Gmail

Gmail é um serviço de webmail de propriedade do Google. Foi lançado no dia 1º de abril de 2004 e oferecia 1 GB de espaço, um valor muito acima de concorrentes como o Hotmail, que permitia apenas 2 MB de armazenamento nas contas gratuitas. Esse fato fez muitos usuários pensarem que se tratava de mais uma das típicas brincadeiras de “Dia da mentira” do Google. O Gmail causou polêmica por ler automaticamente palavras-chaves em emails particulares do usuário para exibir anúncios personalizados.

Agora é só clicar no ícone e “boom”: a nova janela se abre instantaneamente!

A partir de hoje o Gmail passa a abrir novas janelas instantaneamente, sem a espera que costumava ser necessária.

Se você é como eu, provavelmente já teve vontade de escrever ou ler um e-mail em uma nova janela no Gmail, mas se desmotivou e até desistiu ao se deparar com a barrinha de carregamento que demorava alguns segundos para terminar o que estava fazendo e finalmente mostrar seu e-mail (e convenhamos, dois ou três segundos é bastante tempo quando estamos parados esperando um e-mail abrir na internet de hoje). Pois bem, seus problemas acabaram! Agora é só clicar no ícone de abrir em nova janela no canto superior direito da mensagem — ou clicar com a tecla Shift pressionada no e-mail que se deseja ler em outra janela, no link para escrever novo e-mail ou no link para responder ou encaminhar e-mail — que imediatamente a nova janela será aberta com o conteúdo que você pediu, sem pausa para carregamento. Mas atenção: a nova janela não sobreviverá caso a janela original do Gmail seja fechada.

Sem grande surpresa (pelo que tem se mostrados uma tendência nos últimos tempos), o Google disse que não conseguiu fazer isso funcionar no Internet Explorer, então você apenas poderá se aproveitar das melhoras na abertura de novas janelas se estiver usando o Firefox, o Safari ou o Chrome.

O Google comprou a empresa que desenvolve o aplicativo de iPhone reMail, e sua primeira ação foi retirar o aplicativo da App Store. O aplicativo baixava todos os seus e-mails e os armazenava no seu iPhone, prometendo como um dos maiores benefícios a busca quase instantânea por qualquer e-mail, sem precisar estar conectado à internet.

Como o app foi retirado pelo Google da iTunes App Store, apenas aqueles que já tinham baixado o aplicativo poderão continuar a fazer uso do mesmo. O suporte ao aplicativo será mantido até o final de março.

O fundador da reMail, Gabor Cselle, começou sua carreira como estagiário de engenharia no Google em 2004, trabalhando com o Gmail. Agora, com a aquisição, Cselle volta a trabalhar em Mountain View, onde será “gerente de produto” do Google.

É possível inferir que a compra tenha sido motivada por intenções do Google de utilizar o know-how da reMail em busca local. Ou talvez, como cogitou o The Register, o Google esteja planejando comprar todos desenvolvedores de iPhone, um a um, até que o Android ganhe o jogo por W.O.. ;)

Quatro dias depois de estrear o Buzz – revolucionário sistema de comunicação que deixa todo mundo com a sensação de ter visto coisa parecida em outro lugar – o Google anunciou nessa sexta-feira mudanças em seu novo serviço, de olho sobretudo nas reclamações feitas pelos usuários por conta de sua falta de confidencialidade.

Agora é possível enviar mensagens públicas ou fechadas, direcionadas a determinados amigos, e a mais do que bem-vinda possibilidade de se bloquear seguidores indesejados, funcionalidade que o Google afirma que estava disponível na versão apresentada na ultima terça-feira e que agora está “mais acessível”.  Vale lembrar que inicialmente os contatos do Buzz eram adicionados automaticamente entre os endereços que o usuário mantinha maior contato, supondo que de fato eles eram amigos.

O Google afirma que as alterações foram feitas de acordo com o feedback colhido nos últimos dias. A gigante da web também afirma que até o momento “mais de 9 milhões” de mensagens já foram trocadas através do Buzz.

"Tchaaaaaaaaaau, Gmail"

Alegando que prepara o lançamento de um tal “serviço nacional de e-mails”, o governo iraniano anunciou que o acesso ao Gmail está “definitivamente suspenso” no país.

Em declaração ao Wall Street Journal um porta-voz do Google não pode confirmar se o acesso de fato foi cortado, mas afirma que a gigante da web já identificou uma “sensível queda em seu tráfego”.  “Nós ouvimos que alguns usuários do Irã estão tendo dificuldades para acessar o Gmail, verificamos nossa rede e concluímos que tudo está funcionando perfeitamente”, afirmou.

Um oficial iraniano afirmou à publicação que a medida foi tomada para “aumentar a confiança do povo no governo”. Já analistas apontam que o anúncio foi feito de olho nas comemorações do 31º aniversário da república islâmica, como uma maneira de conter protestos organizados online. No último mês de junho suspeitas nas re-eleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad fizeram com que diversos protestos estourassem pelo país, organizados sobretudo através de ferramentas como o Twitter.

GChat: ferramenta do Google contra o Twitter?

Rumor levantado pelo Wall Street Journal aponta que o Google está preparando uma atualização para seu serviço de mensagens GChat, encontrada com o singelo nome de “Bate-papo” em sites da empresa como Gmail, Orkut ou iGoogle, por exemplo.

Ainda sem nome, a novidade colocaria o mensageiro num caminho mais “social” ao salvar as atualizações de status de seus usuários e organizá-las em uma timeline a exemplo do que faz o Twitter. Caberá ao navegante escolher os contatos que gostaria de seguir no novo recurso, que também será compatível com o Youtube e Picasa.

O lançamento da nova ferramenta deve acontecer ainda hoje e não se surpreenda se sua implantação acontecer aos poucos, como de hábito lá para os lados do Google.

Apesar de alguns críticos considerarem que o Google está chegando tarde demais nesse mercado, pelo menos os números são favoráveis à gigante da web: enquanto o Gmail e o Orkut contam com respectivamente 180 e 100 milhões de usuários em todo mundo, o Twitter tem “apenas” 60 milhões de adeptos.

Volte em breve.

O Gmail agora pode usar um slogan digno das melhores (?) campanhas de absorvente…

Desde 2008 o Gmail já apresentava uma opção de sempre usar HTTPS — em outras palavras, criptografar tudo que trafega entre seu computador e os servidores do Google ao usar o Gmail. Desde essa quarta-feira (13) porém, isso deixa de ser apenas uma opção a ser ativada e passa a ser padrão para todos os usuários do e-mail do Google.

Inicialmente, o uso contínuo de HTTPS era apenas uma opção porque dados criptografados trafegam mais lentamente do que os dados sem criptografia alguma. Porém o Diretor de Engenharia do Gmail escreve no blog oficial do serviço que ao longo dos últimos meses a equipe analisou os prós e contras do HTTPS e decidiu que deixá-lo permanentemente ativado por padrão era a coisa certa a fazer.

Mas para aqueles que realmente confiam na segurança de sua rede e acham que a criptografia em tempo integral seria um atraso desnecessário, haverá um opção nas configurações do Gmail para desabilitar o novo padrão e voltar ao antigo, onde apenas a página de login é criptografada via HTTPS, para a proteção da senha do usuário.

O Gmail, sistema de email do Google, está cada vez melhor. Uma das coisas que provavelmente atrapalhava a vida de muitos usuários eram os contatos duplicados que apareciam automaticamente ao mandar mensagens para emails diferentes de uma mesma pessoa. Agora é possível mesclá-los facilmente com a nova opção do Gmail para acabar com contatos duplicados.

Antes já existia essa possibilidade mas era necessário fazer o processo manualmente, selecionando os contatos que você gostaria de reunir em uma coisa só. Agora o próprio Gmail se encarrega de entender que uma mesma pessoa tem dois emails ou telefones diferentes na sua agenda e sugerir a mesclagem.

Fiz o teste e encontrei 9 contatos duplicados. Hoje uso meu Gmail para manter telefones e emails das pessoas já que os contatos são sincronizados entre a conta do Google, meu iPhone e o meu Moto Dext (Android) automaticamente. De vez em quando fazia a faxina manual se não encontraria umas 30 ou mais duplicações.

O melhor de tudo é que a ferramenta também está disponível para quem usa o Gmail em português. Geralmente o Google libera primeiro para contas em Inglês, mas desta vez todos foram beneficiados. [IDG Now e Gmail Official blog]

gboard-1_540x360Já faz tempo que o Gmail tem atalhos de teclado para agilizar a vida daqueles que são adeptos dos mesmos, mas decorá-los pode não ser tão simples assim — ainda mais quando são coisas do tipo “Y para arquivar” (Y???). Agora já há uma alternativa, um teclado especializado em atalhos para o Gmail.

Ele se chama Gboard (nenhuma surpresa nisso) e é do tamanho de um teclado numérico padrão. A diferença é que suas 19 teclas são coloridas e cada uma aciona uma função específica do e-mail do Google. Estão presentes as principais ações realizadas, como arquivar, enviar para o lixo, marcar como spam, marcar com “estrela”, fazer uma busca ou navegar de uma “conversa” para outra.

Para que o Gboard funcionar, basta plugá-lo em uma porta USB e habilitar o uso de atalhos nas configurações do Gmail. Ele começou a ser vendido nessa sexta-feira (4) nos EUA, pelo valor de US$ 19,99 (cerca de 35 reais). [CNET]

Quando o serviço de emails do Google foi ao ar pela primeira vez em 2004 ele tinha apenas 1 GB de espaço por usuário. Hoje, mais de 5 anos depois, o Gmail suporta mais de 7 GB de dados. Para algumas pessoas, isso é mais do que suficiente. Para quem recebe e envia arquivos enormes e não pode deletá-los, o limite pode não ser o bastante e foi para essas pessoas que o Google começou a oferecer há 2 anos a opção de comprar armazenamento extra.

Tabela completa com preços antigos e novos

Tabela completa com preços antigos e novos

Os preços do serviço, até hoje, variavam entre US$ 20 ao ano por 10 GB extras a até US$ 500 ao ano por 400 GB extras. Esses preços diminuíram e agora estão entre US$ 5 por 20 GB extras a até exorbitantes US$ 4.096 por 16 TB de armazenamento. O Google avisa, no entanto, que o espaço comprado é compartilhando entre o Gmail e o serviço de armazenamento de fotos da empresa, Picasa.

A empresa também afirma que aqueles que compraram armazenamento extra desde o dia 9 de novembro terão suas capacidades aumentadas para equivaler ao preço pago. Curiosamente, a compra só pode ser feita através do Google Checkout, serviço da empresa similar ao PayPal, e que oficialmente não suporta cartões de créditos brasileiros (confira a lista de países no menu drop-down dessa página). Mas nesse caso, inteligentemente, eles abriram uma exceção.

Há alguns meses atrás a equipe de desenvolvimento do Gmail mostrou para o grande público um recurso do Gmail Labs que permitiria ao usuário desistir de uma mensagem depois de enviá-la. Coisa de segundos, mas que poderia salvar o pescoço de muita gente.

Na luta incansável para que as mensagens certas sejam enviadas para as pessoas certas, o Google anunciou hoje uma nova funcionalidade muito bacana: um aviso quando o sistema achar que a mensagem será enviada para a pessoa errada.

“Se você normalmente envia e-mails para Bob Smith junto com Tim e Angela, mas dessa vez você colocou Bob Jones, nós vamos te avisar que pode haver um erro”, de acordo com exemplo dado pelo Google. A equipe do Gmail ainda ressalta que a funcionalidade só funcionará quando houver mais de dois destinatários de uma mesma mensagem.

"Destinatário errado?" no Gmail Labs

"Destinatário errado?" no Gmail Labs.

Para habilitar a nova ferramenta, vá nas configurações do seu Gmail e clique na aba Labs (ou tente esse link). Depois marque “Ativar” para “Destinatário” errado” (ao fim da lista). Pronto, está ativado.