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Um dos marcos da governança de Larry Page, que se tornou CEO do Google em janeiro desse ano, é o cancelamento de sites e serviços que não geraram tanta tração para a empresa. Essa atitude começou em setembro com o fechamento ou realocação de sete propriedades do Google e continuou em outubro com mais cinco delas recebendo uma pá de cal ou sendo integradas a outros serviços. Ontem o Google anunciou mais datas para descontinuação de diversos serviços, dando continuidade à limpeza. Leia mais

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O anúncio da morte do Google Wave aconteceu há pouco mais de três meses. Na época a empresa garantiu que iria liberar o código-fonte do projeto em licença open-source com o nome do Wave In a Box, além de fornecer aos seus usuários uma forma de exportar os dados que eles colocaram no serviço. A exportação de dados já era possível desde a semana passada, mas ainda não há para onde enviar esse arquivo. Ao menos até a Apache terminar a sua versão do Wave.
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Finalmente uma boa notícia para os fãs do Google Wave, serviço revolucionário – e quiçá, incompreendido – de comunicações colaborativas que teve sua morte agendada para o final do ano há cerca de um mês por sua empresa-mãe. Ontem o blog oficial do Wave anunciou que todo o código-fonte do serviço estará disponível para que desenvolvedores rodem-o como uma aplicação a partir de seus próprios servidores ou aproveitem alguns de seus recursos em seus próprios serviços, num projeto chamado Wave in a box.
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Apresentado em maio de 2009 e desfrutando de uma incômoda obscuridade desde então, o Wave nunca foi uma das jóias da coroa do Google, que na semana passada anunciou que o serviço terá uma melancólica desativação até o final do ano, com direito a ter algumas partes de seu código reaproveitadas em outros sites, “como um carro velho que teve suas rodas roubadas”.
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Anunciado em maio de 2009 durate o Google I/O, o Google Wave prometia. Ele foi usado primeiro por desenvolvedores que foram na conferência, mas depois passou por quase todos os períodos que um produto do Google passa: instabilidade pela quantidade de usuários, fase beta fechada, fase beta aberta, ataque por spammers e várias outras. E agora o futuro dele é incerto, já que ele não será mais desenvolvido pela empresa.
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Parabéns para você, nessa data querida… Ou não. Exatamente hoje o Google comemora um ano de Wave, aquele serviço que ninguém sabe para que serve, mas que todo mundo já usou e desistiu dele. De acordo com as contas da empresa, faz um ano desde a primeira vez que o Wave foi mostrado ao público, em um evento para convidados em San Francisco.

Fiz uma breve pesquisa para checar o nível de empolgação com o Wave um ano depois:

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Google Wave é aberto ao público

Lembra daquela ferramenta colaborativa do Google que ninguém tinha idéia de qual seria a utilidade? Sim, o Google Wave. Então. Até hoje, só era possível entrar nessa onda (!) com convite. Mas isso mudou há alguns minutos. Quem quiser experimentar o Wave não precisa mais ficar mendigando convites entre os amigos. Qualquer pessoa com uma conta no Google pode acessar o serviço, que ganhou algumas melhorias na interface e passou a ser listado no Google Labs. A questão é: alguém irá usá-lo?

waveO Google Wave liberou essa semana mais um monte de convites para sua estranha ferramenta. A única dica para a quantidade de convites liberados é o título do post no blog oficial do Wave que diz que 1 milhão de selos foram lambidos e continuam contando

Mas talvez o motivo destes novos 1 milhão de convites seja outro… o mercado negro de convites do Wave que invadem o eBay, Mercado Livre e outros lugares da rede. Lá no final do texto o Google observa que os convites para Wave são gratuitos e que você não precisa e não deve se submeter à compra deles ou ainda enviar seu email para estranhos na troca de um convite.

Segundo eles todo mundo que pediu pelo site deles (peça o seu aqui) recebeu convites e também agora seus conhecidos que já tenham Wave provavelmente poderão convidá-lo.

A ferramenta ainda está em um estágio alpha, bem crua. Deve se tornar um sistema de colaboração interessante. E o Google está investindo pesado neste caminho. Só ver que na semana passada comprou a AppJet que tem uma solução semelhante mas que agora vai virar tudo Wave. [Mashable]

wavejetA AppJet anunciou nesta sexta-feira (04) que foi comprada pelo Google. A AppJet produz o EtherPad, que é uma ferramenta de colaboração em tempo real que, guardadas as devidas proporções, seria um rival do Google Docs e Wave.

A AppJet desenvolveu uma tecnologia que evita conflitos de versões em edições simultâneas em um mesmo documento. O Google Docs e o Google Wave possuem tecnologias semelhantes.

A partir de agora o EtherPad não aceitará novos clientes e será desativado em março de 2010. Até lá todos que possuem contas no serviço poderão utilizá-lo normalmente. Depois disso seus dados serão deletados.

A equipe do EtherPad passa agora a integrar o time do Google Wave. O Google Wave, como os leitores devem saber, deve tornar-se uma plataforma de colaboração para equipes de  trabalho. Hoje o Wave está em versão alpha e não parece ser grande coisa.

Mas engana-se quem imagina que o serviço ficará assim para sempre. Quando o Google adquiriu o Writely em 2006, era difícil imaginar aquele webapp transformando-se no que hoje é o Google Docs. Se o Wave/ EtherPad parecem sem sal, é só aguardar um pouco até que se torne uma ferramenta indispensável. [Cnet]

Desde que o Twitter caiu no gosto do povo sua célebre Fail Whale se tornou uma das mensagens de erro engraçadinhas mais conhecidas da rede, mas qualquer pessoa acostumada aos serviços do Google sabe que a empresa também é chegada em fazer brincadeiras enquanto as coisas vão mal em seus servidores. Um caso é o clássico “Bad, bad server, no donut for you” do Orkut, que pouca gente compreendeu completamente.

Com o Google Wave – o famoso serviço de comunicação via web que até agora ninguém entendeu exatamente como funciona e para que serve – a coisa não é diferente. Quando o serviço sai do ar, o usuário dá de cara com essa mensagem:

"Acabou o surfe, cara. O Google Wave está em manutenção. É hora de ficar de boa", numa tradução freestyle

"Acabou o surfe, cara. O Google Wave está em manutenção. É hora de ficar de boa", numa tradução freestyle

Apesar da baleia do serviço de microblog ser mais simpática, impossível negar que o recado do Wave também é bem relax.

Se quiser ver a página ao vivo, clique aqui e confira.