Firefox

Mozilla Firefox é um navegador de Internet gratuito e de código aberto. A primeira versão com o nome Firefox foi liberada no dia 9 de novembro de 2004. Anteriormente o browser foi chamado de Phoenix e Firebird, mas conflitos com nomes de empresas e softwares já existentes fizeram a Mozilla mudar de ideia. Foi o segundo navegador mais popular durante anos, atrás apenas do Internet Explorer, mas vem perdendo espaço desde a chegada do Google Chrome.

A Mozilla finalmente liberou nesta terça-feira as primeiras informações a respeito da próxima geração de seu navegador Firefox. Inicialmente o programa seria identificado pelo número 3.7, mas “mudanças de estratégia” fizeram com que o programa chegue à luz do dia atendendo pelo nome de Firefox 4.

Segundo a fundação, as maiores novidades do programa serão sua maior velocidade de operação e carregamento das páginas, compatibilidade com os novos padrões da web, incluindo o tão falado HTML5 e “muito mais” além de “oferecer ao usuário maior controle a respeito de seus dados e experiência na web”.
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Internet Explorer abaixo dos 60% de participação

Alguém na sede da Microsoft, em Redmond, deve estar dando murros de raiva na própria mesa. Saíram os dados do mercado de navegadores para abril/2010 da NetApplications. Pela primeira vez na televisão brasileira na história, o Internet Explorer ficou com 59,97% da participação de mercado (ainda líder, com queda de 0,7%).

Em segundo lugar vem o Firefox, com 24,6% (-0,07%), seguido do Chrome com 6,7%. Logo atrás do Google está a Apple e seu Safari, com 4,7%. O pequenino Opera é o último colocado: 2,3%. [Neowin]

Vocês viram que a Apple anunciou ontem a data da sua conferência mundial de desenvolvedores (a WWDC), não é? O que talvez nem todos saibam é que, para comprar sua entrada para a palestra de Steve Jobs o evento e todas as suas atividades voltadas para desenvolvedores de software para Mac e iPhone OS, você precisa ser um desenvolvedor oficialmente registrado perante a Apple. Até aí, nenhuma surpresa, certo?

Os fatos curiosos começaram a surgir quando desenvolvedores foram tentar atualizar seus registros no site da Apple Developers Connection (Conexão para Desenvolvedores da Apple, em tradução livre) e não conseguiram. Mas fica ainda pior. Um deles procurou o atendimento online da Apple e relatou seu problema. Aparentemente a penúltima versão do Safari (navegador da Apple) — versão 4.0.4 — não consegue abrir a página de renovação. Qual foi então a solução sugerida pelo atendente da Apple? Use o Firefox. Sim, foi isso que ele disse. Veja na imagem abaixo:
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Com o Opera atingindo cada vez mais sistemas móveis, é de se esperar que as demais empresas de navegadores se preocupem em desenvolver versões para outras plataformas além do desktop. É isso que a Mozilla está tentando fazer. A criadora do Firefox anunciou hoje a liberação do Fennec, versão pré-alpha do Firefox, para a plataforma Android.

O navegador, entretanto, honra o status de pré-alpha que leva: Ele só roda em versões 2.0 ou superiores do Android, contém alguns bugs no gerenciamento de memória, não permite que links *de outros aplicativos* sejam abertos e pode requerer que seu celular seja reiniciado depois da instalação. Mesmo assim, não deixa de ser um bom conceito. O programa só foi testado no Motorola Droid e no Nexus One, mas se você tem um aparelho com Android 2.0 ou superior diferente desses e quer testar o navegador, pode baixar o arquivo diretamente através desse link. Leia mais

Google começa a apoiar padrão para fontes na web

A equipe de desenvolvimento do projeto Chromium afirmou que vai implementar o Web Open Font Format (WOFF) nas próximas versões do código-fonte. Isso significa, na prática, que o Google junta-se a Opera Software, Mozilla Foundation e Microsoft no suporte ao novo padrão.

Com a adição de WOFF aos novos navegadores, designers teriam mais liberdade para trabalhar com fontes na web, uma vez que qualquer família tipográfica poderia ser exibida no navegador. Atualmente, é muito comum ver um conjunto bem pequeno de fontes – Arial, Verdana, Helvetica e Trebuchet MS – na maioria dos sites. [ZDNet]

Torcedor do Firefox comemora

Em relatório divulgado ontem, a Mozilla afirma que o seu carro-chefe de navegadores, Firefox, alcançou 30% de participação de marcado mundial, atrás apenas do navegador da Microsoft, Internet Explorer. Esse foi um pulo considerável dos 25% de participação constatados em novembro do ano passado.

A porcentagem, no entanto, varia bastante quando as estatísticas de uso são separadas por continente. Na Europa, o navegador é usado por 39% da população com acesso à internet. Já na Asia, Oceania e África os números não passam de 26, 28 e 29%, respectivamente. Na América do Norte e América do Sul, o navegador tem 26 e 31% de participação.

A maior taxa de crescimento do Firefox foi percebida na Rússia, país em que o navegador chegou a crescer 20% em relação ao ano anterior. Já o país com maior porcentagem de uso é a Indonésia, com 60%. No continente antártico esse número pula para 80%, o que indica que 80 dos 100 pesquisadores ou cientistas que estão sempre estudando a região sabem que o Internet Explorer não presta.

Os dados foram calculados pela Mozilla baseada na média de quatro empresas de estatísticas diferentes: StatCounter, Quantcast, Net Applications, e Gemius. O relatório completo pode ser baixado nesse link (PDF).

[via TheRegister]

Na edição de 2010 do já tradicional concurso de hackers Pwn2Own, bastou o primeiro dia (na verdade os primeiros minutos apenas) para que a segurança no iPhone e no Safari em um Mac caíssem por terra, assim como aconteceu também com o Internet Explorer 8 e o Firefox, ambos no Windows 7.

O iPhone foi hackeado pela dupla formada por Vincenzo Iozzo e Ralf-Philipp Weinmann — este último conhecido por ter feito parte da equipe de três homens que em 2007 demonstrou como quebrar o protocolo WEP de segurança de redes Wi-Fi em um tempo muito menor do que era possível anteriormente. Levou menos de cinco minutos para que os dois explorassem uma brecha de segurança e invadissem o iPhone (sem jailbreak). Pelo feito, a dupla voltou pra casa US$ 15 mil mais rica.

O veterano do concurso Charlie Miller conseguiu o tri-campeonato fazendo o que ele faz melhor: hackeando um Mac a partir do Safari. Ele já tinha sido campeão em 2008 e em 2009 (quando quebrou a segurança do Safari em apenas 10 segundos), e na edição 2010 ganhou novamente o prêmio (US$ 10 mil) por ter invadido um MacBook Pro rodando Snow Leopard, a mais atual versão do sistema operacional da maçã.

Indo agora para o mundo Windows, o hacker Peter Vreugdenhil conseguiu explorar uma vulnerabilidade no Internet Explorer 8 rodando no Windows 7 com um ataque que a TippingPoint (que organiza e financia o evento) definiu como “tecnicamente impressionante”. Ele conseguiu contornar o sistema de prevenção de execução de dados do Windows 7 (Data Execution Prevention, ou DEP) e assim ganhou o prêmio de US$ 10 mil.

O mesmo valor foi ganho por um estudante alemão de ciências de computação conhecido apenas como Nils, agora bicampeão do Pwn2Own. Ele ganhou o prêmio por ter tido sucesso ao hackear o Firefox rodando no Windows 7.

O único navegador que foi definido como alvo dos ataques no concurso e não foi (até o momento) derrubado foi o Google Chrome. Pelo menos ao primeiro dia de ataques ele resistiu bravamente.

Esses ataques e as informações sobre as brechas exploradas são adquiridas pela TippingPoint como parte do concurso. Ela mantém essas informações sob sigilo até que a empresa responsável pelo software invadido as compre e corrija as vulnerabilidades. A Apple, por exemplo conseguiu corrigir a vulnerabilidade da qual Miller tirou vantagem para ganhar seu primeiro Pwn2Own em apenas três semanas. Este recorde só foi batido pela Mozilla, que conseguiu fechar em apenas uma semana a brecha no Firefox usada por Nils para ganhar o concurso no ano passado. [Computerworld]

A Fundação Mozilla anunciou o fim da linha para o desenvolvimento de uma versão do browser Firefox específica para o Windows Mobile 7. A decisão aconteceu depois que a Microsoft anunciou que não irá permitir que programas feitos por terceiros rodem de maneira nativa em seu novo sistema operacional móvel.

Apesar de nós acreditarmos que o Windows Phone 7 pareça interessante e tenha potencial para conquistar o mercado, a Microsoft lamentavelmente decidiu proibir aplicações nativas no SO. Por conta disso, ela não lançará um kit de desenvolvimento e não teremos subsídios para fazer um Firefox para ele”, escreveu Stuart Parmenter, diretor da divisão de Mobile da companhia da raposa. “Enquanto espero que a Microsoft reveja sua posição e nos dê os subsídios para desenvolvermos o Firefox para o Windows Phone 7, nós continuaremos focados em coisas que podemos controlar, como fazer uma excelente versão final de nosso programa para o Android e Maemo”, completou.

Mas como toda regra tem uma exceção, a Microsoft discretamente liberou uma única companhia para fazer programas nativos para o Mobile 7. Segundo o site Zdnet, a Adobe foi autorizada pela companhia de Redmond para fazer uma versão do Flash para o novo sistema operacional, procurando aí uma maneira de alfinetar a Apple, que não aceita o formato em seus iPhone, iPod Touch e iPad.

Um mês (!) depois de uma falha crítica do Firefox 3.6 ter sido tornada pública, a Mozilla decidiu liberar ontem (22) uma atualização de segurança para seu principal navegador. Segundo a empresa, a falha crítica é específica da versão 3.6, nenhuma versão anterior foi afetada.

O bug estava relacionado com uma rotina de decompressão de fontes usada no Firefox ao implementar o padrão Web Open Font Format. Caso explorado, ele poderia fazer o navegador travar e permitiria execução remota de código malicioso. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança russo Evgeny Legerov, que vende um programa para exploração de falhas chamado VulnDisco hacking tool, que incluía o bug.

Apesar da demora, o timing da atualização não poderia ter sido melhor já que a conferência de segurança CanSecWest está para começar. É durante essa conferência que ocorre o concurso chamado Pwn2Own (‘Quebre para ganhar’ em tradução livre), em que hackers precisam invadir um laptop usando falhas desconhecidas nos principais navegadores e, caso consigam, ganham um prêmio de 10 mil dólares e o computador que conseguiram invadir.

A nova versão agora é a 3.6.2 e está disponível para todas as plataformas via download ou pelo menu de atualização do próprio Firefox. Atualizem djá!

[via PCWorld]

Firefox 3.0: robôs

A fundação Mozilla, responsável pelo desenvolvimento do navegador Firefox anunciou o fim da linha para sua versão 3.0, que deixará de receber suporte de fábrica a partir do próximo dia 30 de março.

Um aviso deixado pela organização em sua wiki oficial afirma que a atualização 3.0.19, que deverá ser lançada no final desse mês, será a última correção de segurança e estabilidade feita para o programa, que a partir daí deixará seus usuários por conta de sua própria sorte. Os navegantes que quiserem manter seus computadores devidamente seguros e protegidos (ou seja, todo mundo) podem fazer a atualização para o Firefox 3.6 ou procurar as últimas versões do Chrome, Safari, Opera ou até mesmo do Internet Explorer.

Lançado no dia 17 de junho de 2008, o Firefox 3.0 (nome-código Gran Paradiso) foi recebido com festa por seus entusiastas junto de uma campanha chamada World Download Day, que fez o programa entrar para o livro do recordes depois de atingir a marca de 8 milhões de downloads em um único dia. Apesar de parecer prematuro, o final de seu suporte foi adiado diversas vezes por sua empresa-mãe por conta de atrasos no desenvolvimento de suas versões mais recentes.

O Firefox 3.0 sai de cena com sua família abocanhando cerca de 20% do mercado de navegadores de internet em todo o mundo e deixa como maior legado a estranha fixação por robôs de seus desenvolvedores. [Register]