballmer, CEO da Microsoft

Em entrevista publicada pela CNET na segunda-feira (5) Steve Ballmer falou um pouco da atitude da empresa diante da crise econômica. O CEO da Microsoft tentou convencer as jornalistas Molly Wood e Ina Fried de que o Windows 7 não tem tantas versões, além de descartar o serviço Google Docs como um produto concorrente do mesmo nível do Microsoft Office.

Ballmer discorda de Eric Schmidt, CEO do Google, que disse em entrevista à Reuters que o pior já passou. Para Ballmer, “qualquer previsão de melhora no atual estado [da economia] provavelmente é um pouco prematura, considerando que a taxa de desemprego nos EUA está alta e continua crescendo”. A tecnologia, diz Ballmer, é a espinha dorsal que irá reconstruir a economia, em termos de inovação e produtividade.

Sobre o Windows 7, Ballmer nega que o sistema operacional tenha 7 diferentes versões. Na visão do CEO, são apenas três: Starter, Home e Professional, cada uma com suas subdivisões (Basic, Ultimate e Enterprise) e seus usos apropriados. Ele diz que o para aqueles usuários que precisam apenas do básico, as versões Home e Professional serão suficientes, enquanto que para “algumas pessoas que querem tudo que podem ter, apesar de estarem em casa, temos uma coisa chamada Ultimate”.

A concorrência com o Google ainda não preocupa Ballmer, que afirma que a Microsoft excedeu as expectativas quando se trata de competição com aplicativos do Google. Quando questionado sobre a possibilidade de empresas adotarem o Google Docs em lugar do Microsoft Office, Ballmer disse que não vê “nada de diferente em relação ao OpenOffice e Star Office, contra os quais a Microsoft se deu muito bem no mercado”. O executivo também disse que o  Google Docs “não é melhor do que aqueles que o precederam”.

O vídeo com a entrevista completa pode ser visto no site da CNET TV (em inglês).

O ICANN e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos publicaram hoje um acordo que diz que o ICANN passará a ser uma organização independente do departamento, chegando ao fim o período em que o órgão era diretamente controlado pelos norte-americanos. Pelo novo acordo, o ICANN é passa a ser considerado “independente e não controlado por outra entidade”. O órgão continuará como uma instituição sem fins lucrativos.

A principal função do ICANN é gerenciar os TLDs (top-level domain-name, ou nome de domínio de nível mais elevado) da internet. Isso significa que o órgão é quem determina, por exemplo, que o TLD especificamente para o Brasil é o .br, assim como o para instituições de ensino é o .edu.

Ter um ICANN independente de qualquer ministério ou departamento é fundamental para que a internet se mantenha um ambiente livre, sem interferência política (na medida do possível, nós sabemos).

Personalidades reconhecidas da internet comemoraram a independência. Vint Cert, um dos inventores da internet, disse que a decisão auxilia no objetivo original do ICANN, “a criação de uma organização que pode servir aos interesses mundiais por uma internet robusta, confiável e interoperável”.

“O Google e seus usuários dependem diariamente de uma internet vibrante e em expansão; nós endossamos esse acordo e aplaudimos o amadurecimento da responsabilidade do ICANN na provisão da estabilidade da internet”, disse Erich Schmidt, CEO do Google. [ZDNet]

Eric Schimidt, CEO do Google

Eric Schimidt, CEO do Google

Em entrevista à Reuters, Eric Schmidt, CEO do Google, diz que as aquisições de outras empresas por parte do Google estão “de volta”. Pelo ponto de vista de Schimidt, o pior da recessão global já passou.

Está claro que o pior ficou para trás. O que vemos no Google é algum nível de melhora e, o que é mais importante, nós o vemos não apenas nos Estados Unidos, mas fora dos Estados Unidos.

O CEO também afirmou que retornará à prática do Google de adquirir pequenas empresas. Prática da qual, desde o início do ano, a empresa estava afastada.

Aquisições estão de volta no Google, e estaremos fazendo nossas manobras normais, ou seja, companhias pequenas. Minha estimativa seria de uma aquisição por mês, e essas serão principalmente em substituição a contratações.”

As aquisições, a princípio, se limitariam às startups, aquelas jovens empresas com alguns empreendedores, muitas grandes idéias e (geralmente) pouco dinheiro, esperando para serem financiados por uma empresa de Capital de Risco ou para alguma gigante (como o Google) as adquirirem. Pelo menos, essa é a idéia inicial, diz Schmidt:

Pode haver aquisições maiores, mas elas são realmente imprevisíveis.

[Reuters]

Eric Schmidt, CEO do Google.

Eric Schmidt, Google.

O Google e a Apple teriam feito um acordo para que uma não contratasse funcionários da outra, segundo informações do site TechCrunch. Ao menos essa contratação não foi feita enquanto Eric Schmidt, CEO do Google, permaneceu no quadro de diretores da Apple. Na última segunda-feira (03) o executivo deixou o cargo na empresa da maçã para evitar conflito de interesses.

Não teria havido acordo formal, mas apenas a “palavra de honra” de Schmidt e responsáveis pela Apple. Eles teriam decidido que, por exemplo, o setor de recursos humanos da Apple não poderia assediar funcionários do Google, e vice-versa. Dessa forma, o quadro de funcionários das duas empresas poderiam se manter inalterados.

Uma vez que Eric Schmidt se retirou do quadro de diretores da Apple, ainda não é possível saber se o acordo extra-oficial continua valendo. A menos que uma das empresas decida contratar um funcionário da outra, será dífícil de saber. [CNET]

A Apple anunciou nessa segunda-feira que o CEO do Google, Eric Schmidt, deixou o quadro de diretores da empresa. Steve Jobs disse, em tradução livre:

eric“Eric foi um excelente membro do quadro [de diretores] da Apple, investindo seu tempo valioso, talento, paixão e sabedoria para ajudar a fazer da Apple um sucesso. Infelizmente, com o Google entrando ainda mais no principal campo de negócios da Apple, com o Android e agora o Chrome OS, a efetividade de Eric como um membro do quadro de diretores da Apple será significativamente reduzida, já que ele terá que se abster de participar de grandes porções de nossas reuniões devido a potenciais conflitos de interesse. Portanto, nós mutualmente decidimos que agora é o melhor momento para Eric renunciar sua posição no quadro da Apple.”

Eric Schmidt estava no quadro de diretores da Apple desde de agosto de 2006. Em maio deste ano a Federal Trade Commission (agência governamental americana que regula os direitos dos consumidores) já estava conversando com diretores do Google sobre a presença de Eric no quadro de diretores de ambas as empresas e no mês passado Schmidt disse que planejava discutir sua situação com os outros membros do quadro da Apple.

O quadro de diretores agora é composto por Bill Campbell, Millard Drexler, Al Gore, Steve Jobs, Andrea Jung, Arthur D. Levinson e Jerry York. O único que ainda tem alguma relação com o Google é Al Gore, que serve de conselheiro senior na empresa. [Cnet / Foto por Elemenous]