Banda larga não é uma preocupação exclusiva dos países em desenvolvimento. Lá nos Estados Unidos a FCC (Comissão Federal de Comunicações) anunciou a iniciativa “Connect to Compete” que vai oferecer internet de 1 Mega pelo incomparável preço de US$ 9,95 mensais. Dá mais ou menos R$ 17 por mês. Leia mais
A partir de 2012 a toda poderosa Microsoft passará vender um computador por módicos R$ 444 destinado a garantir a inclusão digital de famílias de baixa renda. Interessado? É uma pena informar, mas infelizmente esta máquina estará disponível apenas nos EUA. Leia mais
Quando da privatização, o governo brasileiro determinou a criação de agências específicas que fiscalizariam (em tese, veja bem) os serviços antes fornecidos por empresas estatais, que passavam para mãos particulares. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) teria todo o poder para resguardar o interesse dos assinantes de telefonia, banda larga e televisão por assinatura. O que a gente vê não é bem isso. Leia mais
FCC responde friamente proposta do Google/Verizon
O modelo de neutralidade na rede criado pelo Google e pela Verizon ganhou uma resposta oficial hoje. Michael Copps, diretor geral da FCC (órgão máximo das telecomunicações americano), disse o seguinte: “É hora de levar uma decisão à frente: uma decisão que assegure a autoridade da FCC sobre as telecomunicações de banda larga, para garantir uma internet aberta hoje e sempre, e para colocar os interesses dos consumidores à frente dos interesses de corporações gigantescas”. Ai! Essa doeu em mim.
A FCC é uma agência que regula, dentre outras coisas, a Internet nos EUA. É ela que determina algumas das regras para as operadoras de telecomunicações americanas. E hoje ocorreu uma atualização na norma que diz o que tais operadoras podem chamar de banda larga. A agência decidiu que a partir de hoje qualquer conexão nos EUA que tiver velocidade de download de menos de 4 mbps e upload de menos de 1 mpbs não pode ser considerada banda larga.
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No Brasil temos a Anatel, agência responsável por homologar quais eletrônicos emissores de radiação podem ser comercializados. Ela faz isso com a ajuda de laboratórios especializados que testam e enviam as análises para a agência. Nós já mostramos como eles funcionam em dois posts especiais, caso esteja interessado. Nos EUA, as duas funções são exercidas pela FCC (Federal Communications Commission), que recebe, testa e libera os produtos.
Ao anunciar o iPad, Steve Jobs sabia que haveria esse período de espera antes de poder vender o produto. Por esse motivo ele deu datas tão distantes do anúncio oficial, em fevereiro. Hoje, o Engadget descobriu onde a FCC guarda as fotos da análise do mais novo gadget da Apple. Aqui estão algumas das mais interessantes, mostrando as entranhas do iPad (mac fanboys talvez queiram olhar pra outro lado):
Diferente do iFixit, que também faz esse tipo de desmontagem, a FCC não precisa remontá-lo de volta. E a agência também censura algumas das marcas impressas nos chips, sabe-se lá qual o motivo.
[via Engadget]
Popularização do acesso à internet. É isso o que a Federal Communications Commision, a Anatel dos Estados Unidos, quer com um plano de banda larga que será enviado amanhã ao Congresso do país para apreciação. O plano visa a “conectar todos os cantos da nação”. O prazo será de dez anos para que os objetivos sejam atingidos.

Brasil anda devagar na popularização da banda larga com custo acessível.
Um dos objetivos mais ambiciosos do plano de banda larga americano é conectar 100 milhões de residências a redes de 100 Mbps (só?!), criando um monstruoso mercado de internet de altíssima velocidade. A expansão dessa rede permitiria a criação de novos empregos e novos negócios para os Estados Unidos, país que ainda se recupera de uma forte crise e onde qualquer ajuda é muito bem-vinda.
Hospitais, faculdades, escolas, bibliotecas e instalações militares não ficam de fora do projeto. Essas instituições, chamadas de “âncoras” pela FCC, estarão conectadas a uma rede ainda mais potentes: uma conexão de 1 Gbps ficaria disponível para que funcionários, estudantes e visitantes façam uso da grande rede. A FCC quer, ao oferecer internet a velocidades mais rápidas, que as pessoas fiquem empolgadas para inovar e criar novas aplicações que tirem total proveito dessa rede.
A bagunça das telecomunicações por lá – que não é muito diferente da brasileira, diga-se de passagem – também deve diminuir. Competição é uma das palavras-chave para que a qualidade da banda larga comercial melhore. Para isso, a FCC pretende fiscalizar com rigor as operadoras de telefonia, levando em consideração o custo do acesso, a velocidade da conexão e a qualidade dela.
Só falta saber quando a Anatel vai fazer algo similar aqui no Brasil. O nosso plano nacional de banda larga já está pronto, com objetivo de levar internet a 30 milhões de brasileiros até 2014. No entanto, não fala sobre a qualidade dessa conexão, o que – como a gente bem sabe – não anda muito bem das pernas.
[via ZDNet, Secretlondon123]
Primeiro a Apple proibiu a entrada do aplicativo do Google Voices na App Store, alegando que ele reproduzia funcionalidades nativas do iPhone. Quando o Google veio a público para anunciar a proibição, a FCC (equivalente à Anatel) logo iniciou uma investigação sobre o caso. A operadora AT&T, que comercializa o iPhone de forma exclusiva nos Estados Unidos, negou que tivesse algo a ver com a história, enquanto que a Apple deu a desculpa de que o aplicativo ainda aguardava avaliação dos revisores da App Store.
Hoje o Google colocou mais lenha nessa fogueira. Há algumas semanas atrás, também respondendo à FCC, a companhia negou a história contada pela Apple. Na carta o Google afirma que o aplicativo do Google Voice foi sim rejeitado pela App Store. Teria sido o próprio Phil Schiller, vice-presidente global de marketing da Apple, quem informou o Google da decisão.
“Representantes da Apple informaram ao Google que o aplicativo do Google Voice foi rejeitado porque a Apple acreditava que o aplicativo duplicava a função principal de discagem do iPhone”, escreveu Google em carta à FCC.
A investigação da FCC vai continuar em andamento. Logo, são grandes as chances de sabermos em breve quem conta a verdade. [CNET]
[Atualização às 16:00] Respondendo ao Ars Technica, a Apple disse que “não rejeitou o aplicativo do Google Voice e continua a discutir isso com o Google”.
Esse pessoal da indústria de telecomunicações não perde a chance de ficar calado. Respondendo à FCC, espécie de Anatel norte-americana, a AT&T disse que jogos online não deveriam fazer parte do conceito de “banda larga” e que o serviço deveria ser cobrado a parte.
Em carta ao órgão, a AT&T disse que “para americanos que atualmente não possuem serviço de banda larga cabeada, a principal preocupação não é a habilidade de participar de jogos em tempo real [jogos online], mas obter acesso significativo aos recursos da internet e comunicações via email confiáveis e outras ferramentas básicas que a maior parte do país tem esperado como algo garantido”. Em outras palavras, se a AT&T não considera os jogos como parte da banda larga “básica”, poderá achar interessante cobrar a mais pelo serviço.
A operadora chegou a admitir que no futuro poderia considerar o gaming online como fundamental para o conceito de banda larga, mas que por enquanto esse não é o anseio do americano que ainda não tem acesso à internet de alta velocidade.
Quem não gostou da carta foi a Entertainment Software Association (Associação de Software de Entretenimento). Kenneth Doroshow, vice-presidente sênior da ESA, disse que o jogo online, o que a AT&T considera como apenas uma aspiração do norte-americano, “não é menos importante para o futuro da internet do que o email e a navegação foram no passado e são nos dias de hoje”. [Ars Technica/Dvice]
Tanto a Apple quanto a operadora AT&T fizeram declarações hoje acerca da investigação da FCC, agência norte-americana que regula e fiscaliza o setor de telecomunicações, sobre a proibição da entrada do Google Voice na App Store. A AT&T, vendedora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos, negou ter qualquer envolvimento com a proibição do aplicativo.
Um dos vice-presidentes da empresa afirmou, em carta à FCC, que a AT&T não foi consultada pela Apple em nenhum momento nem tomou posição com relação ao Google Voice.
“Qualquer consumidor da AT&T pode acessar e usar o Google Voice em qualquer aparelho com acesso à web conectado à rede da AT&T, inclusive o iPhone, ao iniciar a aplicação através do navegador, sem necessidade de usar a App Store da Apple.” – Disse o vice-presidente.
Enquanto isso, a Apple negou que tivesse proibido o Google Voice de entrar na App Store. Segundo a empresa, o aplicativo ainda estaria sob revisão, pois altera a “distinta” experiência de usuário ao modificar a função de telefonia do aparelho e também a interface desenvolvida pela Apple para exibição de chamadas, mensagens de texto e caixa postal.
A empresa aproveitou para confirmar que a AT&T não teve nada a ver com a decisão de proibir (ou de estender o tempo de revisão, segundo eles) do Google Voice na App Store. [Gizmodo]












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