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Aproveitando que seu Windows 7 vem desfrutando de um bom sucesso nas lojas e dos críticos, a Microsoft colocou no ar um site em que compara as vantagens de seu sistema operacional frente à seu maior e mais tradicional concorrente, o Mac OSX. Leia mais

"Tchau, macacada"

Os icônicos comerciais da campanha Get a Mac, estrelados pelos atores John Hodgman e Justin Long, podem ter chegado ao fim depois de quatro anos de tremenda popularidade na web.

Ao ser indagado a respeito do futuro da campanha durante uma entrevista ao AV Club, Long, o ator que interpreta o Mac respondeu: “Acredito que os comerciais podem ter chego ao fim. Outro dia ouvi John [Hodgman] dizendo que a Apple pode estar pensando em partir para outra, mas não posso dizer isso definitivamente. É triste, sentirei falta de fazê-los e de trabalhar com John“.

Desde 2006 foram produzidos 66 vídeos para a campanha, além de inúmeras paródias no Youtube.

Get a Mac: estranha realidade

Get a Mac: estranha realidade

Essa é mais uma daquelas pesquisas que irão mudar o mundo: o Hunch, site que se apresenta como “um auxiliador de tomada de decisões” (mas hein?) divulgou uma pesquisa que aponta as inimagináveis diferenças entre usuários de computadores Apple e máquinas que rodam qualquer Windows.

Feita com mais de 70 mil usuários dos dois sistemas operacionais, os dados mostram que os usuários de Macs tendem a viver nas grandes cidades, gostam de serem percebidos como pessoas únicas e têm uma queda por arte moderna, design clássico, assistirem filmes de arte do cinema e programas de “faça você mesmo” na TV. Enquanto isso, “os PC” no geral vivem nos subúrbios, preferem design “moderno-genérico”, comédias românticas e assistir esportes na televisão, além de terem maior predileção por trabalharem com números.

Uau, quanta novidade </ironia>.

As propagandas Get a Mac e Laptop Hunters já vêm apontado essas diferenças há um tempo, mas é sempre bom ver uma opinião externa sobre o caso: enquanto a Apple mirou todos seus esforços mercadológicos num nicho de mercado freqüentado por consumidores exigentes (e quiçá esnobes), a Microsoft pouco se importa com esse tipo de segmentação e continua vendendo seu sistema operacional aos montes, o que contribui para os gostos meio genéricos de seus usuários.