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No começo do mês passado o Google anunciou uma limpeza geral nos seus produtos e sites, descontinuando vários deles e integrando outros a alguns serviços já existentes. Dentre os que acabaram no cemitério do Google estavam o Google Desktop, Google Notebook e Google SideWiki. Hoje a empresa fez mais uma geral nos sites com poucos usuários e anunciou quais se juntam a esses três citados. Leia mais

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Damos uma pausa hoje na série de especiais com retrospectivas do que aconteceu de melhor no mundo da tecnologia, para mostrar o que aconteceu de pior nele. São notícias que nos fizeram dar sonoros facepalms em nossas respectivas caras ao escrevê-las e provocam o mesmo efeito nos leitores ao lê-las. São falhas de segurança em servidores, sites ou que saem do ar inesperadamente ou serviços que não permitem que seu usuário controle o que será público ou não.

Dessa vez atravessei os arquivos ano inteiro do TB para encontrar os 10 posts que mais fizeram dizer algum palavrão ou xingar a mãe de alguém. Algumas vezes, os dois. Também organizados por ordem mais ou menos cronológica.
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Você lembra do Google Buzz, né? Aquela nova ferramenta do Google que colocou em risco a privacidade de quem usa ao automaticamente adicionar pessoas com quem você conversa ou manda emails constantemente à sua lista de ‘seguidos’, além de obrigar seus usuários a criarem um perfil revelando seu endereço do Gmail. Duas confusões muito divertidas.

Depois de ter consertado os principais defeitos do Buzz, o Google resolveu começar do zero no que diz respeito às opções de privacidade. Segundo a empresa, todos os usuários do Buzz receberão uma tela ao acessar o serviço e que pede que as opções atuais sejam analisadas antes de continuar a usar o Buzz.

Maior privacidade para todos

A tela de opções mostrará todas as pessoas que estão sendo seguidas (além de mostrar a opção de dar unfollow em cada uma delas), quantas pessoas estão te seguindo, quais sites estão conectados ao Buzz e dará a opção de desmarcar a exibição dos amigos no perfil público. Essa nova tela de opções de privacidade será implementada lentamente para todos os três usuários do serviço ao longo do dia.

[via Mashable]

Todd Jackson, diretor de produto responsável pelo Google Buzz admitiu em entrevista à rede BBC que a implantação do novo sistema de conversação online não saiu exatamente da maneira que a gigante da web imaginava.

Logo que começou a ser ativado nas primeiras contas o serviço foi alvo de críticas por conta de seu sistema automático de adição de contatos, o que abriu a vida online de diversos usuários a stalkers e chatos em geral além de levantar questões relacionadas à invasão de privacidade. Já no dia 12 o Buzz passou por uma primeira atualização que aumentou um pouco o controle do usuário quanto a quem segue seu conteúdo, mas a medida foi considerada insuficiente por alguns críticos.

“Nós testamos internamente o Buzz por algum tempo, mas obviamente que o feedback de 20 mil funcionários seria diferente do enviado por todos os usuários do Gmail em todo o mundo”, afirmou o executivo.

Já a rede de notícias britânica tem outra explicação para as falhas iniciais: falta de testes. Segundo suas informações, o Buzz não chegou a ser testado no programa Trusted Tester, rede de amigos e familiares de funcionários do Google que têm acesso a novos serviços antes deles serem lançados.

Quanto às milhões de reclamações que o Buzz recebeu de usuários de todo o mundo, Jackson afirma que empresa está “tremendamente chateada” e “pede desculpas pelos transtornos”. “Estamos trabalhando duro para solucionar todos os problemas”, afirma.

Quatro dias depois de estrear o Buzz – revolucionário sistema de comunicação que deixa todo mundo com a sensação de ter visto coisa parecida em outro lugar – o Google anunciou nessa sexta-feira mudanças em seu novo serviço, de olho sobretudo nas reclamações feitas pelos usuários por conta de sua falta de confidencialidade.

Agora é possível enviar mensagens públicas ou fechadas, direcionadas a determinados amigos, e a mais do que bem-vinda possibilidade de se bloquear seguidores indesejados, funcionalidade que o Google afirma que estava disponível na versão apresentada na ultima terça-feira e que agora está “mais acessível”.  Vale lembrar que inicialmente os contatos do Buzz eram adicionados automaticamente entre os endereços que o usuário mantinha maior contato, supondo que de fato eles eram amigos.

O Google afirma que as alterações foram feitas de acordo com o feedback colhido nos últimos dias. A gigante da web também afirma que até o momento “mais de 9 milhões” de mensagens já foram trocadas através do Buzz.

Google Buzz: mais Facebook e menos Twitter do que se imaginava

O Google apresentou oficialmente nesta terça-feira o Buzz, o tal serviço que promete deixar seus serviços mais “sociais”. Ao contrário do que se imaginava, ele é mais parecido com o Facebook do que com o Twitter.

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Por hora disponível apenas no Gmail, o Buzz permite que seus usuários postem conteúdo e acompanhem o que seus contatos fazem no Blogger, Google Reader, Picasa Web, Youtube e feeds de RSS, além de registrar movimentações no Flickr e Twitter, que não fazem parte do portifólio da gigante da web.

As imagens divulgadas até o momento mostram que sua interface é parecida com a do FriendFeed e, conseqüentemente, do Facebook, que o comprou no último mês de agosto.

A novidade também estará disponível para o iPhone e para o Android como uma app que também incorpora recursos de geolocalização e o serviço Google Latitude.

Em um post no blog oficial do Google o diretor de desenvolvimento Todd Jackson afirma que o Buzz estará disponível a todos os usuários do Gmail “nos próximos dias”, mas os mais apressadinhos podem pedir sua requisição em google.com/buzz.

Veja a apresentação do Google Buz: