Google Chrome

O Google Chrome é um navegador de Internet. Sua primeira versão foi lançada em 2008 após um editor de um blog especializado nos produtos da empresa divulgar informações sobre um suposto livro em formato de história em quadrinhos ilustrando um possível navegador. No dia 1º de setembro de 2008, o Google confirmou toda a história. Desde então o Chrome tem conquistado a preferência de muitos usuários e hoje é o segundo navegador mais utilizado no Brasil, perdendo apenas para o Internet Explorer.

Parece que a novela do Internet Explorer na Europa está chegando ao fim. A partir de primeiro de março, os usuários do Windows situados no continente poderão optar por instalar outro navegador logo que o browser da MS for iniciado. A tela de escolha já foi finalizada e passa por testes internos atualmente, mas também poderá ser testada a partir de 22/fevereiro.

Inicialmente a Microsoft propôs oferecer no mercado europeu uma versão do Windows sem o Internet Explorer (conhecido como Windows 7 E), mas a ideia depois foi descartada. Como segunda opção, a gigante de Redmond optou por uma tela de escolha na qual o dono do computador decidiria qual navegador seria o padrão do sistema operacional.

Algumas indas e vindas mais tarde, com direito à Fundação Mozilla reclamando do posicionamento dos ícones de navegadores na tela de escolha, dessa vez a MS aparenta ter acertado na fórmula para exibir os navegadores. Serão 5 navegadores mais usados, exibidos de forma aleatória: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari e Opera. Além desses browsers mais conhecidos, outros poderão ser encontrados ao movimentar a página para a direita. A lista de navegadores principais e secundários será atualizada a cada 6 meses, para refletir a realidade do mercado de browsers.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

Internet Explorer: tela de escolha de navegador. Clique para ampliar.

O acordo da Microsoft com a Comissão Europeia prevê que a tela de escolha seja distribuída por meio do Windows Update para Windows XP, Windows Vista e Windows 7 durante 5 anos. Fabricantes de computadores também terão o poder de desabilitar o IE e ajustar outro browser padrão nos PCs que venderem.

IE domina na Europa

O Internet Explorer ainda é o navegador mais usado na Europa. De acordo com dados do StatCounter, o aplicativo da Microsoft detém 45.5% dos usuários europeus. Em segundo vem o Firefox com 39.2%, seguido de Chrome (6.3%), Opera (4.3%) e Safari, com apenas 3.7%.

[Com informações: Microsoft on the Issues, ZDNet e Ars]

Aberta a temporada de caça aos bugs

Google anunciou aberta a temporada de caça aos bugs do Chromium, o projeto opensource que serve como base para seu navegador, o Chrome — e podemos inferir que o Chromium tem também imensa importancia também em seu sistema operacional, o Chrome OS. E a empresa não está procurando bem-feitores sem segundas intenções, ela pretende pagar: US$ 500 (cerca de R$ 950) por bug denunciado, ou até US$ 1.337 ( cerca de R$ 2.500). (Curiosidade geek: o valor escolhido é em referência à palavra “leet”.)

O anúncio foi feito através deu um post no blog oficial do Chromium, onde Chris Evan, da equipe de segurança do Google Chrome, escreveu: “Quanto mais pessoas envolvidas em inspecionar o código e comportamento do Chromium, mais seguros nossos milhões de usuários ficarão.” Evans também parabeniza a Mozilla por manter há bastante tempo um programa similar de grande sucesso.

Interessados devem consultar o post citado para maiores detalhes.

Até agora, a única alternativa que usuários do Chrome tinham se quisessem fazer uso de extensões no navegador seria usar uma versão de desenvolvedores do programa. Hoje, no entanto, o Google anunciou uma atualização na versão estável do browser com suporte aos add-ons, além de trazer também a sincronização de links favoritos.

Nick Baun, gerente de produtos do Google, diz que as extensões e a sincronização de favoritos são as duas características mais requisitadas pelos usuários e avisa que que já existem mais de 1,5 mil extensões disponíveis na galeria oficial do navegador.

A atualização, porém, só está disponível para usuários do Windows. Usuários do Linux que quiserem aproveitar as duas novidades deverão baixar a versão beta do navegador. Já os usuários do Mac OS X deverão continuar esperando sentados. Para não dar câimbra.

Da última vez que havíamos noticiado as parcelas de mercado dos navegadores, o Chrome havia acabado de passar (por pouco) o Safari e assumir a terceira posição como o browser mais utilizado (atrás, é claro, do Internet Explorer e do Firefox). Agora o navegador do Google consolida sua posição à frente do navegador da Apple, como aponta a mais recente pesquisa da Net Applications.

Agora o Chrome, já disponível para Windows, Mac e Linux, foi de 4,4% para 4,63%, enquanto o Safari foi de 4,37% para 4,46%. Para eles subirem, alguém tinha que cair, e foi esse o caso dos líderes de mercado Internet Explorer — que foi de 63,6% para 62,69% — e Firefox — que foi de 24,7% para 24,61% na mais recente pesquisa.

O Orkut, que já possuia a funcionalidade de promover conteúdos, liberou agora botões para colocar em seu navegador web favorito e facilitar o comparilhamento de notícias e outros conteúdos ao alcance de um clique.

Para instalar em seu browser basta seguir as instruções aqui. Tudo que for postado aparecerá nas atualizações de seus amigos.

A funcionalidade não se restringe a esse botão no navegador. O Orkut também divulgou formas de inserir esse botão em posts de blogs e outros sites. [Info Online / Blog do Orkut]

Chrome passou, mas por pouco

Chrome passou, mas por pouco

Ia acontecer cedo ou tarde, mas o lançamento das versões para Mac e Linux do navegador Chrome deu o empurrãozinho que o programa precisava para tomar do Safari o posto de terceiro browser mais usado internet afora.

Agora presente nos três principais sistemas operacionais usados no mundo o browser do Google conquistou a preferência de 4,4% dos navegantes, apenas 0,03% a mais do que o registrado pelo programa da empresa da maçã, que ficou com 4,37%, como informa a empresa de pesquisa Net Aplications. Praticamente um empate técnico.

Os dados também mostram que entre os dias 6 e 12 de dezembro o uso do Chrome saltou de 3% para 6,34% entre os usuários do Linux e de 0,3% para 1,3% no lado Apple da Força. Em entrevista para o site Computerworld, o Vince Vizzcaro, presidente da NetAplications afirmou que será interessante ver como o um navegador independente como o Chrome enfrentará o Firefox, IE e Safari em seus sistemas operacionais nativos – no caso, Linux, Windows e OSX: “ele será um competidor poderoso”, diz.

Enquanto isso, dados globais apontam que, apesar de registrarem sensível queda há tempos, variadas versões do IE ainda representam 63,6% dos computadores online, quanto o Firefox já bate os 24,7%.

Ontem foi enfim lançada versão Beta do Chrome para Mac e Linux, e é claro que os testes de benchmark não demorariam a aparecer. Para a plataforma da maçã eles já foram divulgados, e mostram que o Chrome é segundo mais rápido da plataforma, atrás apenas do Safari, da própria Apple.

O Mac se mostrou não ser um habitat tão fácil para o Chrome. Diferente de sua contra-parte no Windows, onde ele é o mais rápido e o browser nativo — o Internet Explorer — é o último colocado, no Mac OS X o Google fica “apenas” em segundo lugar, perdendo, ironicamente, para o browser nativo do sistema.

Apesar de não ser o primeiro, o Chrome dá um banho nos demais concorrentes depois dele. Nos tempos de renderização de JavaScript é 10 vezes mais rápido que o Opera 10.10 e quase duas vezes mais rápido que o Firefox 3.6 Beta 4 — a mais recente versão do navegador da Mozilla lançado pra Mac. Só mesmo do Safari que o Chrome não consegue ganhar: o browser da Apple mantém a primeira posição da plataforma, sendo 12% mais rápido que o do Google.

Mas uma coisa da qual o Google pode realmente se gabar é o tempo de inicialização do seu navegador. E é o que faz o gerente de produto Brian Rakowski, no seu post no blog oficial da empresa sobre os lançamentos de ontem. Ele diz: “Tente instalar o beta e veja como ele inicializa rápido — mal há tempo para o ícone pular na Dock!”

De fato, Rakowski tem razão. Em testes que realizei, o Chrome não chega a completar o primeiro pulinho (que os ícones de programas no Mac OS são quando são abertos) e já está aberto, carregando sua página inicial. E isso é algo que o Safari definitivamente não faz.

Teste SunSpider, medindo o tempo gasto para renderizar JavScript. O teste foi realizado três vezes para cada browser, no Mac OS X 10.6, e os resultados acima são a média dos resultados (menor é mais rápido).

Confira também o vídeo oficial de divulgação do Google Chrome Beta para Mac, com aúdio e legendas em inglês.

[ComputerWorld]

Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Depois de muita, mas muita expectativa mesmo, o Google liberou a versão final de seu navegador Chrome para o Mac OSX. Seguindo seu antigo costume a empresa denominou a versão final do programa de Beta, palavra usada no mundo normal para indicar um programa ainda em desenvolvimento.

Lançada em setembro de 2008 para os computadores com Windows, a versão da maçã do browser teve uma gestação complicada, com direito a diversos atrasos que fizeram com que os executivos da gigante da web mais de uma vez se declarassem publicamente “decepcionados” por não poderem usar o programa em seus computadores pessoais – como se sabe, diversos googlers são usuários de Mac.

De resto, o mesmo discurso se sempre: o Google afirma que o programa é lindo, rápido, seguro, faz café e dá banho no cachorro.

Para quem quiser, o download pode ser na página do programa.

[atualizado às 17h25] No encalço da versão do Mac OSX os usuários do Linux também receberam sua versão do navegador, com os mesmos recursos de suas demais versões e estilo parecido com o do Windows. Volte em instantes para um review detalhado.

O Google Chrome para Mac já está disponível como um developer preview desde outubro, e agora parece que enfim a versão beta será distribuída para o público. Há 4 dias Mike Pinkerton, líder da equipe de desenvolvimento do Chrome para Mac, twittou que apenas 8 bugs impediam o lançamento do beta. Agora os bugs se foram e o beta é iminente.

De fato, na página do roteiro de desenvolvimento do navegador para Mac OS X, a meta, que ontem era “Beta”, mudou para “Estável/Paridade de funções”. Ou seja, o beta está concluído, o objetivo agora é chegar à versão estável e colocar a versão para Mac no mesmo patamar de funcionalidades que a versão para Windows. Para tanto, faltam apenas serem implementados:

  • App mode;
  • Gerenciador de favoritos;
  • Gerenciador de cookies;
  • Tela Cheia (que já estava implementada no pré-beta, mas foi retirada por ter bugs demais);
  • Configurações de fonte e idioma;
  • Gerenciador de tarefas;
  • Extensões e page actions;
  • Sincronização de favoritos;
  • Visualizador de PDF inline;
  • 64 bits.

Aqueles que estiverem interessados devem ficar atentos pois tudo indica que muito em breve o Google Chrome Beta para Mac está disponível para download.

Eu venho testando a versão para desenvolvedores do Chrome para Mac desde outubro e a seguir escrevo algumas impressões sobre o navegador.

Leia mais

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito de seu plano maléfico de dominação mundial do Chrome OS, sistema operacional peso-leve baseado em linux, desenvolvido para netbooks e anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do browser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Quanto aos recursos de segurança, o Chrome OS parece ser especialmente desconfiado já que roda cada programa de maneira isolada, o que promete dificultar a vida de programinhas mal intencionados de qualquer espécie. Além disso, a cada boot o sistema operacional confere a integridade de seu código-fonte, e caso identifique alguma coisa errada ele é capaz de se “curar” sozinho.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional depois que seu desenvolvimento for finalizado. Depois de pronto o Chrome OS estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada #fail #applefeelings

De quebra, não há uma versão beta disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscar, devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo na raça e na coragem. Ainda não há uma data para seu lançamento oficial, mas a empresa-mãe afirma ele deve acontecer “em breve”.

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS.

Quase lá: Google apresenta oficialmente o Chrome OS

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito do Chrome OS, sistema operacional peso-leve para netbooks anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do brownser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional, que estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada

De quebra, não há uma versão beta do Chrome OS disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscarem devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo. #mancada2

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS