Google Maps

Google Maps é um serviço gratuito de mapas online e imagens por satélite. Inicialmente era um programa em C++ desenvolvido por uma empresa australiana. A desenvolvedora foi comprada pelo Google, que transformou o aplicativo em um serviço online em 2005, com suporte aos navegadores Internet Explorer e Mozilla. Atualmente também fornece imagens ao nível da rua em cidades dos Estados Unidos, França, Japão, Brasil e outros países, além de rotas com carros, bicicletas, transporte público ou a pé.

Uma navegante norte-americana chamada Lauren Rosenberg está processando o Google depois de ter sido atropelada ao seguir instruções do Google Maps. O caso aconteceu na cidade de City Park, no estado de Utah.

De acordo com informações do site Search Engine Land no último dia 19 de janeiro a mulher usou o o site de mapas para fazer um caminho à pé que passava por uma estrada chamada Deer Valley, sem calçadas ou outras instalações adequadas ou seguras para pedestres. Depois de caminhar por cerca de 800 metros pelo local, “com carros passando a seu lado em alta velocidade”, ela foi atingida pelo carro de um sujeito chamado Patrick Harwood e enviada ao hospital com diversos ferimentos.
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Na última semana, o Google apresentou a mais nova forma de utilização de mapas da empresa. A partir de agora, o usuário que instalar um plugin no navegador poderá visualizar imagens em três dimensões, sem depender de um aplicativo especificamente para isso.

O funcionamento se dá de forma muito semelhante à do Google Earth. Na verdade, pelo que pude perceber, a equipe de desenvolvimento do Maps conseguiu portar toda a tecnologia de exibição de 3D do Earth para um simples plugin para navegador. Um feito incrível. Leia mais

Uma das grandes funcionalidades que fazem da busca do Google um serviço matador é o recurso de autocompletar. Na página inicial de busca, basta começar a digitar para que o Google comece a oferecer as buscas mais realizadas ou mais prováveis com aquelas palavras.

O Google Maps tinha o mesmo recurso, mas somente nas versões para Alemanha, China, Hong Kong e Taiwan. Pois bem, agora é a vez do Google Mapas tupiniquim ganhar a sugestão de lugares.

Num teste rápido, eu coloquei o mapa mais ou menos na cidade do Rio de Janeiro e comecei a digitar “marac”. O resultado foi certeiro: a primeira sugestão já é do estádio do Maracanã, tradicionalíssima arena carioca na qual grandes clássicos já aconteceram.

Ha-ha, huhu! O Maraca é nosso!

Ha-ha, huhu! O Maraca é nosso!

Além do nome do lugar sugerido, em alguns casos o Google Mapas ainda vai mostrar o endereço daquele ponto de interesse (a Maracatu Brasil Instrumentos Musicais, por exemplo, fica à rua Ipiranga). Caso o usuário esteja logado no Google, poderá receber sugestões baseadas em buscas feitas anteriormente.

O Google Maps dos seguintes países – fora o Brasil – ganhou as sugestões automáticas: Canada, China (!), Espanha, França, Índia, Itália, Reino Unido, República Tcheca, Rússia e Estados Unidos.

Busca por dicas para o Mercado Municipal de São Paulo: útil, mas não se dá bem com acentos. (+)

A nova ferramenta de “busca social” baseada em localização FourWhere mostra no Google Maps as dicas e comentários de usuários do Foursquare a respeito dos locais visitados, permitindo que se procure comentários de qualquer lugar no mapa.

Basta entrar no site do FourWhere e escolher um local. O mapa do local será exibido, e, a partir daí, basta clicar com o botão direito e selecionar o que se quer ver: “todos os comentários nas proximidades”, “todos os pontos de interesse nas proximidades” e/ou “remover todos os pontos de interesse sem dicas”.

Na imagem acima, onde fiz uma busca pelas dicas dadas a respeito do Mercado Municipal de São Paulo, pode-se ter uma idéia do potencial do serviço, que tende a crescer à medida em que as redes sociais forem agregando componentes baseados em localização e as pessoas passarem a usá-los. Também nota-se que ele ainda não se dá muito bem com cedilhas e acentos, mas quem sabe os desenvolvedores se lembram que nem todo o mundo fala inglês nativamente e, em breve, implementam um padrão Unicode.

Por hora o FourWhere apenas se alimenta de informações provenientes do FourSquare, mas a Sysomos, empresa responsável pelo serviço, afirma ter planos para integrar outras redes sociais a ele no futuro.

Nove novas características foram implantadas hoje no serviço de mapas do Google, através do Google Labs, o mesmo usado no Gmail. Nele é possível ativar as novas funções que podem se tornar padrão no serviço caso sejam adotadas por uma grande parcela dos usuários ou podem desaparecer com a mesma facilidade caso ninguém as use.

Dentre as mais úteis está a habilidade de dar zoom numa área específica do mapa desenhando uma caixa no local que deverá ser ampliado, a função de procurar pelo que há de mais interessante na área ao buscar por “*” e a possibilidade de ver imagens aéras do local em que está sendo pesquisado (disponível apenas em algumas cidades, por enquanto).

Já dentre as funções não tão úteis estão a possibilidade de virar o mapa de cabeça para baixo, a habilidade de colocar de volta a marca ‘beta’ na logomarca do serviço e um jogo chamado “Onde no Mundo” que testa os conhecimentos geográficos do usuário ao pedir que ele adivinhe o nome do país mostrado na tela. Ah, Google, sempre brincalhão. [Mashable]

O Huffington Post reporta que um grupo de desocupados alemães chamado Free Art & Technology (F.A.T.) sabe-se lá como conseguiu prender um aparelho de GPS em um carro do Google Street View que circulava por Berlin e começou o perseguir pelas ruas da cidade realizando manifestações que basicamente envolviam palavrões, fotografias e calças abaixadas para o serviço de mapas.

Em seu site, o grupo pede a outros ociosos que “ajudem a encontrar e a alertar seus amigos e parentes contra os malefícios dos carros do Google e sua equipe”. Ironicamente eles usam o Google Maps para monitorar o veículo.

Uma das manifestações foi capturada em vídeo e pode ser vista abaixo. Apesar de não have nada demais nele, recomenda-se cuidado ao assisti-lo em ambiente de trabalho:

O Google tornou disponível uma nova camada em seus mapas no Google Maps e no Google Earth com as imagens pós-terremoto no Haiti.

“Antes e depois” do Palácio Presidencial e de ruas de Porto Príncipe. (Clique para ampliar) (Google)

As imagens foram obtidas aproximadamente às 13h27 (no Horário de Brasília) de ontem (13) e estão disponíveis como uma camada extra do Google Earth (que pode ser baixada aqui e aberta com o programa) ou podem ser vistas através do próprio site do Google Maps.

Só é necessário baixar a camada uma vez, o Google promete mantê-la atualizada automaticamente a medida que conseguirem novas imagens.

Pompéia em 3D no Streetview

Pompéia em 3D no Streetview

O Google Maps adicionou as ruínas da cidade de Pompéia, aquela destruída séculos atrás em uma erupção vulcânica, ao Streetview. As fotos são de alta qualidade e dar uma volta pela redondeza realmente é interessante. Pompéia foi destruída no ano de 79 DC pela erupção do Vesúvio.

O StreetView é aquele serviço que permite enxergarmos através de fotos algum local no mapa como se estivéssemos caminhando na rua. A visita virtual vale à pena mas, claro, não substitui uma ida pessoal à Pompéia! [Mashable]

A versão 1.6 do Android ainda nem foi lançada, mas o blog Boy Genius Report já fala da versão 2.0 da plataforma para dispositivos móveis. Detalhes: ela sequer tem previsão de lançamento.

Confira abaixo algumas das imagens que o BGR publicou (clique para ampliar).

Note que o Android é um sistema de código aberto, o que significa que os fabricantes que o adotarem podem modificar suas características. A HTC, por exemplo, trouxe para o Brasil uma edição do HTC Magic baseada em Android com interface diferente.

De modo geral, no entanto, essas são algumas das melhorias que o Android 2.0 terá:

  • Navegador com renderização das páginas mais rápida e também com toque duplo na tela para obter ampliação do que está sendo visualizado (assim como no iPhone).
  • Suporte a Microsoft Exchange.
  • Aplicativo do Google Maps reformulado com suporte a camadas (informações provenientes da Wikipedia, por exemplo).
  • Integração de amigos do Facebook com agenda de contatos (como no Palm Pre).
  • Widget do YouTube que permite upload fácil para o site de vídeos.

Não há nenhuma grande atualização ou killer app, mas são melhorias que certamente darão maturidade à plataforma que o Google desenvolve.

Cabe lembrar que a empresa de pesquisas Gartner publicou recentemente projeções para o mercado de telefonia, nas quais diz que o Android será a plataforma móvel mais usada até 2012. [Gizmodo]

find-us-on-google

Encontre-nos no Google Maps.

O negócio aconteceu em julho desse ano, mas só agora veio à tona a informação de que a Apple havia comprado a Placebase, uma empresa que você mapas. Com isso, a Apple praticamente dá adeus aos serviços que antes eram fornecidos pelo Google Mapas.

Vários produtos da Maçã atualmente utilizam os mapas do Google. O iPhone OS, por exemplo, tem aplicativo de localização nativo que conta com os dados que o Google provê, sem sequer permitir que o dono do aparelho escolha o Yahoo Maps ou Bing.

Também em Macs o Google está presente com seus mapas. O iPhoto, parte da suíte de aplicativos iLife, utiliza o serviço para exibição de mapas nos quais as fotos são posicionadas de acordo com informações colhidas pela câmera fotográfica ou inseridas pelo usuário. O iMovie, também do iLife, também utiliza o banco de dados do Google Maps quando o usuário decide inserir transições com mapas ilustrativos.

Ainda falta saber o que a Apple vai fazer com a Placebase. Novidades devem estar a caminho. [Gizmodo/Foto: aburt]