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À medida que o tempo passa, mais nos aproximamos daquilo que antes só podíamos ver nos filmes de ficção. Naturalmente, ainda não podemos esperar que seremos atendidos por um Dr. McCoy no SUS, mas os avanços que integram tecnologia e medicina são, no mínimo, interessantíssimos.

Cientistas da University College London indicam ser possível a criação de programas de computador capazes de identificar de maneira precisa e precoce o risco de desenvolvimento de transtornos como a ansiedade e a depressão. Leia mais

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Pesquisadores da Universidade de Standford divulgaram ontem um estudo que sugere que as baterias do futuro terão uma duração incrivelmente maior do que atualmente podemos conceber. De acordo com a pesquisa da universidade, tais baterias vão ser capazes de serem usadas por até 30 anos sem apresentar quedas significativas em sua capacidade de armazenamento de energia. Leia mais

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Um intervalo no meio do expediente pode ajudar funcionários a render mais, isso já foi comprovado por outros estudos. Mas dependendo da atividade que ele pratica durante esse intervalo, o resto do expediente pode ser mais ou menos produtivo. É o que indica um novo estudo chamado “O Impacto de Cybervadiagem no Engajamento Psicológico”. E sim, antes que perguntem, esse é o título verdadeiro. Leia mais

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Ansiedade e depressão são dois grandes problemas da humanidade hoje em dia. Existem medicamentos que ajudam a diminuir a ocorrência deles, trabalhando quimicamente nos neurônios e regulando as válvulas de escape de cada um para o mínimo. Mas os manolos que não querem se arriscar a tomar ditas dorgas (SIC) ganharam uma alternativa. Segundo um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Leste, jogar jogos casuais são ótimos para diminuir esses dois grandes males.
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Normalmente os videogames são associados ao ócio e ao entretenimento. São para aqueles momentos de lazer, nos quais não temos coisa mais importante para fazer (ou temos, mas preferimos procrastinar). Só que o benefício dos games não está limitado à diversão. É o que mostra um estudo realizado nos Estados Unidos, comprovando que o uso de videogames também é recomendado no ambiente corporativo.

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Quem disse que notebook era sinônimo apenas de mobilidade e portabilidade? Se você é homem, fique de olho no uso que faz desse dispositivo, pois um estudo recente de um urologista da Universidade de Nova Iorque coloca em dúvida se é saudável usar esse tipo de computador no colo. Você pode estar colocando em risco os seus melhores amiguinhos.

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Quem assistiu ao keynote que apresentou o iPhone ao mundo (Você não viu? Você não é geek, você é moleque!) deve se lembrar que Jobs propôs uma meta inicial de ter 1% do mercado de celulares ao do primeiro ano, o que na época era equivalente a 10 milhões de unidades.

Os veteranos da indústria não acreditaram muito nesse audácia em um mercado tão concorrido. Mas veja só como são as coisas: hoje, três anos depois, a Apple está vendendo quase uma vez e meia essa quantidade… por trimestre! Leia mais

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A Nielsen publicou na semana passada um resultado de pesquisa que causou estranhamento: “30% dos donos de iPad nunca baixaram um app”, relatou a empresa. Muita gente se surpreendeu e tentou entender o porquê desse estranho resultado, visto que um dos maiores atrativos da plataforma é exatamente sua capacidade de expansão pela App Store. Mas a Nielsen discretamente corrigiu seu relatório ontem.
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Um doutorando da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, foi possivelmente o primeiro a conduzir uma pesquisa que se propõe a revelar os motivos pelos quais um usuário deixa de ser amigo de outro usuário em uma rede social. Christopher Sibona pesquisou mais de 1.500 usuários até chegar a sua conclusão.

De acordo com ele, basicamente são três atitudes que fazem com que uma pessoa seja excluída por outra em uma rede social.

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Jogar jogos de ação (como o novo Halo Reach) proporciona mais eficiência em inferências probabilísticas.

Segundo um estudo da Current Biology, aqueles que tem o hábito de jogar jogos de ação fazem inferências probabilísticas mais rapidamente que os que não jogam, em um mesmo nível de precisão.

Inferências probabilísticas são aquelas decisões que precisamos tomar sem ter a oportunidade de avaliar todas as variáveis envolvidas.
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