O grupo de flashmob americano ImprovEverywhere é conhecido pelos seus vídeos virais. Desde que congelaram centenas de pessoas numa estação de metrô em 2008, o grupo criado por Charlie Todd ganhou fama na internet, publicando cada vez missões mais ousadas. E hoje eles liberaram mais um vídeo de que vai fazer sorrir todo e qualquer fã da saga Star Wars.
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Uma agência americana quer criar um sistema que vai interligar computadores que controlam as redes essenciais como a de energia, água, gás e telefone, e detectar possíveis ciber-ataques à eles. Soa familiar? Sim, o que acabei de descrever pode muito bem ser o princípio de uma Skynet, programa de computador criado na trilogia O Exterminador do Futuro e que matou basicamente toda a população mundial.
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O tweet da morte (clique para ver maior)
Usando uma app de seu iPhone, Mark Shurtleff, procurador geral do estado norte-americano de Utah anunciou no Twitter a execução por fuzilamento de um preso condenado por assassinatos cometidos na década de 80.
Ronnie Lee Gardner foi condenado à morte em 1985 depois de matar um advogado dentro de um tribunal enquanto tentava fugir de um julgamento em que era acusado de tirar a vida de uma balconista de um bar. Na época em que foi sentenciado à morte Gardner tinha a opção de escolher a maneira que gostaria de morrer e por alguma razão optou por um pelotão de fuzilamento.
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Ainda no clima de guerra contra as autoridades chinesas, o Google pode estar trabalhando junto do governo norte-americano para fazer com que qualquer tipo de censura na web pelo mundo seja considerada um crime e que esteja sujeita a punições estipuladas pela Organização Mundial do Comércio.
Durante uma audiência em Washington, o diretor de comunicação do gigante da web, Robert Boorstin, afirmou que “assim como outras empresas, o Google acredita fortemente que a censura na internet também é um obstáculo a liberdade de mercado”, citando que em alguns casos, oferecer resultados limitados em suas buscas pode dar vantagens consideradas “desiguais” a concorrentes locais.
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Bush no Twitter
O ex-presidente norte-americano George W. Bush estreou nesta quarta-feira, dia 2, seu perfil pessoal no Facebook.
Por hora sua página informa apenas sua data de nascimento e cidade e conta com apenas duas mensagens, sendo que a primeira foi estranhamente escrita em terceira pessoa:
Uma navegante norte-americana chamada Lauren Rosenberg está processando o Google depois de ter sido atropelada ao seguir instruções do Google Maps. O caso aconteceu na cidade de City Park, no estado de Utah.
De acordo com informações do site Search Engine Land no último dia 19 de janeiro a mulher usou o o site de mapas para fazer um caminho à pé que passava por uma estrada chamada Deer Valley, sem calçadas ou outras instalações adequadas ou seguras para pedestres. Depois de caminhar por cerca de 800 metros pelo local, “com carros passando a seu lado em alta velocidade”, ela foi atingida pelo carro de um sujeito chamado Patrick Harwood e enviada ao hospital com diversos ferimentos.
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a Apple por conta de acusações de práticas anticompetitivas e abuso de poder econômico em sua loja de músicas online iTunes Store.
De acordo com informações do jornal New York Times o órgão pretende analisar as táticas da empresa da maçã no mercado musical e até o momento as investigações “estão dando seus primeiros passos”, com os oficiais colhendo informações junto a gravadoras e outros serviços de música na web. A publicação afirma que a intenção do governo é investigar as acusações de que a Apple tem usado sua posição dominante do mercado de distribuição de música para persuardir artistas a se recusarem a fechar acordos com serviços concorrentes.
Conhecido repositório online de programas de código aberto, o SourceForge começou a barrar uploads e downloads originados da Coréia do Norte, Cuba, Irã, Sudão ou Síria alegando que oferecer ou receber softwares de residentes destes países pode ser caracterizado como uma quebra de seus termos de serviço.
Em seu regulamento interno o site especifica que “usuários que vivem em países que passam por sanções ou bloqueios impostos pelo governo dos EUA não podem enviar ou receber qualquer tipo de material disponível no SourceForge”, citando uma lei feita especificadamente para exportação de materiais entre países. Antes de criticar a página por conta deste parágrafo, bom lembrar que a lei norte-americana proíbe que qualquer pessoa ou empresa tenha qualquer tipo de relação comercial com habitantes de terras potencialmente “hostis”.
Em um post feito em seu blog oficial, a equipe responsável pela administração do SourceForge afirma que apenas “está cumprindo a lei”, justificativa que não foi suficiente para evitar a fúria de alguns puristas do software livre. Diversos desenvolvedores e usuários afirmam que a decisão foi “absurda e arbitrária”, enquanto outros, como um usuário identificado como “idan” lembra que “a decisão está correta. A lei é que é idiota”. [Register]

Computadores: ataque oriental?
A falta de capacidade das empresas norte-americanas em produzir computadores de baixo custo fará com que elas sejam extintas em 20 anos, afirmou Stan Shih, fundador da taiwanesa Acer, a rede de notícias AFP.
De acordo com o executivo, uma tendência por máquinas mais baratas surgiu nos últimos anos, mas “as marcas dos EUA simplesmente não sabem como colocar esse tipo de produto no mercado. Os computadores made in USA deverão desaparecer em 20 anos, assim como aconteceu com suas marcas que produziam televisores”, talvez citando as falecidas (ou quase) GE ou Emerson, por exemplo.
De fato, nos EUA fabricantes como a Apple, HP e até mesmo Dell têm preferido mirar em nichos considerados “Premium”, deixando o mercado de máquinas mais e conta nas mãos de concorrentes orientais.
Esse fato, somado à última crise mundial, fizeram com que no ano passado a Acer superasse a Dell no posto de segunda maior produtora de computadores do mundo, e, animado, Shih promete que sua empresa ultrapassará a HP – tradicional líder deste ranking – já em 2011. [Foto]

Ronald flagrado no Wi-Fi grátis. Que alegria!
O McDonald’s planeja oferecer Wi-Fi gratuito na maioria de suas unidades nos Estados Unidos, começando em 15 de janeiro. Infelizmente, nenhuma novidade quanto a Wi-Fi nas unidades brasileiras da rede.
A cadeia de fast-food já tinha prometido que ofereceria Wi-Fi gratuito em 2010, mas não havia precisado a data.
Essa semana uma porta-voz do McDonald’s informou à Reuters que a internet sem-fio gratuita estará disponível em cerca de 11.500 das 14.000 lanchonetes da rede nos Estados Unidos. Lá, atualmente, a empresa oferece Wi-Fi pelo custo de US$ 2,95 (R$ 5,15) pelo período de duas horas.
Enquanto isso, aqui no Brasil, diversas unidades oferecem Wi-Fi gratuito por um período limitado (normalmente uma hora), além de contar com pontos de acesso da Vex.




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