Google
Google é uma empresa multinacional de tecnologia sediada em Mountain View, na Califórnia. Foi fundada no dia 4 de setembro de 1998 por Sergey Brin e Larry Page, até então estudantes de Ciência da Computação da Universidade de Stanford. O buscador nasceu a partir do BackRub, um motor de busca que utilizava métodos mais eficientes para classificar páginas do que os concorrentes da época. Google é um trocadilho com a palavra "googol", nome dado ao número 1 seguido por cem zeros, simbolizando a enorme quantidade de informações presentes na Internet.

“Palpita Brasil” é o nome do canal criado pela empresa em parceria com a Sony Music e ESPN que deverá focar em vídeos enviados pelos internautas. Ele servirá como forma dos usuários do site de vídeos torcerem pelo Brasil no evento esportivo mais esperado do ano, além de ser usado como palco para a equipe de repórteres da ESPN, que trará informações exclusivas no canal.
Além do próprio YouTube, o Palpita Brasil também usará elementos do Google Maps para mostrar a trajetória dos repórteres na África do Sul e a rede social Orkut será usada para aumentar ainda mais a interação do público através de enquetes sobre a Copa.
A iniciativa também irá levar as chamadas YouTube Machines para as ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro durante o período da copa, que irão capturar as mensagens da torcida que serão então enviadas para o time brasileiro através do YouTube.
A partir de hoje, quem utilizar o Orkut para falar com os amigos em tempo real também vai poder fazer compartilhamento de arquivos. É que o Google, a empresa por traz do site de relacionamentos, finalmente implementou uma solução que permite que, por meio do widget do Google Talk para Orkut, o usuário possa fazer upload de documentos.
Essa transferência é feita por meio de protocolo P2P e não há limite para o tamanho do arquivo. No entanto, testes promovidos pela Cnet comprovam que não é possível enviar executáveis para um contato (o que não é nenhuma surpresa; o próprio Gmail não permite anexos em extensão .exe).

Upload de arquivo e status da transferência. (Imagem: Cnet)
Tal recurso já existe há bastante tempo no Google Talk, o cliente de troca de mensagens instantâneas do Google. No entanto, só agora chega ao site de relacionamentos. E o melhor: deverá aparecer no Gmail em breve.
O mercado de celulares com o sistema operacional Android é bem diversificado. Por estar presente em várias fabricantes e operadoras ao redor do mundo, é possível comprar celulares com as mais diferentes versões e características. E isso cria uma fragmentação entre as distribuições, já que nem todas as operadoras de celular e fabricantes enviam seus aparelhos com a mais nova versão do sistema. Existem celulares que hoje em dia ainda são vendidos, por exemplo, com a versão 1.5, liberada em abril de 2009 (Motorola, estou olhando pra você de novo).
De acordo com fontes do blog Engadget, essa fragmentação está destinada a acabar nas próximas versões do Android, que levam o codinome Froyo (Frozen Yorgut, possivelmente versão 3.0) e Gingerbread. As fontes dizem as características disponíveis nas versões mais novas do sistema poderão ser instaladas em versões mais antigas através do Android Market. Dessa forma, quem usa um aparelho com a versão 1.6 do Android poderá, por exemplo, baixar uma atualização apenas para o Google Maps que está disponível só na versão 2.1. Não será necessário esperar o fabricante ou operadora liberar a atualização inteira, como ocorre agora.
Além disso, as fontes também dizem que a distribuição Froyo será o ponto culminante de desenvolvimento do Android. Com isso, o Google deverá mudar o foco do desenvolvimento para as apps que rodarão nele e implementar novas características complementares no sistema. Nenhuma das fontes citou datas das novas versões.

Steve Jobs e Eric Schmidt tomam café. Clique para ampliar. (Foto: Gizmodo)
Por essa a agente não esperava. Os então inimigos mortais Steve Jobs, fundador e CEO da Apple, e Eric Schmidt, diretor-executivo do Google, foram flagrados nessa sexta-feira tomando café em um shopping center de Palo Alto, na Califórnia.
Jobs era quem falava, enquanto Schmidt ouvia atenciosamente. Quando o criador do iPhone percebeu que um leitor do Gizmodo estava fazendo fotos, foi rápido ao dizer “Vamos discutir isso em um lugar mais privativo?”. Aparentemente eles conversavam sobre conteúdo para web.
[via Gizmodo]
Agora que a plataforma Android, do Google, começa a ganhar maior participação de mercado, desenvolvedores de aplicativos para dispositivos móveis começam a planejar o desenvolvimento de apps para o sistema operacional. De acordo com uma pesquisa da empresa de publicidade móvel AdMob, 7 em cada dez desenvolvedores de apps para o iPhone OS pretendem lançar os mesmos programas no Android.

A grande dificuldade desses programadores é recriar as mesmas funcionalidades de um aplicativo para o sistema do iPhone e do iPod Touch no Google Android, cujo ambiente de desenvolvimento é completamente diferente. Programadores de iPhone OS têm o Software Development Kit (SDK; kit de desenvolvimento de software) para facilitar a vida. Já aqueles que começam agora a escrever código para o Android têm uma plataforma baseada em Linux com todas as características que o sistema operacional oferece.
De acordo com a pesquisa, 31% dos desenvolvedores de aplicativos móveis têm foco em várias plataformas simultaneamente. Do total de pesquisados pretendem fazer isso já nos próximos seis meses. Com isso, ganham os usuários que não utilizam o superhype sistema da Apple mas querem que seus smartphones tenham acesso a um mercado de aplicativos minimamente decente, o que tem acontecido com o Android aos poucos.
Não custa lembrar que a AdMob foi comprada em novembro de 2009 pelo Google. Ou seja, a pesquisa pode ser observada, mas com certa desconfiança, uma vez que trata de um produto desenvolvido por eles mesmos.
[via Examiner]
Tanto a Apple como a Microsoft figuram entre as empresas mais valiosas dos Estados Unidos. O cálculo é de John Paczkowski, do All Things Digital. De acordo com o jornalista, as duas empresas de informática têm uma enorme capitalização – valor da empresa, quando considerado o valor de cada ação mutiplicado pelo número total de ações. Confira no gráfico abaixo:

Capitalização no mercado americano.
A companhia de Bill Gates valeria hoje cerca de 262 bilhões de dólares (equivalente a R$ 470 bilhões). Já a Apple de Steve Jobs valeria um pouco menos: 208 bilhões (quase R$ 374 bilhões).
Apple e Microsoft, como você bem sabe, são empresas de informática. Exxon Mobil é a maior petroleira do mundo; Walmart é a maior rede de varejo do mundo; e o Berkshire Hathaway é a holding que gerencia os negócios de Warren Buffet, terceiro homem mais rico do mundo (logo atrás de Carlos Slim e nosso querido Bill Gates).
Falando especificamente de empresas de internet, o Google tem capitalização de US$ 179 bilhões (R$ 322 bilhões). Seu principal concorrente, o Yahoo, fica bem abaixo com apenas US$ 22,8 bilhões (cerca de R$ 41 bilhões). Nada mal, Larry Page e Sergey Brin!
[via All Things Digital]
Se você, como eu, achava que o Google e a Wikipedia dispunham de uma das melhores infra-estruturas de servidores do mundo, provavelmente também ficou assustado quando a enciclopédia online ficou offline por quase 1 hora na tarde de ontem. E hoje é possível que seu queixo também caia ao tentar acessar o YouTube, maior site de vídeos do planeta: ele está offline.
Ou ao menos parte dele está. Ainda é possível assistir os vídeos colocados em páginas (com código de embedding) e ao seguir links diretos para o site de vídeos. Não é possível realizar nenhuma outra ação no site além de assistir vídeos que já estão online. Ao tentar fazer upload de novos clipes ou editar vídeos antigos o usuário dará de cara com a tela abaixo.

Home do YouTube: inacessível
De acordo com a primeira mensagem “YouTube is down” postada no Twitter, o site já se encontra offline há pouco mais de 1 hora. Não há resposta oficial do Google ainda.
[Atualização às 09:33]: Segundo uma mensagem enviada pelo Google ao blog Mashable, o “YouTube está temporariamente offline. Nossos engenheiros estão trabalhando para restaurar o site”. Well, d’oh.
[Atualização às 09:35]: E o site já está de volta! Se for seguida a lógica da semana, amanhã serão os servidores da Microsoft que deverão tirar uma folga não-agendada. Aguardemos.
[Com informações do Mashable]
A partir de hoje, usuários do Gmail vão contar com mais um recurso que promete aumentar a segurança do serviço do qual todos nós, nerds geeks somos tão dependentes. O alerta de atividades suspeitas vai manter um banco de dados com informações sobre a localidade a partir da qual o webmail é acessado. Por meio do IP, o Google vai ao menos saber de que país esse acesso é feito.
Com tais informações salvas, a empresa vai poder determinar quando o e-mail for aberto de um lugar muito distante ou improvável. Por exemplo, se eu abro meu Gmail em São Paulo às 8 da manhã, é altamente improvável que eu acesse novamente o webmail às 9 horas de Paris, na França.
A explicação para a nova implementação foi feita por Pavni Diwanji, diretor de engenharia do serviço: “Semanas atrás, eu recebi um e-mail supostamente de um amigo preso em Londres pedindo para ajudá-lo com dinheiro. No fim das contas, a mensagem foi enviada por um scammer que havia roubado a conta do meu amigo”. Com o alerta de atividades suspeitas, o Google passa a evitar que esse tipo de coisa aconteça.
Quando o usuário autenticar-se no Gmail, dará de cara com o seguinte aviso:

Ao clicar em Show details and preferences (Mostrar detalhes e preferências), informações sobre os últimos acessos ao Gmail serão exibidas. Caso seja necessário, o dono da conta já vai poder mudar a senha e assim garantir que o e-mail não seja acessado por uma pessoa não autorizada novamente.
[flickr Andercismo]
A GoDaddy, uma das maiores empresas de registros de domínios do mundo, anunciou hoje que tem planos de encerrar o registro de domínios em território chinês. Um dos motivos que levam a empresa a cogitar essa possibilidade é a forma como o governo chinês vem tratando o Google.
Christine Jones, conselheira-geral da empresa, disse à agência de notícias Reuters que acredita que “muitos dos abusos de internet originados na China são devidos à falta de reforço contra atividades criminosas por parte do governo chinês”. Segundo ela, a GoDaddy já teria bloqueado dezenas de ataques provenientes da China apenas nos três primeiros meses de 2010.
A intenção da GoDaddy é parar de oferecer registro de domínios para pessoas que residam no território chinês. A empresa, no entanto, manteria o acesso aos domínios .cn que já foram comprados por meio de seu sistema de registros.
Caso os planos da empresa de internet sigam em frente, ela se juntará ao Google no protesto para que Pequim permita maior abertura no uso da internet e também contra os ciberataques provenientes da China, que são cada vez mais comuns. “A China tem focado em usar a internet para monitorar e controlar atividades legítimas de cidadãos, em vez de penalizar aqueles que cometem crimes ligados à internet”, declarou Christine.
[via Reuters]
O Google esperava que o governo chinês não respondesse à decisão da empresa de desviar todo e qualquer acesso feito por chineses ao site de buscas local para o Google de Hong Kong (Google.com.hk). No entanto, Pequim – como toda boa ditadura – já está a postos para defender a ideologia que há décadas domina o país de 1,5 bilhão de habitantes.
De acordo com o jornal New York Times, dirigentes da China ficaram furiosos ao tomar conhecimento da posição do Google, que claramente desafia as ordens de Pequim. O governo chinês foi obrigado a pensar no que fazer com os milhões de usuários que eram direcionados do Google chinês para o de Hong Kong, onde a censura a sites de consulta populares como a própria busca do Google, o Google Notícias e o Google Imagens não sofre qualquer tipo de restrição. Leia mais