Firefox

Mozilla Firefox é um navegador de Internet gratuito e de código aberto. A primeira versão com o nome Firefox foi liberada no dia 9 de novembro de 2004. Anteriormente o browser foi chamado de Phoenix e Firebird, mas conflitos com nomes de empresas e softwares já existentes fizeram a Mozilla mudar de ideia. Foi o segundo navegador mais popular durante anos, atrás apenas do Internet Explorer, mas vem perdendo espaço desde a chegada do Google Chrome.

Ok, talvez a manchete tenha sido um pouco exagerada demais, mas lá vai: a Apple anunciou a contratação de Window Snyder, especialista em segurança com passagens pela Microsoft, Mozilla e que até recentemente batia cartão em uma empresa de segurança chamada @stake.

Filha de um pai americano e de mãe queniana (à la Obama), começou a frequentar o reino maravilhoso de Steve Jobs na última segunda-feira e será a responsável pelas ferramentas de segurança do sistema operacional Mac OSX. Tal tarefa não deve ser novidade para ela, que anteriormente também já foi a chefe de segurança da equipe de desenvolvimento do Windows XP Service Pack 2 e do Windows Server 2003. [Register]

Parece que a novela do Internet Explorer na Europa está chegando ao fim. A partir de primeiro de março, os usuários do Windows situados no continente poderão optar por instalar outro navegador logo que o browser da MS for iniciado. A tela de escolha já foi finalizada e passa por testes internos atualmente, mas também poderá ser testada a partir de 22/fevereiro.

Inicialmente a Microsoft propôs oferecer no mercado europeu uma versão do Windows sem o Internet Explorer (conhecido como Windows 7 E), mas a ideia depois foi descartada. Como segunda opção, a gigante de Redmond optou por uma tela de escolha na qual o dono do computador decidiria qual navegador seria o padrão do sistema operacional.

Algumas indas e vindas mais tarde, com direito à Fundação Mozilla reclamando do posicionamento dos ícones de navegadores na tela de escolha, dessa vez a MS aparenta ter acertado na fórmula para exibir os navegadores. Serão 5 navegadores mais usados, exibidos de forma aleatória: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari e Opera. Além desses browsers mais conhecidos, outros poderão ser encontrados ao movimentar a página para a direita. A lista de navegadores principais e secundários será atualizada a cada 6 meses, para refletir a realidade do mercado de browsers.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

O acordo da Microsoft com a Comissão Europeia prevê que a tela de escolha seja distribuída por meio do Windows Update para Windows XP, Windows Vista e Windows 7 durante 5 anos. Fabricantes de computadores também terão o poder de desabilitar o IE e ajustar outro browser padrão nos PCs que venderem.

IE domina na Europa

O Internet Explorer ainda é o navegador mais usado na Europa. De acordo com dados do StatCounter, o aplicativo da Microsoft detém 45.5% dos usuários europeus. Em segundo vem o Firefox com 39.2%, seguido de Chrome (6.3%), Opera (4.3%) e Safari, com apenas 3.7%.

[Com informações: Microsoft on the Issues, ZDNet e Ars]

Continuando com uma tradição que surgiu nos últimos anos, a Fundação Mozilla anunciou hoje que mais uma vez irá contratar 30 estudantes  durante o verão nos EUA – que acontece entre os meses de junho e agosto, inverno por aqui – para ajudar no desenvolvimento de futuras versões do Firefox.

De acordo com um post feito no blog da organização o convite para o estágio – eles chamam de estágio – é aberto a estudantes de “variadas esferas acadêmicas” de todas nacionalidades. O pagamento pelos três meses de trabalho não é informado pela Mozilla, que seduz os interessados de outras maneiras: “todos os estagiários de ’09 participaram ativamenteno desenvolvimento do Firefox 3.6! Quem mais poderia dizer que seu trabalho possivelmente pode ser sentido por mais de 350 milhões de usuários?” pergunta.

Uma curiosidade é que a empresa oferece um canal no IRC (irc.mozilla.org) para solucionar possíveis dúvidas de seus candidatos. Isso sim é que é ser nerd.

Aos que estão interessados em passar um tempo nos campos da raposa, é só mandar um currículo pra lá. E boa sorte.

A crise de confiança deflagrada contra o navegador Internet Explorer na última semana fez com que o Firefox e o Opera registrassem aumentos consideráveis em seus downloads em todo o mundo.

Depois do alerta alemão contra o programa da Microsoft, o tradicionalmente ignorado Opera viu sua procura dobrar na Alemanha e aumentar 37% na Austrália, onde comunicado semelhante foi feito.

Apesar de não divulgar seus números globais, a Mozilla também aponta aumento de interesse sobretudo na França e na Alemanha, onde os downloads saltaram de 50 mil para 200 mil por dia. Os dados franceses não foram divulgados por ainda não terem sido auditados. [The Register]

Vai chegar, chegou.

Mais uma vez sem fazer muito alarde, no último domingo a Mozilla liberou a segunda versão Release Candidate do navegador Firefox 3.6.

Apesar de não divulgar maiores detalhes a respeito das novidades implantadas, a Fundação informa que “mais de um milhão” de usuários estão testando o browser, que deverá ter sua versão final liberada antes do fim do mês, depois de uma série de atrasos.

Somadas, todas as versões do Firefox contam com 300 milhões de usuários em todo mundo, apontam seus desenvolvedores.

O Firefox 3.6 deverá ser a última evolução do programa antes da chegada de sua nova geração. O desenvolvimento do Firefox 3.7, que deveria chegar no terceiro trimestre deste ano trazendo como grande novidade uma interface redesenhada, foi cancelado na semana passada depois da Fundação Mozilla anunciar uma “mudança de planos” e afirmar que concentrará suas forças na próxima geração do navegador, que deverá ser conhecida como Firefox 4 e deverá desembarcar – de acordo com as previsões otimistas – na rede no começo de 2011.

Para fazer o download do Firefox 3.6 RC2, visite a página da Mozilla.

Atenção fãs do browser da raposa: o Firefox 3.6 Release Candidate (candidato à lançamento, ou quase pronto, em português claro) está disponível para download na página da Mozilla.

Forte indicativo que sua versão final deverá sair nas próximas semanas (se não, dias), como principais novidades o programa agora conta com o engine Gecko 1.9.2 e um novo recurso de administração conhecido como Personas, que permite controlar o visual e alertas do navegador com apenas um clique.

De resto, mais do mesmo: seus desenvolvedores prometem maior velocidade de navegação, segurança e estabilidade.

Aos interessados em fazer o download, é só dar uma passada na página da Mozilla e ser feliz.

Da última vez que havíamos noticiado as parcelas de mercado dos navegadores, o Chrome havia acabado de passar (por pouco) o Safari e assumir a terceira posição como o browser mais utilizado (atrás, é claro, do Internet Explorer e do Firefox). Agora o navegador do Google consolida sua posição à frente do navegador da Apple, como aponta a mais recente pesquisa da Net Applications.

Agora o Chrome, já disponível para Windows, Mac e Linux, foi de 4,4% para 4,63%, enquanto o Safari foi de 4,37% para 4,46%. Para eles subirem, alguém tinha que cair, e foi esse o caso dos líderes de mercado Internet Explorer — que foi de 63,6% para 62,69% — e Firefox — que foi de 24,7% para 24,61% na mais recente pesquisa.

O Orkut, que já possuia a funcionalidade de promover conteúdos, liberou agora botões para colocar em seu navegador web favorito e facilitar o comparilhamento de notícias e outros conteúdos ao alcance de um clique.

Para instalar em seu browser basta seguir as instruções aqui. Tudo que for postado aparecerá nas atualizações de seus amigos.

A funcionalidade não se restringe a esse botão no navegador. O Orkut também divulgou formas de inserir esse botão em posts de blogs e outros sites. [Info Online / Blog do Orkut]

Uso dos navegadores no Brasil: IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.

No Brasil, IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.

Fãs do Firefox, deixem as festividades de final de ano de lado e tirem o espumante da geladeira antes da hora. De acordo com a empresa de monitoramento de tráfego web Stat Counter, essa semana a versão 3.5 do navegador da Mozilla finalmente se tornou o navegador mais usado do mundo.

Mas isso, claro, depende do ponto de vista.

Atualmente contando com a preferência de 22% dos navegantes, os índices de uso do programa da raposa nunca estiveram tão altos, mas ele só conseguiu o posto de número um na guerra dos browsers por conta de um processo migratório que está acontecendo lá para os lados da Microsoft.

Líder absoluto até então, em seus dias de glória o Internet Explorer 7 chegou a registrar 42% de uso, mas desde o lançamento do IE8, que aconteceu em março, seus índices têm despencado por conta da migração dos usuários entre as duas versões. Atualmente o IE7 tem 21% de audiência, contra 20% do IE8. Surpreendentemente, o decano IE6 ainda tem 14% dos usuários.

Com um em alta e outro em baixa, as glórias sobraram para o Firefox 3.5, que não tem nada a ver com essa história e que temporariamente deve aproveitar o status de navegador mais usado no mundo.

Nos números gerais as múltiplas versões do Internet Explorer têm a preferência de 55,8% dos internautas, contra 32,8% do Firefox. Mas a maré não parece ser das melhores para a Microsoft nesses mares, já que há um ano esses números eram, respectivamente, 68% e 25%.

Já no Brasil o navegador mais usado ainda é o IE7, com 24,35%, seguido de perto pelo Firefox 3.5, que registra 23,8%. O IE8 é o terceiro colocado, e seguindo a tendência mundial também registra 20%.

Mozilla revela planejamento de atualizações do Firefox

De acordo com estatísticas compiladas pela Qualys, uma provedora de gerenciamento de vulnerabilidades, o Firefox foi o programa com maior número de vulnerabilidades no último ano, com 102 vulnerabilidades, contra 90 no ano passado. Em segundo lugar vem a Adobe, cujo número de vulnerabilidades mais o que triplicou de um ano para cá.

Mas não sejamos enganados. O número de vulnerabilidades mais alto reportado não significa necessariamente que o Firefox seja mais inseguro. Aliás, seria bem razoável supor que a situação seja até mesmo inversa. Acontece que, pela natureza open source do navegador, todas as brechas encontradas são relatadas publicamente, ao passo que falhas de software proprietários normalmente apenas são divulgadas quando descobertas fora da companhia que o desenvolve. O que é descoberto dentro da própria empresa normalmente é resolvido dentro dela mesma, sem tornar público cada erro encontrado.

Tomando o lugar da Microsoft na segunda posição, a Adobe esse ano teve 45 vulnerabilidades relatadas, contra 14 no ano passado. A empresa de Bill Gates caiu pra terceiro, reduzindo o número de 44 a 41 em um ano, sendo que 30 dessas vulnerabilidades vêm do Internet Explorer, Windows Media Player ou Microsoft Office.

A melhora em estabilidade dos sistemas operacionais tem levado os invasores a buscar brechas nos softwares, como por exemplo o onipresente Reader, da Adobe. Mas navegadores como Internet Explorer e Firefox ainda são grandes alvos. [CNET]