thumb-google-books-ios

Okay, nenhuma das empresas admitiu tal situação. Mas se não foi isso o que de fato aconteceu, eu peço minha demissão do Tecnoblog imediatamente*. A história é a seguinte: o aplicativo de leitura de livros do Google simplesmente desapareceu da App Store. Ao que se sabe até o momento, a Apple teria todos os motivos do mundo para apagar o Google Books de sua loja de aplicativos. Entretanto, apenas um deles parece ser mais do que suficiente. Leia mais

thumb-google-ebook-store

A comissão de educação e cultura da União Europeia determinou na última segunda-feira que todo material impresso digitalizado pelo Google deverá ser livremente disponibilizado para uso comercial depois de um período de sete anos. A medida pretende “encorajar o surgimento de novas empresas que ajudem a preservar a herança cultural europeia”.

Leia mais

thumb-google-books

Determinada em sua missão sagrada de digitalizar todos os livros da história e disponibilizá-los na web, a equipe do Google Books anunciou em seu blog oficial uma descoberta realmente especial. Com a ajuda de um algoritmo eles analisaram o acervo de bibliotecas, lojas e colecionadores de todo o mundo e concluíram que 129.864.880 livros foram escritos desde o princípio da humanidade.
Leia mais

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Finalmente o Google deverá entrar no cobiçado mercado de livros eletrônicos, e de acordo com o jornal de negócios Nikkei a porta da frente para o novo serviço será o Japão, onde o serviço deverá desembarcar em breve.

Ao contrário do Google Books o novo serviço, que deverá se chamar Google Edition, será pago e comercializará títulos de pequenas e grandes editoras do país, que de quebra terão a liberdade de determinar seus próprios preços e ficarão com 63% do lucro da operação.

O lançamento deve acontecer nas próximas semanas e inicialmente o novo serviço deverá contar com cerca de 10 mil títulos. Europeus e americanos só poderão conferir a novidade da empresa no final do primeiro semestre de 2010.

Uma das maiores diferenças do Google Edition em relação a seus concorrentes – leia-se Amazon – será que os livros não serão baixados pelo usuário, mas sim ficarão disponíveis na rede, podendo ser acessados de mais de um dispositivo.

Agora só falta um e-reader, certo? [MarketWatch]

notebooklivrosA gigante de busca de Mountain View anunciou ontem (15) que pretende lançar um site para venda de e-books. Ao contrário do Google Books, que tem em sua maioria livros em domínio público e gratuitos, novo serviço, chamado Google Editions, terá um catálogo com versões digitais de livros mais recentes e permitirá a compra e leitura em qualquer dispositivo ligado à internet que tenha um navegador.

Os livros poderão ser comprados tanto através do próprio Google como também pelos sites da Amazon ou Barnes & Noble. No lançamento serão disponibilizados mais de 500 mil livros de várias editoras, que receberão parte dos lucros das vendas, dependendo por qual site o livro digital for vendido. Para livros vendidos pelo Google, as editoras receberiam 63% dos lucros, contra 45% caso ele seja vendido através dos sites concorrentes.

A porta-voz do Google não deu detalhes sobre a possibilidade de download dos livros ou se eles poderão ser lidos em dispositivos como o Kindle mas afirmou que a empresa não tem planos para criar um leitor de e-books próprio. O Google Editions deverá ser lançado até a metade do ano que vem. Não foi especificado em quais países o serviço será lançado primeiro. [ArsTechnica]

Logo-Google-BooksO Google passará a oferecer, em parceria com a empresa On Demand Books, a impressão de parte dos livros que mantém armazenados no serviço Google Books. O usuário poderá escolher entre milhares de publicações que já caíram em domínio público, e por isso podem ser impressas e vendidas sem o pagamento dos direitos autorais.

Todo o processo de impressão será feito na hora, na frente do cliente. Para tanto, os estabelecimentos interessados em oferecer o serviço deverão comprar a Espesso Book Machine, uma impressora que custa US$ 100 mil.

Um livro com 300 páginas em escalas de cinza e uma capa colorida levará cerca de 4 minutos para ser impresso. O custo será de US$ 3,00 em materiais, mas a On Demand Books recomenda que o preço final do livro seja de US$ 8,00, para que o estabelecimento mantenha a margem de lucro (e pague a ela e ao Google parte do valor).

O Google já disse que planeja doar a parte dele no valor recolhido com a venda dos livros sob demanda para alguma instituição de caridade, sem especificar qual. [Wired]

Sony Reader Touch, vendido por US$ 279.

Sony Reader Touch, vendido por US$ 279.

Enquanto o Kindle ainda não permite o “empréstimo” do conteúdo comprado, a Sony vai trabalhando no sentido oposto com seu Sony Reader, vendido em uma versão com tela touchscreen e em outra sem o touch (conhecida como Pocket). A empresa anunciou hoje na livraria pública de Nova York que permitirá aos donos do Reader que peguem livros emprestados de bibliotecas, com prazo de 21 dias para devolvê-los.

Vai funcionar da seguinte forma: no site próprio do Sony Reader para compra de livros, o usuário poderá informar qual é a biblioteca que costuma frequentar e passará a ter acesso aos livros dessa biblioteca que estejam disponíveis para empréstimo.

A Sony também planeja adotar um hardware mais semelhante ao do Kindle, com acesso à internet através da rede 3G. O aparelho, cujo nome é Reader Daily Edition (algo como Edição Diária) teria visor de 7 polegadas e seria voltado para leitura de jornais e revista. A empresa já estaria negociando a distribuição desses periódicos com empresas de comunicação.

O Sony Reader atual custa entre US$ 199 e US$ 279, dependo da versão, em contraste com a faixa de preço entre US$ 299 e US$ 489 do Kindle, produzido pela Amazon. O leitor de e-books da gigante japonesa tem acesso gratuito a 1 milhão de livros através do Google Books. [Ars Technica]

google_book_search_logoHá tempos o Google Books atrai a ira de muitos. O projeto da empresa californiana de criar a maior biblioteca virtual do mundo disponibilizando  livros online em páginas com anúncios já foi alvo do Sindicato dos Autores norte-americano e de diversas editoras. No final de 2008 um acordo foi firmado entre o Google e as demais partes citadas,  garantindo à gigante da web o direito de criar sua biblioteca online, e aos autores e editoras de receber por isso. Mas esse não foi o fim do assunto.

Microsoft, Yahoo e (provavelmente a maior interessada) Amazon juntaram-se à organização Internet Archive e formaram a Open Book Alliance (Aliança do Livro Aberto, em tradução livre) com o objetivo de impedir o Google a seguir em frente com seu projeto. Curiosamente, a aliança é co-liderada por Gary Reback, um proeminente advogado especialista em casos anti-truste. Reback tornou-se muito conhcido por sua atuação nas investigações anti-truste contra a Microsoft nos anos 1990.

Em comunicado, o Google se defende:  “O acordo Google Books está injetando mais competição no mercado de livros eletrônicos. É compreensível que nossos concorrentes  lutem com vigor para evitar mais competição.”

Se o acordo for liberado, o Google terá direitos não-exclusivos sobre livros sem autor idenrificado e ficará com 30% do dinheiro das vendas dos demais livros através do Google Books. [Engadget/Mashable]