Essa moda de chegar aos lugares e dar check-in parece que realmente pegou. O Fourquare, o queridinho quando o assunto é informar a localização geográfica, reportou um crescimento de mais de 3.000% somente no ano passado. O Facebook entrou nessa mesma onda e lançou o Facebook Places, com funcionamento similar. E agora é a vez do Google adotar uma postura a la Foursquare.
Os desenvolvedores desse aplicativo tiveram trabalho. Depois de mais de um ano tentando emplacar na iTunes, finalmente o Google conseguiu com que a versão instalável do Google Latitude ficasse disponível na loja do iPhone. Agora qualquer usuário pode baixar o app gratuito, depois de tantos meses de intensa espera.

Carmem Sandiego: ela não usa serviços de geolocalização
A partir do mês que vem os usuários do Facebook poderão fazer um novo tipo de atualização de status em seus perfis: além das clássicas notas com pensamentos, notícias, links e o inevitável Farmville (eca), poderão exibir sua localização geográfica em tempo real para seus contatos, a partir de uma app própria.
Segundo informações levantadas pelo jornal New York Times, o novo recurso está em fase final de desenvolvimento e deverá ser apresentado oficialmente nas últimas semans de abril durante a F8, conferência anual de desenvolvedores da rede social de Mark Zuckerberg.
A novidade mira no sucesso do FourSquare, serviço de geolocalização fundado há um ano pelos desenvolvedores Dennis Crowley e Naveen Selvadurai que tem se tornado muito popular entre os proprietários de smartphones. Como curiosidade, Crowley foi um dos responsáveis pelo site Dodgeball, que foi comprado em 2005 pelo Google e que hoje em dia é mais conhecido como Google Latitude.
Uma nova funcionalidade anunciada pelo Google promete deixar os cabelos dos paranóicos de carteirinha completamente de pé de dentro de seus chapéus feitos de papel alumínio.
A partir de agora a gigante da web é capaz de realizar buscas a partir da localização geográfica do navegante, que apesar de poder ser definida manualmente por padrão é identificada automaticamente a partir do IP do computador em que a busca está sendo realizada – não muito diferente do que a companhia já faz com países, por exemplo.
A diferença é que se por um lado o mecanismo passa a oferecer resultados (e anúncios) cada vez mais precisos, de outro ele também passa a ser capaz de rastrear seus usuários, fazendo que o novo recurso funcione como uma espécie de “Latitude obrigatório”.
De qualquer maneira, por hora a funcionalidade só está disponível para os EUA.
Google Buzz é lançado
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Google Buzz: mais Facebook e menos Twitter do que se imaginava
O Google apresentou oficialmente nesta terça-feira o Buzz, o tal serviço que promete deixar seus serviços mais “sociais”. Ao contrário do que se imaginava, ele é mais parecido com o Facebook do que com o Twitter.
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Por hora disponível apenas no Gmail, o Buzz permite que seus usuários postem conteúdo e acompanhem o que seus contatos fazem no Blogger, Google Reader, Picasa Web, Youtube e feeds de RSS, além de registrar movimentações no Flickr e Twitter, que não fazem parte do portifólio da gigante da web.
As imagens divulgadas até o momento mostram que sua interface é parecida com a do FriendFeed e, conseqüentemente, do Facebook, que o comprou no último mês de agosto.
A novidade também estará disponível para o iPhone e para o Android como uma app que também incorpora recursos de geolocalização e o serviço Google Latitude.
Em um post no blog oficial do Google o diretor de desenvolvimento Todd Jackson afirma que o Buzz estará disponível a todos os usuários do Gmail “nos próximos dias”, mas os mais apressadinhos podem pedir sua requisição em google.com/buzz.
Veja a apresentação do Google Buz:
O aplicativo do serviço Google Voice, que foi enviado pelo Google há seis semanas para a equipe de avaliações da App Store, teve sua autorização de entrar na loja de aplicativos negada.
É preciso entender que o Google Voice funciona como uma central telefônica. Como pode ser visualizado nesse vídeo (em inglês), uma pessoa recebe um número de telefone. Quando algum contato telefona para o número, fica a critério da pessoa decidir se a chamada será redirecionada para o telefone de casa, o telefone comercial ou o telefone celular. Ou todos eles.
Outra vantagem do Google Voice é o Voicemail (ou e-mail de voz), que permite ouvir as mensagens da secretária eletrônica a partir de qualquer um dos aparelhos de telefone e também do computador. Além disso, um reconhecedor de voz transcreve as mensagens de áudio em forma de texto, para consulta visual (e também para arquivamento, o que o Google faz muito bem).
Há rumores de que o Google Voice tenha sido proibido a pedido da AT&T, que tem exclusividade de venda do iPhone nos Estados Unidos. A Apple também teria pelo menos um bom motivo para não liberar o aparelho: o Google é produtor de um sistema operacional concorrente do iPhone OS, o Google Android.
“A Apple não aprovou o aplicativo do Google Voice que nós enviamos seis semanas atrás para a App Store. Nós vamos continuar a trabalhar para levar nossos serviços aos usuários de iPhone – por exemplo, ao tirar vantagem dos avanços em navegadores móveis”, disse um porta-voz da empresa.
A relação entre Apple e Google parece não ser mais tão amistosa como foi no passado. Na semana passada o Google anunciou o Latitude para iPhone, porém baseado na web, a pedido da Apple. A empresa de Cupertino teria considerado que o Latitude poderia ser confundido com o aplicativo nativo de mapas do iPhone.
Pelo menos a declaração do porta-voz do Google mostra qual pode ser o novo caminho que a empresa vai adotar ao produzir aplicativos para iPhone OS: utilizar a web, uma vez que a Apple não tem como impedir que uma web app seja disponibilizada.
Outros aplicativos produzidos por terceiros também foram removidos da loja da Apple. [CNET]
Usuários do serviço Latitude, do Google, já podem utilizar seus dispositivos rodando iPhone OS para acessar o site e ver a localização dos amigos. O Google fez o anúncio ontem em seu blog oficial para dispositivos móveis.
Para testar a funcionalidade basta acessar o http://google.com/latitude a partir do iPhone ou iPod Touch. Logo na página inicial o usuário poderá mudar configurações com relação à privacidade dos próprios dados de localização e também poderá visualizar onde outros contatos com Latitude ativado se encontram.
Diretamente do Safari Mobile o usuário encontrará uma busca por localidade e também um guia passo-a-passo, caso a pessoa precise de instruções para chegar a um ponto da cidade (ou do mundo, como o post diz).
Segundo o Google, o Google Latitude na web foi um esforço conjunto da empresa com a Apple, que achou que um aplicativo nativo do serviço poderia ser confundido com o de Mapas, desenvolvido pela própria Apple com tecnologia de mapas do Google.
No post, o gerente de produtos da divisão móvel do Google aproveita para provocar a Apple. Segundo ele, “infelizmente, uma vez que não mecanismo para rodar aplicativos em segundo plano no iPhone, nós não podemos oferecer atualizações de localização contínuas da mesma forma que fazemos com usuários de Android, Blackberry, Symbian e Windows Mobile”.
Por enquanto somente americanos, australianos, canadenses, ingleses, e neo-zelandeses podem usar o serviço. Se você, brasileiro, tentar utilizar o Google Latitude, verá um mapa vazio (como na foto). Mas a empresa promete que lançará o Latitude para iPhone OS em outros países em breve.






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