iFail!

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Desde o lançamento do iPhone em 2007, a Apple se destacou no mercado de telefones celulares. É inegável que o seu telefone celular criou patamares e quebrou paradigmas muito comuns ao mercado de telefonia. Ela vendeu mais de 2,5 milhões de unidades da primeira geração em apenas seis meses, só nos Estados Unidos. O sucesso do iPhone 3G foi ainda maior: 1 milhão de unidades vendidas mundialmente nos primeiros dias.

Entretanto, a terceira versão do iPhone parece que não foi feita com tanto cuidado e atenção quanto as anteriores, principalmente no que diz respeito à bateria. Dois casos diferentes envolvendo o superaquecimento do aparelho já circulam na rede. O primeiro foi relatado pelo dono de um iPhone 3GS na cor branca, na França. Segundo ele, o aparelho ficou tão quente que mudou de cor. O segundo, e até então menos conhecido, envolve uma das grandes inovações da última versão: sua tela.

A proteção oleofóbica da tela do iPhone 3GS pode ser considerada uma grande inovação não só na linha de celulares da Apple mas na indústria celular como um todo. Essa tela dificulta o aparecimento de marcas de impressões digitais, problema constante nas duas versões anteriores e em qualquer celular com tela sensível ao toque. Para atingir esse estado a tela de vidro passa por um processo em que ela é quimicamente alterada e coberta por um polímero criado pelos engenheiros químicos da Apple e que repele o óleo natural da pele humana. É assim que a proteção deveria funcionar, pelo menos quando não se dissolve por uso excessivo…

oleofobic

O usuário Samsas Traum do fórum alemão Apfeltalk parece ser um dos primeiros a sofrer esse inconveniente problema. Segundo ele, a proteção oleofóbica do aparelho está dissolvendo pouco a pouco, deixando uma marca branca bastante visível na tela. O usuário relata que a marca está nesse local por que é onde fica o booster durante o jogo Flick Fishing, que ele comprou na App Store.

Pelo que consegui apurar no fórum usando a ferramenta de tradução do Google, o usuário ainda não foi em uma Apple Store relatar o problema e pedir um iPhone novo. No entanto, ele já ligou para o suporte e este pediu que Samsas envie o aparelho para a Apple para que seja analisado por eles por 5 a 10 dias. Essa foi a mesma resposta recebida pelo usuário Francês com o iPhone camaleão, citado no segundo parágrafo.

Nessas horas é de se esperar que a Apple recolha os produtos defeituosos e os substitua por outros que não tenham o problema. Se o recall realmente acontecer, não vai ser a primeira vez. A Apple já fez recall de baterias dos seus laptops, carregadores do iPhone e até de baterias dos antigos iBooks.

Um recall do iPhone 3GS será um prejuízo menor do que precisar arcar com custos dos processos judiciais que os usuários lesados (os americanos principalmente, que adoram um processo!) abrirão contra a empresa.

[Obrigado ao meu amigo holandês Alex pela dica no twitter / iPhone Ticker]

portabilidade-numerica

Hoje estava em casa, como de costume, e de repente recebo uma ligação do DDD 31. Para quem não sabe, este é o número utilizado pela TIM, para entrar em contato com seus clientes.

Há algum tempo a TIM vem me irritando, com a quantidade absurda de propaganda que ela faz chegar até mim, utilizando-se da minha linha, e do meu aparelho. São várias mensagens toda semana, além de ligações esporádicas vindas do número citado, onde uma gravação se encarrega de me oferecer novos serviços.

Como eu não queria ser incomodado, recusei a ligação de primeira.

Algumas horas mais tarde o telefone tocou novamente, e o identificador mostrava o mesmo número. Óbvio que eles não iriam desistir de primeira.

Desta vez a curiosidade falou mais alto:

- Sr Thiago? Boa tarde! Aqui é a Josefina* da TIM, e estou ligando para avisar que devido ao seu bom relacionamento com a nossa empresa, o Sr acaba de ganhar um celular, inteiramente grátis!

Já de saco cheio pelo pleonasmo (e a linguagem telemarketiana) respondi:

- Uia, ganhei é? Legau hein?!

- Sim! E tudo o que o Sr precisa fazer, é confirmar alguns dados, e continuar com este número por pelo menos 12 meses. O aparelho será enviado para a sua casa gratuitamente! – respondeu a moça.

A ligação na verdade, era uma tentativa clara (e legítima) da operadora, de segurar um bom cliente por mais 12 meses. Com a lei da portabilidade numérica em vigor, o cliente que antes não trocava de operadora por não querer trocar de número, agora não tem mais essa desculpa.

Eu recusei a oferta da TIM por um simples motivo. Eles me ofereceram um Sony Ericsson W580i, que é um aparelho bom, mas o meu HTC Touch me atende melhor.

Por sorte, a atendente não se contentou em levar um não como resposta, e me ofereceu então um desconto de 25 reais na mensalidade pelos próximos 12 meses, sob mesma condição já citada anteriormente. O problema é que, nesse mesmo período, eu também não poderia trocar de plano, ou perderia o desconto. Por isso pedi para que ela retornasse a ligação mais tarde, para que eu tivesse tempo de estudar outros planos.

De qualquer forma, acaba de me ocorrer que o Sony Ericsson W580i vale mais do que o desconto oferecido, e eu não perco ele se trocar de plano. :roll:

Update 19:20h: A atendente retornou a ligação para fecharmos o desconto, e comecei a questioná-la sobre possíveis situações, e sobre como lidaríamos em relação às mesmas. Perguntei então se haveria algum tipo de multa, caso eu resolvesse trocar de operadora antes dos 12 meses se completarem. Após se confundir toda na hora de explicar a multa, ela consultou um superior, e me veio com a resposta mais absurda possível.

Vamos supor que eu usufrua do desconto por cerca de 3 meses, e então resolva trocar de operadora. Segundo a atendente, a multa que se aplicaria seria relativa à quantidade de meses que eu ainda não utilizei. Ou seja, se eu tive desconto por 3 meses, teria que pagar 9 meses de multa, o que dá exatamente 225 reais (9 meses vezes 25 reais).

Roubalheira descarada?

Imagem via: Info.

*Nome fictício

Quando a gente acha que já viu de tudo, lá vem mais uma empresa brincar de fazer mídias sociais. Como você já sabe, quem brinca com fogo faz xixi no banho na cama, e foi exatamente assim que os responsáveis pelo site BestShop TV se comportaram. Não imaginaram o poder que o Twitter tinha e conseguiram afundar uma campanha até então bem sucedida.

bestshopfail-logo

A história é a seguinte: há alguns dias surgiu o perfil @BestShopTVcom no Twitter, oferecendo promoções imperdíveis. Uma delas consistia na venda de uma TV LCD por supostos R$ 200. Detalhe é que esse aparelho estaria em uma categoria diferente da de eletrônicos no site. Outro detalhe é que a oferta só seria exibida de uma às cinco horas da matina.

O problemão começou à 01:00 de quinta-feira. Como muita gente esperava pela oferta, o site não aguentou a quantidade de acessos e caiu. Depois de quase uma hora, o perfil da BestShop se pronunciou sobre o assunto: “NESSA MADRUGADA NÃO TEREMOS AS OFERTAS NO SITE. Não está estável e não seria justo com as pessoas que estão com dificuldades no acesso”. Isso mesmo, o responsável pelo perfil “gritou” (texto em caixa alta, segundo a netiqueta, indica grito) que as ofertas não poderiam mais ser visualizadas.

A partir daí, foi aquela enorme quantidade de twits sobre a grande falha da BestShop, que não teve a capacidade de prever o aumento no tráfego do site. Vários desses twits podem ser acompanhados na busca por #tvdodiabo. O Micael Silva se aproveitou da situação para fazer graça. Ele escreveu “’É uma armadilha de satanás!’ – Irmã Sônia, sobre #tvdodiabo” e também “’Mexeu com LCD? Mexeu comigo!’ – Márcia, sobre #tvdodiabo”.

Acabou ficando por isso mesmo. No entanto, como errar uma vez é humano, mas errar duas vezes é burrice, na madrugada dessa sexta-feira a BestShop conseguiu repetir a dose de amadorismo.

O perfil do site no Twitter voltou a anunciar que haveria ofertas na madrugada de sexta, dessa vez com várias TVs de LCD por duzentos reais ou menos. Claro que a infra-estrutura do site mais uma vez não deu conta do recado. Depois de alguns minutos de início da “caçada” pelas ofertas, a página inicial da BestShop não era mais carregada: passou a exibir uma mensagem de erro pedindo para que as pessoas continuassem tentando fazer suas compras, como se isso fosse possível.

Mariana Musa conseguiu ver a oferta da TV por menos de R$ 200. (Clique para ampliar)

Mariana Musa conseguiu ver a oferta da TV por menos de R$ 200. (Clique para ampliar)

A Mariana Musa (sempre ela!) conseguiu chegar à oferta da televisão de LCD. Pergunta se ela conseguiu comprar. Não! Foi tanta gente chegando àquele produto ao mesmo que é difícil de saber se o primeiro a vê-lo de fato o comprou. Segundo o perfil da empresa, foi um tal de Leonardo B. quem comprou o televisor LCD de 26″.

Em dado momento, por volta das 02:15, a BestShop parece ter chegado ao cúmulo de fechar a porteira do site. Quem tentava o endereço http://www.bestshoptv.com/ dava de cara com a mensagem abaixo, enquanto que quem inseria manualmente o endereço http://www.bestshoptv.com/home visualizava a página inicial do site sem problemas (clique para ver a captura de tela). Ou seja, quem não se utilizasse de artifícios para acessar o site não conseguia participar da “caçada”.

Quem tentava acessar bestshoptv.com via o aviso. (Clique para ampliar)

Quem tentava acessar bestshoptv.com via o aviso. (Clique para ampliar)

Fora o falta de profissionalismo, a desinformação foi um dos principais problemas de quem tentou fazer compras na BestShop. Não se sabia quantas unidades de cada produto seriam vendidas nem se a compra seria efetivada por ordem de chegada à página com a oferta (assim que o primeiro usuário visse e clicasse na dita oferta, ela já sumiria do site para que ele tivesse tempo de comprá-la) ou somente depois que a instituição financeira liberasse a compra (o que certamente levaria um bom tempo).

O Lê Bravo, que tentou participar da “caçada” sem sucesso, não perdeu tempo. Ele já criou o blog Eu Odeio a Best Shop TV para narrar suas experiências negativas com a loja. Outros usuários, como Gregori Pavan, também já opinaram sobre o assunto. Pavan criticou os sucessivos erros da empresa em seu blog e concluiu dizendo “[vocês] perderam um consumidor e também um telespectador”.

E reforço aqui o que já havia dito no Twitter: não se brinca com mídias sociais.

Mais sobre o assunto

Com imagens cedidas pela Mari, do InsideTechno, e informações do Pedro Cardoso, do Receita do Sucesso.

O clima ficou tenso no site de vendas Fnac. Durante alguns minutos da madrugada dessa quarta-feira (20), o site passou a mostrar itens por preços absolutamente mais baratos do que o que é praticado no mercado. Devido a isso, consumidores conseguiram encher a sacola de compras e adquirir diversos gadgets e eletrônicos a preço quase de banana.

Numa rápida olhada pelo site da Fnac foi possível notar que o valor dominante dos itens era de R$ 9,90. Ou seja, MacBook Alluminum por R$ 9,90, TV LCD de 47 polegadas por R$ 9,90, coleções de séries inteiras por R$ 9,90. Obviamente que não era uma promoção em comemoração ao ano da França no Brasil (a Fnac é originalmente francesa), mas quem se importa? Vários consumidores conseguiram comprar os produtos superbaratos.

Nós do Tecnoblog conseguimos fazer um screenshot de como foi a festa da Fnac, que aparentemente não durou sequer dez minutos. Confira:

Carrinho de compras da Fnac. (Clique para ampliar)

Carrinho de compras da Fnac. (Clique para ampliar)

Depois de alguns minutos o site saiu do ar. Usuários que ainda escolhiam seus produtos por R$ 9,90 ficaram a ver navios. Por volta de 01:50 alguns internautas já relatavam que o site tinha voltado ao ar com os preços normais, mas a Fnac continuava inacessível para nós do Tecnoblog.

Podemos especular que ou o site da Fnac sofreu um ataque de crackers ou algum estagiário fez a besteira que proporcionou uma verdadeira festa para quem conseguiu comprar o que gostaria. Alguns dos compradores relataram já ter recebido e-mail com a confirmação das compras.

No entanto, não foi dessa vez que nós conseguimos um Mac Pro por R$ 9,90. Fica para a próxima =/

Atualização às 02:17: O site da Fnac voltou ao ar. Os itens do screenshot, que antes custavam R$ 29,70, agora não saem por menos de R$ 3.677,00. Obrigado, mas não.

Atualização às 02:30: Tecnoblog tentou entrar em contato com a Fnac, mas ninguém atende o telefone. Vamos esperar para ver se empresa se pronuncia durante o dia de hoje.

Atualização às 12:20: O G1 informou mais cedo que todas as compras efetuadas durante a pane da Fnac e que o dinheiro dos consumidores será devolvido. Segundo o Rodrigo Ghedin (bacharel em direito) citou num comentário nesse post, a venda não poderia ser concretizada devido à má-fé do comprador.

A pergunta que eu faço é: e se vira moda utilizar a má-fé ou falhas de software para cancelar vendas?

O título deste post é uma breve homenagem ao texto publicado pelo Cardoso no Meio Bit, alguns meses atrás. Mas apesar da confusão, não estou falando de nada relacionado ao Google Phone, e sim ao portal G1 da Globo.

Um link está sendo replicado na internet, e direciona o usuário para uma matéria do G1, sobre a morte do ex de uma atriz global. O único problema, é que o link da notícia é falso. Veja abaixo:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-MARCELO+SILVA+SE+FODEU+BONITO.html

Segundo uma nota publicada há poucos instantes no G1, o link correto é:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-DELEGADO+DIZ+QUE+
MARCELO+SILVA+CONSUMIU+COCAINA+ANTES+DE+MORRER
.html

Mas como um link falso pode apontar para a mesma notícia do link original, se o domínio é exatamente o mesmo?

Repare que todos estes números na URL, servem para que o sistema identifique a matéria à qual o link se refere. Mas de acordo com o que acabamos de ver, a letras da url -colocadas ali para fins de SEO- podem ser alteradas deliberadamente, sem que nada aconteça.

Veja um pequeno teste:

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL919341-5606,00-ALGO-ME-DIZ-QUE-O-PROGRAMADOR-ESQUECEU-DE-PENSAR-NESTE-INCONVENIENTE.html

Apesar de ter sido alterado, o link continua apontando para a mesma notícia, quando deveria retornar uma simples página de Erro 404.

Óbvio que isso não é um erro de segurança do tipo código vermelho. Não me parece que alguém vá conseguir invadir o sistema do G1 e fazer a festa por lá, através desta besteirinha. Mas o que será que os editores do portal irão pensar, ao ver que suas notícias podem estar sendo divulgadas internet afora, com frases caluniadoras na URL?

Ainda bem que a notícia não é sobre nenhum político ignorante, ou a uma hora dessas, já teriam emitido uma liminar para bloquear o acesso ao G1 no Brasil.

Quando Marisel Garcia começou a ter problemas com seu laptop, enquanto visitava seus amigos na cidade de Gainesville (Florida), ela não imaginava a dor de cabeça que um simples problema técnico poderia causar.

Seus amigos lhe indicaram um cara normal chamado Craig Matthew Feigin, de 23 anos, que estudava na Universidade da Florida, e era muito conhecido por suas habilidades com computadores ser nerd.

Algumas semanas mais tarde, com o aparelho já em mãos, Maricel começou a perceber que a bateria do notebook já não era mais a mesma. Ela notou também, que uma certa luzinha se acendia todas as vezes que ela se aproximava do aparelho. Algo não cheirava bem.

Seu amigo logo constatou o inesperado: seu notebook estava com spywares.

Diferente de simples keyloggers, os softwares não eram para capturar dados pessoais (de um certo modo). Craig estava interessado em ver mais do que uma senha de internet banking.

Os softwares Log Me In e Web Cam Spy Hacker, tiravam fotos com a webcam do notebook sempre que alguém se aproximava dele, e depois essas fotos eram enviadas para o servidor de Craig.

Faz a cagada e assina a obra. Esperto ele, não?

Nesse meio tempo, cerca de 20 mil fotos foram capturadas pela webcam de Marisel. Obviamente, ela aparecia nua em muitas destas fotos. Não só ela, como algumas de suas amigas.

No final das contas o rapaz passou uma noite na cadeia, e foi obrigado a pagar uma multa de 20 mil dólares. Para completar, ele confessou que instalou os mesmos softwares no computador de outras mulheres, e ainda corre o risco de ser preso por mais de uma noite por isso.

Craig Matthew Feigin

Craig Matthew Feigin

Agora me diz, o que leva um cara a fazer uma coisa dessas? Se ele fizesse aquele estereótipo de nerd americano, que é maltratado na escola, e depois cresce e vira vilão de histórias de super herói, ainda daria para entender. Mas pela foto ele até que parece um cara normal.

Eu disse ‘parece’.

Moral da história, ele aprendeu que apesar de suas habilidades superiores em relação aos réles mortais mundo afora, espiar o buraco da fechadura é mais prático, e menos embaraçoso. Já ela, aprendeu que a tal luzinha que se acende quando alguém chega perto do notebook, indica que a webcam está ligada.

E uma coisa continua sem fazer sentido. Por que o sujeito iria configurar o software para tirar uma foto sempre que alguém chega perto do notebook? Quando a mulher fosse fazer alguma coisa obscena, não iria ser grudada no computador, right?

Ok nerds, ignorem a última pergunta.

via: Ars Technica

A minha conta bancária sempre foi na Caixa Econômica, e sobre isso nunca tive nada a reclamar. O Internet Banking também sempre foi muito bom, está sempre passando por reformas e melhorias de segurança. A última delas foi recentemente (~2 meses), onde para poder acessar a conta via web, se tornou necessário instalar um plugin no Firefox, e cadastrar o seu computador no sistema.

No processo de cadastramento, passei despercebido por uma opção que dizia algo assim: “Concordo que esta conta só poderá ser acessada a partir de computadores que utilizem o sistema operacional Windows, com o navegador Internet Explorer ou Mozilla Firefox.”. Na época eu só usava Windows mesmo, então whatever.

Bom, vamos adiantar um pouquinho a fita, para a parte em que eu ligo para o suporte, questionando o atendente sobre essa “medida de segurança”.

_ Mas me explique uma coisa. Por que diabos vocês fazem essa restrição só permitindo o uso de Windows? Me explique de qual forma a segurança aumenta, quando se “proíbe” o uso de sistemas como Linux ou Mac OS. – perguntei em um tom de sarcasmo

_ É porque esses sistemas são bastante utilizados por hackers. – respondeu o caboclo

_ Sim, são bastante utilizados, e não atacados. – respondi aumentando o tom de sarcasmo

Ele pensou um pouquinho, e logo respondeu: O senhor deseja que eu desative a opção?

Não! Eu liguei só para perguntar o telefone da pizzaria. Ok, essa parte ficou só no pensamento, (in)felizmente.

Se tem uma coisa que ninguém suporta é receber mensagens não solicitadas de promoções e publicidade em geral. Chamamos estas mensagens intrusas de SPAM, mas, parece que alguém esqueceu de falar para a Cia. do Software o que é isso.

Quando me cadastrei no programa de afiliados deles (ano passado!), prestei muita atenção (assim como sempre o faço) na hora de “des-selecionar” a checkbox que dizia: “Desejo receber informações sobre novidades e blablabla…”.

Mesmo os comunicando que eu não queria abrir meu email e ver mensagens indesejadas, a companhia ignora o usuário, demonstrando falta de ética profissional e exercendo uma das práticas mais mal vistas da internet na atualidade, SPAM! Será que ela pensa que EU vou querer comprar algo de quem me incomoda dessa forma?!

Ok, com calma se resolve isso. Primeiro passo, procurar um link para remover meu email da lista deles:

n_possivel2.jpg
(repare no tamanho do link)

Segundo passo, digito meu email, clico em remover e…

n_possivel.jpg
(clique para ampliar)

A solução para eu não receber mais SPAMs seria eu comprar um dos softwares que estão à venda no site deles (se é que sabem para que os mesmos servem)? Não sei, mas lê-se claramente no rodapé do email o aviso: “Você está recebendo esta oferta por ter se cadastrado no site www.ciadosoftware.com.br”. Confuso não?

Pela primeira vez neste quase um ano de blog, o Akismet (plugin coletor de spams do TecnoBlog) deu uma mancada comigo. É claro, a primeira mancada não poderia ser pequena, não de acordo com a lei de Murphy.

Ele marcou como spam os comentários de 3 leitores de ontem para hoje, e eu, na mais pura inocência, cliquei no botão “delete all” sem dar uma checada nos 34 spams que haviam sido coletados. Neste meio tempo, rolei a página e vi os comentários. Dei um “stop” no browser e depois mandei recuperar os comentários, mas foi tarde demais, eles já haviam sido apagados da database.

Se fossem comentários do tipo “legal”, ou “muito bom” não haveria tanto “choro” da minha parte (não que esses não tenham importância), mas os três comentários eram gigantes, e muito bem trabalhados, dignos de uma boa discussão. =/

Bom, agora estou “vacinado”, o Akismet (como todo e qualquer coletor de spams) não é 100% eficiente. :lol:

Alguns blogueiros estão reportando vários bugs depois de terem atualizado o WordPress para a versão mais recente. Eu mesmo tive diversos problemas depois de fazer a atualização, e, apesar de que tudo parece estar normal no momento, eu ainda não me sinto muito seguro.
É verdade que os tais problemas de segurança da versão anterior foram corrigidos e tudo mais, mas devido a esses novos bugs, muitas pessoas estão aconselhando quem não fez a atualização ainda para esperar uma nova release antes de fazê -lo.
Para quem já atualizou, um plugin já foi desenvolvido para corrigir alguns dos bugs já reportados na comunidade.

Eu ainda não instalei, mas pretendo fazê-lo assim que chegar em minha casa.

Quem quiser testar é só seguir este link, e por favor, não esqueçam de contribuir, deixando aqui suas possíveis experiências com esta nova versão e/ou com o plugin citado.