Google

Google é uma empresa multinacional de tecnologia sediada em Mountain View, na Califórnia. Foi fundada no dia 4 de setembro de 1998 por Sergey Brin e Larry Page, até então estudantes de Ciência da Computação da Universidade de Stanford. O buscador nasceu a partir do BackRub, um motor de busca que utilizava métodos mais eficientes para classificar páginas do que os concorrentes da época. Google é um trocadilho com a palavra "googol", nome dado ao número 1 seguido por cem zeros, simbolizando a enorme quantidade de informações presentes na Internet.

Esses dias aí o TB lançou (pelas mãos de nosso blogger João) a caça aos carros do Google Street View. Pedimos aos nossos leitores que nos enviassem fotos do Fiat Stylo menstruadão que está circulando por aí com uma câmera em cima, registrando imagens de três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A nossa intenção? Fazer um monte de nerds aparecerem com uma câmera na mão e um sorrizão feliz nos mapas do Google, claro.

BRINQS gente. :P Leia mais

Rick Astley nunca vai te machucar

Ao contrário do que foi inicialmente noticiado por sites de todo o mundo ontem – incluindo o Tecnoblog – aparentemente a gravadora Sony BMG não teve qualquer participação na temporária retirada do ar do vídeo original do RickRoll,  pegadinha que sacaneia n00bs com o clipe do sucesso oitentista Never gonna give you up, de Rick Astley.

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Questionado pelo site Mashable, o YouTube assumiu toda culpa pelo erro que retirou o vídeo  do ar por algumas horas. Confira uma tradução freestyle do comunicado oficial do site de vídeos:

“A cada minuto cerca de 20 horas de vídeo são enviados a nossos servidores, e por conta de tamanha demanda nós contamos com os membros de nossa comunidade, que conhecem nossas regras, para marcar os vídeos que eles consideram impróprios de alguma maneira. Nós rapidamente avaliamos os vídeos marcados e podemos os retirar do ar em menos de uma hora. Também temos um time dedicado a identificar e remover spam do site. Ocasionalmente uma conta é erroneamente identificada como fonte de spam e assim ela pode ser retirada do ar. Quando isso acontece, nós rapidamente somos capazes de identificar o erro e restaurar os vídeos, e canais removidos por acidente”.

Há algumas semanas, o Google anunciava que atualizações do Twitter passariam a ser integradas nas páginas de resultados de busca, para que seus usuários tivessem a opção de ver informações em tempo real sobre o termo pesquisado. Hoje a gigante de busca anunciou a integração a outras cinco redes sociais, o que deve aumentar ainda mais o fluxo de dados disponíveis para o usuário do buscador.

As redes Facebook, MySpace, FriendFeed, Jaiku e Identi.ca passam a fazer parte da parceria de busca com o Google. Algumas delas, no entanto, só enviarão dados de partes públicas do site, como Pages do Facebook e contas não-protegidas do Jaiku. Além disso, o Google anunciou que integrará os dados recebidos em novas ferramentas que ainda estão sendo trabalhadas. Mas a primeira delas já está disponível para o público e se chama Hot Topics, uma versão do Trending Topics do Twitter disponível no Google Trends e que usa dados de várias redes sociais ao mesmo tempo para criar seu ranking.

Por enquanto, apenas atualizações publicadas em inglês nessas redes sociais serão integradas aos resultados, mas as novas funções futuras estarão disponíveis mundialmente. O Google não divulgou se há planos para trabalhar com outras línguas.

A Distimo, empresa holandesa de análise de AppStores, compartilhou hoje durante o Mobile World Congress 2010 em Barcelona o resultado de análises de dados das seis maiores lojas de aplicativos de várias plataformas móveis: iTunes AppStore, Android Marketplace, Blackberry AppWorld, Nokia Ovi Store, Windows Mobile Marketplace e Palm App Catalog.

Segundo o relatório divulgado pela empresa, a loja que mais tem aplicativos gratuitos é a da plataforma Android, do Google, com 57%, seguido lodo depois pelo Webos App Catalog com 32% e iTunes AppStore, com 25%.

Já em quantidade, a loja da Apple continua na liderança absoluta com mais de 150 mil apps disponíveis para download, seguida do Android Marketplace, com pouco menos de 19 mil, e da Blackberry App World, que conta com pouco menos de 4 mil programas. Sobre os preços, a Distimo concluiu que aplicativos vendidos na loja da plataforma Blackberry são em média os mais caros, chegando a US$ 8,26. A média mais barata foi registrada no Palm App Catalog, US$ 2,36.

Todas as estatísticas divulgadas pela empresa estão disponíveis nessa apresentação (em inglês). Os dados foram coletados apenas no mercado norte-americano. [ReadWriteWeb]

Nós já bem sabemos que a Comissão Europeia é o orgão do bloco econômico responsável por zelar pela competição leal e correta entre as empresas, mais ou menos como o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no Brasil, com a diferença de que no Velho Continente as coisas parecem funcionar com um mínimo de decência.

O fato é que, depois de investigar a Intel e a Microsoft por uso de posição dominante para ganhos econômicos, agora os europeus miram no Google, o gigante das buscas. De acordo com a Reuters, nada menos que três reclamações foram feitas ao órgão, todas relacionadas às atitudes do Google no mercado de anúncios em sites de busca.

“A Comissão confirma que recebeu três reclamações contra o Google e que as esta examinando. A Comissão não iniciou uma investigação formal até o presente momento”, eles afirmaram em um comunicado nessa quarta (24).

As reclamações foram feitas pelo Foundem, um site de “buscas verticais”; pelo eJustice, um serviço francês de buscas de conteúdos relacionados a legislações; e ao Ciao!, um buscador baseado na Alemanha que atualmente utiliza o Bing como motor de busca e que permite fazer comparação de preços entre produtos.

Em um post oficial, o Google afirmou que as reclamações são as seguntes: Foundem e eJustice não estão satisfeitos com a posição que conseguem nos resultados de busca do Google, que utiliza o possivelmente mais complexo algoritmo da web para entregar os melhores resultados para o usuário. Ainda segundo a empresa, ela e o Ciao! sempre tiveram uma relação saudável, mas desde 2008 o serviço vem reclamando dos termos e condições padrões do Google.

Detalhe: tanto a Foundem quanto a Ciao! têm dinheiro da Microsoft em seus balanços. Entenda isso como quiser.

[Com informações: The Guardian; foto: keso]

Se você chegou agora na internet (bem-vindo(a) e assine o feed do Tecnoblog), provavelmente não deve conhecer o RickRoll, um meme que habita a rede mundial de computadores há algum tempo. Ele consiste em sacanear seus amigos noobs enviando-os um link para um vídeo do YouTube e uma descrição interessante. Ao abrir, seu amigo vai perceber que o vídeo não é nada que foi descrito, mas sim o clipe da música “Never Gonna Give You Up”, do cantor americano Rick Astley.

"Never gonna give you up/ Never gonna let you down" #NOT

O vídeo se tornou um viral, atingindo mais de 30 milhões de views no site de compartilhamento de vídeos do Google. Esse número não deverá crescer mais, já que o vídeo original foi tirado do ar hoje pela atual detentora dos direitos autorais da música, a Sony BMG. Obedecendo ao chamado DMCA Takedown Notice (aviso de infração de copyright americano) enviado pela empresa, o YouTube não teve outra opção, senão tornar o vídeo inacessível (aqui está a prova, em forma de captura de tela).

Para ajudar a entender as possíveis causas para essa ação repentina por parte do braço musical da Sony, separei as três possibilidades mais plausíveis. 1: A Sony pode achar que vai ganhar mais dinheiro ao tirar o vídeo do ar, pois as pessoas irão comprar a música em vez de ver o clipe; 2: Os advogados da empresa têm bastante tempo livre e por isso vão tirar do ar todas as dezenas centenas milhares de cópias do clipe, começando pela enviada originalmente; 3: Algum executivo do alto escalão da companhia foi Rickroll’ado tantas vezes que se enfureceu e resolveu cortar o mal pela raiz.

Acredito que a terceira opção seja a mais crível. Ou, como se trata de uma gravadora, a menos estúpida. [Neowin]

[Atualização às 17:22]: Aparentemente a Sony voltou atrás na sua decisão e o vídeo está acessível novamente. Obrigado ao Matheus Bonela pela dica nos comentários!

O anúncio de que o Google deixaria de oferecer de vez suporte para o velhote navegador Internet Explorer 6 fez com que a pequena agência de publicidade norte-americana Aten aproveitasse a “morte” do programa para organizar um funeral virtual para o browser.

IE6: rest in pieces (sic). Clique para ampliar.

“O Internet Explorer 6, residente na internet há oito anos, morreu na manhã do dia 1º de março de 2010 em Montain View, Califórnia, por conta de um acidente de trabalho ocorrido na sede do Google“, diz o “epitáfio”, que lembra que o programa deixa “um filho, o Internet Explorer 7, e um neto, o Internet Explorer 8″.

A cerimônia deve acontecer na sede da agência de publicidade às 7 da manhã (horário local) do próximo dia 4, com “com direito à comida e bebidas”, além de um jogo de dardos com o logotipo do programa fazendo vezes de alvo. Aqueles que infelizmente não conseguirem aparecer a tempo nos EUA poderão marcar sua presença enviando flores para o evento.

Mensagens de condolências e outros dados a respeito da morte do programa podem ser vistos no site ie6funeral.com.

Bem que poderia acontecer alguma coisa parecida por aqui, não?

Vários produtos e serviços do Google, como o Orkut e o YouTube, já anunciaram que estarão desabilitando o suporte ao navegador Internet Explorer 6 num futuro próximo, mas nunca deram uma data mais definitiva do que ‘em breve’. Hoje, no entanto, esse panorama mudou. Segundo um item na sessão de ajuda do YouTube, o último dia de suporte ao antigo navegador da Microsoft será 13 de Março.

Isso não quer dizer, necessariamente, que daqui a duas semanas e 4 dias haverá um aumento enorme de produtividade mundial em empresas que não permitem o uso de outros navegadores ou que ainda não atualizaram para uma versão menos defeituosa do Internet Explorer. Os empregados dessas companhias poderão continuar assistindo aos vídeos do YouTube tranquila e disfarçadamente dentro dos seus cubículos. Porém, a cada 2 semanas, a seguinte tela será exibida antes do vídeo:

Usuários que insistirem em não atualizar, segundo o Google, não poderão tirar vantagem de todas as novas melhorias e características que serão disponibilizadas no futuro, pois elas funcionarão apenas em navegadores mais modernos, como o Safari, Internet Explorer 7 ou 8, Firefox e Chrome.

No caso do Orkut, um bom incentivo que provocaria um upgrade em massa de navegadores seria desabilitar o aplicativo Colheita Feliz no IE6. Você pode achar graça, mas eu falo sério. [ArsTechnica]

[Atualização às 15:05]: Como bem aponta o Mashable, esse não é o primeiro produto do Google a ter uma data certa para deixar de oferecer suporte ao IE6. No dia 1º de março, o Google Docs e Google Sites deixarão de oferecer suporte ao navegador. O YouTube só está seguindo o mesmo caminho. Espera-se que o Orkut seja o próximo.

O Google anunciou hoje o relançamento da DoubleClick, empresa de publicidade online que foi comprada em março de 2008 pela gigante das buscas. Quase dois anos depois, os engenheiros das duas companhias relançam a plataforma de publicidade, agora integrada ao que o Google já tinha desenvolvido para o Google AdManager.

“Nós enxergamos uma oportunidade de melhorar ainda mais a entrega de publicidade ao combinar a tecnologia e infraestrutura do Google com a experiência de entrega e exibição de anúncios da DoubleClick”, escreveu Neal Mohan, vice-presidente de gerenciamento de produtos, no blog oficial do Google.

DoubleClick for Publishers (DPF) foi completamente redesenhado para ajudar os grandes publicadores de conteúdo online a gerenciar, entregar e mensurar o desempenho dos anúncios em seus sites. Isso é fundamental no mercado de publicidade online para que um veículo mantenha-se no azul. Claro que o Google, como maior empresa de publicidade online do mundo, tem total interesse que os anunciantes e os veículos de comunicação tenham a noção mais precisa possível do comportamento dos anúncios.

O novo DPF vai ter ferramentas que informam a performance dos anúncios com maior quantidade de detalhes, além de permitir que previsões mais apuradas sejam feitas. Novos algoritmos também vão ajudar a tornar os anúncios mais rentáveis e com desempenho melhor.

De acordo com a empresa, o DoubleClick for Publishers será voltado para grandes veículos de comunicação online, que lidam com milhões de usuários por dia e servem bilhões de anúncios. Já o DoubleClick for Publisher Small Business será a versão mais simples e gratuita do serviço, voltada para os meros mortais.

“Aparentemente o Chrome para Mac não tem Gears nativo”. Eu fiz essa observação há uma semana no meu perfil pessoal do Twitter. Hoje o Google deu um pouco mais de esclarecimentos sobre o futuro do Gears: a plataforma será abadonada aos poucos, enquanto que o HTML5 começará a ser empregado com maior frequência.

De acordo com Ian Fette, da equipe do Gears, uma versão do Google Chrome disponibilizada em janeiro já contêm API para armazenamento local de dados relacionados a aplicações rodando JavaScript, entre outros. Isso é interessante para o usuário porque permite criar aplicações mais robustas, que tirem proveito do recursos locais da máquina (por exemplo: o WordPress instalável, que o TB usa como plataforma de publicação, é uma aplicação web que já tira proveito do Gears e certamente vai se aproveitar das novas tecnologias desenvolvidas pelo Google).

A intenção da empresa é permitir que esse tipo de recursos esteja de acordo com os padrões web (web standards), e por isso a escolha do HTML5 para esse tipo de implementação é natural. Mas Fette admite: ainda não é possível replicar todas as funções do Gears em HTML5. Portanto, a empresa vai continuar dando suporte ao Gears, embora não pretenda dar novas funcionalidades a ele. Tanto o Firefox quanto Internet Explorer continuarão a ter o plugin.

Usuários de Mac não estão tão bem assim. A empresa decidiu não dar suporte a Google Gears para o Safari no Snow Leopard e SOs subsequentes. Da mesma forma, creio que o Google Chrome para Mac também não terá o Gears implementado.

[Dica do leitor Micael Silva, com informações: TechCrunch, Mashable. Você também pode mandar dicas de posts por meio de replies para @tecnoblog]