Android 2.2: com Flash nativo. (ElromDesign)

Em entrevista o jornal americano The New York Times, Andy Rubin, um vice presidente da área de engenharia do Google, afirmou que a próxima versão do sistema operacional para dispositivos móveis Android contará com total suporte para a tecnologia Flash, da Adobe.

Com o codinome Froyo (Frozen Yogurt, iogurte congelado), a versão 2.2 do Android tem seu lançamento esperado para maio. Mas donos de dispositivos com alguma versão anterior do Android não devem ficar excessivamente animados. Se a história nos ensinou alguma coisa foi que é muito comum que aparelhos com Android não consigam ter a versão do sistema operacional atualizada com muita facilidade…

Ao assumir essa postura o Google vai pelo caminho oposto ao da Apple, famosa por criticar o Flash e se negar a integrá-lo ao iPhone OS. Sobre isso, Rubin comentou (em tradução livre):

“[Ser uma plataforma aberta] significa não combater aquilo que seus clientes gostam.”

Previously on LOST Anteriormente no mundo das notícias de tecnologia: Há apenas 10 dias a Adobe Creative Suite 5 (também conhecida como CS5) foi lançada. Uma das maiores novidades para desenvolvedores em Flash era a sua capacidade de criar apps para iPhone sem precisar utilizar o framework da Apple e seu Kit de Desenvolvimento de Software (SDK), o que normalmente incluiria aprender uma linguagem nova — chamada Objective C — que basicamente apenas a Apple utiliza. Com o lançamento da versão beta do iPhone OS 4 para desenvolvedores veio também um novo acordo onde a Apple definiu que aqueles que quiserem continuar a desenvolver para a plataforma e ter seus aplicativos na App Store terão que desenvolver esses apps usando exclusivamente APIs oficiais da empresa. Isso simplesmente condena qualquer aplicativo para iPhone desenvolvido originalmente em Flash ao banimento da App Store. Fim do flashback.

E o que a Adobe fez a esse respeito? Depois de inúmeras trocas de farpas públicas com a Apple, a empresa simplesmente desistiu de continuar dando suporte aos desenvolvimento de apps para iPhone através do Flash. Foi um dos gerentes de produto da Adobe, Mike Chambers, que escreveu um post (repleto de alfinetadas) colocando um fim na tentativa de penetrar as cercas que a Apple coloca em torno de seu iEcossistema. Para que fique claro, a Adobe manterá a capacidade de desenvolver aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad no Flash, mas ela não está “atualmente planejando qualquer investimento adicional nessa funcionalidade.”

“Para ser claro, durante todo o ciclo de desenvolvimento do Flash CS5, a funcionalidade estava de acordo com os termos da Apple. Porém, como os desenvolvedores de aplicativos para iPhone já aprenderam, se você quer desenvolver para o iPhone, você tem que estar preparado para a Apple rejeitar ou restringir seu desenvolvimento a qualquer tempo, e sem qualquer razão aparente,” disse o gerente de produto da Adobe.

Para finalizar, Chambers ainda provocou mais um pouquinho a Apple, dizendo que o iPhone não é a única plataforma por aí e que o Android vai indo muito bem. Ele lembrou também que, por se tratar de Flash, é extremamente simples portar os projetos que estavam sendo ou foram desenvolvidos com foco no iPhone para a plataforma Android.

Nós estamos no início de uma mudança significativa na indústria, e eu acredito que no fim plataformas abertas irão ganhar do tipo de plataforma fechada e trancada que a Apple está tentando criar,” escreveu Chambers.

Tem algum celular rodando Android? A Adobe quer a sua ajuda. Depois de liberar várias versões alpha, a empresa finalmente abriu hoje a inscrição para o programa de beta-testers privado das suas ferramentas Flash e Air para a plataforma móvel do Google. As versões que serão liberadas em beta serão 10.1 (Flash) e 2 (Air).

Interessados em testar e dar seu feedback à Adobe e entrar na caça aos bugs precisam criar uma Adobe ID e confirmar que quer receber a notificação através desse formulário, caso queiram testar o Air para Android, ou nesse formulário, caso queiram testar o Flash. É possível se inscrever nos dois programas, mas o pedido de notificação não garante automaticamente a participação em nenhum dos dois. As vagas, quando forem disponibilizadas, serão limitadas.

Já o programa de beta-testers da ferramenta Flash para a plataforma iPhone OS também tem data para começar: o próximo dia 30 de fevereiro do ano que vem. Marque essa data no seu calendário.

[via Slashgear]

A versão mais recente do Chrome em desenvolvimento apresenta mudanças que poderão agradar bastante os usuários do navegador. Para começar, a cor do browser foi modificada: passou daquele azul vivo que a gente conhece desde a primeira versão para tons de cinza, que o deixaram bem mais sóbrio.

Além disso, a barra de endereços sofreu modificações. A começar pela presença da estrela que permitia adicionar sites aos Favoritos: ela saiu do início da barra de endereços para ficar no final. Seu lugar agora é ocupado pelo botão de Atualizar.

A implementação mais curiosa, no entanto, é a remoção do http. A partir de agora, o domínio do site acessado é exibido diretamente, sem precisar desse prefixo que ainda hoje é muito comum na rede. Ao entrar no Tecnoblog, por exemplo, o endereço http://tecnoblog.net passa a ser exibido apenas como tecnoblog.net na Omnibox Chrome. Sites iniciados com https continuam a ter o prefixo exibido exibido normalmente, até como uma forma de segurança.

Por último, mas não menos importante, a build 5.0.375.3 finalmente já conta com suporte ao Adobe Flash por padrão.

Eu gostei do resultado. Só falta a equipe de desenvolvimento do navegador dar mais atenção às páginas que travam devido à presença de Flash. De nada adianta ter a integração do Chrome com um dos plugins mais usados no mundo, se o usuário continua a ter problemas na hora de visualizar as páginas.

Não custa lembrar que o Chrome Dev é a versão do Chrome ainda em desenvolvimento. Portanto, não é considerada estável. Você pode baixá-lo no canal Dev do navegador (por sua conta e risco).

O Flash é um dos complementos para navegador mais usados no mundo. Desenvolvido pela Adobe, permite visualizar conteúdo multimídia de forma bastante prática. No entanto, até agora era preciso baixá-lo separadamente na maioria dos browsers. O Google, no entanto, mudou esse quadro: o Chrome passará a ter Flash nativamente.

“Nós começamos a colaborar com a Adobe para melhorar a experiência [de uso] do Adobe Flash no Google Chrome”, escreveu Linus Upson, vice-presidente de engenharia do Google. Fruto dessa colaboração entre as duas empresas é a decisão de integrar completamente o plugin com o navegador. Dessa forma, quem baixar o Google Chrome receberá automaticamente o Flash. Nada melhor que isso para baixar o browser e já começar a ver vídeos baseados em tecnologia Flash (no YouTube, é claro).

Para completar a ideia, as empresas ainda trabalham em uma forma de atualização automatizada do Flash Player no ambiente do Google Chrome. De acordo com o post que apresenta os objetivos, “usuários vão receber atualizacões relacionadas ao Flash Player automaticamente usando o mecanismo de atualização automática do Chrome”.

O Chrome com Flash já pode ser baixado no canal para desenvolvedores do navegador. Não custa lembrar que, por enquanto, essa funcionalidade ainda está em produção. Só baixe o Chrome Dev se você tiver certeza do que está fazendo, ou vai se meter em altas confusões que até Deus duvida. :P

A Fundação Mozilla anunciou o fim da linha para o desenvolvimento de uma versão do browser Firefox específica para o Windows Mobile 7. A decisão aconteceu depois que a Microsoft anunciou que não irá permitir que programas feitos por terceiros rodem de maneira nativa em seu novo sistema operacional móvel.

Apesar de nós acreditarmos que o Windows Phone 7 pareça interessante e tenha potencial para conquistar o mercado, a Microsoft lamentavelmente decidiu proibir aplicações nativas no SO. Por conta disso, ela não lançará um kit de desenvolvimento e não teremos subsídios para fazer um Firefox para ele”, escreveu Stuart Parmenter, diretor da divisão de Mobile da companhia da raposa. “Enquanto espero que a Microsoft reveja sua posição e nos dê os subsídios para desenvolvermos o Firefox para o Windows Phone 7, nós continuaremos focados em coisas que podemos controlar, como fazer uma excelente versão final de nosso programa para o Android e Maemo”, completou.

Mas como toda regra tem uma exceção, a Microsoft discretamente liberou uma única companhia para fazer programas nativos para o Mobile 7. Segundo o site Zdnet, a Adobe foi autorizada pela companhia de Redmond para fazer uma versão do Flash para o novo sistema operacional, procurando aí uma maneira de alfinetar a Apple, que não aceita o formato em seus iPhone, iPod Touch e iPad.

Pornografia: "foi mal aí, mano"

Em protesto contra a falta de suporte ao formato Flash imposta pela Apple ao iPhone, iPod Touch e no futuro iPad, Lee Brimelow, evangelista da Adobe e proprietário do independente The Flash Blog criou polêmica ao postar neste final de semana como diversos sites ficam sem o plugin.

Entre páginas de notícias, jogos e variedades havia o screenshot de um site adulto, o que foi visto como um golpe baixo por alguns especialistas, que interpretaram que a companhia estaria indo longe demais em sua briga com a empresa da maçã. Estrago feito, não demorou para que Brimelow tirasse a imagem do ar junto de um pedido de desculpas.

“Primeiro, este não é um blog oficial da Adobe. Depois, eu me desculpo pela imagem que postei com a intenção de ser humorístico. Não é surpreendente que a Adobe não tenha achado graça e por isso a tirei do ar” escreveu.

Do outro lado, o site Mashable reporta que Steve Jobs não anda muito contente com a Adobe. Num recente evento informal dentro da empresa da maçã, o salvador executivo teria afirmado que “A Adobe é preguiçosa e o Flash é problemático. Toda vez que um Mac trava normalmente é por causa do Flash. Ninguém mais usará o Flash, o mundo irá para o HTML5″.

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

O Flash chegará ao iPhone, mas não como se esperava.

Hoje pela manhã noticiamos a chegada do Flash às principais plataformas móveis. O único dos principais smartphones que ficou de fora foi o iPhone.

O motivo da valorização do Flash é sua ampla adoção na web, sendo encontrado nos mais variados sites, quer seja para apresentar anúncios publicitários multimídia, quer seja para apresentar ao visitante conteúdo mais rico, com vídeo, sons e animações. É de se imaginar então por que o celular que se orgulha de ser o dito melhor dispositivo super-portátil para navegação do mercado ficaria de fora desse lançamento.

A razão teria sido uma opção da própria Apple em não ter seu sistema operacional móvel incluído na lista ao lado do WebOS, Blackberry OS, Windows Mobile, Android e Symbian. O Flash tem um histórico de consumir muita memória, monopolizar o processador e consumir muita energia. De fato, grande parte dos travamentos de navegadores (em desktops mesmo) ocorre por conta de alguma instância do plugin do Flash que sai de controle. A empresa de Steve Jobs mantém que a tecnologia da Adobe ainda consome recurso demais do dispositivo e se preocupa com o impacto que causaria na suave experiência de usuário pela qual prezam. Em outras palavras, a Apple não quis o Flash por temer que poderia causar lentidão, travamentos e drenar a bateria rapidamente. Ao invés de abraçar o Flash, a Apple recomenda aos desenvolvedores que utilizem outras tecnologias disponíveis na web para oferecer interatividade semelhante.

Ou pelo menos isso é o que a Apple diz. “Teorias conspiratórias” acreditam que ela poderia ter motivos ocultos para ter tomado tal decisão, tendo em vista que o Flash poderia prover meios de distribuir via web aplicativos robustos que não passariam pelo (não raramente controverso) crivo da App Store.

Pelo menos uma boa notícia há para os devotos do Flash que gostariam de ter seus aplicativos na telinha dos iPhone de iPods Touch. A próxima versão da plataforma, a CS5, trará a possibilidade de desenvolver aplicativos nativos para iPhone com a linguagem Action Script 3, usada para programar aplicativos em Flash. Os apps apresentarão resultado final idêntico aos desenvolvidos utilizando o iPhone SDK da Apple e estarão em conformidade com as diretrizes e exigências da empresa. Na verdade, já existem aplicativos desenvolvidos com a versão beta privada do Flash Professional CS5 aprovados pela Apple e disponíveis na App Store. Um beta público é esperado ainda esse ano.

Na página da Adobe Labs podem ser encontrados os links das aplicações para iPhone desenvolvidas pelo Flash que já estão à venda, bem como um vídeo (em inglês) demonstrando algumas delas em ação. [PCWorld]

flashplayerA habilidade de interpretar sites com Flash poderá ser uma das características presentes em uma variedade de smartphones no futuro. É o que garante a Adobe com o anúncio de um acordo feito com fabricantes que trará a versão 10.1 do Flash para várias plataformas móveis, incluindo o WebOS, Windows Mobile, Android e Symbian.

Dentre os objetivos do Flash 10.1 está permitir a habilidade tocar vídeos em alta definição usando exclusivamente a CPU de placas de vídeo como as da NVidia, outra das empresas trabalhando com a Adobe. Chips como esses estarão cada vez mais presentes em netbooks e celulares e segundo Tom Barclay, gerente de marketing de produtos do Flash Player, “vídeo em Flash é mesmo algo computacionalmente intensivo e por isso ter suporte em hardware é algo crítico”.

O anúncio da versão 10.1 do Flash Player é uma iniciativa que faz parte do Open Screen Project, criado pela Adobe há mais de um ano e cuja visão é “Permitir que consumidores tenham uma expericência rica na internet e de uma forma contínua através de qualquer dispositivo em qualquer lugar”. O Google também anunciou hoje, no blog oficial, que está juntando forças no projeto.

Mais detalhes do acordo serão divulgados nessa segunda-feira durante a Adobe Max 2009 em Los Angeles, conferência para desenvolvedores que usam ferramentas Adobe. A empresa diz que versões beta do Flash 10.1 estarão disponíveis para algumas plataformas móveis e sistemas operacionais de desktop ainda esse ano.

Infelizmente o iPhone não foi divulgado como sendo uma das plataformas que suportará a nova versão do Flash. [CNET]

Um ano depois de lançar Spore, game alardeado como um dos melhores da história (embora eu discorde disso), a Electronic Arts decidiu entrar na era dos Flash games, aqueles joguinhos gratuitos feitos em Flash que normalmente são bastante simples, mas que garantem bons minutos de diversão. É justamente com Spore que a companhia começou a produzir esse tipo de jogo.

Spore 2D: Tecnomon, o mostro do Tecnoblog.

Spore 2D: Tecnomon, o mostro do Tecnoblog.

O Spore Creature Creator 2D permite que o usuário crie um personagem para si, tirando proveito das variadas combinações de corpos, mãos, pés (ou seriam patas?), cabeças, armamentos etc. Assim que o animal começa a ganhar forma, as partes que forem escolhidas para ele começam a se mexer.

A interface lembra bastante a do Spore original, embora o jogo completo permita visualização 3D da criatura sendo criada. Também do Spore original, a versão em Flash permite acesso à Sporepedia, um catálogo de outros monstros que podem ser visualizados e também importados, para que depois o usuário faça as modificações que achar necessárias.

Quando cansar de brincar de Deus, o internauta terá a opção de salvar a imagem do monstro criado no computador ou enviar para os amigos em formato de cartão postal.

Um game bacana pelas combinações que permite na hora de fazer o monstrengo, mas poderá cansar o jogador mais rápido do que a EA gostaria.